Mortes por covid-19 no Brasil passam de 300 mil

O Brasil bateu a marca das 300 mil mortes por covid-19, dois meses e meio depois de ter chegado a 200 mil mortos, em 7 de janeiro de 2021. Já esta marca demorou pouco mais de cinco meses após a pandemia chegar aos 100 mil mortos, o que ocorreu em 8 de agosto de 2020.

 

Com 2.009 mil mortes nas últimas 24 horas, o total de vidas perdidas para a covid-19 totalizou 300.685. O número não inclui os óbitos ocorridos no Ceará, que alegou problemas técnicos para não enviar a atualização. terça dia 23, o número estava em 298.676.

 

Ainda há 3.446 mortes em investigação por equipes de saúde. Isso porque há casos em que o diagnóstico sobre a causa só sai após o óbito do paciente.

 

O total de novos casos registrados nas últimas 24 horas foi de 89.992. Com isso, a soma de pessoas atingidas pela doença desde o início da pandemia alcançou 12.220.011. Até ontem, o total de pessoas infectadas estava em 12.130.019.

 

As informações foram divulgadas pelo Ministério da Saúde em seu balanço diário, publicado na noite desta quarta-feira (24). A atualização é elaborada a partir das informações levantadas pelas autoridades estaduais e locais de saúde sobre casos e mortes provocados pela covid-19.

 

O número de pessoas recuperadas chegou a 10.689.646, e o de pacientes com casos ativos, em acompanhamento por equipes de saúde, ficou em 1.229.680.

 

Os dados em geral são mais baixos aos domingos e segundas-feiras pela menor quantidade de trabalhadores para fazer os novos registros de casos e mortes. Já às terças-feiras, a tendência é serem maiores, já que nesse dia o balanço recebe o acúmulo das informações não processadas no fim de semana.

 

Estados

 

O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo, com 68.904 registros. Em seguida, aparecem Rio de Janeiro (35.373), Minas Gerais (22.497), Rio Grande do Sul (17.748) e Paraná (14.454).



Já as unidades da federação com menos óbitos são Acre (1.210), Amapá (1.253), Roraima (1.301), Tocantins (1.860) e Sergipe (3.347). (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

 

 

Lira defende esforço concentrado para o combate à covid-19 no país

O presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL), afirmou nesta quarta-feira (24) que o Congresso Nacional não vai tolerar mais erros na condução do combate à pandemia de covid-19. O parlamentar argumentou que é necessário um “freio de arrumação” até que medidas necessárias e “posturas inadiáveis” sejam adotadas. 

 

“Os remédios políticos no Parlamento são conhecidos e são todos amargos. Alguns, fatais. Muitas vezes são aplicados quando a espiral de erros de avaliação se torna uma escala geométrica incontrolável”, disse, durante sessão do plenário. “Vivemos nestes dias o pior do pior, as horas mais dolorosas da maior desgraça humanitária que se abateu sobre nosso povo”, acrescentou.

 

Sem direcionar a crítica, Lira afirmou que está “apertando um sinal amarelo” e que a responsabilização do sistema de saúde no país é tripartite, envolvendo o Executivo federal, estados e municípios.  

 

“Como presidente da Câmara dos Deputados, quero deixar claro que não ficaremos alienados aqui, votando matérias teóricas como se o mundo real fosse apenas algo que existisse no noticiário. Estou apertando hoje um sinal amarelo para quem quiser enxergar: não vamos continuar aqui votando e seguindo um protocolo legislativo com o compromisso de não errar com o país se, fora daqui erros primários, erros desnecessários, erros inúteis, erros que que são muito menores do que os acertos cometidos continuarem a ser praticados”, afirmou o deputado.

 

Segundo Lira, o foco da pauta de votações da Câmara será concentrado em ações de combate aos efeitos da Covid-19 no país. “Falo de adotarmos uma espécie de “Esforço Concentrado para a Pandemia” durante duas semanas em que os demais temas da pauta legislativa sofreriam uma pausa para dar lugar ao único que importa: como salvar vidas, como obter vacinas, quais os obstáculos políticos, legais e regulatórios precisam ser retirados para que nosso povo possa obter a maior quantidade de vacinas, no menor prazo de tempo possível", destacou.

 

Arthur Lira também defendeu a vacinação contra covid-19 e ressaltou que, para que a imunização chegue a mais brasileiros, é preciso ter boas relações com a China. 

 

"Para vacinar, temos de ter boas relações diplomáticas, sobretudo com a China, nosso maior parceiro comercial e um dos maiores fabricantes de insumos e imunizantes do planeta. Para vacinar, temos de ter uma percepção correta de nossos parceiros americanos e nossos esforços na área do meio ambiente precisam ser reconhecidos, assim como nossa interlocução", disse.

 

Reunião

 

Na manhã desta quarta, Lira participou de reunião com o presidente Jair Bolsonaro. Na ocasião foi anunciada a criação de um comitê de coordenação nacional para o combate à pandemia. O grupo terá reuniões semanais e será formado pelo chefe do Executivo e os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco, e da Câmara e outros membros.

 

A medida foi decidida em reunião na manhã desta quarta-feira, no Palácio da Alvorada, onde Bolsonaro recebeu, além dos presidentes do Parlamento, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, o procurador-geral da República, Augusto Aras, governadores, ministros de Estado e representantes de instituições independentes. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pagamento do abono salarial de 2020 é adiado para 2022

Por recomendação da Controladoria-Geral da União, os trabalhadores que deveriam receber o abono salarial de 2020 a partir do segundo semestre só terão acesso ao dinheiro em 2022. O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) aprovou resolução que muda o calendário de pagamento do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep).

 

Nos últimos anos, o benefício trabalhista começava a ser pago no segundo semestre de cada ano e terminava de ser pago no primeiro semestre do ano seguinte, obedecendo ao mês de nascimento do trabalhador, no caso do PIS, ou o dígito final da inscrição do servidor público, no caso do Pasep. Agora, o pagamento só começará no primeiro semestre do exercício fiscal seguinte.

 

O Codefat também decidiu que, a partir de 2022, o abono será pago sempre no primeiro semestre de cada ano. As datas de pagamento só serão divulgadas no início do próximo ano, quando a base de dados enviada pelos empregadores a partir de outubro de 2021 terminar de ser processada e a lista de beneficiários for concluída.

 

Segundo a Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, a mudança foi necessária para evitar o descumprimento de regras contábeis e financeiras, impedindo que despesas fossem divididas em dois anos. O órgão afirma que a medida não teve objetivo fiscal, no entanto, o adiamento resultará na economia de R$ 7,45 bilhões neste ano.

 

Tem direito ao abono salarial o trabalhador com carteira assinada que recebe até dois salários mínimos, esteja há pelo menos cinco anos inscrito no PIS/Pasep e tenha trabalhado pelo menos 30 dias no ano-base. O valor do benefício varia conforme o número de meses trabalhados, atingindo o máximo de um salário mínimo (R$ 1,1 mil) para quem trabalhou os 12 meses no ano-base.

 

O pagamento do abono salarial ano-base 2019 começou em julho de 2020 e terminou no dia 11 de fevereiro. Quem ainda não fez a retirada tem até 30 de junho para sacar o dinheiro. Após esse prazo, os recursos voltam para a conta do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

 

Anvisa recebe pedido de uso emergencial da vacina Janssen

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que recebeu ontem dia 24, o pedido de uso emergencial da vacina da Janssen. O governo brasileiro já manifestou intenção de compra de 38 milhões de doses da vacina Janssen , que é um braço farmacêutico da Johnson & Johnson. A entrega dessas doses tem uma previsão inicial no final do ano, sem data específica.

 

Segundo a Anvisa, as primeiras 24 horas serão utilizadas para verificar se os documentos necessários estão disponíveis. A análise do pedido de uso emergencial é feita por uma equipe multidisciplinar, com especialistas das áreas de registro, monitoramento e inspeção. “A equipe vem atuando de forma integrada, com as ações otimizadas e acompanhadas pela comissão que envolve três diretorias da agência”, afirmou a Anvisa.

 

O prazo previsto pela agência entre o processo de verificação dos documentos e o resultado do pedido é de sete dias corridos. No entanto, esse prazo será interrompido caso haja falta de documentos. Nesse caso, a Anvisa pode solicitar as informações adicionais ao laboratório. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

 

Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira prêmio estimado em R$ 22 milhões

A Mega-Sena sorteia nesta quarta dia (24) um prêmio estimado de R$ 22 milhões.

 

As seis dezenas do concurso 2.355 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.

 

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet

 

A aposta mínima, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50. (Com Ag. Brasil). 

Hashtag:
feed-image
SICREDI 02