O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, se reuniu por videoconferência com os ministros de esportes dos países integrantes do do Brics, grupo do qual fazem parte o Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Durante encontro, foi assinado memorando de cooperação no campo da cultura física e esportes, documento que “concretiza um acordo de ação conjunta para o fortalecimento do esporte entre as nações do bloco”, informou hoje dia 25, o Ministério da Cidadania.
Em nota, o ministro Lorenzoni informou que aproveitou o encontro para discorrer sobre o auxílio emergencial que o governo destina a trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados de famílias de baixa renda.
Lorenzoni destacou também iniciativas voltadas para a educação e antidopagem; sobre a adequação dos calendários esportivos no país e sobre a manutenção do pagamento do Bolsa Atleta mesmo em tempos de “escassez de competições”. (Com Agência Brasil)
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sancionou na segunda dia (24) lei aprovada no Congresso que determina medidas emergenciais para ajudar os agricultores familiares impactados pela Covid-19. O presidente, no entanto, vetou o artigo que estendia o Auxílio Emergencial a agricultores familiares que não tivessem recebido o benefício. O texto foi publicado no "Diário Oficial da União" (DOU) desta terça-feira (25).
O texto aprovado pelo Congresso previa o pagamento de cinco parcelas de R$ 600 para agricultores familiares.
Na justificativa do veto, o presidente argumentou não havia previsão orçamentária para a medida e que os agricultores familiares podem receber o benefício na categoria de trabalhador informal, desde que cumpram os demais requisitos definidos na norma.
A proposta havia sido aprovada pelo Congresso no início do mês e também constava no projeto aprovado pelo Congresso Nacional que deu origem à lei do Auxílio Emergencial. O trecho, no entanto, já tinha sido vetado pelo presidente Jair Bolsonaro.
Bolsonaro sancionou, entretanto, o trecho que permite que organizações de agricultores familiares que tiveram a comercialização prejudicada pela pandemia da Covid-19 paguem, com produtos, as parcelas de Cédulas de Produto Rural emitidas em favor da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Da lei aprovada pelo Congresso, Bolsonaro vetou:
A extensão do Auxílio Emergencial aos agricultores familiares ou empreendedores familiares rurais que não tenham recebido o benefício.
O Fomento Emergencial de Inclusão Produtiva Rural, para apoio a agricultores familiares em situação de pobreza e extrema pobreza, que previa a transferência de R$ 2,5 mil por unidade familiar.
A concessão automática do benefício Garantia-Safra a todos os agricultores familiares aptos durante o estado de calamidade pública
a autorização para que o Conselho Monetário Nacional crie linhas de crédito rural no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).
A instituição do Programa de Atendimento Emergencial à Agricultura Familiar, que previa apoio à geração de renda para agricultores e o abastecimento emergencial de pessoas em situação de insegurança alimentar por meio de produtos adquiridos da agricultura familiar.
A autorização para prorrogação para um ano após a última prestação, do vencimento das parcelas vencidas a partir de 1º de janeiro de 2020 relativas a operações de crédito rural para agricultores familiares.
Foram sancionados, por outro lado:
A permissão para que organizações de agricultores familiares que tiveram a comercialização prejudicada pela pandemia da Covid-19 paguem, com produtos, as parcelas de Cédulas de Produto Rural emitidas em favor da Conab; e a manutenção como segurado especial do INSS do produtor rural familiar que receber o Auxílio Emergencial.
Os vetos:
O presidente também vetou o programa de Fomento Emergencial de Inclusão Produtiva Rural para apoiar a atividade produtiva de agricultores familiares durante o estado de calamidade pública. Pelo texto vetado, o benefício poderia ser concedido àqueles que se encontram em situação de pobreza e extrema pobreza, excluídos os benefícios previdenciários rurais.
A proposta autorizava a União a transferir ao beneficiário do fomento R$ 2.500, em parcela única, por unidade familiar. Para a mulher agricultora familiar, a transferência seria de R$ 3 mil. A justificativa foi de que o valor não estava previsto no orçamento. (Com G1).
Os ativos de empresas e pessoas físicas brasileiras no exterior chegaram a US$ 529,221 bilhões em 2019, informou hoje dia 25, o Banco Central (BC). Essa foi a primeira vez que esse volume de bens supera US$ 500 bi. Esses ativos são investimentos em ações, títulos, imóveis, moedas e depósitos ou em empresas no exterior, por exemplo.
Na comparação com 2018, quando os ativos chegaram a US$ 493,176 bilhões, houve crescimento de 7,3%. Os dados são das declarações de Capitais Brasileiros no Exterior (CBE).
“É muito comum brasileiros, a partir de um determinado nível de renda, manterem atividades empresariais no exterior ou fazer uma poupança em outras moedas, no caso de pessoas físicas, porque faz parte de sua aposentadoria ou têm planos de se transferir para o exterior”, disse o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha.
Para ele, os dados mostram que “continua o movimento de aumento dos investimentos brasileiros no exterior. Esse movimento não é necessariamente linear, mas é constante. Se o olhar a pesquisa como todo, mostra a tendência de aumento de investimentos, o que parece consistente com a tendência das empresas brasileiras aumentarem sua participação no exterior”, ressaltou Rocha. (Com Agência Brasil)
A Formula One Management – empresa responsável pela organização da Fórmula 1 – anunciou hoje dia 25, as quatro corridas que fecham a temporada 2020 com uma novidade. Os organizadores incluíram o Grande Prêmio (GP) da Turquia no calendário. O país não recebia uma prova da F1 desde 2011.
Em nota oficial, a F1 também confirmou o encerramento da temporada em Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos), como previsto inicialmente, e a realização de duas provas no Bahrein. Já o GP da China, marcado, a princípio, para abril e adiado no primeiro semestre, foi cancelado. Todo o cronograma do Mundial foi revisado, devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19).
Por meio de Twitter, A F1 celebrou retorno da Turquia na competição.
O replanejamento da temporada 2020 do Circuito Mundial, em decorrência da pandemia, já havia incluído novidades, como o retorno dos GPs de Ímola (Itália) e Nürburgring (Alemanha), países que não recebiam provas desde 2006 e 2013, respectivamente. Também foram inseridas no calendário deste ano os GPs estreantes de Portimão (Portugal) e Mugello (Itália).
Com estas quatro provas adicionadas ao calendário, o campeonato mundial deste ano terá 17 provas no total. Até hoje dia 25, seis delas já foram disputadas. Na previsão inicial, antes da pandemia, os organizadores pretendiam realizar 22 provas. Confira AQUI a tabela de classificação do Circuito Mundial de Fórmula 1. (Com Agência Brasil)
Os resgates de títulos públicos superaram os investimentos em R$ 226,73 milhões em julho, segundo balanço do Tesouro Direto, divulgado hoje dia 25. Foram realizadas 433.814 operações de investimento em títulos do Tesouro Direto em julho, no valor total de R$ 1,97 bilhão. Durante o mês, os resgates chegaram a R$ 2,19 bilhões.
As aplicações de até R$ 1 mil representaram 68,3% das operações de investimento no mês. O valor médio por operação foi de R$ 4.541,03.
Os títulos mais demandados pelos investidores foram os títulos indexados à taxa Selic (Tesouro Selic), que totalizaram R$ 949,79 milhões, representando 48,2% das vendas. Os títulos indexados à inflação (Tesouro IPCA+ e Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais) somaram, em vendas, R$ 601,32 milhões e corresponderam a 30,5% do total, enquanto os títulos prefixados (Tesouro Prefixado e Tesouro Prefixado com Juros Semestrais) totalizaram R$ 418,85 milhões em vendas, ou 21,3% do total.
Nas recompras (resgates antecipados), também predominaram os títulos indexados à taxa Selic, que somaram R$ 1,24 bilhão (59,4%). Os títulos remunerados por índices de preços (Tesouro IPCA+, Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais e Tesouro IGPM+ com Juros Semestrais) totalizaram R$ 575,75 milhões (27,5%), os prefixados, R$ 273,37 milhões (13,1%).
Quanto ao prazo, a maior parcela de vendas se concentrou nos títulos com vencimento entre 1 e 5 anos, que alcançaram 53,6% do total. As aplicações em títulos com vencimento acima de 10 anos representaram 26,2%, enquanto os títulos com vencimento de 5 a 10 anos corresponderam a 20,2% do total.
Base de investidores
Em julho de 2020, o total de investidores ativos no Tesouro Direto, isto é, aqueles que atualmente estão com saldo em aplicações no programa, atingiu a marca de 1.324.915 pessoas, representando um aumento de 26.148 investidores no mês. Já o número de investidores cadastrados teve um aumento de 367.699, e atingiu a marca de 7.780.590 pessoas.
Estoque
Em julho, o estoque do programa chegou a R$ 61,979 bilhões, aumento de 0,3% em relação ao mês anterior, de R$ 61,770 bilhões.
Os títulos remunerados por índices de preços se mantêm como os mais representativos do estoque somando R$ 30,415 bilhões, ou 49,1% do total. Na sequência, vêm os títulos indexados à taxa Selic, totalizando R$ 20,158 bilhões (32,5%), e os títulos prefixados, que somaram R$ 11,407 bilhões, com 18,4% do total.
Quanto ao perfil de vencimento dos títulos em estoque, a parcela com vencimento em até 1 ano fechou o mês em R$ 5,154 bilhões, ou 8,3% do total. A parcela do estoque vincendo de 1 a 5 anos foi de R$ 36,740 bilhões (59,3%) e o percentual acima de 5 anos somou R$ 20,085 bilhões (32,4%). (Com Agência Brasil)
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) ficou em 0,23% em agosto. O indicador acumula alta de 0,90% no ano e de 2,28% em 12 meses. Os dados foram divulgados hoje dia 25, no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em julho de 2020, o índice ficou em 0,30% e, em agosto de 2019, a alta foi de 0,08%.
Entre os nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE, sete tiveram alta em agosto. O grupo Transportes teve expansão de 0,75%, exercendo a maior pressão no índice, apesar da desaceleração em relação a julho, quando o aumento no grupo foi de 1,11%.
A principal influência da alta foram os preços dos combustíveis, que subiram 2,31%, com o maior impacto individual vindo da gasolina, que ficou 2,63% mais cara. O óleo diesel subiu 3,58% e o preço do gás veicular aumentou 0,47%. Já o etanol teve queda de 0,28%.
O grupo Educação teve deflação de 3,27% e contribuiu para conter a inflação, com os descontos nas mensalidades concedidas em razão da suspensão das aulas presenciais por causa da pandemia de covid-19, que foram computados em agosto. Os cursos regulares tiveram recuo de 4,01%, com mais ênfase na pré-escola, onde os preços diminuíram 7,30%, seguida pelos cursos de pós-graduação, com queda de 5,83%; educação de jovens e adultos registrou queda de 4,74% e, no ensino superior, os preços caíram 3,91%.
Alta e baixa
O grupo dos artigos para residência subiu pelo quarto mês seguido com alta de 0,88% em agosto. Ao mesmo tempo, os itens de mobiliário caíram 0,14% no mês, acumulando com a queda de 0,91% observada em julho. Os produtos e serviços de Comunicação subiram 0,86% e os de Alimentação e bebidas ficaram 0,34% mais caros.
Tiveram alta de 0,61% os alimentos para consumo no domicílio, com alta nas carnes (3,06%), leite longa vida (4,36%), frutas (2,47%), arroz (2,22%) e pão francês (0,99%). Tiveram baixa no mês o preços do tomate (-4,20%), da cebola (-8,04%), do alho (-8,15%) e da batata-inglesa (-17,16%).
A energia elétrica subiu 1,61% e pressionou o grupo Habitação, que teve aumento de 0,57%. As contas de luz ficaram mais caras em Belém, São Paulo, Fortaleza, Salvador, Recife, Belo Horizonte e Porto Alegre. Houve queda na energia elétrica, devido a reduções nas alíquotas de PIS/Cofins, em Curitiba (-2,59%) e Brasília (-0,36%).
Índices regionais
Todas as regiões pesquisadas pelo IBGE tiveram aumento no IPCA-15 em agosto. A maior variação ocorreu na região metropolitana de Belo Horizonte, com aumento de 0,37% pressionado pela alta no preço das carnes (7,01%) e da gasolina (3,56%).
A menor variação foi verificada em Brasília, onde o índice ficou em 0,08% com a queda no preço de alguns itens alimentícios, como a batata-inglesa (-34,68%) e a banana-prata (-12,90%).
A pesquisa coletou os preços entre 15 de julho e 13 de agosto de 2020, para fazer a comparação com os vigentes de 16 de junho a 14 de julho de 2020.
O indicador calcula a inflação para as famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além das cidades de Brasília e Goiânia. (Com Agência Brasil)














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