O Paraná segue aumentando a produção de frangos, cadeia produtiva que lidera com 34,2% de toda a produção do País.
De acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta quarta-feira (6), foram abatidas 532 milhões de unidades de frango de abril a junho deste ano, o que já gera acúmulo de 1,07 bilhão no primeiro semestre (foram 532 milhões de unidades no primeiro trimestre, de janeiro a março), o maior registro da história em volume.
O número de abates do primeiro semestre é 3,6% maior do que o recorde anterior, registrado no segundo semestre de 2022. Além disso, o resultado é 7,7% superior ao volume produzido no mesmo período do ano passado. O crescimento na produção de frangos do Paraná também segue em ritmo mais acelerado que a média nacional. Em todo o Brasil, a produção no semestre registrou alta de 2,2%.
Os dados mostram que desde o segundo semestre de 2021, quando o Paraná registrou mais de 1 bilhão de unidades abatidas pela primeira vez, o Estado vem batendo sucessivamente os recordes semestrais de produção de frangos.
Os números levaram o Paraná a ampliar a vantagem que tem perante os outros estados. Atualmente, o Estado responde por mais de um terço da produção. Rio Grande do Sul e Santa Catarina, que são os outros dois maiores produtores nacionais, têm, cada um, 13% de participação na produção nacional.
Na comparação trimestral com maio a junho do ano passado, as 532 milhões de unidades representam um aumento de 5,8% na produção. O resultado também é superior à média nacional. Em todo o Brasil, o crescimento de produção na comparação entre os dois períodos foi de 4,7%.
SUÍNOS – O levantamento do IBGE também apontou outro recorde na produção de alimentos do Estado. De janeiro a junho, o Paraná registrou o maior número de abate semestral de suínos na série histórica, iniciada em 1997. Foram 5,9 milhões de unidades ao longo dos seis primeiros meses do ano, 138 mil unidades a mais do que o semestre anterior, o que representa um crescimento de 2,3%.
Os números mantêm o Paraná como o segundo maior produtor nacional de carne de porco, atrás de Santa Catarina, que alcançou 8,4 milhões de unidades no mesmo período.
A diferença entre os estados, no entanto, vem diminuindo. No primeiro trimestre do ano, Santa Catarina era responsável por 29,9% da produção nacional, enquanto o Paraná participava de 20,5% do total produzido pelo País. No recorte de abril a junho deste ano, a participação catarinense caiu para 29,7% e a produção paranaense passou a representar 21,4% do total nacional.
Isso aconteceu porque, entre abril e junho, o Paraná alcançou pela primeira vez a marca de 3 milhões de suínos abatidos em um trimestre.
Os resultados do Paraná na produção de proteína suína também são melhores do que a média nacional. Em todo o Brasil, a produção do primeiro semestre de 2023 foi de 28,2 milhões de unidades, o que representa uma oscilação negativa de 0,1% em relação ao semestre imediatamente anterior.
BOVINOS – Os dados divulgados nesta quarta-feira também mostram que 615 mil bovinos foram abatidos no semestre no Paraná, o que representa uma queda de 2% em relação ao mesmo período do ano passado. No recorte trimestral, o Estado registrou 322 mil abates bovinos de abril a junho.
OVOS – No 2º trimestre de 2023, a produção de ovos de galinha foi de 1,05 bilhão de dúzias em todo o País. Essa quantidade é 2,9% maior que a do mesmo trimestre em 2022 e supera em 2% o trimestre imediatamente anterior. A produção foi a segunda maior já registrada. O Paraná teve o maior aumento trimestral nessa cadeia (5,87 milhões de dúzias), à frente de Rio Grande do Sul (4,76 milhões de dúzias), Ceará (4,42 milhões de dúzias) e São Paulo (3,40 milhões de dúzias).
Com 10,1% da produção nacional, Paraná é o segundo maior produtor de ovos do Brasil, atrás de São Paulo (26,5%) e na frente de Minas Gerais (8,9%) e Espírito Santo (8%).
Confira a e de no Paraná.
Por - AEN
Na noite desta terça-feira (05), um crime de homicídio foi desvendado pela Polícia Civil de Cascavel. O caso foi registrado no Bairro Cascavel Velho.
A informação é de que a mulher matou o marido com golpes de faca no último sábado e confessou hoje pra polícia onde estava o corpo. A Delegacia de Homicídios está apurando todos os detalhes do caso, sendo que o corpo foi encontrado em uma casa na Rua Josephina Galafassi Venturini.
A vítima fatal foi identificada como Jaison Ferreira Ferraz, 31 anos. A suspeita apontou que sofria ameaças por parte do companheiro e disse ainda que tinha medida protetiva.
O corpo de Jaison foi levado ao IML de Cascavel para exames de necropsia e depois liberado para velório e sepultamento. A suspeita do crime prestou depoimento acompanhada do advogado de defesa e foi liberada, pois estava fora da situação de flagrante delito..
Bruno Molina, advogado de defesa da mulher suspeita de matar o marido disse que ela sofria violência doméstica e após comparecer no escritório dele, os dois foram até à delegacia para falar sobre o fato. Bruno disse que a mulher está à disposição para esclarecer o crime, mas aponta que já tinha medida protetiva, sendo que havia vários boletins de ocorrência contra o homem por violência doméstica.
O caso está sendo apurado pela Polícia Civil para identificar suposta legítima defesa da mulher, bem como as circunstâncias em que tudo aconteceu.
Por - Catve
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou nesta terça-feira (5) uma nova atualização do boletim da dengue com mais 187 casos positivos. Além disso, não há nenhum óbito em decorrência da doença no atual período epidemiológico, iniciado em julho.
O Estado soma 572 casos confirmados, 48,57% a mais do que no informe anterior (385). Das 22 Regionais de Saúde, 18 possuem casos confirmados da doença. Os maiores números de casos estão concentrados em Maringá (117), Londrina (108), Foz do Iguaçu (91), Paranaguá (77) e Paranavaí (54).
Também são 73 municípios com casos autóctones (aqueles adquiridos no local de residência) e 1.608 notificações, chegando a 4.991 no atual período.
“A eliminação dos focos que acumulam água parada é uma das principais atitudes que podemos ter nessa batalha. Precisamos de uma verdadeira força-tarefa junto à população para intensificar o cuidado e eliminar o Aedes aegypti”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
CHIKUNGUNYA e ZIKA – O mosquito também é transmissor da chikungunya e zika. Neste informe foram confirmados mais dois casos de chikungunya, o dobro do registrado anteriormente (2), contabilizando quatro casos da doença. O Estado permanece sem nenhum óbito e com 66 notificações. Durante este período não houve confirmação de casos de zika, somente duas notificações.
Confira o boletim completo AQUI e mais informações sobre a dengue AQUI.
Por - AEN
O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) está entre 19 instituições contempladas com uma suplementação de recursos não reembolsáveis de chamada pública lançada em 2021 pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
O edital do governo federal selecionou propostas para a concessão de apoio financeiro para parques tecnológicos em operação e em implantação em diferentes regiões do Brasil.
Com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), o resultado da chamada pública, divulgado em 2022, sinalizou concessão de R$ 316 milhões para 29 projetos. Agora, a suplementação destina mais R$ 240 milhões para o financiamento das propostas não contempladas no ano passado, incluindo os projetos do Tecpar e de outras duas instituições paranaenses. O Paraná receberá o montante de R$ 43,1 milhões, valor que equivale a aproximadamente 18% do total suplementado.
O projeto do Tecpar prevê R$ 14 milhões para a modernização da estrutura de laboratórios multiusuários de saúde e meio ambiente do Parque Tecnológico da Saúde. A partir desse investimento, a instituição pretende agilizar diagnósticos e a proposição de soluções para empresas instaladas no próprio parque e também demandas externas. O aporte financeiro será aplicado na aquisição de equipamentos e em obras de adequação física da estrutura laboratorial, a fim de dinamizar o atendimento às empresas associadas e incubadas.
Vinculado à Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), o Tecpar é referência na produção de medicamentos biológicos, vacinas e kits de diagnóstico para uso animal e humano. No Parque Tecnológico da Saúde estão instalados o Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP), que desenvolve soluções focadas em saúde e bem-estar social, e o Instituto Carlos Chagas (ICC), unidade técnico-científica regional da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) no Paraná.
O parque também abriga a Incubadora Tecnológica do Tecpar (Intec), considerada a principal porta de entrada para empresas inovadoras e de base tecnológica da área da saúde. A Intec atua para inserir no mercado produtos e serviços desenvolvidas por essas empresas.
RECONHECIMENTO – Segundo o presidente do Tecpar, Celso Kloss, o repasse de recursos demonstra o reconhecimento dos parques tecnológicos no cenário de inovação nacional. “Esse apoio fortalece o Tecpar no conceito de tecnoparques, que são são ativos importantes nas estruturas de inovação tecnológica dos estados. Além disso, fortalece a rede de parques estaduais, já que outras unidades também foram contempladas. A relação em rede acaba promovendo um efeito de sinergia entre as iniciativas desenvolvidas em vários lugares”, salienta.
O coordenador de Ciência e Tecnologia da Seti, Paulo Renato Parreira, destaca o compromisso governamental para ampliar e fortalecer os ambientes de inovação. “O governo está comprometido com a ampliação e o fortalecimento dos ambientes promotores de inovação paranaenses, para incentivar e impulsionar a pesquisa e o desenvolvimento científico e tecnológico local e regional, com aumento da competitividade empresarial e interação das instituições de ciência e tecnologia com o segmento produtivo empresarial”, afirma.
Além do Tecpar, a suplementação de recursos prevê a liberação de R$ 14,1 milhões para o Parque Tecnológico Itaipu (PTI), em Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná; e R$ 15 milhões para a Liga Paranaense de Combate ao Câncer, mantenedora do Hospital Erasto Gaertner, em Curitiba. As demais instituições contempladas estão nos estados do Ceará (1), Minas Gerais (3), Pará (1), Paraíba (1), Rio Grande do Sul (6), Santa Catarina (2) e São Paulo (2).
ORÇAMENTO – Como efeito da recomposição do FNDCT neste ano, o Conselho Diretor do Fundo aprovou a suplementação de recursos para atender propostas qualificadas em editais lançados no âmbito do Plano Anual de Investimentos (PAI) de 2021 e 2022. Essa ação beneficiou 133 projetos da Finep: 55 da Diretoria de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, que abrange os parques tecnológicos; e 78 da Diretoria de Inovação.
Por - AEN
As inscrições para o Vestibular 2024 da Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro) terminam nesta terça-feira (5).
Estudantes de todo o País têm a oportunidade de ingressarem em uma das instituições de ensino superior mais conceituadas do Brasil, com tradição de excelência acadêmica e compromisso com o desenvolvimento regional.
Os interessados podem se inscrever por meio do site da universidade, preenchendo o formulário de inscrição e pagando a taxa correspondente, no valor de R$ 160. As provas serão realizadas no dia 15 de outubro, com locais de aplicação nas cidades de Guarapuava, Irati, Cascavel, Chopinzinho, Coronel Vivida, Londrina, Pitanga e Prudentópolis.
O processo seletivo será composto de uma prova que avaliará o conhecimento dos candidatos nas áreas de Língua Portuguesa e Literatura, Língua Estrangeira Moderna e Redação. Além disso, os candidatos respondem questões de mais cinco disciplinas, conforme o grupo a que pertence o curso escolhido: Biologia, Física, Matemática, Química, Filosofia, Geografia, História, Sociologia e Arte.
Durante a inscrição, o candidato deve escolher sua opção de curso e também a cidade onde quer fazer a prova, não havendo a necessidade de ser o local de oferta do curso. Além disso, é preciso que o candidato escolha também uma opção de língua estrangeira moderna, entre inglês e espanhol.
A Unicentro está ofertando 1.326 vagas em 42 cursos. Eles estão distribuídos em três câmpus universitários – o Santa Cruz e o Cedeteg, em Guarapuava, e o de Irati – e, ainda, nas unidades avançadas de Chopinzinho, Coronel Vivida, Pitanga e Prudentópolis.
Para 2024, a Unicentro está oferecendo, pela primeira vez, o curso de Tecnologia em Big Data no Agronegócio. Com duração de três anos, ele responde a uma demanda por profissionais qualificados para trabalhar com o desenvolvimento de inteligência artificial voltada ao agronegócio. São 20 vagas e os aprovados estudarão no período da noite, no Câmpus Cedeteg, em Guarapuava.
por - AEN
O Governo do Estado, por meio a Secretaria estadual da Saúde (Sesa), em parceria com a Superintendência Geral de Ação Solidária, antecipou para setembro as ações de conscientização para prevenção ao câncer de mama e do colo do útero.
Anualmente, as ações acontecem em outubro, mas neste ano já em setembro começam as iniciativas para chamar a atenção das mulheres sobre a importância da rotina de cuidado e prevenção da doença.
Esse movimento de conscientização da população, realização de ações e oferta de exames médicos em todo o Estado, conhecido como Paraná Rosa, tem o objetivo de aumentar o número de mulheres que procuram exames de rotina. Historicamente, em outubro, mês tradicional da campanha, há um aumento de 30% na realização dos exames de mamografia e a procura permanece em alta durante algum tempo, reflexo das ações publicitárias e da comunicação sobre o tema.
A primeira-dama do Estado, Luciana Saito Massa, destacou a importância da conscientização e do trabalho conjunto para a prevenção e combate ao câncer de mama. “Nossa missão é alcançar todas as mulheres do Paraná e oferecer a elas os recursos necessários para enfrentar os desafios com coragem e esperança”, afirma.
“O diálogo e as ações junto à população serão antecipadas em um mês pois precisamos disseminar o assunto, incentivar as mulheres a fazerem os exames para o diagnóstico precoce da doença. Vamos de agora até final de outubro intensificar as ações junto aos municípios e com a participação de todos teremos bons resultados”, complementa o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.
EXAMES – Para atingir a população feminina nesse cuidado preventivo, os municípios reforçarão o trabalho de informação, busca ativa e realizações de ações para atender, principalmente, as que têm exames em atraso ou que nunca fizeram. Para esse atendimento, a rede pública estadual oferece 173 mamógrafos com exames realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), além de exame Papanicolaou, disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS).
O Governo do Estado oferece cerca de 450.000 exames de mamografias durante todo o ano. Dados preliminares revelam que, desse total, 191.029 foram realizados de janeiro a julho de 2023.
Também são ofertados mais de 1.200.000 exames de citopatológicos e histopatológicos de mama e colo do útero, durante todo ano. Para a realização destes exames a paciente deve procurar uma unidade de saúde, onde o profissional fará as orientações necessárias, avaliação da mulher e solicitação e coleta dos exames preventivos.
Com a pandemia houve uma queda significativa da procura pelas mamografias, passando de 347.319, em 2019, para 191.048, em 2020. De acordo com o Sistema de Informação do Câncer (Siscan), em 2021 foram realizados 239.961 exames e no ano passado 319.857. Apesar de os números subirem a cada ano, a expectativa desta iniciativa é ir além, alcançando atendimento expressivo e que preencha o quantitativo ofertado.
“O objetivo é detectar o mais cedo possível algum sinal de anomalia ou algo diferente. Se o câncer de mama for descoberto de forma precoce, mais chances de cura a mulher tem”, alerta a diretora de Atenção e Vigilância da Sesa, Maria Goretti Lopes. “Não medimos esforços para orientar as mulheres dar atenção aos sinais. Estar em dia com os exames pode ser o grande diferencial entre a saúde e a doença”.
CÂNCERES – O câncer de mama na população feminina é o tipo mais frequente (excluindo câncer de pele não melanoma). São estimados 3.650 novos casos a cada ano no Paraná. Já o câncer do colo do útero é o quarto tipo de câncer mais frequente e são estimados 790 casos novos casos ao ano.
“Toda mulher com 40 anos ou mais deve procurar um ambulatório, centro ou posto de saúde para realizar o exame clínico das mamas, anualmente. Além disso, toda mulher, entre 50 e 69 anos deve fazer pelo menos uma mamografia a cada dois anos. O serviço de saúde deve ser procurado mesmo que não tenha sintomas”, reforça a chefe da Divisão de Atenção às Neoplasias, Rejane Cristina Teixeira Tabuti.
INFORMAÇÃO – O público feminino tem à disposição o projeto Ame-se, do Governo do Estado. A plataforma é uma das estratégias de orientação e suporte de informação, com diversos assuntos de saúde pública, além de outros temas relativos às mulheres paranaenses.
Por - AEN








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