Quem recebe benefício do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) por estar afastado do trabalho por incapacidade temporária – o antigo auxílio-doença – deve ficar atento para o agendamento de nova perícia médica, sob o risco de ter o benefício suspenso.
Os 95 mil beneficiários por afastamento temporário foram convocados por edital no fim de setembro e têm até esta sexta-feira (19) para agendar nova perícia médica, em que será avaliado se o beneficiário permanece incapaz para o trabalho.
O agendamento pode ser feito por meio do aplicativo Meu INSS ou da central de atendimento 135. Se o segurado não agendar a perícia, o benefício será suspenso e só será reativado após novo agendamento. “Caso não ocorra a manifestação do cidadão, o auxílio será cessado definitivamente”, alerta o INSS.
A lista com o nome e o número de benefício de todos os convocados foi publicada e deve ser conferida no Diário Oficial da União.
Esse modo de convocação é utilizado para os casos em que as cartas com o chamamento para nova perícia foram devolvidas pelos Correios, sem que o beneficiário pudesse ser localizado. Isso ocorre por causa da mudança de endereço sem a respectiva atualização cadastral, por exemplo.
Foi convocado quem recebe o benefício por afastamento temporário há mais de seis meses e que não tem data de cessação já estipulada ou indicação de reabilitação profissional através do Programa de Revisão dos Benefícios por Incapacidade (PRBI).
A revisão desse tipo de benefício ocorre desde agosto, quando 173 mil beneficiários foram convocados por carta. Segundo o instituto, os aposentados por invalidez e pessoas que recebem o amparo assistencial ao deficiente não passam por esta revisão.
O INSS destaca que a nova perícia médica não necessariamente pode resultar na interrupção do afastamento temporário. É possível que o benefício seja mantido, mas que seja marcada uma data de cessação futura. Outra possibilidade é que o benefício se transforme em aposentadoria por invalidez, quando constatada a total impossibilidade de recuperação.
Passo a passo
Todos os convocados devem acessar o Meu INSS, por meio de aplicativo de celular ou pela internet (site gov.br/meuinss), e seguir os seguintes passos:
- Fazer login no Meu INSS;
2. Clicar em Do que você precisa?, e escrever Agendar Perícia. Em seguida: Novo Requerimento;
3. Escolher entre "Perícia Inicial", se for a primeira vez, ou "Perícia de Prorrogação", se já estiver em benefício.
4. Seguir as orientações que aparecem na tela;
5. Informe os dados necessários para concluir o seu pedido.
O agendamento também pode ser feito ligando para a Central de Atendimento do INSS pelo número 135 e seguir as instruções. Por esse meio é possível também atualizar o endereço e o telefone do beneficiário, se for o caso.
Por - Agência Brasil
O final de ano está chegando e os clubes brasileiros já começam a traçar o planejamento para a próxima temporada.
Levando em consideração as boas práticas, os gestores das equipes brasileiras devem contratar e dispensar jogadores, sem esquecer da saúde financeira. Segundo Cesar Grafietti, economista especialista em gestão e finanças, o ano de 2022 deve ser visto como uma oportunidade após dois anos conturbados por causa da pandemia do novo coronavírus (covid-19).
“2022 tende a ser um ano normal após dois anos de imensas dificuldades. Depois do susto de 2020 e da reorganização de 2021, em 2022 os clubes precisarão se controlar ainda mais para poderem se aproveitar do potencial aumento de receitas com o retorno pleno de público nos estádios. Isto significa, inclusive, repensar os programas de sócios-torcedores, de forma a torná-los mais eficientes, interessantes e rentáveis”, declarou o executivo
Na mesma linha, o diretor-executivo de futebol do Avaí, Felipe Ximenes, que acumula passagens por Atlético-MG, Coritiba, Flamengo, Fluminense e Santos, diz que a prioridade deve ser o aprimoramento da gestão profissional no que ele chama de “poderosa indústria do entretenimento”.
“O desafio dos clubes continua sendo o mesmo: entender o futebol de maneira profissional. Alguns estão mais avançados neste aspecto, outros não. Compreender que o futebol pertence a uma poderosa indústria do entretenimento e que não há espaço para amadorismo na gestão, tampouco fortes interferências políticas e estatutárias”, afirmou.
Mas nem sempre o equilíbrio das contas é garantia de sucesso dentro das quatro linhas. Este é o caso do Grêmio, que vive risco alto de rebaixamento no Campeonato Brasileiro mesmo gozando de equilíbrio financeiro. Entretanto, outros fatores influenciam no desempenho dos clubes em uma temporada.
“Sempre que falamos de gestão é preciso entender que ela é a soma entre o financeiro e o esportivo. Não basta um financeiro equilibrado se o esportivo tem falhas. E o Grêmio falhou muito nos últimos anos ao dar carta branca e atender a todas as demandas do Renato [ex-técnico da equipe, agora no Flamengo]. O clube formou elenco desequilibrado, montado por um treinador que já estava desgastado. Foi substituído por um veterano [Felipão], que tem modelos de jogo e esportivo distantes do que o futebol atual pede, e seguiu errando com a manutenção de uma estrutura esportiva com problemas. Serve de alerta para quem não entende esta combinação entre financeiro e esportivo”, analisou Grafietti.
O executivo ainda defende que o maior desafio dos clubes no ano que vem será a transição para o modelo empresarial: “Clubes se organizando para virar empresa [o maior desafio]. Na verdade, a resposta deveria ser clubes se organizando para modernizar suas gestões, mas, infelizmente, o modelo associativo não está ajudando nesse sentido. Então, precisam pensar em se transformar em empresa, pois dessa forma podem se organizar com algum objetivo real. A melhora da gestão pela gestão não costuma ser incentivo suficiente para mudanças”.
Uma parceria que vem dando certo no Brasil, no modelo do clube-empresa, é o Bragantino, que está sob a gestão da empresa austríaca Red Bull desde abril de 2019, quando se tornou RB Bragantino. De lá pra cá, a equipe do interior paulista conseguiu o acesso da Série B para a Série A do Campeonato Brasileiro. Além disso, na atual edição do Brasileirão, o Massa Bruta está disputando vaga na Libertadores do ano que vem.
E não para por aí, já que o Bragantino decidirá a final da Copa Sul-Americana, que será disputada contra o Athletico-PR no próximo sábado (20) em Montevidéu (Uruguai). Apresentando resultados positivos, Ximenes aprova o modelo de gestão adotado pelo time de São Paulo: “Sem dúvida. Entretanto, é importante destacar que o Bragantino não é uma SAF [Sociedade Anônima do Futebol], apesar de ser clube-empresa. Se quiser pode se transformar, como a nova lei permite, chamado de clube-originário. O Bragantino é uma demonstração clara de estabilidade, pensamento em médio/longo prazo e gestão séria”.
Já Grafietti afirma que o Massa Bruta não pode servir de exemplo para outros clubes: “O Bragantino é um caso excepcional, e de difícil imitação. É um modelo em que o mais importante é a exposição da marca, e parte relevante dos custos é coberta com recursos do acionista. Não dá nem para usar como exemplo de modelo de gestão, pois é pouco transparente e tem uma estrutura pouco difundida”.
Contratações em 2022
Nos últimos anos, Flamengo e Palmeiras formaram elencos de maior investimento, assim como Atlético-MG e Corinthians fizeram este ano. Segundo Grafietti, no ano que vem clubes mais organizados deverão formar equipes mais audaciosas. “Depende muito de clube para clube, mas para os que estão mais equilibrados sim. Os que têm menos dívidas, ou que estão com elas equacionadas, terão mais dinheiro, e isso fará enorme diferença na competitividade”, defende.
Já o diretor-executivo do Avaí acredita que a saída para clubes com menos torcedores/consumidores é investir nas categorias de base para poder concorrer de forma mais igualitária: “Ter uma categoria de formação estruturada e com bons processos. O que mais dá dinheiro no futebol é a venda de jogadores, além do retorno esportivo. Além disso, o perfil de consumo tem mudado. Crianças e jovens da geração Z, em boa parte, já não possuem predisposição para torcer para um único clube. Eles gostam do jogo, da indústria e das histórias por trás disso, tendo o jogador como ídolo. Isto pode ser explorado pelos clubes”.
Neste sentido, atualmente é comum observar o aumento do interesse de jovens pelo futebol europeu. Acompanhar os campeonatos e adquirir produtos de clubes do Velho Continente tem ocorrido com maior frequência e de forma crescente. Os gestores brasileiros de mídia vivem o grande desafio de recuperar e não perder audiência para competições estrangeiras.
“O interesse do jovem no futebol brasileiro vai voltar a partir do momento que conseguirmos resgatar a ida ao estádio, o relacionamento com o clube, o ídolo serem trabalhados e discutidos, estando presente na vida destes jovens. Da mesma forma que hoje o futebol europeu faz tudo isso, além de terem excelente transmissão. Ou seja, a produção deste conteúdo pelas emissoras locais na Inglaterra, na Espanha e na Itália. Este trabalho é muito bem-feito, tem conteúdo muito além das quatro linhas, o que acaba criando essa relação muito próxima com o fã do Brasil”, declarou o vice-presidente de mídia da IMG no Brasil, Evandro Figueira.
Evandro também destacou a dificuldade de manter o engajamento dos jovens em plataformas digitais: “O engajamento do jovem hoje é muito diferente, e ele continuará mudando muito rapidamente de um ano para o outro. Então acho que o importante é entender o jovem do momento e o que podemos fazer. É só olharmos e vermos as plataformas digitais que temos hoje. O Facebook, por exemplo, já é visto por alguns jovens como coisa de velho. Além disso, temos Instagram e Tik Tok. Ou seja, a cada momento surgem plataformas, momentos e formas novas de interação para atingir este público”.
Gigantes brasileiros vivem momentos delicados
2021 foi um ano indigesto para clubes campeões Brasileiros como Vasco e Cruzeiro, que não conquistaram o objetivo de subir da Série B para a Série A do Campeonato Brasileiro. O caso da Raposa é ainda mais complicado, pois 2022 será o terceiro ano consecutivo que disputará a segunda divisão. Para Grafietti, a dupla terá de lidar com o desafio de trabalhar com receitas reduzidas.
“O desafio será ainda maior, porque seguem com receitas reduzidas, e enfrentarão equipes cada vez mais bem organizadas, inclusive considerando os que chegam da Série A. Porém, terão pela primeira vez a real oportunidade de usufruir do respaldo do torcedor em campo. Mais do que nunca é momento de buscar a eficiência na gestão esportiva, gastando de forma consciente e com projeto esportivo apropriado à realidade”, complementa.
Por - Agência Brasil
Os ministros do Meio Ambiente, Joaquim Leite, e da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, realizaram uma coletiva de imprensa para falar sobre ações do governo no combate ao desmatamento da Floresta Amazônica.
Nesta quinta-feira (18), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou que a taxa de desmatamento na Amazônia Legal Brasileira (ALB) teve um crescimento de 21,97% em 2021.
Segundo Leite, os números ainda não refletem a atuação mais recente da Força Nacional no combate a crimes ambientais. "Os números que foram apresentados hoje são números que tiveram uma alta que não refletem exatamente a atuação dos últimos meses, que nós estamos sendo mais presentes. E a Força Nacional, junto com Ibama e ICMBio, têm atuado em 23 municípios de forma permanente".
Ele prometeu rigor na fiscalização e classificou os números do INPE como "inaceitáveis". "Queremos deixar claro que o governo federal irá atuar de forma contundente contra qualquer crime contundentemente o crime ambiental na Amazônia", afirmou Joaquim Leite. Em seguida, ele acrescentou que desconhecia a informação previamente. "Eu tive contato com o dado hoje, exatamente como vocês devem ter tido acesso".
Já o ministro da Justiça e Segurança Pública enfatizou que a pasta prepara um novo planejamento operacional para intensificar mais a fiscalização. "Estamos readequando as nossas forças e subiremos para essas regiões de desmatamento. O Estado brasileiro vai subir com força ambiental".
O ministro do Meio Ambiente foi questionado por jornalistas o motivo pelo qual o relatório do INPE, com data de 27 de outubro, só ter sido tornado público hoje. A data do documento é anterior ao período da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP26), ocorrida em Glasgow, na Escócia, entre os dias 1º e 12 de novembro.
"Talvez tenha sido por cautela que o Inpe tenha atrasado a divulgação desses dados para alguma revisão, mas eu não tenho essa informação do Inpe. O que eu tenho informação é que foi divulgado hoje e nós estamos aqui deixando claro que esse número é inaceitável e nós vamos combater total", disse Joaquim Leite.
Dados
De acordo com o Inpe, o desmatamento na Amazônia atingiu 13.235 quilômetros quadrados entre agosto de 2020 e julho de 2021. O número representa uma alta de 21,97% na comparação com o período anterior, quando foi desmatada uma área total de 10.851 quilômetros quadrados. O volume de área de floresta devastada nesse último período corresponde a cerca de 8 vezes o tamanho do município de São Paulo.
A estimativa é realizada por meio do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), que utiliza imagens do satélite Landsat ou similares para registrar e quantificar as áreas desmatadas maiores que 6,25 hectares.
Segundo Inpe, o Prodes considera como desmatamento a remoção completa da cobertura florestal primária por corte raso, independentemente da futura utilização destas áreas. A estimativa da taxa 2021 foi calculada a partir da análise de 106 cenas prioritárias de todos os estados da Amazônia Legal. Esta é a quarta alta anual consecutiva de desmatamento na Amazônia, a maior sequência deste o início das medições, em 1988.
De acordo com os dados, o Pará foi responsável por 39,72% do desmatamento no período analisado, com mais de 5,2 mil quilômetros de quadrados de floresta destruída. Em tamanho de área atingida, aparecem na sequência Amazonas (2,3 mil km2), Mato Grosso (2,2 mil km2) e Rondônia (1,6 mil km2). Juntos, esses quatro estados correspondem a 87,2% do desmatamento estimado na Amazônia Legal, segundo o INPE.
Críticas
Em nota, o Observatório do Clima, rede da sociedade civil formada por 70 entidades, criticou as ações do governo na preservação da floresta. “O resultado é fruto de um esforço persistente, planejado e contínuo de destruição das políticas de proteção ambiental no regime de Jair Bolsonaro", disse Marcio Astrini, secretário-executivo do Observatório.
“Diferentemente da propaganda que o governo e seus aliados no agro e na indústria levaram à COP26, em Glasgow, o Brasil real é este, da terra arrasada, da violência contra populações tradicionais e do crime organizado agindo sem controle na Amazônia”, acrescentou.
Por - Agência Brasil
Obter informações sobre a loja ou empresa na qual o consumidor pretende comprar na Black Friday é o primeiro passo para evitar cair em golpes. É importante ficar atento também, em caso de compras online, se o site informa endereço físico, telefone, e-mail, CNPJ e nome da empresa. As orientações são da Fundação Procon SP.
A entidade recomenda ainda que, antes de realizar a compra, o consumidor consulte previamente a lista de sites não recomendados pelo Procon-SP, que pode ser acessada aqui (https://sistemas.procon.sp.gov.br/evitesite/list/evitesites.php).
“Ao realizar a compra, é indicado salvar os documentos referentes ao pedido, que podem ser necessários em caso de problemas. Outra medida importante é evitar as compras por impulso; consultar o orçamento e avaliar se a compra não irá comprometê-lo”, destacou a entidade em comunicado.
De acordo com o Instituto de Peso e Medidas (Ipem) do estado de São Paulo, os brinquedos devem possuir o Selo do Inmetro e a indicação de faixa etária adequada. “Não compre artigos infantis em comércio informal, pois não há garantia de procedência. Produtos falsificados ou fabricados em indústrias clandestinas podem não atender às condições mínimas de segurança”, destaca a entidade.
A Polícia Civil de São Paulo orienta ainda que, na hora de pagar a compra, o consumidor deve conferir o beneficiário do pagamento e verificar se é da loja escolhida. "Jamais forneça senhas pessoais e prefira utilizar cartões virtuais – àqueles que são utilizados em apenas uma compra. Para isso, basta acessar o aplicativo do seu respectivo banco e seguir as orientações".
Por - Agência Brasil
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou nesta quinta-feira (18) que a taxa de desmatamento na Amazônia Legal Brasileira (ALB) ficou em 13.235 quilômetros quadrados (km²) no período de 01 agosto de 2020 a 31 julho de 2021.
O índice apurado pelo Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes) representa um aumento de 21,97% em relação à taxa de desmatamento do período anterior.
O mapeamento é feito com base em imagens do satélite Landsat ou similares e considera como desmatamento a “remoção completa da cobertura florestal primária por corte raso, independentemente da futura utilização destas áreas”.
Conforme os dados do Inpe, os estados do Pará, Amazonas, Mato Grosso e Rondônia correspondem a 87,25% do desmatamento estimado na Amazônia Legal, sendo o Pará o estado com maior contribuição absoluta de desmatamento (5.257 km2) e também o estado com menor variação percentual de desmatamento (7,31%).
Por - Agência Brasil
O Comitê Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex), do Ministério da Economia, aprovou a redução de impostos cobrados sobre a importação de absorventes e fraldas. Para os dois itens, a alíquota caiu de 12% para 10%.
A Camex também aprovou a diminuição do Imposto de Importação sobre um dos principais insumos desses produtos, conhecido como SAP. A alíquota sobre a compra desse item de fornecedores estrangeiros baixou de 8% para 7%.
De acordo com a pasta, a decisão ajudará a resolver o problema da falta de acesso a produtos básicos de higiene por parte da população.
Energia renovável
A Camex também reduziu a alíquota de importação de diversos produtos vinculados à energia renovável produzidos no exterior. A alíquota de painéis solares cairá de 12% para 6%. Para determinados tipos de bateria de lítio, passará de 18% para 9%. A tarifa para conversores de corrente contínua cairá de 14% para 7%. Para componentes de reatores nucleares, a alíquota de 14% será zerada.
Em nota, o Ministério da Economia afirmou que a medida segue os compromissos do país na área ambiental e ajuda a reduzir o custo da energia. Segundo a pasta, a decisão beneficiará diversos setores da economia e os consumidores finais ao estimular a produção e a comercialização de fontes limpas de energia.
As decisões serão publicadas no Diário Oficial da União nos próximos dias.
Covid-19
Também na reunião de hoje, a Camex decidiu estender, até 30 de junho de 2022, a resolução que zera o Imposto de Importação sobre 643 itens usados no combate à pandemia de covid-19. A lista inclui medicamentos, equipamentos hospitalares, itens de higiene pessoal e outros insumos.
O órgão zerou ainda o Imposto de Importação para barcos a vela, a pedido do Ministério do Turismo. A medida, informou o Ministério da Economia, pretende fomentar o turismo náutico no Brasil, ampliando o uso desse tipo de embarcação como ativos econômicos e instrumentos de trabalho, como a promoção de charters (viagens fretadas) náuticos e de roteiros de turismo de pesca.
Por - Agência Brasol






















