Valor evidencia os benefícios do cooperativismo de crédito e promove novos negócios nas comunidades
Por meio do pagamento de juros ao capital social, a Sicredi Grandes Lagos PR/SP, cooperativa de crédito que atua no interior do Paraná e no litoral de São Paulo, distribuiu neste mês mais de R$ 1,6 milhão – valor correspondente a 4,03% da taxa Selic – entre seus associados.
De acordo com o presidente da Sicredi Grandes Lagos PR/SP, Orlando Muffato, o montante distribuído reflete os números positivos de 2021. “Esse valor evidencia a sustentabilidade do nosso propósito como instituição financeira cooperativa que preza, acima de tudo, pelo associado e pelo desenvolvimento da comunidade local – além de demonstrar, também, que todos os resultados obtidos são fruto de uma relação de confiança com cada associado”, afirma.
Com mais de cinco milhões de associados em todo País, o Sicredi vem ganhando cada vez mais reconhecimento por sua sustentabilidade financeira e diferenciais competitivos. Com foco nas pessoas, o modelo de negócio tem como foco bem-estar econômico da população, desenvolvendo ao longo de seus mais de 118 anos inúmeros projetos ligados diretamente aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), como o Programa A União Faz a Vida (PUFV), que visa a educação de jovens por meio da essência do cooperativismo.
Cooperativismo como alternativa ao tradicionalismo dos bancos
Diferentemente de um banco, no cooperativismo de crédito o associado possui voz ativa na instituição, tendo participação em assembleias, nas quais são definidos os rumos do negócio, e também nas sobras (lucros), como é o caso do pagamento de juros ao capital social.
Além disso, um estudo da série Benefícios do Cooperativismo de Crédito, coordenado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), comprovou que as instituições financeiras cooperativas atuam diretamente na inclusão financeira, uma vez que têm a possibilidade de atuação em regiões onde não há a possibilidade de bancarização - ou seja, não existem bancos tradicionais. “A sustentabilidade se dá por meio desse modelo de negócio inovador, que gera lucros não para si, mas para os cooperados - beneficiando toda a comunidade”, explica Muffato.

Por - Assessoria
O governador Carlos Massa Ratinho Júnior sancionou nesta segunda-feira (20) a lei 20.936/2021 que moderniza as fiscalizações e serviços administrativos da Polícia Civil do Paraná (PCPR), além de unificar as taxas legais sob o nome de Taxa de Fiscalização e Serviço (TFS).
A PCPR realiza um trabalho de polícia administrativa, fiscalizando estabelecimentos que possam trazer riscos à sociedade. As fiscalizações acontecem em diversos locais como lojas de fogos de artifício, indústrias de produtos químicos, hotéis, parques, eventos, academias e jogos. Envolvem, ainda, atividade de segurança patrimonial e extração florestal.
O órgão é responsável por emitir alvarás, certificados e relatórios de vistoria. Com a lei, a PCPR otimiza o controle e prestação de serviços aos contribuintes da TFS. A nova legislação ainda cria mecanismos de punição como multa, suspensão e cassação de alvará aos contribuintes (pessoas físicas ou jurídicas) que não cumpram com os requisitos necessários.
A modernização é resultado da atualização da legislação tributária de 1970 e está dentro do âmbito das mudanças da administração pública. O avanço permite atualizações de nomenclatura e atividades, trazendo mais clareza aos policiais civis que atuam nas fiscalizações e rapidez ao trabalho prestado à sociedade.
A receita das TFS previstas nesta lei serão destinadas exclusivamente para subsidiar os custos da Polícia Civil decorrentes do exercício do poder de polícia e serviços previstos na legislação, devendo compor fonte específica e exclusiva no âmbito do Fundo Especial de Segurança Pública do Estado do Paraná.
Para o delegado-geral da PCPR, Silvio Jacob Rockembach, a mudança traz melhorias para o trabalho dos policiais e mais agilidade no resultado apresentado à população. “Essa modernização é uma reestruturação para que as necessidades atuais sejam supridas, trazendo exatidão e rapidez aos trabalhos de fiscalização”, finaliza Rockembach.
Por - AEN
O Vale do Alecrim, propriedade rural no município de Pinhão, na região Centro-Sul do Paraná, recebeu o certificado de livre da brucelose e tuberculose, duas doenças que atingem bovinos e que provocam grandes perdas, sobretudo, em produtividade leiteira.
O primeiro certificado da Unidade Regional de Sanidade Animal de Guarapuava (URS) foi entregue na sexta-feira (17) à produtora Angelita Aparecida Freski Surkamp.
Em 13 hectares, a família Surkamp mantém 52 cabeças de vacas, das quais 33 lactantes, com o objetivo de produção de leite e manutenção da agroindústria de queijos. Segundo Angelita, as orientações técnicas dos servidores do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) e da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) foram fundamentais tanto para a melhoria na produção quanto para a conquista da certificação.
O documento foi entregue pela supervisora regional da URS, médica veterinária Marcia Zago. Na propriedade, além de Angelita, trabalham seu marido e uma das filhas do casal. As outras duas estudam Engenharia Florestal e Agronomia na Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro). A produção é de 550/600 litros por dia. Aproximadamente 180 litros vão para a queijaria da família e o restante é entregue ao laticínio.
Os produtos têm o registro no Serviço de Inspeção Municipal (SIM) e são vendidos na cidade, mas Angelita quer ir mais longe. Assim que o processo de adesão do município de Pinhão ao Sistema Unificado Estadual de Sanidade Agroindustrial Familiar, Artesanal e de Pequeno Porte (Susaf) for encerrado, ela pretende ser uma das primeiras a se engajar e poder vender em todo o Paraná.
“Os produtos são muito procurados até por outros Estados, têm boa aceitação”, disse a proprietária.
Uma das exigências para ter o selo é estar livre da brucelose e da tuberculose animal. “Estamos há muitos anos na atividade leiteira sempre com muita dedicação, muita responsabilidade, seguindo e colocando em prática todas as orientações e exigências que a lei sanitária do Estado e do município impõem tanto na vacinação, quanto nos exames dos animais e nos cuidados com a propriedade”, afirmou.
Segundo ela, a certificação e o futuro selo do Susaf agregam valor aos produtos e devem fomentar ainda mais o negócio e aumentar a renda, inclusive na venda de animais com matrizes e novilhas. “É uma recompensa por 20 anos que nos dedicamos a esse serviço. Espero que o certificado seja um incentivo para que mais produtores façam a adesão para estar livres dessas doenças”, convocou.
ADICIONAL – A brucelose e a tuberculose são doenças de grande importância em saúde pública, pois são zoonoses e trazem riscos a pessoas e animais. Dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento apontam perdas econômicas em torno de 25% na produção de leite nos animais acometidos com Brucella abortus, além da necessidade de maior reposição de animais pelo produtor. Quanto à tuberculose, os prejuízos giram em torno de 15% em leite, além da expressiva perda na comercialização de animais.
O Paraná tem atualmente 93 propriedades certificadas como livres das duas enfermidades e 17 em processo de certificação. As que conquistam o título, além de comprovarem seriedade e comprometimento com a sanidade do rebanho, podem obter vantagens diretas. Uma delas é na comercialização do leite, pois há laticínios que pagam adicional no preço do produto. Há, ainda, maior facilidade para o trânsito dos animais e vantagem na hora de comercialização, visto que o comprador não precisa realizar imediatamente a testagem contra brucelose e tuberculose.
ADESÃO – O produtor que quiser aderir ao processo de certificação de propriedade livre das doenças deve contatar uma Unidade Local da Adapar e manifestar a intenção. Deve ainda estar com todos os animais identificados, ter médico veterinário responsável, estar em dia com a vacinação contra brucelose e se comprometer a cumprir uma série de regras estabelecidas no Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose (PNCEBT) e no Plano Estadual (PECEBT).
Após isso, são realizados exames diagnósticos em todos os animais da propriedade. Os testes são repetidos até se obter dois resultados negativos consecutivos, com intervalo de seis a doze meses. A manutenção da certificação depende do cumprimento de todas as regras e normas sanitárias estabelecidas e é renovada a cada ano, mediante a realização de testes nos animais.
Os programas foram implantados no início dos anos 2000 e possuem medidas obrigatórias e voluntárias. Entre as obrigatórias constam a vacinação contra brucelose e controle de trânsito. Já a certificação de propriedades livres é de adesão voluntária e tem como objetivo o controle das enfermidades, dentro dos princípios técnicos sugeridos pelo Código Zoosanitário Internacional.
Segundo a coordenadora do programa paranaense, médica veterinária Elenice Amorim, este ano foram realizados 545 mil exames para diagnóstico de brucelose em animais e 645 mil para tuberculose. Há 975 médicos veterinários habilitados a trabalhar em parceria com o Estado.
“Consideramos importante que as propriedades busquem essa certificação para valorização do rebanho bovino e bubalino e redução nas perdas econômicas causadas por estas duas doenças”, afirmou Amorim. “As ações para a erradicação são fundamentais, pois asseguram a saúde de quem produz e de quem consome produtos e derivados da carne e do leite bovino.”
Por - AEN
O Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento lançou nesta segunda-feira (20) a 1ª edição do Diagnóstico Agropecuário Paranaense.
A publicação, de periodicidade anual, reúne informações atualizadas sobre 34 produtos agropecuários e as exportações. O documento pode ser acessado no site da Seab.
O objetivo é dinamizar a apresentação dos dados sobre a agropecuária e espacializá-los por meio de mapas. Assim, será uma ferramenta importante para os técnicos do setor e para subsidiar pesquisas na área. Na publicação foram utilizados os dados do Valor Bruto da Produção (VBP) de 2020, levantamento realizado pelo Deral calculado com base na produção agrícola e nos preços recebidos pelos produtores dos 399 municípios do Paraná.
Outras fontes do material incluem as pesquisas da Produção Pecuária Municipal (PPM), da Produção Agrícola Municipal (PAM) e da Pesquisa da Extração Vegetal e da Silvicultura (PEVS) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); do Sistema de Estatísticas de Comércio Exterior do Agronegócio Brasileiro do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; e do Acompanhamento da Safra Brasileira da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
A elaboração do documento foi coordenada pela economista do Deral, Larissa Nahirny, pelo técnico Pedro Guglielmi, com apoio direto da residente técnica e economista ecológica Débora Stefane Souza, e colaboração de demais residentes técnicos do Departamento de Economia Rural.
POTENCIAL – Entre as potencialidades do agronegócio paranaense estão a produção diversificada e especializada, a integração dos setores, a disponibilidade tecnológica promovida pela pesquisa e assistência técnica e extensão rural, o associativismo e o cooperativismo, assim como a promoção de políticas públicas de estímulo à produção e uso adequado dos recursos naturais.
Em 2020, o VBP cresceu 21% e alcançou R$ 128,3 bilhões. O Paraná foi o segundo maior produtor de grãos e o terceiro maior exportador do agronegócio do Brasil.
“Tais dados evidenciam a importância do setor agropecuário para nossa economia e de uma ampla e organizada base de dados para estudos adicionais”, diz o chefe do Deral, Salatiel Turra. “Este material vem para subsidiar toda e qualquer necessidade de informação do agronegócio paranaense que o público, de modo geral, necessita”.
Por - AEN
O Governo do Estado entregou nesta segunda-feira (20) 70 portarias de outorga de uso dos recursos hídricos a 60 produtores da região Oeste. A solenidade aconteceu na sede da Associação dos Funcionários da C.Vale (Afusca), em Palotina.
Os documentos são frutos de um trabalho de mais de dois anos do Instituto Água e Terra (IAT), órgão vinculado à Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo (Sedest).
A outorga é o ato administrativo que expressa os termos e as condições mediante as quais o Poder Público permite o uso de recursos hídricos por um prazo determinado. As finalidades são assegurar o controle quantitativo e qualitativo dos usos da água e disciplinar o exercício dos direitos de acesso à água.
Os produtores beneficiados necessitam da utilização das águas da Sub-Bacia do Rio Azul, pertencente à Bacia Hidrográfica Piquiri.
Segundo o secretário Márcio Nunes, os documentos oferecem segurança técnica e jurídica para que os produtores possam fazer investimento com a certeza de prosperar e gerar emprego e renda. A maioria se refere à piscicultura.
“Hoje a piscicultura já está grande e pode quadruplicar com o uso adequado dos recursos hídricos. Estamos fazendo um grande esforço junto às cooperativas e produtores rurais para que possamos utilizar da melhor forma possível a água”, disse o secretário.
A sub-bacia Hidrográfica do Rio Azul foi declarada em 22 de julho de 2020 como área crítica quanto ao uso de recursos hídricos, conforme Portaria IAT – 213/2020.
Ela contempla parte dos municípios de Assis Chateaubriand, Maripá e Palotina, no Oeste, e possui mais de 160 usuários, entre irrigação, aquicultura, captação industrial, e lançamento de efluentes sanitário e industrial.
DEMANDA – O processo de outorga foi reavaliado pelo IAT devido à demanda existente. De janeiro a novembro deste ano, 13,4 mil outorgas foram emitidas pelo IAT, contra 10,2 mil no mesmo período do ano passado.
A quantidade de água utilizada da sub-bacia precisou ser reavaliada e negociada entre os produtores, porque a quantidade de usuários é maior que a disponibilidade da vazão.
“É um momento importante para aqueles que representam a economia do nosso Estado”, destacou o diretor-presidente do IAT, Everton Souza.
O prefeito de Palotina, Luiz Ernesto de Giacometti, enalteceu a desburocratização da outorga pelo IAT, o que permitiu a entrega das portarias nesta segunda.
“Era uma demanda grande e temos certeza que a equipe do Estado tem feito um grande esforço para liberar os documentos, principalmente com a crise hídrica que vivenciamos”, disse.
RECONHECIMENTO – Para o presidente da C.Vale, Alfredo Lang, existia uma carência muito grande de outorga, o que oferecia insegurança aos produtores. “A nossa região tem uma vocação muito grande na diversificação das atividades, especialmente de soja, milho e carne, seja de peixe, frango ou suína”, afirmou.
Produtor de tilápia há 25 anos, Vilmo Redivo afirmou que não esperava receber a outorga. A preocupação era perder todo o investimento que fez na sua propriedade.
“Eu achei que seria apenas mais uma reunião, mas fiquei surpreso de sair daqui com meu documento. Eu estava aguardando a renovação que já tinha e isso nos deixa mais animados em trabalhar”, disse.
“Vai mudar muita coisa. Era o que precisávamos para produzir alimentos e gerar emprego. A estiagem atrapalha a produção agrícola e esse documento vão permitir que eu possa dar andamento na produção de tilápia no meu tanque que já está pronto”, destacou Valdir Antônio Faccin, outro produtor de tilápia da região.
Por - AEN
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) confirmou 20 casos da Influenza H3N2 e um óbito no Paraná nesta segunda-feira (20). A doença é um tipo do vírus da gripe Influenza A (H3), circulante no Estado há pelo menos cinco anos. Os dados foram apresentados numa coletiva de imprensa.
Os casos foram registrados nos municípios de Campo Largo (2), Campo Mourão, Castro (2), Cornélio Procópio, Curitiba, Guarapuava, Maringá, Paranaguá (3), Pato Branco (3), Pinhais (2), Tapira, Toledo e Resende – Rio de Janeiro (diagnosticado no município de Rio Negro, no Paraná).
O óbito refere-se a uma mulher de 77 anos, com comorbidades, residente em Maringá. A paciente foi internada no dia 8 de dezembro, evoluindo a óbito no dia 11 do mesmo mês. Ela havia tomado a vacina contra a Influenza em outubro deste ano.
“É importante deixar claro que o Estado não está em surto de gripe. Não há motivo para pânico”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
“Estes casos confirmados têm relação direta com a baixa adesão da população a vacinação, que embora não tenha sido desenvolvida para prevenir essa variante H3N2, aumenta a imunidade e dificulta a infecção pelas Síndromes Respiratórias Agudas Graves - SRAG”, explicou.
SÉRIE HISTÓRICA – O Paraná registra casos da Influenza A (H3) desde 2016, quando o sistema estadual iniciou este monitoramento com os boletins epidemiológicos. Em 2017 e 2018 a H3 foi predominante dentre as SRAG por Influenza, sendo 71,4% e 54,7% do total, respectivamente.
2016 – 4 casos e 1 óbito
2017 – 205 casos e 35 óbitos
2018 – 364 casos e 58 óbitos
2019 – 54 casos e 13 óbitos
2020 – 2 casos e 1 óbito
2021 – 20 casos e 1 óbito
VACINA – O Estado recebeu 5.165.200 vacinas contra a Influenza enviadas pelo Ministério da Saúde para a campanha deste ano iniciada em 12 de abril. Devido a baixa adesão, a imunização foi estendida e muitos municípios ainda possuem doses disponíveis (cerca de 700 mil).
A vacina também é disponibilizada na iniciativa privada e pode ser aplicada em todas as pessoas acima de seis meses de idade. A Sesa orienta que a população procure uma unidade de saúde mais próxima de sua residência e se informe sobre a disponibilidade da vacina.
Assim como ocorre com as demais doenças, com o surgimento de novas variantes ocasionadas pela mutação do vírus circulante, a próxima vacina desenvolvida deverá conter a proteção para a nova cepa, neste caso, a H3N2.
Segundo a Imunização da Sesa, a cobertura vacinal este ano está em 70,40%. A meta estipulada é de no mínimo, 90%. No ano passado o Paraná registrou a maior cobertura dos últimos cinco anos, com 98,41%.
“Precisamos que a população se conscientize da necessidade de se vacinar. O Paraná sempre atingiu as metas de vacinação preconizadas pelo Ministério da Saúde e neste ano, pelo menos 20% do público esperado ainda não se vacinou”, ressaltou Beto Preto.
PRESENÇAS – Participaram da coletiva de imprensa a secretária municipal de Saúde de Curitiba e diretora administrativa do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Paraná (Cosems), Márcia Huçulak; o diretor-geral da Sesa, Nestor Werner Junior; diretora de Atenção e Vigilância em Saúde, Maria Goretti David Lopes e a coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Sesa, Acácia Nasr.
Por - AEN


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