O Indicador de Incerteza da Economia (IIE) brasileira, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), caiu 14,5 pontos em setembro e chegou a 145,8 pontos. É a quinta queda consecutiva. Ele apresentou fortes altas durante o início da pandemia de covid-19: 52 pontos em março e 43,4 em abril.
“O resultado reflete a constatação de um retorno sólido das atividades econômicas e a continuidade do movimento de relaxamento de medidas de isolamento social impostas pela pandemia de covid-19. Apesar da melhora no mês, o indicador ainda está 9 pontos acima do nível máximo anterior a pandemia, alcançado em setembro de 2015”, disse Anna Carolina Gouveia, economista da FGV.
Os dois componentes do indicador tiveram queda em setembro. O componente de Mídia, baseado na frequência de notícias com menção à incerteza na imprensa, recuou 13,5 pontos e chegou a 130 pontos.
Já o componente de Expectativas, baseado nas previsões dos analistas econômicos, caiu 12,6 pontos, indo para 190. Segundo a FGV, essa é a primeira vez que o indicador fica abaixo dos 200 pontos desde o início da pandemia. (Com Agência Brasil)
Os ministros Ricardo Salles (Meio Ambiente) e Tereza Cristina (Agricultura) confirmaram presença na visita a Corumbá (MS) e Ladário (MS), no próximo sábado (3), organizada pela Comissão Temporária Externa do Senado para acompanhar as ações no Pantanal.
Na diligência, eles vão avaliar, juntamente com os parlamentares, a situação da população e das áreas incendiadas na região. A reunião terá também a presença de autoridades estaduais, municipais, representantes de organizações não governamentais (ONGs), especialistas, população afetada e membros da sociedade civil.
Os parlamentares aguardam ainda a confirmação da ida do vice-presidente da República, Hamilton Mourão, que comanda o Conselho Nacional da Amazônia Legal.
Somente este ano, o fogo já consumiu 2,916 milhões de hectares do bioma, sendo 1,742 milhão de hectares na área de Mato Grosso e 1,165 milhão de hectares no Pantanal sul-mato-grossense.
“Nós queremos criar uma legislação [Estatuto do Pantanal], não para mudar a legislação estadual – que já é boa –, mas para criar políticas de prevenção”, disse a senadora Simone Tebet (MDB-MS) hoje (30), durante reunião da comissão.
Ela também defende a destinação de recursos de financiamento a fundo perdido, para bancar uma melhor estrutura de brigada de incêndio e o apoio constante da Força Nacional e da Defesa Nacional, para, em parceria com a Segurança Pública de Mato Grosso do Sul, garantir a prevenção de novas queimadas descontroladas.
Requerimentos
Na primeira parte da reunião de hoje, o colegiado aprovou vários requerimentos.
Um deles convida o ministro do Meio Ambiente a prestar, em audiência pública, informações sobre as medidas adotadas pelo governo para contenção e prevenção das queimadas no Pantanal. Ricardo Salles também deve falar sobre como adequar legislação de proteção da fauna e da flora da região.
Outro requerimento aprovado é para audiência pública com a participação do procurador-geral da República, Augusto Aras, juntamente com procuradores do estado de Mato Grosso e de Mato Grosso do Sul. (Com Agência Brasil)
As contas públicas registraram em agosto saldo negativo recorde, devido às despesas extraordinárias necessárias para o enfrentamento da pandemia da covid-19. O setor público consolidado, formado por União, estados e municípios, apresentou déficit primário de R$ 87,594 bilhões no mês passado, o maior resultado negativo para o mês da série histórica iniciada em dezembro de 2001. Em agosto de 2019, o déficit primário foi de R$ 13,448 bilhões. Os dados foram divulgados hoje (30) pelo Banco Central (BC).
De acordo com o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, esse resultado já era esperado devido ao crescimento das despesas vinculadas à pandemia da covid-19. Por outro lado, na comparação interanual, segundo ele, houve crescimento das receitas em 5,8%. “Isso mostra que o período de postergação de pagamento de impostos já está terminando e mesmo a própria evolução da atividade econômica, com a redução do distanciamento social, começa a ter maior normalização”, disse.
O déficit primário representa o resultado negativo das contas do setor público desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública. O montante difere do resultado divulgado ontem (30) pelo Tesouro Nacional, de déficit de R$ 96,096 bilhões em agosto, porque, além de considerar os governos locais e as estatais, o BC usa uma metodologia diferente, que considera a variação da dívida dos entes públicos.
No mês passado, o Governo Central (Previdência, Banco Central e Tesouro Nacional) apresentou déficit primário de R$ 96,471 bilhões, ante R$ 16,459 bilhões de agosto de 2019. Já os governos estaduais registraram superávit de R$ 8,308 bilhões. No mesmo mês do ano passado, o superávit foi de R$ 2,269 bilhões.
Os governos municipais registraram superávit de R$ 788 milhões em agosto deste ano. No ano passado, o superávit foi de R$ 388 milhões. As empresas estatais federais, estaduais e municipais, excluídas as dos grupos Petrobras e Eletrobras, registraram déficit primário de R$ 219 milhões no mês passado.
Segundo Rocha, houve redução nas transferências regulares da União a estados e municípios - de R$ 23,2 bilhões em agosto de 2019 para R$ 19,3 bilhões em agosto de 2020. Entretanto, esse resultado positivo dos governos locais ocorreu por efeito das transferências para o enfrentamento da covid-19, que em agosto deste ano chegaram a R$ 15 bilhões.
“Em conjunto, no setor público consolidado, o resultado dessas transferências é neutro. Mas quando olha individualmente, isso contribui para aumento das despesas do governo central e para a diminuição do déficit, ou, nesse caso, aumento do superávit na esfera dos governos regionais”, explicou.
De janeiro a agosto, o déficit primário chegou a R$ 571,367 bilhões, contra o resultado negativo de R$ 21,950 bilhões, em igual período de 2019. Em 12 meses encerrados em agosto, o déficit primário ficou em R$ 611,289 bilhões, o que representa 8,50% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país).
A meta para este ano era de déficit primário de R$ 118,9 bilhões. Entretanto, o decreto de calamidade pública dispensou o governo de cumprir a meta.
Despesas com juros
Os gastos com juros ficaram em R$ 34,285 bilhões em agosto, contra R$ 50,197 bilhões no mesmo mês de 2019. A redução das despesas com juros ocorreu pela influência das operações do BC no mercado de câmbio (swap cambial). Os resultados dessas operações são transferidos para o pagamento dos juros da dívida pública.
Se comparado com o mês passado, entretanto, o resultado de agosto foi maior. Em julho, os gastos com juros foram de R $5,838 bilhões. De acordo com Rocha, isso aconteceu porque em julho, houve ganhos de R$ 16,3 bilhões com swap, já em agosto o resultado foi contrário, com perdas de 14,3 bilhões.
Nos oito primeiros meses do ano, essas despesas com juros acumularam R$ 213,736 bilhões, ante R$ 258,808 bilhões em igual período do ano passado.
Em agosto, o déficit nominal, formado pelo resultado primário e os gastos com juros, ficou em R$ 121,879 bilhões, contra o resultado negativo de R$ 63,644 bilhões em igual mês de 2019. No acumulado de sete meses do ano, o déficit nominal chegou a R$ 785,103 bilhões, contra R$ 280,759 bilhões em igual período de 2019.
Dívida pública
A dívida líquida do setor público (balanço entre o total de créditos e débitos dos governos federal, estaduais e municipais) chegou a R$ 4,367 trilhões em agosto, o que corresponde 60,7% do PIB, o segundo maior percentual da série histórica do BC, iniciado em dezembro de 2001. A primeira foi em setembro de 2002, quando a dívida líquida chegou a 62,4% do PIB. Em julho deste ano, esse percentual estava em 60,1%.
Em agosto, a dívida bruta - que contabiliza apenas os passivos dos governos federal, estaduais e municipais - chegou a R$ 6,389 trilhões ou 88,8% do PIB, contra 86,4% em julho deste ano. Esse é o maior percentual da série histórica do BC, iniciada em dezembro de 2006. (Com Agência Brasil)
Os associados do Sicredi que possuem cartões da bandeira Visa podem aproveitar a nova vantagem de cashback. A novidade permite que os associados da instituição financeira cooperativa recebam de volta, na fatura, parte do dinheiro utilizado com as compras realizadas pelo cartão de crédito ou cartões múltiplos.
Com a parceria, que segue até o dia 31 de outubro, a cada 10 transações de no mínimo R$ 10 realizadas com o cartão, o associado ganha de volta R$ 10 de crédito na fatura. Se pelo menos duas dessas 10 transações forem realizadas com o cartão virtual (disponível por meio do app Sicredi), o associado receberá mais R$ 20, totalizando R$ 30 de cashback.
“A promoção é uma maneira de fomentar as compras com cartões, estimulando também que as transações aconteçam no comércio local, em todas as cidades onde estão nossas mais de 1,9 mil agências e nossos 4,5 milhões de associados. Tem sido um grande foco do Sicredi estimular a retomada econômica a partir do reforço ao comércio local. E nada mais justo que incentivar também as compras por meio dos nossos cartões, agregando conveniência e facilidade ao associado. Desta forma, reforçamos ainda mais o relacionamento com nosso associado”, comenta o diretor de Desenvolvimento da Central Sicredi PR/SP/RJ, Adilson de Sá.
Para participar, o associado do Sicredi (Pessoa Física ou Jurídica) que tiver o cartão de crédito ou múltiplos da bandeira Visa deve ler o regulamento no site da campanha e se cadastrar. As transações são contabilizadas dentro do período da ação e o associado pode ganhar o cashback uma vez por mês.
A Câmara dos Deputados aprovou hoje dia 29, a Medida Provisória (MP) 976/20 que destina R$ 4,489 bilhões ao Ministério da Saúde para ações de combate à pandemia de covid-19.

A matéria segue para o Senado e precisa ser votada até quinta-feira (1º) para não perder a validade. O texto foi aprovado sem mudanças na proposta original, editada pelo governo em junho.
Do total dos recursos, R$ 4,469 bilhões serão destinados à ações de atenção especializada à saúde. Outros R$ 20 milhões serão destinados ao Sistema Único de Saúde (SUS) para contratos de gestão com organizações sociais.
Ao editar a MP, o governo argumentou que havia necessidade de novos leitos e de instalações com capacidade de assegurar suporte respiratório. “Sendo indispensável preparar a rede de atenção primária para a expansão da demanda, de modo a conter a transmissibilidade do vírus ao evitar a ida de pessoas com sintomas leves aos serviços de urgência ou hospitais, bem como identificar precocemente casos graves”, afirma a justificativa da MP.
Equipamentos e testes
De acordo com o texto da MP enviada pelo governo, o crédito extraordinário permitirá que o Hospital Nossa Senhora da Conceição, localizado em Porto Alegre (RS), compre equipamentos de proteção individual (máscaras, aventais, luvas, protetores faciais), testes e exames da covid-19 e alugue equipamentos (respiradores e monitores), com o total de R$ 23 milhões de recursos.
O texto da medida prevê que a maior parte dos recursos, alocados no Fundo Nacional de Saúde (FNS), serão usados para serviços de saúde a cargo de estados e municípios, para o pagamento de bolsas ou bonificação aos estudantes universitários da área da saúde e médicos residentes; e também para a ampliação da conectividade à internet de unidades de atenção primária. (Com Agência Brasil)
A Mega-Sena sorteia nesta quarta dia 30, um prêmio acumulado de R$ 60 milhões.

As seis dezenas do concurso 2.304 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.
Um volante, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50. (Com Agência Brasil)























