Saúde Médico alerta para os riscos da Hipertensão Arterial

Os indivíduos com pressão alta devem ter atenção especial com acompanhamento de especialistas para reforçar os cuidados necessários para mantê-la sob controle. A afirmação é da Sociedade Brasileira de Hipertensão, que aproveita o dia 17 de maio de 2020, Dia Mundial da Hipertensão Arterial (HA) e o próprio maio, Mês Mundial da HA, para alertar as pessoas sobre o principal fator de risco para doenças cardiovasculares, responsáveis pelas principais causas de morte em nosso país e no mundo, como o infarto e o derrame cerebral.

 

Segundo o cardiologista e vice-presidente da SBH, Luiz A. Bortolotto, é preciso acompanhar a pressão arterial constantemente para evitar complicações que ocorrem quando ela fica muito alta. “Se possuírem aparelhos de aferição de pressão em suas casas, façam as medidas regularmente e comuniquem seus médicos se houver alguma alteração. Intensifiquem a adoção de hábitos saudáveis de vida, como diminuir o consumo de sal, evitar o excesso de álcool, e manter algum grau de atividade física, mesmo dentro de suas casas”.

 

De acordo com o médico, o isolamento social e a preocupação com a pandemia da covid-19 podem gerar ansiedade, o que pode contribuir para o aumento da pressão arterial. Para tentar diminuir o estresse a recomendação é a de que o indivíduo utilize os meios digitais para conversar com parentes e amigos, leia livros, assista filmes e utilize técnicas de meditação e relaxamento, já essas atividades ajudam a manter a pressão controlada.

 

Bortolotto ressaltou que se a pessoa tem pressão alta e toma medicação, é importante não deixar de usar o remédio, mesmo que seja infectada pela covid-19, e que consulte o médico antes de qualquer mudança. Segundo ele, há evidências em todo o mundo de que houve diminuição de procura  de hospitais por doenças cardiovasculares por receio e se infectar pelo coronavírus.

 

“As pessoas devem ficar atentas a sinais de alarme para estas doenças, como dor forte no peito, falta de ar intensa, perda de movimentos ou dificuldade para falar, que podem significar complicações graves da hipertensão arterial. Nesta situação, o paciente deve procurar um serviço de emergência para ser tratado”, reforçou o médico. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

Confira como pedir a renda básica emergencial de R$ 600

Paga a trabalhadores informais de baixa renda e a beneficiários do Bolsa Família, a renda básica emergencial de R$ 600 ou de R$ 1,2 mil para mães solteiras será depositada de forma automática para quem já está inscrito no Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico) a partir de quinta-feira dia 9, e tem conta no Banco do Brasil e na Caixa Econômica Federal. Os demais trabalhadores terão de se cadastrar no aplicativo Caixa Auxílio Emergencial ou no site Auxílio Caixa e começarão a ser pagos até o dia 14.

 

Quem está no Bolsa Família não precisa se cadastrar e receberá o auxílio emergencial no mesmo dia do pagamento do programa social, que ocorre entre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário desse grupo receberá o maior valor entre o Bolsa Família e a renda básica emergencial no fim de abril, de maio e de junho.

 

Nesta fase, o dinheiro será depositado em contas poupança digitais ou na conta corrente informada pelo beneficiário e só poderá ser movimentado eletronicamente. Os saques em dinheiro em casas lotéricas e em caixas eletrônicos começam no dia 27. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

Governo divulga calendário da segunda parcela do auxílio emergencial

O Ministério da Cidadania divulgou, hoje (15), o calendário de pagamento e saques da segunda parcela de R$ 600 do auxílio emergencial, pago em três parcelas, destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos e desempregados que perderam renda por causa da pandemia do novo coronavírus (covid-19). A portaria com as datas foi publicada no Diário Oficial da União.

 

A segunda parcela começará a ser creditada na segunda dia 18, conforme adiantou o presidente da Caixa Econômica federal, Pedro Guimarães, durante a live semanal do presidente Jair Bolsonaro, no início da noite de ontem dia 14.

 

Ao todo, cerca de 50 milhões de pessoas estão inscritas no programa. O benefício é pago para trabalhadores informais e pessoas de baixa renda, inscritos do cadastro social do governo e no Bolsa Família.

 

O calendário publicado nesta sexta-feira vale para as pessoas que receberam a primeira parcela até o dia de 30 de abril de 2020. Na tarde de hoje, está prevista entrevista coletiva, no Palácio do Planalto, para detalhar como será o pagamento. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

Bolsonaro sanciona com 11 vetos lei que altera auxílio emergencial

O presidente Jair Bolsonaro vetou a inclusão de categorias profissionais para o recebimento do auxílio emergencial de R$ 600, o socorro financeiro pago pelo governo aos trabalhadores informais afetados pelas medidas de combate à pandemia de covid-19 no país. A lei com mudanças no auxílio emergencial foi sancionada com 11 vetos e publicada hoje dia 15, no Diário Oficial da União.

 

A medida aprovada pelo Congresso Nacional previa a inclusão de mais de 20 categorias na lista do benefício, entre eles extrativistas, assentados da reforma agrária, artesãos, profissionais da beleza (como cabeleireiros), ambulantes que comercializem alimentos, diaristas, garçons, guias de turismo, babás, motoristas de aplicativos, taxistas e catadores de recicláveis.

 

Ao vetar o dispositivo, Bolsonaro justifica que, ao especificar determinadas categorias para o recebimento do auxílio em detrimento de outras, a medida ofende o princípio da isonomia ou igualdade material previsto na Constituição, além de excluir da lei em vigor, os trabalhadores informais em situação de vulnerabilidade social em função da covid-19. Para o presidente, ao ampliar as hipóteses de beneficiários, os parlamentares também criaram despesa obrigatória ao Executivo, sem apontar a fonte dos recursos e o impacto orçamentário da medida.

 

Entre as mudanças feitas pelo Congresso na Lei 13.982/2020, que instituiu o auxílio emergencial, Bolsonaro manteve o artigo que proíbe que instituições financeiras façam descontos ou compensações sobre o valor do auxílio emergencial, mesmo que o beneficiário esteja em débito com a Caixa Econômica Federal ou outra instituição responsável pelo pagamento do auxílio. Essa medida havia sido anunciada pelo governo, mas não estava prevista na lei.

 

O presidente também vetou a ampliação do pagamento do Benefício de Prestação Continuada (BPC) para família cuja renda mensal per capita seja igual ou inferior a meio  salário mínimo. Hoje, de acordo com a lei em vigor, tem direito ao BPC idosos e pessoas com deficiência cuja renda familiar é igual ou inferior a um quarto do salário mínimo.

 

Os artigos vetados e as razões apresentadas pelo presidente também foram publicadas no Diário Oficial da União e encaminhados ao Congresso Nacional. A partir de agora, os parlamentares tem 30 dias para deliberar sobre os vetos.

 

Pagamento do Fies

 

O texto sancionado nesta sexta-feira prevê a suspensão dos pagamentos devidos pelos estudantes ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). A medida vale para os contratos que estavam em dia antes da decretação do estado de calamidade pública em razão da pandemia de covid-19.

 

Está permitida a suspensão de duas parcelas para os contratos em fase de utilização ou carência e de quatro parcelas para s contratos em fase de amortização, dos estudantes que já concluíram seus cursos. De acordo com a lei, o governo federal poderá prorrogar esses prazos. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

Campanha de Vacinação contra gripe terá nova etapa a partir de segunda

A terceira fase da Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe encerrará, neste domingo dia 17, a primeira de suas duas etapas tem como público-alvo, pessoas com deficiência; crianças de 6 meses a menores de 6 anos; gestantes e mães no pós-parto até 45 dias.

 

No caso das mães que se encontram no período pós-parto, o ministério informa ser necessária a apresentação de um documento que comprove o puerpério (certidão de nascimento, cartão da gestante, documento do hospital onde ocorreu o parto, entre outros).

 

A segunda etapa da terceira fase vai de 18 de maio até 5 de junho. Nela serão incluídos professores de escolas públicas e privadas e adultos de 55 a 59 anos de idade. A exemplo das demais fases, a meta do governo é vacinar pelo menos 90% de cada um desses grupos. Na terceira fase, a meta é imunizar 36,1 milhões de pessoas do grupo prioritário.

 

De acordo com o balanço mais atualizado do Ministério da Saúde, 60,5% do grupo prioritário havia sido vacinado contra a influenza nas duas primeiras fases da campanha, o que corresponde a um total de 39,6 milhões de doses da vacina aplicadas.

 

Para evitar sobreposição com relação ao número de pessoas vacinadas, o percentual divulgado pelo ministério não inclui os grupos de pessoas com comorbidades, membros das forças de segurança e salvamento, caminhoneiros, motoristas e cobradores de transportes coletivos, trabalhadores portuários e o público relacionado com o sistema prisional, uma vez que, nesses quantitativos, o que se tem são estimativas populacionais.

 

“O quantitativo desse público é uma estimativa e pode haver sobreposição a partir de pessoas que integram diferentes grupos prioritários, por exemplo, ser caminhoneiro (público-alvo da segunda fase) e idoso (público-alvo da  primeira fase). Assim, é possível informar apenas o número de doses, de fato, aplicadas da vacina contra a gripe nestes grupos que foi 7,5 milhões”, explicou o Ministério da Saúde em e-mail enviado à Agência Brasil.

 

Fases anteriores

 

Em levantamento divulgado no início da semana, o ministério informou ter distribuído 63,2 milhões de doses da vacina. Até então, na segunda fase da campanha iniciada em 16 de abril e encerrada no dia 8 de maio, apenas 36% (ou 5,6 milhões de pessoas) do público-alvo foram vacinados. O número era 10 milhões inferior ao total de pessoas do grupo pretendido.

 

A segunda fase da campanha teve como público-alvo povos indígenas, caminhoneiros, motoristas e cobradores de transportes coletivos, trabalhadores portuários, membros das forças de segurança e salvamento; pessoas com doenças crônicas e outras condições clínicas especiais; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas; população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.

 

Na primeira etapa da Campanha Nacional de Vacinação, dirigida a idosos com 60 anos ou mais e a trabalhadores da saúde, mais de 18,9 milhões de idosos foram vacinados, o que corresponde a 90,66% deste público. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

 

 

BNDES tem lucro líquido de R$ 5,5 bilhões no primeiro trimestre

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) teve lucro líquido de R$ 5,5 bilhões no primeiro trimestre deste ano, resultado 4,6 vezes maior em relação ao último trimestre, quando teve lucro de R$ 1,2 bilhão. Os resultados foram apresentados hoje dia 15.

 

Segundo o banco de fomento, o desempenho é atribuído principalmente ao resultado de R$ 8,5 bilhões com participações societárias, dos quais R$ 8,1 bilhões decorreram dos desinvestimentos realizados no período, com destaque para a oferta pública de ações da Petrobras em fevereiro. De acordo com o BNDES, esse efeito foi atenuado pela constituição de provisão para risco de crédito de R$ 1,7 bilhão, influenciada pela revisão das classificações de risco de empresas dos setores mais afetados pela pandemia de covid-19.

 

O lucro com intermediação financeira, ou seja, com os financiamentos feitos pelo BNDES, atingiu R$ 4,1 bilhões, o que equivale a um aumento de 10,1% em comparação com o primeiro trimestre de 2019. A carteira de crédito somou R$ 442,1 bilhões.

 

Segundo o BNDES, a carteira de crédito líquida somou R$ 442,1 bilhões no encerramento do trimestre, representando 61,6% dos ativos totais e apresentando variação positiva de 0,7% em relação ao fechamento de 2019, quando totalizava R$ 441,8 bilhões.

 

Os ativos do sistema BNDES totalizaram R$ 718,3 bilhões em 31 de março, apresentando queda de R$ 9,9 bilhões (-1,4%) no trimestre.

 

De acordo com o banco, a redução da carteira de participações societárias para R$ 59,2 bilhões, ante R$ 111,9 bilhões no fechamento de 2019, reflete em parte a estratégia de desinvestimento (vendas de R$ 23,8 bilhões) e também os movimentos recentes do mercado, que levaram à desvalorização dos investimentos, uma redução de R$ 28,8 bilhões.

 

Para o presidente do banco, Gustavo Montezano, o BNDES teve performance relativamente estável no segmento de crédito. “É uma carteira relativamente conservadora, focada em grandes clientes e instituições financeiras. Já no segmento de investimentos em participações societárias, a gente observou grande volatilidade da carteira”, disse, em uma transmissão online.

 

Empresas aéreas

 

Montezano informou que as empresas aéreas Latam, Gol e Azul aderiram ontem dia 14, à proposta de crédito estabelecida pelo BNDES e pelo sindicato dos bancos. O setor enfrenta uma grave crise, com a queda no número de passageiros por causa da pandemia de covid-19. “Agora entramos na fase de execução das propostas”.

 

De acordo com o executivo, a atuação vai ser focada nas operações brasileiras das empresas - os recursos não devem ser usados para pagar credores financeiros e as condições serão isonômicas para as companhias aéreas.

 

Covid-19

 

O BNDES também apresentou um balanço de suas ações emergenciais de combate à covid-19, anunciadas em 22 de março. As iniciativas buscam preservar as atividades econômicas das empresas durante esse período. O banco informou que já soma R$ 13 bilhões em aprovações, apoiando empresas que empregam 2,2 milhões de pessoas.

 

Em menos de dois meses, 19 mil clientes já solicitaram a suspensão temporária de pagamento de financiamentos no BNDES, totalizando R$ 8,7 bilhões. “Estima-se que essas empresas empreguem 1,62 milhão de pessoas”, diz o banco.

 

A linha de capital de giro para micro, pequenas e médias empresas totaliza R$ 2,3 bilhões em aprovações. O programa para financiamento da folha de pagamento de pequenas e médias empresas contabiliza 73 mil operações aprovadas, alcançando R$ 1,6 bilhão. O banco estima que o apoio dessa linha tenha contribuído para o pagamento do salário de 460,5 mil pessoas.

 

Até o momento, o programa emergencial que tem como foco a ampliação imediata de leitos, além de materiais e equipamentos médicos, aprovou R$ 198,2 milhões, que, segundo o banco, viabilizarão a entrega de 3.126 leitos, 500 mil testes rápidos de covid-19 e 1,5 mil novos monitores. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

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