Um novo estudo realizado na Grã-Bretanha para os consumidores Good Housekeeping Institute aponta que duas horas de limpeza doméstica queimam em média cerca de 600 calorias.
Tarefas domésticas intensas, tais como limpar os vidros das janelas e esfregar as superfícies do banheiro podem unir o útil ao agradável: deixar a casa limpa e queimar as calorias extras.
A pesquisa concluiu que limpar os vidros é a tarefa mais difícil, e que em apenas 20 minutos é possível queimar 115 calorias.
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Já esfregar o banheiro queima em média cerca de 100 calorias, enquanto que limpar o pó por 40 minutos equivale à perda de 200 calorias.
Ao limpar a casa pode queimar o dobro de calorias que queimaria numa corrida de cinco quilômetros. Se as limpezas não são o seu forte, então saiba que pode ainda gastar 600 calorias numa visita de 30 minutos à sauna.
Os dias mais frios, além de reduzirem o suor, contribuem com a diminuição da oleosidade da pele e com o consequente ressecamento da derme.
Durante o inverno, além de não descuidar da ingestão de líquido, a dermatologista e tricologista Anna Cecília Andriolo, parceira da rede de farmácias Extrafarma, explica como manter a pele bonita na estação e quais os produtos mais indicados para a hidratação de cada parte do corpo.
Rosto
No período, para higiene do rosto, os sabonetes líquidos são mais apropriados do que as versões em barra, pois evitam o ressecamento da derme. Eles devem ser escolhidos de acordo com o tipo de pele do paciente (mais seca, oleosa ou mista). Na hora de hidratar a região facial, os cremes para peles oleosas e mistas devem ser oil free. “O uso de Vitamina C e cremes à base de ácido hialurônico são bem-vindos, pois além de hidratar, ajudam no combate ao envelhecimento cutâneo”, afirma Anna Cecília. Mesmo no inverno, recomenda-se a utilização de filtro solar, após a higienização matinal do rosto e aplicação do hidratante.
Lábios
Os lábios também precisam de hidratação e, para isso, existem várias opções de veículos, como cremes, pastas e pomadas, além das versões em bastão. Alguns produtos para a hidratação labial já agregam o fator de proteção solar, extremamente importante, uma vez que a região está sempre exposta a luz solar.
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Corpo
Para cuidar da hidratação do corpo, a formulação do hidratante deve conter componentes oclusivos, umectantes e emolientes e, segundo Anna Cecília, o mais adequado é aplicar o produto logo após o banho, já que os poros estão dilatados e favorecem a absorção do creme. “O componente oclusivo retarda a evaporação e a perda de água, formando uma espécie de filme protetor na superfície da pele. Os compostos umectantes atraem a água da derme e a retém na camada externa da epiderme. A combinação desses dois ingredientes favorece a manutenção da hidratação e a função de barreira da pele. Os componentes emolientes são capazes de "preencher as fendas" existente entre as células, contribuindo para a eficácia clínica e elegância cosmética por promover uma textura suave e macia da superfície da pele”, explica a dermatologista.
Peles sensíveis devem evitar fragrâncias, óleos e produtos com propilenoglicol e lanolina, considerados agentes sensibilizantes. Outras recomendações são referentes aos produtos contendo pH próximo ao da pele normal, mais apropriados aos pacientes com pele seca e dermatite atópica, e aos sabonetes líquidos corporais, que também ajudam no processo de hidratação da pele do corpo.
Mãos
As mãos são extremamente prejudicadas neste período, uma vez que entram em contato com a água com muito mais frequência e são lavadas várias vezes ao dia. Para mantê-las hidratadas, recomenda-se a utilização de cremes enriquecidos com vitamina C, ácido hialurônico e fator de proteção solar sempre após a higienização.
Pés
Para cuidar da saúde da pele dos pés, que também fica bastante seca no período e pode apresentar rachaduras, é importante aplicar hidratantes que contêm em sua formulação ureia. O componente é eficaz na manutenção da hidratação natural da pele do local. A dermatologista recomenda aplicar o produto na região dos pés à noite, antes de dormir.
“Além da utilização dos produtos descritos, hábitos como aumentar a ingestão de água (cerca de 2 litros por dia), evitar banhos muito quentes e demorados e o uso exagerado de sabonetes em barra, que podem remover ainda mais o manto hidrolipídico que protege a derme, evitam o ressecamento excessivo da pele nos dias mais frios”, acrescenta Anna Cecília.
Amamentar até que idade? Quando começar a dar alimentos? Que alimentos posso oferecer ao bebê? Essas são algumas das inúmeras dúvidas que surgem com a chegada de um novo integrante na família.
Para ajudar pais e responsáveis, foi criado, em 2002, o Guia Alimentar para Crianças Menores de Dois anos. Neste ano, o documento será atualizado. O material está em consulta pública até 25 de agosto.
De acordo com o Ministério da Saúde, os dois primeiros anos de vida são decisivos para o crescimento e o desenvolvimento adequado da criança e também para a formação de hábitos e para garantir saúde durante toda a vida. "A alimentação tem papel fundamental em todo esse processo", ressaltou a pasta.
A nova edição do documento está alinhada com o Guia Alimentar para a População Brasileira e traz recomendações sobre a alimentação das crianças nos dois primeiros anos de vida, para promover saúde, crescimento e desenvolvimento. "O guia pretende ser um apoio à família no cuidado cotidiano à criança, tanto nos momentos de dúvida, durante o aleitamento materno, como no enfrentamento aos desafios cotidianos, no estímulo à prática da cozinha e do comer juntos".
A atualização deve subsidiar ações de educação alimentar e nutricional em âmbito individual e coletivo no Sistema Único de Saúde (SUS) e em outros setores. "É essa a perspectiva, apresentar as informações necessárias para incentivar, apoiar, proteger e promover a saúde e a segurança alimentar e nutricional da população menor de 2 anos de idade", disse o ministério. (Com Agência Brasil)
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Pesquisa recente divulgada pelo Datafolha aponta que o brasileiro sabe pouco sobre diabetes.
A doença, que tem vários tipos, é crônica e pode ter consequências graves se não tratada adequadamente.
A dra. Bárbara Dutra, médica especialista em endocrinologia do dr.consulta, esclarece que o grupo de doenças denominado diabetes é um desarranjo metabólico que resulta no acúmulo de açúcar no sangue. De acordo com Sociedade Brasileira de Diabetes, mais de 13 milhões de pessoas no Brasil têm a doença. A diabetes possui diversos tipos, os mais conhecidos são os tipos 1 e 2. No caso do tipo 1, o pâncreas não produz insulina. Já no tipo 2 há resistência à insulina como causa principal, afetando assim o processo de manutenção dos níveis de glicose no sangue.
Dra. Dutra explica que além do medicamento indicado pelo médico, manter uma alimentação saudável e mudar os hábitos de vida são primordiais para prevenção e tratamento. “A prática de exercícios físicos e uma dieta adequada, são essenciais para o tratamento. O mais importante é seguir as orientações de um endocrinologista”, explica dra. Dutra.
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Tipo 1
A diabetes do tipo 1 é também conhecida como diabetes juvenil ou diabetes insulino-dependente. É autoimune, isso significa que o sistema imunológico age contra as células produtoras de insulina no pâncreas e o organismo não consegue produzi-la. Por isso o paciente que tem diabetes tipo 1 necessita repor o hormônio para regular os níveis de açúcar. A insulina é responsável pela manutenção dos níveis baixos do açúcar no sangue.
Dra. Dutra explica que a diabetes do tipo 1 é uma doença genética e não existe forma de preveni-la e o tratamento é essencial para a vida do paciente. “Monitorar os níveis de açúcar no sangue diariamente, fazer uma dieta adequada e se exercitar para melhorar as condições cardiovasculares e metabólicas, tudo isso contribui para o controle da doença e qualidade de vida do paciente.”
Tipo 2
Diferentemente da diabetes tipo 1, na diabete tipo 2, o pâncreas produz insulina, porém o organismo pode criar resistência ao hormônio e não responder como deveria a sua ação.
O tratamento da diabetes tipo 2 também é feito com medicamentos. Porém, a dra. Dutra explica que a doença pode ser gerenciada com dieta e exercícios, que contribuem para manter um peso adequado e manutenção dos níveis de glicose no sangue.
Consequências
“Se não tratada adequadamente, a diabetes pode prejudicar diferentes partes do corpo ou até levar a óbito. O paciente com a doença necessita acompanhamento médico periódico e deve seguir à risca todas as recomendações.”, esclarece dra. Dutra.
Entre as partes afetadas estão os pés, que podem ficar mais ressecados, ocasionando rachaduras e feridas, que muitas vezes não são percebidas pelo paciente, pois há diminuição na sensibilidade. A ferida pode infeccionar e se não tratada pode até levar a amputações. Por isso, recomenda-se ao paciente diabético a utilização de cremes hidratantes adequados, uso de calçados confortáveis e inspeção rigorosa dos pés.
A visão também pode ser afetada e o paciente que segue o tratamento pode até ficar cego. Outro órgão que pode ser comprometido são os rins e o paciente pode desenvolver insuficiência renal se nada for feito.
Os níveis elevados de açúcar no sangue podem prejudicar ainda a circulação sanguínea nos pés e mãos, ocasionando dores nas articulações. Há também risco aumentado infarto agudo do miocárdio e acidente vascular cerebral consequentes a elevação da pressão arterial e doença aterosclerótica.
Segundo Brian Wansink, diretor do Laboratório de Alimentos da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, em entrevista à BBC News, perder peso 'sem pensar' e sem dietas restritivas é possível.
O especialista sugere que são apenas necessárias algumas mudanças nos hábitos diários de estilo de vida para se comer menos.
Estas recomendações são baseadas nos estudos de Wansink e de uma equipe de pesquisadores, publicadas no livro ‘Slim by Design’ (ou ‘Magro por Encomenda’).
O especialista afirma que o atual estilo de vida, acelerado e extremamente ocupado, reduz a força de vontade para conseguir perder peso por um esforço consciente e contínuo, e que a melhor solução é incorporar uma série de mudanças que nos façam comer menos sem esforço.
Eis o que deve fazer de acordo com Wansink e a BBC:
1- Sirva o seu prato diretamente no fogão e não à mesa
Este pequeno truque te ajuda a consumir cerca de 19% menos comida por dia, já que assim terá menos tendência a repetir a dose.
2- Guarde os sucrilhos no armário e coloque os alimentos mais saudáveis à frente
Quem mantém os cereais à vista pesa, em média, cerca de 9,5 quilos a mais comparativamente a quem não o faz.
3- Coloque as frutas e verduras na parte mais visível da geladeira
Esta atitude triplica a ingestão desses alimentos. A ideia é deixar os alimentos mais calóricos nas prateleiras mais baixas e menos visíveis.
4- Se beber vinho, opte pelo tinto e por um copo pequeno
Em média, serve-se 12% a menos de vinho numa taça de vinho branco, que é menor, do que em uma de vinho tinto.
Além disso, tendemos a beber menos vinho tinto do que branco, já que a cor mais visível nos torna consequente mais conscientes das quantidades ingeridas.
5- Nos restaurantes, sente-se perto da porta
Quem se senta mais longe da porta come menos salada e têm uma probabilidade 73% maior de pedir sobremesa. O especialista afirma que, estando mais próximas da cozinha, as pessoas veem os pratos passando com mais frequência e sentem-se tentadas a pedi-los.
6- Caminhe por todo o corredor do supermercado
Quando vamos ao supermercado, temos uma probabilidade 11% maior de comprar a primeira verdura que vemos em comparação com a terceira. Por isso, Wansink recomenda que percorramos todo o corredor para diversificarmos o nosso regime alimentar.
7- Divida o carrinho de compras em duas partes, com as frutas e os vegetais à frente e o resto atrás
Isso faz com que pense mais no que está colocando no carrinho e fará comprar 23% mais vegetais.
8- No trabalho, guarde os doces num recipiente opaco e fechado
Para que estas guloseimas fiquem menos acessíveis, Wansink alerta que quem deixa os doces em cima da mesa no escritório tende a pesar cerca de 6,8 quilos a mais, em relação a quem os mantém longe da vista, do coração e da mente!
Definitivamente, ‘você é o que você come’, mas um novo estudo vai um pouco além disso e diz que você sente na pele muita coisa por conta da sua alimentação.
A pesquisa científica Skin and Diet: An Update on the Role of Dietary Change as a Treatment Strategy for Skin Disease, publicada em janeiro no Skin Therapy Letter, afirma que a mudança na dieta pode servir como um componente importante na terapia para certas condições da pele, incluindo acne, rosácea, envelhecimento, psoríase e dermatite.
“Certos nutrientes, alimentos ou padrões alimentares podem agir como ‘gatilhos’ de doenças, enquanto outros podem ser benéficos. Por exemplo, um padrão alimentar que enfatize o consumo de alimentos integrais em vez de alimentos altamente processados pode ajudar no tratamento de certas condições da pele, principalmente àquelas ligadas à inflamação”, afirma a dermatologista Dra Valéria Marcondes, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da American Academy of Dermatology (AAD).
De acordo com a médica, esse artigo foi uma importante revisão para esclarecer as relações entre dieta e pele, uma vez que uma simples pesquisa na internet já revela que há muita desinformação. “Um exemplo é o chocolate. Muitas vezes ligado ao aparecimento de acne, esse produto só é maléfico se tiver alta quantidade de carboidratos e gorduras e menor concentração de cacau. De forma que não é o cacau o responsável por piorar inflamações de pele e, sim, a gordura e o carboidrato”, exemplifica. Na sequência, a médica destaca os principais pontos do estudo. Confira na galeria acima.
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