O Paraná ultrapassou nesta sexta-feira (3) a marca de 11 milhões de vacinas aplicadas contra a Covid-19. Até agora, 7.512.704 pessoas receberam a primeira dose (D1), 320.089 doses únicas (DU) e 3.243.997 a segunda dose (D2), somando 11.076.790 vacinas.
Com a D1 e DU, o Estado já atingiu 89,8% da população adulta, estimada em 8.720.953 de pessoas. Já com relação a D2 e DU, o Paraná alcançou 40,8% da população acima de 18 anos completamente imunizada e 30% da população geral.
Os dados do vacinômetro nacional também apontam que agosto foi o mês em que o Estado aplicou mais vacinas contra a doença desde o início da campanha de imunização. Atualizado nesta sexta-feira (3), o sistema mostra que 2.779.756 doses foram administradas neste período. Este é o terceiro mês consecutivo que o Paraná bate recordes em aplicações.
As ações de imunização foram possíveis graças ao envio de 2.980.070 vacinas por parte do Ministério da Saúde neste mês.
“O Paraná sempre foi referência em ações de imunização e contra a Covid-19 não é diferente", diz o secretário estadual da Saúde, Beto Preto. "Temos capacidade de aplicar mais de 150 mil doses por dia, e dentro da nossa realidade, com o apoio das equipes municipais, estamos fazendo as vacinas chegarem até o braço dos paranaenses no menor tempo possível”.
Nesta sexta-feira, o Ministério da Saúde confirmou mais 641.782 vacinas para o Paraná nos próximos dias. Neste sábado (4), parte do lote, com 187.800 doses, deve chegar ao Estado.
A Secretaria da Saúde está organizando uma força-tarefa para descentralizar os imunizantes ainda neste fim de semana. “Agradecemos a parceria dos municípios em vacinar os paranaenses de domingo a domingo. Sem dúvidas muitas vidas estão sendo salvas”, afirma Beto Preto. (Com AEN)
Agosto foi, até o momento, o melhor mês na abertura de empresas do ano no Paraná, com 25.152 novos empreendimentos. O volume representa um crescimento de 19% no comparativo entre o mesmo mês de 2020 e 2021. O relatório foi divulgado pela Junta Comercial do Paraná nesta sexta-feira (03).
Ao todo foram abertas 190.628 novas empresas, sendo a maioria na Natureza Jurídica MEI. Foram 24.762 em janeiro, 23.879 em fevereiro, 24.595 em março, 22.648 em abril, 22.916 em maio, 22.441 em junho e 24.235 em julho. Levando em consideração apenas a abertura de empresas, no comparativo do ano passado o crescimento foi de 26,57% (150.605 em 2020).
Em relação ao saldo (diferença de aberturas e baixas), que mede a regularidade da economia, o resultado de agosto foi de 14.921, e o do ano de 124.507, aumento de 18,7%.
As baixas de agosto ficaram à frente de todos os meses anteriores: 10.231 empresas foram extintas em agosto no Paraná. No total, foram 66.121 baixas este ano, contra 45.744 em 2020.
Do total de empreendimentos novos, o MEI representa 75,52% (143.956), LTDA, 18,37% (35.023); Empresário, 3,92% (7.475); EIRELI, 1,75% (3.331); S/A (fechada), Cooperativa, S/A (aberta), Consórcio, outros tipos completam a lista. O Paraná tem 1,4 milhão de empresas ativas.
Das baixas de agosto, a maioria também se refere a MEIs, num total de 6.982, seguidas de LTDA, 1.728; Empresário, 1.195; EIRELI, 286; S/A (fechada), 20; S/A (aberta), 11; Consórcio, 4; Cooperativa, 3; outros, 2. (Com AEN)
Uma das reivindicações dos produtores de soja paranaenses, liderados pela Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) e por entidades representantes do segmento, foi atendida pelo Ministério da Agricultura.
As publicações das Portarias 388, na quarta-feira (01), e da 399, nesta quinta-feira (02) trazem uma série de restrições para os produtores de soja, com vistas a garantir a efetividade do Plano Nacional de Controle da Ferrugem da Soja (Portaria 306). Ao mesmo tempo altera o calendário de semeadura, de 13 de setembro a 31 de janeiro, respeitando critérios que podem beneficiar os produtores.
“Com essas duas portarias da Secretaria de Defesa Agropecuária, o Ministério da Agricultura dá um grande passo no sentido de reforçar a necessária proteção do principal ativo agrícola do Brasil, que é a soja, contra a ferrugem asiática, estabelecendo uma linha importante para coexistirmos com essa enfermidade, controlá-la e combatermos”, disse o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara.
Nos últimos meses, o Sistema de Agricultura do Paraná liderou reuniões para ouvir reivindicações e encaminhar sugestões para o Ministério. Além disso, houve o engajamento das secretarias de Agricultura e dos órgãos de defesa agropecuária do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina para que se chegasse a um acordo comum nas reivindicações ao Ministério.
“Dá uma apaziguada geral no que toca à época de semeadura, já que tínhamos divergências de calendário especialmente entre os estados do Sul, com fronteira seca, o que era muito ruim”, afirmou Ortigara. “É uma grande conquista para sojicultura paranaense, especialmente para a parte Sul e Sudoeste do Estado, uma medida acertada para continuarmos crescendo com sustentabilidade, gastando menos recursos para produzir e controlando de forma adequada a ferrugem asiática”.
VAZIO SANITÁRIO – A Portaria 388 estabeleceu um conceito semelhante ao contido na Portaria 342/2019, da Adapar, quanto ao vazio sanitário. Ela estabelece que é “o período definido e contínuo em que não se pode manter plantas vivas de uma espécie vegetal em uma determinada área”. Essa é uma das principais novidades para a safra 2021/22.
“Agora voltou a ser possível semear em período anterior à data oficial prevista para o início do ciclo, contanto que as plantas não emerjam antes desta data”, disse o gerente de Sanidade Vegetal da Adapar, Renato Rezende Young Blood.
CALENDÁRIO DE SEMEADURA – A nova legislação também acaba com o período preestabelecido de 110 dias para a semeadura. A partir de agora, o tempo será definido anualmente e terá como base as sugestões apresentadas pela Adapar e pela Superintendência Regional do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento no Paraná.
“Na prática, tornou possível a extensão do período de semeadura, conforme solicitado pela Adapar”, afirmou Blood.
PLANTIO EXCEPCIONAL – O documento destaca, ainda, que, excepcionalmente, a Adapar poderá autorizar a semeadura e a manutenção de plantas vivas de soja, independentemente dos períodos de vazio sanitário e de calendário de semeadura.
Para isso, as finalidades dos cultivos autorizados em caráter excepcional deverão ser previamente aprovadas pelo Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas, mediante solicitação do Órgão Estadual de Defesa Sanitária Vegetal, protocolada junto às superintendências federais de agricultura, pecuária e abastecimento, em cada unidade da federação, com o mínimo de 60 dias de antecedência do início dos períodos de vazio sanitário e de calendário de semeadura.
NOVAS DATAS – A Portaria 389 tem como objetivo organizar o calendário de semeadura da soja de forma que localidades com condições semelhantes sigam as mesmas datas.
“Considerando os aspectos fitossanitários, esse alinhamento das datas entre estados traz grandes benefícios para o manejo da ferrugem asiática”, afirmou o gerente de Sanidade Vegetal da Adapar, Renato Blood. Interessados em mais informações sobre a nova portaria podem ligar para (41) 3313 4000.
Estas são as datas estabelecidas para a safra 2021/22:
Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul – 13 de setembro a 31 de janeiro.
Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo – 16 de setembro a 03 de fevereiro. (Com AEN)
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) recebeu na noite desta quinta-feira (2) mais 87.000 vacinas contra a Covid-19.
As doses de AstraZeneca/Fiocruz desembarcaram no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, às 20h05, no voo AD 4078 e foram enviadas para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) para conferência e armazenamento, até que sejam repassadas aos municípos.
Os imunizantes fazem parte da 45ª remessa de distribuição do Ministério da Saúde para segundas doses (D2) e completam o lote de 166.500 doses destinadas ao Paraná. As vacinas devem ser enviadas para os municípios na sexta-feira (3).
O Ministério da Saúde também contemplou o Paraná com mais 136.890 imunizantes da Pfizer/BioNTech destinados à segunda dose (D2). As vacinas devem chegar nesta sexta-feira (3) às 8h25.
Segundo os dados do Vacinômetro nacional, o Paraná já aplicou 10.945.251 vacinas, sendo 7.480.506 primeiras doses (D1), 319.502 doses únicas (DU) e 3.145.243 D2. Entre primeiras doses e doses únicas, o Estado atingiu até agora 89,4% da população adulta, estimada em 8.720.953 paranaenses. (Com AEN)
O crédito imobiliário da Caixa Econômica Federal bateu recorde em agosto. O banco, que concentra cerca de dois terços do crédito para o setor em todo o país, registrou a contratação de cerca de R$ 14 bilhões no mês passado, alta de 33,3% em relação ao mesmo mês do ano passado.
Este foi o maior volume de empréstimos imobiliários da instituição financeira em um único mês. O recorde anterior havia sido registrado em junho deste ano, quando as contratações haviam alcançado R$ 13,1 bilhões.
A maior parte dos empréstimos imobiliários em agosto foi contratada com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que totalizou cerca de R$ 9 bilhões em agosto, com alta de 70,1% em relação a agosto de 2020. Destinado a famílias com renda mensal a partir de R$ 5 mil, o SBPE financia a compra de até 80% do valor do imóvel, com 35 anos para pagar.
Na comparação com 2019, a alta é ainda maior. O volume de contratações cresceu 208,5% em relação a agosto do ano retrasado. Os empréstimos com recursos do SPBE saltaram 301,7% na mesma comparação.
Com o resultado de agosto, a Caixa emprestou R$ 91,1 bilhões no crédito imobiliário a cerca de 1,6 milhão de mutuários em 2021. No ano, o banco financiou 406 mil novas unidades habitacionais e 1.633 novos empreendimentos, alta de 21,1% em relação aos oito primeiros meses de 2020.
Com 67% de participação no crédito imobiliário, a Caixa é líder na concessão de crédito para o setor no país. A carteira de crédito habitacional, que registra todos os empréstimos em estoque, soma R$ 534,6 bilhões e 5,7 milhões de contratos assinados. (Com Agência Brasil)
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (2) a medida provisória que cria a Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN), autarquia federal que vai monitorar, regular e fiscalizar as atividades e instalações nucleares no Brasil. O texto segue para o Senado.
O texto, editado pelo governo federal em maio, também tem como finalidade a proteção radiológica e a das atividades nucleares, bem como de instalações e materiais nucleares e fontes de radiação no território nacional, nos termos do disposto na Política Nuclear Brasileira e nas diretrizes do governo federal.
A nova empresa deverá estabelecer normas sobre segurança nuclear e proteção radiológica; controlar os estoques e as reservas de minérios nucleares; conceder autorizações para a transferência e o comércio de minerais radiativos; e licenças para usinas nucleares e reatores de pesquisa.
A proposta aprovada pelos deputados prevê sabatina do Senado Federal para a nomeação do diretor-presidente e dos dois diretores da diretoria colegiada da ANSN. Os membros da diretoria exercerão mandatos de cinco anos não coincidentes, sendo vedada a recondução. Para o relator, deputado Danilo Forte (PSDB-CE), o país está atrasado nas atividades de regulação e fiscalização do setor nuclear e a separação das demais atividades do setor nuclear já é adotada em países desenvolvidos.
"No caso dos Estados Unidos, país que detém o maior número de reatores nucleares para geração de energia elétrica no mundo, a regulação do uso civil de materiais nucleares é exercida pela Comissão de Regulação Nuclear – NRC (Nuclear Regulatory Commission), agência independente do governo federal americano, instituída pela Lei de Reorganização do Setor de Energia de 1974, que iniciou suas atividades em 1975. Da mesma forma, as atividades de regulação e fiscalização do setor nuclear são exercidas por entidades independentes na França, Reino Unido, Canadá e, atualmente, no Japão", argumentou.
Pela MP, a nova autarquia terá patrimônio próprio, autonomia administrativa, técnica e financeira, Sua sede e foro serão na cidade do Rio de Janeiro e sua atuação será em todo o território nacional. A ANSN não exercerá atividades de regulação econômica, comercial e industrial, nem desenvolverá pesquisas ou levantamentos para esse fim. (Com Agência Brasil)











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