A Mega-Sena sorteia nesta quarta dia 27 um prêmio de R$ 33 milhões.
As seis dezenas do concurso 2.265 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa em todo o país ou pela internet.
O volante, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.
Quina de São João
As apostas para a Quina de São João, concurso especial que chega à sua 10ª edição este ano, já podem ser feitas nas lojas lotéricas de todo o país. O sorteio do concurso 5.299 da Quina será realizado no dia 27 de junho, às 20h, e a estimativa inicial do prêmio é de R$ 140 milhões.
O prêmio não acumula e, caso não haja ganhadores na faixa principal, o prêmio será dividido entre os acertadores da segunda faixa (4 números) e assim por diante.
Para apostar, basta marcar de cinco a 15 números dentre os 80 disponíveis no volante. O preço da aposta simples, com cinco números marcados, custa R$ 2. (Com Agência Brasil)
Os registros de confirmações de Covid-19 dobraram no Paraná entre a semana encerrada no último domingo dia 24, e a semana imediatamente anterior, segundo boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde. Foram 928 casos entre 18 a 24 de maio, contra 450 entre 11 a 17 de maio. O aumento chegou a 106%. No comparativo com a primeira semana do mês (4 a 10), que teve 324 confirmações, o salto foi de 186%.
Apesar do aumento da disseminação, o Paraná ainda mantém a menor incidência do novo coronavírus por 100 mil habitantes no Brasil, com taxa de 29,1. O índice nacional é de 178,4 e o regional Sul de 55,9. Os estados com resultados mais próximo são Minas Gerais (32,9) e Goiás (35,8). O Estado ainda tem o 4º menor índice de mortalidade por 100 mil habitantes, com taxa de 1.4, enquanto a do País é 11.2.
Mesmo com incidência menor em relação a outras regiões brasileiras, o Governo do Estado considera que a evolução recente dos casos de infecção reforça a necessidade da população seguir as orientações das autoridades sanitárias para evitar a propagação da Covid-19. O isolamento social, principalmente da população de risco, se mantém como estratégia de enfrentamento da pandemia, assim como o uso de máscaras e o habito de higienizar as mãos.
MAIOR SALTO - A semana passada foi marcada pelo maior salto em número absoluto de casos (478), e pelo terceiro maior registro percentual. Percentualmente, o índice mais elevado ocorreu entre a segunda e a terceira semanas de março, no começo da pandemia. O boletim indicou alta de 666%, quando houve variação de seis casos para 46. Entre a última semana de março e a primeira de abril, com crescimento acumulado de 96 para 291 casos, a evolução foi de 203%.
TESTES - Os dados do boletim epidemiológico indicam uma curva ascendente de infecções pelo novo coronavírus e a tendência ainda é de evolução. A estimativa é reforçada porque mais pessoas serão testadas nas próximas semanas. É que o Estado iniciou um processo de testagem em massa, com testes rápidos, novos laboratórios credenciados e os novos perfis selecionados para os testes gold (RT-PCR) na rede pública.
EVOLUÇÃO – A média de casos desde a chegada da pandemia no Estado tem sido de 44,4 por dia, mas os dados apontam aumento recente. O Paraná atingiu índice de 136,4 casos por dia na semana encerrada no domingo passado (18 a 24 de maio), primeira vez com mais de 100 casos. Na semana retrasada, a média era de 64,2, e na anterior de 46,2.
MENOR ÍNDICE – No resultado absoluto divulgado pelo Ministério da Saúde, o Paraná é o 21º em número de casos, apesar de ter uma das maiores populações do País. Os registros representam praticamente metade dos confirmados dos estados vizinhos do Sul. No dia 24 de maio eram 6.410 infectados no Rio Grande do Sul e 6.696 em Santa Catarina.
ÓBITOS – Ao contrário da evolução significativa de casos nas últimas semanas, o número de óbitos mantém trajetória regular no Paraná. Foram 29 mortes na semana encerrada no último domingo (24), maior número registrado em apenas sete dias, contra 15 na semana exatamente anterior (11 a 17 de maio) e 16 na primeira semana do mês.
A média de óbitos no Estado é de dois por dia (desde o dia 12 de março) ou 2,5 por dia (desde o dia 27 de março, data da primeira morte). O dia com maior registros foi no dia 20 de maio (7). (Com AEN)
Devem ser publicadas até esta quarta dia 27, a portaria e a instrução normativa estabelecendo os cuidados que frigoríficos devem manter quanto à Covid-19.
As regras serão obrigatórias e foram elaboradas em conjunto pelos ministérios da Agricultura, e da Saúde e a Secretaria de Trabalho e Emprego do Ministério da Economia, com a participação da Procuradoria-Geral do Trabalho.
O anúncio foi feito pela ministra da Agricultura, Tereza Cristina, em audiência virtual à Comissão Externa do Coronavírus da Câmara dos Deputados.
Em menos de um mês, é a segunda vez que o governo se dirige ao setor produtivo de proteína animal por causa da pandemia. No dia 11 de maio, o Ministério da Agricultura publicou o Manual com orientações para frigoríficos em razão da pandemia da Covid-19. As 70 medidas descritas no manual são facultativas.
Mercado internacional aquecido:
De acordo com o ministério, o Brasil tem conseguido ampliar o mercado para proteína animal apesar da pandemia. Na segunda dia 25, o governo comemorou a decisão da Tailândia de abrir seu mercado para carne bovina com osso, carne desossada e miúdos comestíveis de bovino. Cinco estabelecimentos frigoríficos já foram aprovados para exportar.
Nas contas do ministério, mais de 60 mercados externos foram abertos para os produtos agropecuários brasileiros desde janeiro de 2019, o que totaliza mais de 700 habilitações para venda de produtos da cadeia do agronegócio. (Com Canal Rural).
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) ajuizou ação civil pública (ACP) contra o estado do Rio, o ex-secretário de Saúde Edmar Santos, o ex-subsecretário de Saúde Gabriel Neves e a empresa Ozz Saúde, pela prática de improbidade administrativa na contratação de serviços para as áreas atendidas pelo Serviço Móvel de Emergência (Samu) no município do Rio.
A ação partiu da Força-Tarefa de Atuação Integrada na Fiscalização das Ações Estaduais e Municipais de Enfrentamento à Covid-19/MPRJ e da 4ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa da Cidadania.
De acordo com o Ministério Público, a ação civil pública investiga práticas de sobrepreço, superfaturamento e antecipação ilegal de pagamento à Ozz Saúde. Para evitar mais danos ao erário, o MPRJ pede, em caráter de urgência, que o estado não faça novos empenhos, liquidações ou pagamentos à empresa. Para que não haja descontinuidade no serviço público do Samu, o Ministério Público requereu liminarmente que a sociedade empresária OZZ Saúde Eireli aeja obrigada a manter o serviço contratado "até o prazo final do contrato, diante do pagamento que lhe foi feito”.
Conforme a ação civil pública, o contrato, assinado com dispensa de licitação e em caráter emergencial, era destinado à prestação de serviços de gestão, administração e execução de regulação e intervenção médica de urgência nas áreas atendidas pelo Samu. O Ministério Público diz que o contrato foi subscrito por Gabriell Neves, que, depois de exonerado pelo governador Wilson Witzel, foi preso no dia 7 deste mês, na Operação Mercadoria do Caos, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção (Gaeco), por suspeita de fraude na compra de respiradores para a rede estadual.
Segundo o MPRJ, as investigações indicaram que, como ordenador de despesas do contrato, “celebrado em desacordo com as regras de direito administrativo e com os preços praticados no mercado, Gabriell Neves autorizou, indevidamente, a antecipação de pagamento de parcela à empresa prestadora do serviço, em desacordo com a Lei nº 8.666/93”.
O Ministério Público acusa de omissão o ex-secretário Edmar Santos, embora este não tenha sido signatário direto do contrato. Como gestor da Secretaria de Estado de Saúde, Santos “omitiu-se quanto ao seu dever de controle e fiscalização, ao não rever o ato lesivo ao erário, uma vez que compete ao superior hierárquico a revisão de todos os atos praticados no âmbito de sua gestão”.
Na ação, o MPRJ pede o ressarcimento integral, por parte de Edmar Santos e Gabriell Neves, do dano causado aos cofres públicos pela realização do contrato. O valor, que será apurado no andamento da instrução do processo, atingirá também a empresa prestadora dos serviços. Outtros pedidos são a perda da função pública que os réus ocuparem quando do trânsito em julgado da decisão, a suspensão dos seus direitos políticos de cinco a oito anos e o pagamento de multa até duas vezes o valor do dano causado, devidamente corrigida. “No caso da Ozz, a ação também requer a proibição de contratar com o Poder Público ou receber incentivos fiscais ou creditícios, pelo prazo de cinco anos”, disse o MP em nota.
Exonerado do cardo de secretário de Saúde no início deste mês, Santos foi nomeado logo em seguida para o comando da recém-criada Secretaria Etraordinário de Acompanhamento de Ações Governamentais Integradas da Covid-19. Gabriell Neves está preso no Presídio José Frederico Marques, em Benfica, na zona norte do Rio. (Com Agência Brasil)
Recém-empossado presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Luís Roberto Barroso, também integrante do Supremo Tribunal Federal (STF), disse hoje dia 26, que mais grave do que ataques sofridos pelos tribunais é o país não ter um projeto educacional adequado.
Barroso deu a declaração durante uma entrevista coletiva por videoconferência após ter assumido a presidência do TSE. Ele foi questionado sobre comentários do ministro da Educação, Abraham Weintraub, que no vídeo de reunião cogitou a prisão de ministros do STF.
“O vídeo fala por si só e eu não gostaria de comentá-lo. Não é tema específico para um juiz se pronunciar. Porém, pensando do ponto de vista institucional, eu considero que mais grave do que o ataque ao Supremo é o país que não tem projeto adequado para a educação”, disse Barroso.Após a divulgação do vídeo, feita por determinação do ministro do STF Celso de Mello, Weintraub disse ter havido uma tentativa de deturpar sua fala para desestabilizar a nação.
Nesta terça-feira (26), Barroso disse acreditar que o país vive “período de instabilidade institucional”, mas que manifestações pedindo intervenção das Forças Armadas no Congresso ou no Supremo “acendem o sinal de alerta”.
“Acho que vivemos um momento em que é preciso atenção e renovação de nossas crenças em nossos valores democráticos, e de enfatizar o papel digno e importantíssimo e constitucional das Forças Armadas”, disse o ministro.
Ações
Na videoconferência, Barroso foi questionado também sobre o julgamento de ações que tramitam no TSE contra a chapa do presidente Jair Bolsonaro e do vice, Hamilton Mourão. O ministro disse que algumas dessas ações devem ser julgadas nas próximas semanas, por já terem sido liberadas e estarem na fila do plenário.
“A regra geral é seguirmos a ordem cronológica dos pedidos de liberação pelos relatores”, disse Barroso. (Com Agência Brasil)
Sanchez ressalta a legitimidade dos clubes em procurarem saídas junto aos governos federal, estaduais e municipais e federações no intuito de tentar impedirem um aprofundamento da crise, porém, argumenta que o Brasil vive um cenário muito diferente dos países que retomaram suas ligas.
A carta cita o exemplo do Campeonato Alemão, que só voltou a ser disputado após o diálogo entre todos os agentes políticos e esportivos, mantendo responsabilidade com seu produto, astros e público. Andrés Sanchez salientou que, na Bundesliga, havia um princípio claro: “O futebol não pode se antecipar ao controle da pandemia”.
Ao comparar com a situação no Brasil, o Corinthians lembra que a Série A conta com 20 clubes de nove estados, cada um com um panorama distinto do novo coronavírus. Isto exigiria um trabalho coordenado entre governo, clubes e federações. O presidente do Timão finaliza a carta afirmando que qualquer retorno apenas adiará “uma pausa forçada, em que os clubes vão, de novo, agonizar”.
Confira a carta na íntegra:











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