A Secretaria de Estado da Administração e da Previdência, por meio do Departamento de Gestão do Transporte Oficial (Deto), promoveu em fevereiro mais um leilão online de veículos e sucata de veículos inservíveis. Foram 294 lotes avaliados inicialmente em R$ 1.670.728,30. No total, foram vendidos 288 lotes e o valor arrecadado foi de R$ 2.802.181,64.
O objetivo é a venda de veículos oficiais que não atendam mais aos interesses da Administração Pública, liberando espaço onde são mantidos e gerando verba para os cofres do Estado. “Este marca o 4º leilão de veículos da Seap, realizado pela gestão atual. Dos 294 lotes, apenas seis não foram arrematados, alcançando uma performance ainda maior do que a esperada”, diz o secretário estadual da Administração e da Previdência, Marcel Micheletto.
“Acredito que o sucesso dos leilões de veículos se dá em virtude da gestão atual da Seap, que conduz com muita sabedoria todos os processos necessários para que a Secretaria tenha uma maior agilidade nas questões administrativas, priorizando sempre as ações que trarão maiores benefícios para o Estado”, afirma o diretor do Deto, João Augusto Cobra.
A Seap está trabalhando para que, seguindo todos os trâmites necessários, um novo leilão aconteça no próximo trimestre desse ano.
Por - AEN
Não bastassem os problemas enfrentados nos últimos anos pelos pecuaristas em relação à estiagem, temperaturas altas, geadas e custos elevados de produção, as pastagens, sobretudo do Noroeste do Paraná, que tem 50% da área ocupada por essa atividade, estão sofrendo ataque mais intenso de lagartas desfolhadoras desde dezembro de 2021. Elas promovem redução na quantidade e na qualidade da forragem, com reflexo direto na produção de carne e leite, que resulta em prejuízo aos produtores.
Como orientação sobre as atitudes a tomar, a Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná – Iapar-Emater (IDR-Paraná) e a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) publicaram uma Nota Técnica nesta quinta-feira (03).
“Neste momento, é importante os produtores seguirem as orientações de nossos técnicos para conter o surto, mas é preciso também olhar para o futuro com preparo adequado do solo, que possibilite plantas resistentes e mais viçosas, além do manejo adequado e constante de pragas”, afirma o secretário Norberto Ortigara.
Dentre as espécies mais comuns observadas na região estão a lagarta-do-cartucho do milho (Spodoptera frugiperda) e a curuquerê-dos-capinzais (Mocis latipes). De acordo com a Nota Técnica, o sucesso está no monitoramento, que possibilita a detecção nos estágios iniciais, quando a capacidade que as lagartas têm de consumir o pasto ainda é pequena. É também o período em que o uso de inseticidas biológicos é mais recomendado.
“Quando o ataque for severo e a maioria das lagartas estiver com tamanho de 3 - 3,5 cm de comprimento, não se recomenda a aplicação de inseticidas, pois elas já ingeriram grande quantidade de forragem e irão passar para a fase de crisálida”, diz a Nota.
INSETICIDA BIOLÓGICO – Os técnicos que assinam o documento dizem que uma das dificuldades é a escassez de inseticidas registrados para o controle de lagartas nas pastagens. A Nota Técnica traz a listagem dos ingredientes ativos liberados pela Adapar e acentua a obrigatoriedade de seguir todas as recomendações das bulas, que podem ser encontradas neste endereço eletrônico.
“Importante ressaltar que não existem agrotóxicos convencionais autorizados para controle destas espécies de lagartas na cultura da pastagem”, acentua.
O pecuarista deve sempre consultar um profissional capacitado para indicação e orientação sobre o uso correto do produto. Mas, de maneira geral, a recomendação é para se aplicar ao entardecer, evitando horário de sol forte e dias chuvosos. Isto é importante, pois as lagartas se alimentam principalmente no final da tarde e à noite, ficando abrigadas na base das plantas em períodos mais quentes. Por serem inseticidas microbiológicos não há necessidade de retirar os animais das áreas tratadas.
Na Nota, os técnicos recomendam que, caso seja detectada uma grande infestação de lagartas em determinada área, o rebanho seja concentrado nesse pasto, com o objetivo de consumir rapidamente a forragem e evitar maiores perdas. “Contudo, deve-se respeitar a altura de manejo recomendada para cada espécie forrageira, observando a altura de resíduo adequada, que permita o rebrote rápido e evitando a degradação do pasto”, alertam.
Nas regiões mais quentes do Paraná, como Norte e Noroeste, o clima contribui para o encurtamento do ciclo de vida das lagartas (20 – 25 dias), permitindo que ocorram entre 8 e 9 gerações ao longo do ano, o dobro do observado em regiões mais frias. As lagartas geralmente atacam primeiro as gramas, como o capim coast-cross, capim tifton-85 e grama-estrela. No entanto, no atual ciclo, o ataque tem sido generalizado, afetando também outras gramíneas como capins do gênero panicum (mombaça, zuri, tanzânia), braquiárias (marandu, xaraés, piatã) e capim-elefante (capiaçú, pioneiro).
Por - AEN
Policiais militares, civis, penais e bombeiros dos cursos de especialização e atualização profissional oferecidos numa parceria da Secretaria da Segurança Pública (Sesp) com a Uniasselvi participaram, nesta quinta-feira (03), de um seminário online sobre saúde mental e mobilização comunitária para estimular ainda mais a proximidade com a população.
A palestra é mais uma etapa na formação dos 6,2 mil alunos dos cursos desenvolvidos em parceria com faculdade desde outubro do ano passado.
Os alunos são integrantes da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Polícia Científica e Departamento de Polícia Penal que já participam dos cursos de pós-graduação Lato Sensu – Especialização em Gestão e Cenários para a Segurança Pública; Curso de Atualização Profissional em Polícia Comunitária; Curso de Atualização Profissional em Mediação de Conflitos e do Curso de Atualização Profissional em Análise Criminal. Todos são oferecidos gratuitamente na modalidade de ensino a distância aos profissionais das regiões de Curitiba e Região Metropolitana, da região de Fronteira, do Norte e Noroeste (Londrina e Maringá).
Os eixos temáticos tratados nos cursos são polícia comunitária, mediação de conflitos e análise criminal. Para o coordenador do Escritório de Projetos Paraná Seguro da Sesp, tenente-coronel Dalton Gean Perovano, a iniciativa da Secretaria vai permitir um progresso educacional para todas as polícias do Estado. “Esse processo de formação se constituirá no maior esforço de formação, conjugado e realizado entre as forças que compõem o sistema de segurança pública estadual do Paraná, além de configurar um importante marco na integração das ações entre as polícias”, disse.
Ele complementa ainda que a saúde mental e a mobilização social estão atreladas e não podem ficar fora dos estudos. “Esses temas são conjugados quando falamos da construção de perspectiva de polícia comunitária que precisa estar, obviamente, vinculada à condição psicológica desse sujeito, da formação de identidade profissional do integrante da segurança pública, que tem uma relação direta de como pensar o profissional, da sua construção propriamente dita, e aí o tema saúde mental foi absolutamente apropriado dentro desse contexto”, afirma.
SEMINÁRIO – O objetivo do evento foi abordar a saúde mental dos profissionais da segurança pública e a mobilização comunitária sobre temas que incentivam a interação entre as instituições vinculadas à Secretaria com a comunidade.
“É muito gratificante participar de um seminário em que a gente pode alcançar todos os profissionais e alunos que estão matriculados. A Uniasselvi tem como característica predominante trabalhar com educação, e trabalhar a educação na modalidade EAD”, disse gerente de Projetos Institucionais da Uniasselvi, professor Norberto Seigel.
O perito criminal e gestor do Centro de Atendimento Psicossocial do Programa Prumos em Curitiba, Eduardo Rodrigues Cabrera, falou aos alunos sobre Direitos Humanos e o Programa de Atenção Psicossocial Prumos. Ele afirma que é essencial que o policial cuide de sua saúde mental para que tenha qualidade de vida nas áreas profissional e pessoal.
“Esse tema é importante porque é pouco trabalhado durante a formação e a vida laboral dos profissionais da segurança pública. O policial tem maior oportunidade de se preparar mais psicologicamente, de fazer uma manutenção mais adequada da sua saúde mental e ter uma melhor percepção da qualidade de vida no trabalho”, disse.
O subchefe da Coordenação Estadual dos Conselhos Comunitários de Segurança do Paraná, capitão Eliéser Antônio Durante Filho, falou sobre o policiamento comunitário e deu exemplos de Consegs que são cases de sucesso no Estado. “Explicamos um pouco sobre a importância dos processos de mobilização comunitária dentro desse contexto de polícia comunitária e, a partir desse diálogo, apresentamos casos concretos que são exitosos, fruto desse trabalho de polícia comunitária e mobilização social, que acabam reverberando na própria melhora da segurança pública no âmbito local”, disse.
Ao final do seminário, o diretor-geral da Sesp, coronel João Alfredo Zampieri, entregou certificados de palestrante para o perito Eduardo, para o capitão Durante e para a professora da Uniasselvi, Ivone Fernandes Morcilo Lixa.
PROGRAMA PARANÁ SEGURO – Os cursos foram contratados por meio de um pregão eletrônico, em que a Uniasselvi foi selecionada, em 2021, para prestar o serviço aos profissionais das instituições vinculadas à Sesp. As matrizes curriculares foram desenvolvidas a partir de contextos práticos e teóricos, considerando as peculiaridades da natureza das atividades desempenhadas pelos profissionais.
Segundo o coordenador do Escritório de Projetos Paraná Seguro da Sesp, tenente-coronel Dalton Gean Perovano, o programa de formação vai qualificar os profissionais da segurança pública que pertencem à Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Científica e Departamento Penitenciário, para contribuir no aperfeiçoamento de suas práticas operacionais no atendimento às comunidades, a partir de estudos e na execução de técnicas de abordagem policial, técnicas investigativas e estudos aprofundados da legislação.
“O Programa Paraná Seguro visa reduzir a criminalidade urbana e rural de jovens na faixa etária de 15 a 24 anos, fortalecer as forças de segurança pública na sociedade, combater o crime organizado, desenvolver soluções informatizadas para o sistema de inteligência policial e tecnologia em segurança, entre outras estratégias que visam dinamizar e tornar efetivas as ações da segurança pública”, detalha.
Por - AEN
A produtividade do rebanho leiteiro depende diretamente da qualidade da alimentação que recebe. O produtor precisa fornecer aos animais os nutrientes que eles precisam para explorar seu potencial produtivo.
É o que os técnicos chamam de dieta balanceada. Maurílio Machado, produtor de São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba, resolveu apostar nessa prática. Em pouco mais de oito meses ele já conseguiu aumentar a produtividade e diminuir os gastos com a alimentação do rebanho.
Desde 2017, Machado vem recebendo assistência do IDR-Paraná na condução de sua propriedade. Para ele, esse trabalho tem sido fundamental. “Quando começamos a lidar com o gado de leite a gente achava que entendia alguma coisa. Depois que tivemos assistência do IDR-Paraná mudou praticamente tudo. Fizemos cursos para lidar com o rebanho, aprendemos a cuidar dos bezerros e agora temos o acompanhamento da nutrição das vacas”, disse.
Machado é o primeiro produtor a adotar a dieta balanceada dos animais no município. De acordo com a zootecnista Delma Ferreira da Silva, do IDR-Paraná, muita gente tem receio de que a prática aumente os gastos na propriedade. Ela explica que é justamente o contrário.
“Com a dieta balanceada o produtor fornece ao animal o que ele precisa, baseando-se no seu estágio de lactação e peso. Trabalhamos com vários tipos de alimentos que a vaca aproveita melhor”, detalha. Segundo Delma, além da ração, os animais recebem alimentos que podem ser produzidos na propriedade, o que impacta no custo da alimentação.
ECONOMIA – Mesmo com pouco tempo de aplicação, a dieta já mostra resultados. Machado tem 16 animais, dos quais sete vacas estão em lactação. “Tenho uma vaca, por exemplo, que produzia 26 litros de leite por dia e comia oito quilos de ração. Agora, o concentrado diminuiu para seis quilos e ela produz 27,5 litros por dia. Fazendo as contas, economizo R$ 4 ao dia por animal, levando em conta o preço atual do quilo de concentrado. E ainda recebo mais porque tem um aumento de um litro e meio de leite”, afirma Machado.
Para ele, o acompanhamento da nutrição dos animais é um trabalho que não só vale a pena, como deve ser feito. “Sem isso a pecuária leiteira começa a não dar o lucro desejado”, pondera Machado.
De acordo com ele, adotar a dieta balanceada dos animais não mudou em nada a rotina do trabalho na propriedade. “Só tenho que dar mais atenção e ter o acompanhamento da técnica, porque não tenho formação para entender o que deve ser feito”, observa.
A cada mês a extensionista do IDR-Paraná visita a propriedade, analisa o registro de dados sobre o rebanho (alimentação e produção) e faz as adaptações necessárias na dieta. Além disso, Delma também orientou a melhoria da oferta de alimentos produzidos na propriedade. Atualmente o produtor mantém um hectare de pasto, tem área de milho para fazer silagem e prepara um outro hectare com pastagem de verão.
Ele cultivou a grama tifton 85 e já planeja, no inverno, ocupar a área de milho com aveia e azevém. Outras melhorias estão sendo previstas, como a construção de piso na área de ordenha e no bezerreiro. “Esses investimentos vão garantir que a atividade leiteira continue dando lucros e mantendo a família na atividade”, afirma.
Por - AEN
Com lances mínimos entre R$ 50 e 1,8 mil para sucatas e R$ 200 e 30 mil para veículos conservados; a Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Paraná, realiza o primeiro leilão "on-line" de veículos de 2022, classificados como conservados (recuperáveis), sucata aproveitável com motor aproveitável e sucata aproveitável com motor inservível, retidos, abandonados, removidos ou recolhidos a qualquer título, que se encontrem há mais de 60 dias nos pátios das Unidades Operacionais vinculadas à PRF em todo estado.
A sessão pública será realizada em 5 de março (sábado) de 2022, com lotes de sucata aproveitável e sucata aproveitável com motor inservível e de veículos conservados; exclusivamente no sistema eletrônico "on-line" (internet) no site https://www.kronbergleiloes.com.br.
Dentre os 186 veículos ofertados, 113 são conservados (aqueles que não têm relação alguma com sua conservação visual e aparência estética de sua lataria e demais equipamentos, podendo retornar a circular em via pública, após o pagamento das respectivas taxas e recolocados em circulação após revisão técnica exigida pelo órgão de trânsito) e 73 são considerados como sucata (aqueles que estão impedidos de circulação em vias públicas e se destinam exclusivamente ao desmonte e ao reaproveitamento de suas peças), sendo que as sucatas só podem ser adquiridas por pessoas jurídicas previamente cadastradas.
Os lotes mais caros do leilão são um semirreboque Folle ano 2007 com lance mínimo de R$ 30 mil, um caminhão Ford ano 2008 com lance mínimo de R$ 25 mil e uma Toyota Hilux SRV ano 2011com valor mínimo do lance de R$ 20 mil. Todos esses veículos são conservados, isto é, após sua regularização, podem voltar a circular.
Conforme o artigo 328 do Código de Trânsito, o veículo recolhido que não vier a ser reclamado por seu proprietário dentro de um prazo de dois meses pode ser avaliado e levado a leilão.
Por - PRF
Fevereiro fechou com chuva abaixo da média histórica na maior parte das cidades paranaenses. A precipitação diária foi volumosa em alguns pontos do Estado, porém de forma isolada e rápida, típica de verão.
Considerando o cenário de estiagem dos últimos dois anos, os números, no entanto, até que dão um fôlego aos reservatórios. Os dados são do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar).
A Capital teve o fevereiro mais chuvoso em três anos, apesar de um déficit de mais de 30% da sua climatologia. Foram 101,2,6 mm de chuvas registrados em Curitiba neste mês de fevereiro, contra 72,2 mm em fevereiro de 2021 e 79,2 mm no mesmo mês em 2020. O Sistema de Abastecimento de Água Integrado de Curitiba aponta que o nível geral dos reservatórios está em 84,81%.
Com poucas frentes frias, as instabilidades ocorreram de forma isolada. O déficit de chuva foi mais expressivo em parte do Norte e no Litoral do Estado, além de cidades como União da Vitória, Apucarana e Cerro Azul.
Foz do Iguaçu, Guaíra, São Miguel do Iguaçu, Palotina, Toledo, Cascavel, Assis Chateaubriand, Salto Caxias, Cianorte, Umuarama, Francisco Beltrão, Pato Branco, Cianorte, Campo Mourão, Maringá, Palmas, Guarapuava, Entre Rios (Guarapuava), Cândido de Abreu, Londrina, Telêmaco Borba, Fernandes Pinheiro, Ponta Grossa, Cambará, Pinhais, Antonina, Guaraqueçaba, Paranaguá e Guaratuba, onde há estações do Simepar, também registraram menos chuvas do que o esperado.
“Houve destaque na falta de chuvas na região litorânea e parte do Norte e Noroeste, com déficit acima de 100 milímetros de chuva”, explicou Samuel Braun, meteorologista do Simepar. Guaratuba, por exemplo, registrou "falta" de 188 mm. Em Cianorte, choveu perto de 50 milímetros, enquanto a média esperada era de 150 mm.
Em apenas dois pontos a chuva ultrapassou a média histórica para fevereiro. Em Jaguariaíva choveu 307,4 mm, quase 170 mm acima da média climatológica. Santa Helena também registrou boas precipitações. A chuva forte, porém, foi concentrada em poucos dias, como ocorreu em Umuarama, no dia 22, e em Pinhão, no dia 25, causando transtornos à população.
MARÇO – Para março, a tendência é que a chuva seja mais expressiva. "Principalmente em função da primeira quinzena deste mês, com várias frentes frias avançando pelo Estado e proporcionando a ocorrência de chuva um pouco mais expressiva”, destacou Braun.
Em Paranavaí, o dia 1º de março já registrou a maior chuva diária: 66,8 mm, um número expressivo se levar em conta que a média histórica para o mês é de 115 mm. Em fevereiro, o acumulado foi de 67 mm.
“Se esquecermos a divisão dos meses, considerando que fevereiro tem 28 dias, podíamos dizer que em Paranavaí até choveu dentro da normalidade, com mais de 130 milímetros nos últimos 30 dias”, citou o meteorologista Fernando Mendonça Mendes, também do Simepar.
Em Cianorte, que teve déficit de chuvas acentuado em fevereiro, o primeiro dia de março também começou chuvoso, com precipitação acumulada de 56,6 mm – o esperado para março fica entre 110 e 120 mm. Em Curitiba, março deve ficar com chuvas próximas da média: 123 mm.
“O indicativo é que o regime de chuvas continue dentro da média. Não cobre o déficit dos anos anteriores, mas, pelo menos, não vai haver interrupção nas precipitações”, concluiu Mendes.
TEMPERATURAS – As temperaturas ficaram acima das médias históricas em boa parte do interior do Estado. Para este mês de março, a expectativa é de dias mais amenos, como o início do outono. Os dias foram mais quentes que a média para fevereiro no Estado, entre 1° C e 2° C, conforme o mapa divulgado pelo Simepar. Destaque para as temperaturas máximas médias, que ficaram até 3°C acima das médias em pontos das regiões Sudoeste, Oeste e Noroeste. A menor temperatura do mês ocorreu em General Carneiro, com 5,7°C, no dia 08. Em Capanema foi registrado maior valor, com 40,4°C, no dia 24.
Por - AEN








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