Novembro já é conhecido como o mês das promoções e ofertas de diversas marcas. Este ano não seria diferente. No Sicoob, será realizada a Promo Week, que terá ações semanais durante todo o mês para o impulsionar os produtos Sipag, seguros e consórcios.
De acordo com o supervisor de Produtos & Serviços do Sicoob Central Unicoob, Diego Cardinali, além de aproveitar as taxas atrativas, é uma oportunidade para o cooperado adquirir produtos de qualidade e de uma instituição sólida como o Sicoob. “Seja para realizar um sonho adquirindo um bem ou protegendo esse bem com nosso seguro, temos certeza de que o associado vai sair satisfeito com sua aquisição”, ressalta.
O supervisor Comercial da Unicoob Corretora, Marcos Lima, destaca que na Promo Week os associados poderão adquirir o seguro em condições mais atrativas e facilitadas. “Com o produto, os cooperados podem contar com coberturas que garantem a tranquilidade e as assistências que atendem às suas necessidades. Isso porque os seguros oferecem proteção às pessoas e empresas e, consequentemente, sustentam a estabilidade financeira das comunidades”, comenta.
Segundo o gerente Comercial da Unicoob Consórcios, Gabriel Giroldo, o cooperado, normalmente, já encontra na administradora taxas abaixo da média de mercado, mas que em novembro será possível encontrar condições ainda melhores nos grupos de autos, motos, serviços e imóveis. “O cooperado poderá aproveitar por duas semanas essas taxas promocionais e terá um custo muito menor na aquisição de sua cota, com taxas de administração de menos que a metade da taxa padrão”, explica.
Sobre a Promo Week – Atento aos movimentos sociais antirracistas que estão em evidência em todo o mundo, o Sicoob optou por não utilizar o nome “Black Friday” para as ações promocionais tradicionalmente realizadas no mês de novembro. O posicionamento é nacional e tem por objetivo fazer com que as pessoas repensem no uso pejorativo da palavra “Black”, reforçando que a cooperativa está comprometida e atenta às discussões que movimentam as comunidades em que atua.
As condições especiais estarão disponíveis durante todo o mês de novembro para os cooperados do Sicoob, procure sua agência e saiba mais.
O Ministério da Economia credenciou 11 instituições financeiras para participarem do AntecipaGov.br, o programa de antecipação de recebíveis do governo federal. Com a medida, os fornecedores do governo federal poderão utilizar seus contratos com a administração pública como garantia para pedir empréstimos ou financiamentos. De acordo com as regras, será possível solicitar a antecipação de até 70% dos recebíveis previstos em contrato.

Segundo o ministério, atualmente há cerca de R$ 56 bilhões em contratos ativos do governo federal e dos demais entes que utilizam o Sistema de Compras do Governo Federal (Comprasnet).
“Em breve, os fornecedores poderão solicitar a antecipação desse crédito por meio do AntecipaGov.br”, disse o secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Caio Mario Paes de Andrade. “Estamos desenvolvendo um sistema para os fornecedores escolherem a sua melhor opção entre todas aquelas que foram credenciadas”, disse em nota.
O ministério espera que a medida ajude as micro e pequenas empresas (MPE).
Do valor total em contratos ativos, cerca de R$ 12 bilhões estão distribuídos entre 6 mil empresas com capital social de até R$ 5 milhões. “O credenciamento das instituições financeiras é fundamental para que todas as partes envolvidas tenham segurança jurídica nessa transação. É importante deixar claro que o edital de credenciamento permanecerá aberto por tempo indeterminado e outras instituições podem aderir a ele”, disse o secretário de Gestão do ME, Cristiano Heckert.
Das 11 instituições credenciadas até o momento, duas são gestoras de plataformas, que congregam, cada uma, dezenas de instituições. Já as outras nove são instituições financeiras que se credenciaram diretamente. (Com Agência Brasil)
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou hoje dia 11, a retomada do estudo clínico da vacina CoronaVac, uma das que estão em fase de testes no país, conduzidos pelo Instituto Butantan. A agência disse ter recebido do Butantan novas informações sobre o “evento adverso grave” (EAG) que levou a Anvisa a suspender os estudos na última segunda dia 9.
“Após avaliar os novos dados apresentados pelo patrocinador depois da suspensão do estudo, a Anvisa entende que tem subsídios suficientes para permitir a retomada da vacinação e segue acompanhando a investigação do desfecho do caso para que seja definida a possível relação de causalidade entre o EAG inesperado e a vacina”, informou a agência por meio de nota.
No comunicado, a Anvisa voltou a defender a medida adotada na segunda-feira, que levou em consideração os dados que eram de conhecimento da agência até aquela data e que foram encaminhados ao órgão pelo Instituto Butantan.
Segundo a agência, a decisão se baseou em procedimentos previstos nos protocolos de Boas Práticas Clínicas para este tipo de pesquisa e teve como premissa o “princípio da precaução”, quando conhecimento científico não é capaz de afastar a possibilidade de dano.
Ao justificar a suspensão dos testes, a Anvisa disse que faltavam informações detalhadas sobre a gravidade e as causas do evento, assim como o parecer com o posicionamento do Comitê Independente de Monitoramento de Segurança (Data and Safety Monitoring Board, na sigla em inglês) e o boletim de ocorrência relacionado à provável motivação do EAG e que recebeu ontem (10) esses dados do Butantan.
EAG
Ontem, diferentes veículos de comunicação noticiaram que o evento adverso grave foi um óbito, por suicídio, não tendo ligação com a vacina. No entanto, em coletiva de imprensa ontem, o presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres disse que a agência não havia recebido essa informação por canais oficiais.
“Diante do evento adverso grave, o comitê independente tem que atuar. Então a informação tem que vir daquele canal, os demais canais por mais que tenham informações relevantes, eles não são o comitê independente”, disse.
A Anvisa disse também que, em respeito à privacidade e integridade dos voluntários de pesquisa, não está divulgando a natureza do EAG.
Butantan
Após o anúncio da retomada dos estudos, o Butantan divulgou nota sobre o assunto. "Isso vem ao encontro com o que temos afirmado que essa é uma das vacinas mais seguras que está em desenvolvimento nesse momento. A Anvisa compreendeu nossos argumentos. O óbito referido não tem relação com a vacina e, portanto, o estudo pode ser retomado.", diz o comunicado. O instituto diz ainda que espera dar o andamento ao processo o mais rapidamente possível. "Sabemos que um dia com vacina faz diferença. Nós precisamos dessa vacina o quanto antes e por isso a nossa urgência na finalização desse estudo. Então agradeço à nossa Anvisa pela compreensão e pela rapidez com que foi autorizada a retomada dos estudos clínicos”.
Ontem, em uma coletiva de imprensa sobre o assunto, em São Paulo, o presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas, afirmou que o evento foi reportado detalhadamente à Anvisa no último dia 6 e classificou a decisão da Anvisa como precoce. Na entrevista, Covas ressaltou que os dados foram enviados à Anvisa dentro dos protocolos determinados pela agência reguladora e pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), com todas as informações exigidas para o esclarecimento e para evitar a necessidade de paralisação do estudo.
Segundo o Butantan, o voluntário teria recebido a dose no dia 29 de outubro, 25 dias antes de o evento adverso acontecer. Covas disse ainda que o Butantan não sabe se o voluntário, que era paciente do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, tomou a vacina ou o placebo (uma substância que não apresenta interação ou efeito no organismo).
Ainda ontem, o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que Anvisa prestasse informações em 48 horas sobre os estudos e o estágio de aprovação das vacinas contra a covid-19 no país.
Na manhã de hoje, parlamentares da Comissão Mista do Congresso que acompanha as medidas relacionadas ao novo coronavírus aprovaram requerimento de convite para ouvir os representantes da Anvisa e do Butantan. (Com Agência Brasil)
Termina nesta quarta dia 11, o prazo de inscrição para o Vestibular e o Processo de Avaliação Seriada (PAS 2020) da Universidade Estadual de Maringá (UEM). As inscrições devem ser feitas pela internet. Acesse AQUI para escolher um dos processos seletivos.
Para o vestibular são ofertadas 2.989 vagas distribuídas em mais de 60 cursos de graduação presenciais – 20% são reservadas para o sistema de cotas sociais, que beneficia candidatos de baixa renda, e 20% para negros.
As 747 vagas abertas no PAS, distribuídas entre todos os cursos de graduação presenciais que a UEM, são para os candidatos que vão fazer a etapa 3 do concurso, com ingresso no ano letivo de 2021.
O pagamento da taxa de inscrição, no valor de R$ 80,00 para o vestibular e de R$ 160,00 para o PAS, pode ser feito até sexta-feira (13).
As provas do vestibular serão aplicadas em dois dias, em 21 e 22 de março do ano que vem. O candidato poderá optar, na inscrição, em qual cidade quer prestar o concurso: Apucarana, Campo Mourão, Cascavel, Cianorte, Cidade Gaúcha, Curitiba, Goioerê, Ivaiporã, Maringá, Paranavaí ou Umuarama.
A prova do PAS acontecerá em um único dia, em 21 de fevereiro de 2021. O candidato poderá prestar o concurso em Apucarana, Campo Mourão, Cascavel, Cianorte, Goioerê, Ivaiporã, Loanda, Londrina, Maringá, Paranavaí ou Umuarama.
O resultado final dos dois concursos será divulgado em 7 de maio exclusivamente pela internet (http://www.vestibular.uem.br). Para informações sobre a documentação exigida, programa de provas e outros detalhes consulte o Manual do Candidato. Veja também o Manual do Vestibular e o Manual do PAS. (Com AEN)
Num dia de contrastes no mercado financeiro, a bolsa voltou a superar a marca de 105 mil pontos e fechou no nível mais alto desde o fim de julho. O dólar alternou altas e baixas, mas terminou próximo da estabilidade, com pequena valorização.

O índice Ibovespa, da B3, fechou esta terça dia 10, aos 105.067 pontos, com alta de 1,5%. Com ganhos pela sexta sessão seguida, o indicador está no maior nível desde 29 de julho. Somente nos últimos seis pregões, o índice subiu 12,15%. Na máxima da sessão, bateu 105.758 pontos, o que corresponde ao maior nível intradia (dentro de uma sessão) desde 5 de março, antes do início da pandemia de covid-19.
No mercado de câmbio, a moeda norte-americana iniciou o dia em alta, caiu durante a tarde, mas zerou a queda perto do fim das negociações. O dólar comercial encerrou a terça vendido a R$ 5,391, com alta de R$ 0,005 (+0,11%).
Em relação à bolsa, o Ibovespa seguiu as bolsas internacionais, que continuam influenciadas pela eleição de Joe Biden para a presidência dos Estados Unidos e pelas perspectivas mais positivas em relação a uma vacina contra a covid-19.
Quanto ao dólar, a cotação está se estabilizando em torno dos R$ 5,40. O tom no mercado de câmbio foi misto, com alguns investidores esperando sinais mais concretos sobre as vacinas. As moedas emergentes de forma geral perdiam ante o dólar na sessão, depois de valorizações nos últimos dias.
Mesmo próximo de R$ 5,40, o dólar continua bem abaixo das máximas de quase R$ 5,80 alcançadas no começo do mês. Desde a eleição norte-americana, em 3 de novembro, a moeda acumula queda de 6,42%, o que confere ao real um dos melhores desempenhos no período entre as moedas de países emergentes. (Com Agência Brasil)
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou hoje dia 10, mais sete pedidos de envio de tropas federais para garantir a segurança do primeiro turno das eleições, que será realizado no domingo (15). Os eleitores vão às urnas para elegerem prefeitos, vice-prefeitos e vereadores. 

Até o momento, o tribunal aprovou o envio de soldados das Forças Armadas para cerca de 600 localidades do Amazonas, Pará, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Acre, Tocantins e Alagoas. O Ceará, o Tocantins e o Piauí foram os primeiros estados para onde foram aprovados o envio de tropas.
Os pedidos de envio de forças foram feitos pelos tribunais regionais eleitorais (TREs) para garantir a normalidade da eleição. Os locais que vão receber as tropas têm histórico de conflitos durante as eleições e baixo efetivo de policiais militares.
Com a aprovação, a decisão do TSE será encaminhada ao Ministério da Defesa, pasta responsável pelas ações desenvolvidas pelas Forças Armadas.
Nas eleições gerais de 2018, o TSE autorizou o envio de tropas para 510 municípios em 11 estados. Nas eleições municipais de 2016, foram 467 municípios de 14 estados. (Com Agência Brasil)

























