Mulher de aproximadamente 30 anos morreu na noite desta segunda-feira (11) em Cascavel.
Segundo informado, os militares receberam a denúncia de que a mulher estaria caída no interior do Parque Tarquínio e rapidamente iniciaram o deslocamento.
Chegando no local da vítima ela estava aspirando sangue e teria perdido parte dos dentes. A mulher não estava portando documentos, existe a possibilidade de que seja moradora de rua.
O atendimento inicial foi realizado ainda dentro do parque, posteriormente ela foi conduzida para a ambulância para continuar com os primeiros socorros, mas ela acabou morrendo.
Oficial de área e o médico de plantão estiveram presentes no atendimento da ocorrência. Equipe da Guarda Municipal prestou apoio aos socorristas.
Andre Schier, médico do Corpo de Bombeiros, falou sobre o atendimento a mulher. De acordo com o médico, a vítima tinha diversos ferimentos no rosto, com múltiplas fraturas, além de uma grande quantidade de sangramentos. No interior da ambulância, o estado de saúde se agravou e a mulher sofreu uma parada cardiorrespiratória, não sendo possível reverter o quadro.
As informações preliminares davam conta de que ela foi agredida a barras de ferro e também teria sido esfaqueada. Contudo, apenas a necropsia poderá confirmar que tipo de arma foi utilizada no crime. Ainda segundo o médico, os ferimentos indicavam que os agressores empregaram um "alto grau de energia", culminando na morte da mulher.
O corpo da vítima foi encaminhado pelo Siate ao SVOR (Serviço de Verificação de Óbito Regional), do Hospital Universitário, e, posteriormente seria recolhido pelo IML (Instituto Médico-Legal). A mulher, de aproximadamente 30 anos, estava sem documentos e não havia sido identificada até o fechamento da reportagem.
A Delegacia de Homicídios investiga o caso.
Informações que possam colaborar com as autoridades para que encontrem o agressor devem ser repassadas para os números 153, 190 ou 197.
Por - Catve
Em reunião realizada nesta segunda-feira (11), a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Paraná (Agepar) homologou os atestados de capacidade econômico-financeira da Sanepar.
Os documentos comprovam que a Companhia tem condições de atender as metas de universalização estabelecidas pela Lei Federal nº 11.445/2007, também conhecida como Lei Nacional de Saneamento Básico (LNSB).
De acordo com a legislação vigente, as metas de universalização do saneamento básico devem garantir o atendimento de 99% da população com água potável e 90% da população com coleta e tratamento de esgoto, em todos os municípios brasileiros, até dezembro de 2033.
Conforme previsto no Decreto Federal nº 11.598/2023, cabe às agências reguladoras avaliar se os prestadores desses serviços têm condições de realizar os investimentos necessários para atendê-las. No Paraná, a Sanepar oferece serviços de saneamento básico em 344 municípios, além de atender Porto União, em Santa Catarina.
Os atestados de capacidade econômico-financeira são compostos por estudos de viabilidade e plano de captação apresentados pela Companhia, informando os investimentos necessários para o atingimento das metas de universalização para cada município, além de investimento global previsto até 2033.
Também contemplam análise do cumprimento de índices referenciais mínimos dos indicadores econômico-financeiros.
Por - AEN
A Polícia Militar do Paraná prendeu três homens e duas mulheres envolvidos no tráfico de entorpecentes para caminhoneiros em rodovias do Estado nesta segunda-feira (11).
A Operação Mutley contou com apoio da Diretoria de Inteligência (DINT) na PMPR e do Ministério Público.
Foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão em Curitiba, São José dos Pinhais, Maringá, e no município de Penha, em Santa Catarina. Foram apreendidos 3 kg de cocaína, 2 kg de maconha, dois carregadores de pistola 9mm e uma prensa utilizada para preparação de drogas, além de R$ 20 mil em espécie e 25 veículos.
“Os compradores solicitavam a entrega e, com o alerta ligado, aguardavam no acostamento das rodovias um entregador que realizava a transação. O pagamento era feito com pix. O grupo chegou a movimentar R$ 15 mil em um dia, com cerca de trezentas transações”, afirmou o tenente Rafael Fiorelli, do Batalhão de Polícia de Choque.
A Justiça autorizou ainda o bloqueio de contas bancárias de 15 pessoas.
Por - AEN
O valor do capital foi remunerado na Taxa Selic de 12%, percentual máximo permitido pelo Banco Central.
"Essa decisão do Conselho de pagar os juros do capital social aos nossos associados é de extrema importância, pois demonstra o nosso compromisso em retribuir o apoio e a confiança do quadro social. Esse benefício é fruto do crescimento e solidez financeira da Sicredi Grandes Lagos, principalmente em razão dos excelentes resultados auferidos pela cooperativa em 2023. É uma forma de valorizar a participação ativa dos associados e fortalecer ainda mais nossa parceria e sempre buscar promover a melhor experiência para eles", destaca o presidente Orlando Muffato.
Os associados da Sicredi Grandes Lagos PR/SP receberam em dezembro o pagamento dos juros ao capital social. O montante acumulado ao longo do ano chega a R$ 7.198.904,45 e foi distribuído proporcionalmente ao saldo médio do capital, entre os mais de 45 mil associados da cooperativa. O pagamento foi realizado na segunda-feira, dia 11, diretamente na cota capital dos associados. Esse benefício representa um dos principais diferenciais do Sicredi.
Para conferir o valor recebido, basta acessar o extrato da conta via aplicativo do Sicredi, Internet Banking ou em uma das 27 agências físicas da Sicredi Grandes Lagos nos estados do Paraná e litoral de São Paulo.
O capital social é o valor investido pelos associados na cooperativa, representando sua participação e propriedade na organização. É por meio desse capital que a cooperativa se fortalece, cresce e gera benefícios para seus associados, promovendo a prosperidade coletiva e o desenvolvimento sustentável nas regiões onde atua.
Por - Assessoria
O IDR-Paraná (Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná) lança nesta terça-feira (12) a cultivar de feijão IPR Cardeal, no Dia de Campo no polo de pesquisa de Pato Branco, no Sudoeste do Estado.
O evento tem início às 9 horas e é dirigido a produtores, técnicos, pesquisadores, multiplicadores de sementes e especialistas de toda a cadeia produtiva do grão.
Cultivar do grupo comercial vermelho tipo DKR (Dark Red Kidney), a IPR Cardeal foi desenvolvida para o segmento de exportação, particularmente a indústria de enlatados e conservas, e se destaca pelos grãos de tamanho superior, cozimento rápido e coloração intensa, que se mantém mesmo após ficar de molho.
“São atributos que conferem alto valor agregado ao produto”, aponta Vania Moda Cirino, diretora de Pesquisa e Inovação do IDR-Paraná.
De alto desempenho agronômico, a nova cultivar é semiprecoce (ciclo de 78 dias), tem potencial produtivo que pode passar de 3,5 toneladas por hectare e apresenta bom comportamento frente às principais doenças que afetam a cultura.
A IPR Cardeal é indicada para os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul, podendo ser cultivada tanto na safra das águas como da seca.
SEMENTES – Sementes de IPR Cardeal estão disponíveis para empresas multiplicadoras. Interessados devem entrar em contato com o IDR-Paraná pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou telefone (43) 3376-2133.
Serviço:
Lançamento da cultivar de feijão IPR Cardeal
Data: 12 de dezembro, terça-feira
Horário: 9 horas
Local: Polo de Pesquisa e Inovação do IDR-Paraná, localizado na BR 158, 5541 (Bairro Bom Retiro), em Pato Branco – PR
Por - AEN
O ensino superior do Paraná foi reconhecido nesta semana entre os mais sustentáveis do mundo em dois rankings internacionais.
Os resultados do UI GreenMetric World University Ranking 2023 e do QS Sustainability University Ranking 2024 destacam a Universidade Estadual de Maringá (UEM) em primeiro lugar no Estado no desenvolvimento de ações para a sustentabilidade ambiental e pesquisas relacionadas ao tema. Os rankings também destacam as universidades estaduais do Norte do Paraná (UENP) e de Londrina (UEL), respectivamente.
Promovido pela Universidade da Indonésia (UI), o GreenMetric 2023 foi divulgado na 28ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP28), que acontece até esta terça-feira (12), em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Essa avaliação universitária considera 39 indicadores e seis critérios: ambiente e infraestrutura, energia e mudanças climáticas, resíduos, água, transporte e educação.
A UEM e a UENP figuram em 16º e 30º lugar nacional do ranking entre 43 universidades do Brasil avaliadas. No mundo, as duas estaduais paranaenses estão nas posições 499 e 762, entre 1.183 instituições de 85 países.
A Quacquarelli Symonds (QS), consultoria britânica especializada em análises universitárias mundiais, é a responsável pelo QS Sustainability 2024. Esse levantamento avalia o desempenho institucional em três grupos de indicadores: impacto ambiental, impacto social e governança. Os critérios consideram empregabilidade de estudantes, igualdade social e de gênero, transferência de conhecimento, inserção de temas sobre sustentabilidade no ensino, comprometimento ambiental da instituição e pesquisas no campo da sustentabilidade.
Nessa classificação, que está na segunda edição, o Paraná é segundo estado com o ensino superior mais sustentável do Brasil, atrás somente de São Paulo e empatado com Minas Gerais. A UEM e a UEL aparecem em 13º e 17º lugar nacional das 34 universidades brasileiras avaliadas. Na América Latina, as instituições figuram como 36ª e 43ª mais bem avaliadas entre 101 universidades. No mundo, as duas instituições ligadas ao Governo do Paraná estão nas faixas 801-820 e 961-980 num grupo de 1.403 universidades.
Entre 2020 e 2023, pesquisadores da UEM publicaram 2.520 artigos científicos relacionados à sustentabilidade, resultado que contribui diretamente para elevar a vantagem da estadual paranaense perante outras universidades públicas e privadas de todo o Brasil.
O reitor da UEM, professor Leandro Vanalli, destaca o papel das universidades na promoção da sustentabilidade. “A conscientização sobre a importância da sustentabilidade no meio acadêmico é essencial, pois quando as pessoas compreendem a importância de proteger o meio ambiente se tornam mais propensas às mudanças de comportamento”, afirma. “Esse reconhecimento nos rankings internacionais reflete o compromisso institucional da UEM com medidas e práticas de sustentabilidade que contribuem para a preservação ambiental e para um futuro mais sustentável para todos”.
AÇÕES – As universidades estaduais do Paraná desenvolvem uma série de iniciativas no campo da sustentabilidade que contribuem para os resultados alcançados nosrankings internacionais. As instituições contam com programas para a redução da emissão dos gases de efeito estufa, a partir da produção de energia renovável, do tratamento de resíduos orgânicos, da coleta seletiva e do incentivo à utilização de meios de transporte não poluentes.
Na UEM, os 70 cursos de graduação incluem sustentabilidade nos conteúdos de ensino, sendo Engenharia Ambiental e Tecnologia em Meio Ambiente específicos da área, além de um curso de mestrado no Programa de Pós-Graduação em Sustentabilidade. A instituição também incentiva a gestão de resíduos, separação de materiais recicláveis, descarte correto de pilhas e baterias, tratamento de materiais orgânicos e destinação correta de produtos químicos.
O programa UEM Recicla promove orientação para cidadãos e comunidade universitária sobre responsabilidade ambiental, como separação de resíduos, substituição de copos descartáveis e economia de papel em atividades administrativas. Atualmente, 95% das instalações do câmpus-sede são equipadas com lâmpadas eficientes e as máquinas de ar-condicionado estão sendo substituídas pelo tipo inverter, uma tecnologia que reduz o consumo energético.
A UENP conta com um assessoria de gestão de políticas de sustentabilidade vinculada à Pró-Reitoria de Planejamento e Avaliação. Um dos projetos, denominado UENP Sustentável, atua para reduzir o impacto ambiental e preservar os recursos naturais. Entre as ações propostas, estão o fim do uso de copos descartáveis e coleta seletiva solidária, que destina material coletado nos campus para cooperativas e associações de catadores de resíduos recicláveis.
ENERGIA SOLAR – Entre 2019 e 2020, a UEL e a UEM foram as primeiras universidades da rede estadual a implantar usinas fotovoltaicas nos câmpus universitários. Juntas, as duas instituições somam uma estrutura de 2.460 módulos de placas solares instalados em uma área de 4,8 mil metros quadrados.
Na UEL, o sistema de captação de incidência solar assegura uma produção de 489,6 megawatt-hora, com capacidade para gerar energia suficiente para manter aproximadamente 250 residências médias pelo período de um ano.
Na UEM, o sistema representa até 10% do consumo anual do câmpus-sede, o que equivale a uma economia de R$ 200 mil. Essa produção poderia abastecer cerca de 300 residências com consumo médio de 200 quilowatt-hora por mês, ao longo de 12 meses. Essa energia gerada pelos painéis solares é distribuída e consumida entre nove blocos acadêmicos.
Confira o desempenho das universidades estaduais no UI GreenMetric 2023 e no QS Sustainability 2024:



























