A Caixa credita hoje dia 5, auxílio emergencial para 4,4 milhões de beneficiários. São 3,9 milhões de pessoas nascidas em maio que já tinham a programação de receber nesta data. Os demais, 483 mil, são os beneficiários nascidos entre janeiro e maio que tiveram o pedido liberado na última segunda dia 3. Eles tiveram o cadastro reavaliado pela Dataprev após o pedido ter sido negado inicialmente.
Os beneficiários nascidos de junho a dezembro, que também tiveram a liberação no último dia 3, recebem os créditos conforme o calendário do Ciclo 1 de acordo com o mês de nascimento.
O auxílio, com parcelas de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras), foi criado para reduzir os efeitos da crise econômica causada pela pandemia de covid-19.
A Caixa tem disponibilizado o auxílio em uma poupança digital, acessível pelo aplicativo Caixa Tem. Pelo aplicativo é possível fazer compras online em estabelecimentos autorizados e pagar boletos.
O saque em dinheiro do benefício, em uma agência do banco, é autorizado posteriormente, conforme calendário definido pelo governo, considerando o mês de nascimento do beneficiário. As transferências para outros bancos ou para contas na própria Caixa seguem o mesmo calendário de saque. Nesse caso, os recursos são transferidos automaticamente para as contas indicadas pelo beneficiário.
Ciclo 1
O crédito para os beneficiários nascidos em maio faz parte do ciclo 1 de pagamentos do auxílio emergencial. Os saques e transferências estarão liberados no dia 13 de agosto.
No ciclo 1, o crédito na poupança social da Caixa está agendado para o período de 22 de julho a 26 de agosto, conforme o mês de nascimento. Os saques e transferências estão sendo feitos de 25 de julho a 17 de setembro. No total, o pagamento das quatro parcelas será feito para 46,4 milhões de pessoas.
Calendário de pagamentos – Ciclo 1
Crédito em poupança social da Caixa
22 de julho
(quarta-feira)
24 de julho
(sexta-feira)
29 de julho
(quarta-feira)
31 de julho
(sexta-feira)
5 de agosto
(quarta-feira)
7 de agosto
(sexta-feira)
Nascidos em janeiro
Nascidos em fevereiro
Nascidos em março
Nascidos em abril
Nascidos em maio
Nascidos em junho
12 de agosto
(quarta-feira)
14 de agosto
(sexta-feira)
17 de agosto
(segunda-feira)
19 de agosto
(quarta-feira)
21 de agosto
(sexta-feira)
26 de agosto
(quarta-feira)
Nascidos em julho
Nascidos em agosto
Nascidos em setembro
Nascidos em outubro
Nascidos em novembro
Nascidos em dezembro
Fonte: Caixa Econômica Federal
Calendário de saques em dinheiro e transferências – Ciclo 1
25 de julho
(sábado)
1º de agosto
(sábado)
8 de agosto
(sábado)
13 de agosto
(quinta-feira)
22 de agosto
(sábado)
Nascidos em janeiro
Nascidos em fevereiro e março
Nascidos em abril
Nascidos em maio
Nascidos em junho
27 de agosto
(quinta-feira)
1º de setembro
(terça-feira)
5 de setembro
(sábado)
12 de setembro
(sábado)
17 de setembro
(quinta-feira)
Nascidos em julho
Nascidos em agosto
Nascidos em setembro
Nascidos em outubro e novembro
Nascidos em dezembro
Fonte: Caixa Econômica Federal
Novos elegíveis
O calendário com o pagamento para os beneficiários que tiveram o pedido de auxílio emergencial reavaliado foi publicado no Diário Oficial da União na última segunda-feira (3). Segundo a Caixa, nesse calendário, aprovado pelo governo, foram incluídos 805 mil novos beneficiários. Além dessas pessoas, outras 345 mil tiveram o cadastro validado para receber as parcelas 3 e 4 do auxílio.
Hoje (5), será feito o depósito na poupança social para 483 mil beneficiários nascidos de janeiro a maio. Os saques e as transferências poderão ser feitos no próximo dia 8 para os nascidos de janeiro a abril, e no dia 13 deste mês, para nascidos em maio.
Ao todo, foram pagos R$ 148,9 bilhões do auxílio emergencial para 65,8 milhões de brasileiros, num total de 211,7 milhões de pagamentos, informou a Caixa.
Desbloqueio de contas
Os beneficiários do Auxílio Emergencial que tiveram contas bloqueadas preventivamente por inconsistência cadastral podem realizar o desbloqueio pelo aplicativo Caixa Tem. Para isso, basta seguir as orientações do aplicativo para enviar a documentação. O processo é digital e o desbloqueio ocorre em até 24 horas.
Os usuários que tiveram as contas bloqueadas por suspeita de fraude serão informados pelo Caixa Tem que devem procurar uma agência para o desbloqueio, de acordo com o calendário escalonado por mês de aniversário. Agora é a vez dos nascidos entre abril e maio. (Com Agência Brasi)
O Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro combate há dois dias um incêndio florestal de grandes proporções no Parque Nacional da Serra dos Órgãos (Parnaso). O parque tem 20.024 hectares protegidos nos municípios de Teresópolis, Petrópolis, Magé e Guapimirim, na região serrana do Rio de Janeiro.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, mais de 70 profissionais, incluindo bombeiros militares, guarda parques, brigadistas e agentes de órgãos externos trabalham em três frentes para extinguir as chamas na área de proteção ambiental.
A operação conta ainda com o apoio de 16 viaturas e uma aeronave. Também participam da ação integrantes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), da Defesa Civil e da Guarda Civil de Petrópolis.
O ICMBio informou que ainda não foi identificada a causa do incêndio, que começou na parte alta do parque na trilha da travessia Petrópolis-Teresópolis, na área do Chapadão, próximo da Pedra do Morro do Açu, o que só vai ocorrer após perícia da Polícia Civil. Há suspeita de que o fogo pode ter começado com a queda de um balão.
O instituto acrescentou que o fogo foi detectado no inicio da manhã de ontem (4). A estimativa é que cerca de 100 hectares já tenham sido atingidos pelo incêndio.
“Toda a Brigada de Incêndio do parque (ICMBio) está empenhada no combate, estamos trabalhando com apoio da Brigada de incêndio do Ibama do Inea/RJ, Defesa Civil de Petrópolis e Guarda Patrimonial Ambiental de Petrópolis, além do apoio do CBMERJ, contamos também com apoio de 1 helicóptero dos Bombeiros”, disse o ICMBio.
Parque
O Parque Nacional da Serra dos Órgãos (Parnaso) é uma Unidade de Conservação Federal de Proteção Integral, subordinada ao ICMBio, com amostras representativas dos ecossistemas nacionais.
O Parnaso foi criado no dia 30 de novembro de 1939 e é o terceiro parque mais antigo do país. É um local que costuma ser procurado para a prática de esportes de montanha, como escalada, caminhada e rapel e para visitas às cachoeiras. Conforme o ICMBio, o parque tem a maior rede de trilhas do Brasil, com mais de 200 quilômetros em todos os níveis de dificuldade, desde a trilha suspensa, acessível até a cadeirantes, à pesada Travessia Petrópolis-Teresópolis, com 30 quilômetros de subidas e descidas pela parte alta das montanhas.
Ainda segundo o ICMBio, o Parque abriga mais de 2.800 espécies de plantas catalogadas pela ciência, 462 espécies de aves, 105 de mamíferos, 103 de anfíbios e 83 de répteis, incluindo 130 animais ameaçados de extinção e muitas espécies endêmicas que só existem no local. (Com Agência Brasil)
A justiça eleitoral determinou, em São Paulo, o bloqueio dos bens do ex-governador Geraldo Alckmin e mais dois acusados em um processo sobre doações ilegais de campanha. O juiz eleitoral Marco Antonio Martin Vargas determinou o sequestro de valores em contas bancárias e imóveis no valor de R$ 11,3 milhões.
O montante corresponde ao que o Grupo Odebrecht repassou, segundo as investigações, ilegalmente às campanhas eleitorais de Alckmin em 2010 e 2014. De acordo com o inquérito da Polícia Federal, as informações foram repassadas por executivos do grupo empresarial em acordos de delação premiada e depois confirmadas com apreensão dos registros dos sistemas de comunicação interna da empresa.
Extratos bancários que constam no processo indicam que, entre abril e outubro de 2014, o grupo repassou ilegalmente R$ 9,3 milhões para as campanhas de Alckmin em onze pagamentos, através de um esquema que envolveu doleiros e empresas offshore. Em 2010, o ex-governador recebeu, ainda segundo a investigação, R$ 2 milhões, também fora da contabilidade oficial de campanha, o que configura o chamado caixa 2.
Na Justiça, Alckmin responde por corrupção passiva, falsidade ideológica eleitoral e lavagem de dinheiro.
A reportagem da Agência Brasil aguarda manifestação do ex-governador sobre o bloqueio dos bens. (Com Agência Brasil)
O presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Junior, disse hoje dia 5, que sua expectativa é que o debate sobre o processo de capitalização da empresa estatal possa ser retomado neste segundo semestre nas duas Casas do Congresso Nacional.
“Se eles [parlamentares] concluírem o debate e a aprovação até o fim do semestre, no começo do ano que vem somos capazes de fazer esse aumento de capital”, afirmou durante o webinar "O papel do setor elétrico na retomada da economia", promovido pela Câmara Britânica de Comércio e Indústria no Brasil.
A expectativa inicial era que a discussão no Congresso sobre a privatização da Eletrobras fosse iniciada neste primeiro semestre, o que não foi possível devido à nova agenda legislativa analisada em decorrência da pandemia de covid-19.
“Nossa expectativa é que para que a gente enfrente as consequências da pandemia, notadamente com relação ao incremento da dívida pública, é de que a gente tenha um grande número de privatizações no nível federal e dos estados. São ativos importantes que podem ser monetizados e a iniciativa privada já presta adequadamente esses serviços”, disse o executivo.
O projeto de lei que trata da privatização da Eletrobras foi encaminhado pelo governo ao Congresso em novembro do ano passado. A proposta cria uma nova companhia para gerir a Eletronuclear e a Usina de Itaipu Binacional, mais um conjunto de programas integrado pelo Luz para Todos, Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica e o Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica. (Com Agência Brasil)
Com apenas 4.345 habitantes, a pequena cidade de Gonçalves, no interior de Minas Gerais, se movimenta principalmente pela atração dos turistas que querem conhecer o lado mineiro da Serra da Mantiqueira. Cachoeiras exuberantes, cachaças e queijos diversos fazem do município um dos queridinhos dos viajantes.
Mas assim que a pandemia do novo coronavírus começou a se espalhar pelo Brasil, em meados de março, a cidade foi totalmente fechada. Quatro meses se passaram e, até o balanço desta terça-feira, 4, nenhum morador de Gonçalves havia testado positivo para a covid-19.
O segredo? Segundo a prefeitura, foi ter garantido o isolamento da população, que poderia facilmente ter se contaminado por visitantes. A colaboração dos moradores e a organização da cidade também foi fundamental para este processo.
Em 17 de março, o prefeito Luiz Rosa da Silva (DEM) decretou a suspensão da entrada de qualquer pessoa que não morasse no município oficialmente. A medida valia para viajantes, pessoas a negócios ou visitas rápidas. Também para quem tem casa na cidade, mas não mora oficialmente. Hotéis, pousadas e passeios foram suspensos.
Para impedir a entrada de turistas, o município montou barreiras sanitárias, com apoio da Polícia Militar, em todas as entradas para orientar os motoristas a dar meia-volta. Os moradores tinham a temperatura aferida para prosseguir caminho.
Todos os comércios não essenciais também foram fechados. Os que continuaram funcionando tiveram horário e capacidade reduzidas. Além disso, as aulas presenciais foram suspensas e um programa de educação à distância foi implementado. Igrejas e eventos sociais com potencial de gerar aglomeração também foram proibidos.
De acordo com o prefeito, as diversas medidas adotadas, assim como a conscientização da população foi fundamental para que até hoje a cidade se mantivesse sem casos do novo coronavírus.
“Todas as nossas decisões foram pensadas em prol da saúde dos gonçalvenses. Tivemos que adotar um protocolo de medidas sanitárias próprio, já que por ser um município turístico, a cidade possui diferenças de outras regiões de nosso estado. Já somamos 138 dias, o que representa 4 meses e meio de medidas em nosso município. A força maior é que toda nossa população se uniu para que até agora não tivéssemos casos de coronavírus”, diz Silva à EXAME.
Em 4 de maio, um novo decreto publicado continuou bloqueando a cidade para turistas, mas autorizou a entrada, mediante análise da vigilância, de pessoas que possuem no município a segunda residência. Nesse caso, os moradores precisariam cumprir obrigatoriamente sete dias de isolamento social, com multa de um salário mínimo para quem descumprisse as regras.
Em 22 de junho, Gonçalves começou a reabrir para turistas, mas com diversas medidas de distanciamento social, proibição de funcionamento de áreas comuns e capacidade limitada de 30%. Para entrar na cidade, é preciso ser autorizado pela barreira de vigilÂncia.
Serviços não essenciais também estão voltando aos poucos, com a obrigatoriedade do uso de máscara, sob multa de 200 reais para quem descumprir.
Três vezes na semana, uma equipe faz a desinfecção das ruas da cidade, tanto na área urbana quanto na rural. Totens com álcool em gel foram instalados em pontos importantes do município para incentivar a população a higienizar as mãos.
O diretor do departamento de Saúde da cidade, José Donizetti, avalia que a rapidez em implementar as medidas sanitárias e o fechamento da cidade para o turismo deram fôlego para a área de saúde readequar o sistema de atendimento hospitalar.
“Com isso, hoje já temos uma ala separada para pacientes que possuem síndrome gripal e com dois ou mais sintomas característicos do coronavírus. Continuamos com várias medidas de segurança até hoje e ressalto, que o apoio de toda população e também dos funcionários da prefeitura foram de suma importância para os resultados que nossa cidade tem hoje”. (Com Exame.com)
Uma explosão gigantesca em armazéns no porto de Beirute matou mais de 70 pessoas, feriu mais de 2.750 e provocou ondas de choque que estilhaçaram janelas, danificaram edifícios e fizeram estremecer o chão da capital libanesa nesta terça dia 04.
Autoridades disseram que o número de mortos deve crescer, à medida que equipes de emergência escavam os destroços para resgatar pessoas e retirar os corpos. Foi a mais poderosa explosão em anos a atingir Beirute, que já sofre com uma crise econômica e com a pandemia do novo coronavírus.
O ministro do Interior do Líbano afirmou que informações iniciais indicavam que material altamente explosivo, apreendido anos atrás, estava armazenado no porto e havia explodido.
Israel, que já travou diversas guerras contra o Líbano, negou qualquer tipo de envolvimento e ofereceu ajuda.
"O que estamos testemunhando é uma enorme catástrofe", afirmou o diretor da Cruz Vermelha no Líbano, George Kettani, à rede Mayadeen. "Há vítimas e mortos por toda parte".
Horas após a explosão, que aconteceu pouco depois das 18h (horário local), um incêndio ainda ardia no distrito portuário, projetando um brilho alaranjado no céu noturno, enquanto helicópteros sobrevoavam e sirenes de ambulância soavam por toda a capital.
Uma fonte da área de segurança disse que vítimas foram levadas para tratamento fora da cidade pois os hospitais de Beirute estavam lotados de feridos. Ambulâncias da Cruz Vermelha do norte e do sul do país e do vale do Beca, no leste, foram chamadas para ajudar.
A explosão foi tão grande que alguns moradores de Beirute, onde ainda estão vivas as memórias dos bombardeios pesados durante a guerra civil que durou entre 1975 e 1990, pensaram estar passando por um terremoto. Pessoas atordoadas, feridas e chorando andavam pelas ruas procurando parentes.
"Eu prometo que esta catástrofe não passará sem que os culpados sejam responsabilizados", disse o primeiro-ministro, Hassan Diab, em pronunciamento ao país. "Os responsáveis pagarão o preço", disse em um discurso televisionado, acrescentando que os detalhes do "perigoso depósito" que explodiu seriam tornados públicos.
O ministro do Interior disse ao canal de televisão Al Jadeed que nitrato de amônio era armazenado no porto desde 2014.
Imagens da explosão compartilhadas por moradores da cidade nas redes sociais mostram uma coluna de fumaça subindo do porto, seguida por uma enorme explosão, provocando uma bola de fogo e uma nuvem branca no céu. Pessoas que filmavam o incidente a partir de edifícios altos a 2 quilômetros do porto foram arremessadas para trás pela onda de choque.
Não ficou imediatamente claro o que causou o foco de incêndio inicial que provocou a explosão.
O ministro da Saúde do Líbano disse que ao menos 78 pessoas foram mortas e que mais de 2.750 ficaram feridas. A Cruz Vermelha libanesa disse que centenas de pessoas foram levadas a hospitais.
O governador do porto de Beirute disse ao canal Sky News que uma equipe de bombeiros que estava combatendo o incêndio inicial havia "desaparecido" após a explosão.
O presidente Michel Aoun convocou uma reunião de emergência do Conselho Supremo de Defesa. O primeiro-ministro pediu um dia de luto na quarta-feira.
O poderoso movimento libanês do Hezbollah disse que todas as forças políticas do país devem superar a "dolorosa catástrofe" depois da explosão.
Um navio da força-tarefa marítima da ONU no Líbano que estava atracado no porto de Beirute foi danificado, e alguns militares da força de paz ficaram feridos na explosão, disse a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Unifil). (Com Agência Brasil)














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