A PM trocou tiros com dois criminosos na tarde de sábado dia 28 em Chopinzinho. Os bandidos eram suspeitos de ter efetuado um roubo nas proximidades.
Em patrulhamento pela cidade, atrás de um carro que estaria envolvido em um roubo efetuado nas proximidades, a Polícia Militar avistou um veículo Gol com placas de Pato Branco com dois indivíduos dentro próximos ao trevo de acesso a Coronel Vivida.
Com sinais sonoros e luminosos com o intuito de abordar os suspeitos que não respeitaram iniciando fulga sentido Coronel Vivida.
Os bandidos saíram em alta velocidade, ultrapassando em locais proibidos e trafegando em acostamentos.
Os criminosos só pararam quando adentraram em um propriedade rural, cerca de quatro quilômetros da cidade, quando bateram em uma cerca possibilitando a polícia de fazer a aproximação.
A PM trocou tiros com os dois homens que ao abandonarem o carro saíram disparando contra os policiais. Eles fugiram em direção a mata.
Foi solicitado reforço para realizar patrulhamento na área em busca dos dois bandidos mas as seis viaturas presentes não obtiveram resultados.
No veículo encontraram munições de calibre 7.62 de várias marcas, 10 munições de calibre 44 intactas de duas marcas e um colete à prova de balas.
Os dois homens seguem foragidos e os pertences estão sob custódia da Polícia Militar. (Com informações da 3ª companhia da Policia Militar)
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Um policial militar de 30 anos, do 20º BPM (Batalhão da Polícia Militar) de Curitiba, está preso suspeito de estuprar mulheres que conheceu em aplicativos de relacionamento. A prisão temporária foi decretada na última sexta dia 20, depois que pelo menos três vítimas foram identificadas pela Delegacia da Mulher.
O policial marcava encontros em aplicativos, saía com as vítimas, praticava os estupros e apagava as mensagens do celular, para não deixar provas. Uma das vítimas é uma mulher de 27 anos, que foi abusada na noite de nove de maio.
Segundo o boletim de ocorrência, o policial praticava o abuso e pedia para ela dizer, a todo o momento, que "estava sendo estuprada". Para amedrontar ainda mais a vítima, a ameaçava de morte, bem como seus familiares.
Apesar de apagar as mensagens no celular, o policial deixou registro das ligações, o que ajudou a polícia nas investigações do caso. Todo o crime era cometido com uma arma apontada para a cabeça das vítimas.
Por meio de nota, a PM informou que "continua contribuindo com a justiça no esclarecimento dos fatos, prezando pela ampla defesa e o contraditório". O policial está preso em um quartel da corporação na capital. (Com Banda B)
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O TCE-PR (Tribunal de Contas do Estado do Paraná) determinou a nulidade da sessão de abertura dos envelopes de habilitação de licitação realizada pela Copel Geração e Transmissão S/A, subsidiária da Copel (Companhia Paranaense de Energia). O objeto do certame era o fornecimento de bens e a prestação de serviços para ampliação de duas subestações, nos municípios de Apucarana e Figueira, ambas no Norte do Estado.
A decisão foi tomada no julgamento de Representação encaminhada pela empresa Montago Construtora Ltda., participante do certame, e confirma determinação do TCE-PR em medida cautelar expedida em abril do ano passado.
A representante alegou que no dia de abertura dos envelopes de habilitação no processo, em 4 de novembro de 2016, as três primeiras classificadas foram inabilitadas por não atender o edital. Segundo a empresa, isso ocorreu devido ao aditamento do edital, que gerou desentendimento entre os participantes do certame e que levou a representante a deixar de apresentar um documento essencial para a sua habilitação no processo.
Ainda segundo a representante, a Copel poderia verificar as informações faltantes em seu próprio banco de dados, visto que a empresa Montago já executou serviços semelhantes ao licitados à estatal. Além disso, a empresa afirmou que não foi convidada para participar da sessão de abertura dos envelopes de habilitação.
Em sua defesa, a Copel Geração e Transmissão alegou que a representante foi inabilitada em razão do descumprimento de uma cláusula do edital, que não foi objeto de aditamento.
Com relação à falta de convocação da representante para a sessão, a companhia admitiu que o e-mail encaminhado pela comissão de licitação não foi entregue devido a erro de digitação do endereço eletrônico. Quanto à busca de informações em seu banco de dados próprio, a Copel alegou que o ato violaria os princípios da isonomia e da vinculação ao instrumento convocatório.
Em decisão anterior do Pleno do TCE-PR, o relator do processo, conselheiro Nestor Baptista, determinou em sede cautelar a suspensão da concorrência SOE160016 até o final do julgamento da presente Representação. Aquela decisão está expressa no Acórdão 1.831/17 - Tribunal Pleno.
A 2ª ICE (Inspetoria de Controle Externo) do TCE-PR opinou pela procedência parcial da Representação, pois a falta de convocação da empresa para a abertura dos envelopes foi irregular.
A unidade técnica se manifestou pela renovação dos atos e a reabertura da sessão, com a devida intimação de todos os licitantes. O MPC-PR (Ministério Público de Contas) concordou com a instrução da 2ª ICE. (Com TCE-PR)
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A promotora Dúnia Serpa Rampazzo, do Ministério Público do Paraná (MP-PR), informou, nesta quinta dia 26, que informações coletadas pelas investigações apontam que a advogada encontrada morta após queda do 4º andar de um prédio estava em “uma relação abusiva”.
Tatiane Spitzner, de 29 anos, foi encontrada morta na madrugada de domingo dia 22, em um apartamento no Centro de Guarapuava, na região central do Paraná. O marido dela, Luis Felipe Manvailer, de 32 anos, foi preso em São Miguel do Iguaçu, a mais de 300 km de Guarapuava, após sofrer um acidente na BR-277. Ele é investigado por suspeita de feminicídio.
“Até o momento, existem elementos que demonstram que havia um relacionamento abusivo, de violência de gênero dele, em face da vítima. E a vítima era oprimida nessa relação”, declarou Rampazzo.
A promotora disse que acompanha as investigações desde quarta dia 25. Ela explicou que, além das provas testemunhais que já estão em estágio mais avançado, os resultados das perícias estão sendo aguardados para consolidar o entendimento a respeito do caso.
Segundo Rampazzo, familiares e testemunhas ouvidas até esta quinta dão embasamento para mostrar como era a relação do casal.
“Pelos depoimentos prestados, havia a intenção dela de querer se separar nos últimos tempos”, afirmou.
A promotora informou que assistiu às imagens de câmeras de segurança anexadas ao inquérito e disse que elas mostram uma relação muito abusiva.
“Era uma relação de muita opressão masculina em relação à esposa, em relação à mulher nessa situação. Uma violência de gênero muito gritante”, afirmou.
Para Rampazzo, o relacionamento do casal era exibido nas redes sociais de uma maneira muito diferente da realidade.
“Havia muito a questão de harmonia em redes sociais. O casal perfeito. Mas, no âmbito interno, no âmbito familiar, não era dessa forma, como era exibido nas redes sociais”, detalhou. (Com G1)
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Uma operação conjunta, realizada pelas polícias Federal, Rodoviária Federal e a Denarc, resultou na apreensão de 655 quilos de maconha. A ação foi realizada na BR-277 em Balsa Nova, na tarde de quinta dia 26.
A droga estava em um Toyota Corolla que era conduzido por um rapaz de 24 anos. Dentro do carro os policiais também encontraram dois jogos de placas, que serviriam para despistar a polícia. Outros dois veículos foram abordados e, de acordo com a polícia, faziam o serviço de batedores do carro que transportava a maconha.
Os três veículos saíram de Foz do Iguaçu e seguiam para Curitiba. A polícia ainda apreendeu R$ 3.650 em espécie.
Além do motorista do Corolla, foram presos o condutor do GM Classic, de 39 anos, e o os dois ocupantes do VW Polo, de 30 e 27 anos. Os quatro vão responder por tráfico de drogas e associação ao tráfico.
Assalto
De acordo com a polícia, o rapaz que conduzia o carro que levava a droga participou da tentativa de assalto a uma pousada em Céu Azul, em abril deste ano. Na ação, dois homens renderam as pessoas que estavam no local e, para ameaçar as vítimas, ainda efetuaram disparos de arma de fogo.
As vítimas foram rendidas e amarradas. Um dos hóspedes reagiu à abordagem e atirou contra os assaltantes. Um deles foi baleado nas costas e morreu. O outro suspeito, que foi preso ontem, foi baleado na nádega e na coxa. Na ocasião ele foi localizado pela polícia e preso. (Com Massa News)
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O Oeste do Paraná terá um modelo único de portal da transparência, criado pela Fundação do PTI (Parque Tecnológico Itaipu), em parceria com o MPPR (Ministério Público do Paraná).
Ao fiscalizar se os portais de transparência de prefeituras e câmaras da comarca estavam cumprindo as exigências legais, o núcleo de Foz do Iguaçu do Gepatria (Grupo Especializado na Proteção do Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa) constatou diversas deficiências, como a existência de dados desatualizados e informações de difícil acesso.
Buscando resolver o problema, foram instaurados procedimentos extrajudiciais e celebrados termos de ajustamento de conduta com prefeituras e câmaras para regularização dos portais. A partir de setembro de 2015, foram ajuizadas ações contra os municípios que não regularizaram suas páginas na internet.
Constatando as dificuldades que os órgãos públicos tinham para cumprir os TACs, a 6ª Promotoria de Justiça iniciou esforços, em 2016, para a criação de parcerias que possibilitassem não apenas a fiscalização, mas o suporte aos municípios.
Em 7 de junho de 2017, foi firmada parceria com a Fundação Parque Tecnológico Itaipu, que fez um diagnóstico da situação dos portais e passou a trabalhar na criação de um modelo padronizado para os portais da transparência, a ser utilizado pelas câmaras e prefeituras, de modo a oferecer informações acessíveis e disponibilizadas em tempo real.
Três órgãos foram escolhidos para um projeto-piloto: a câmara de vereadores de Santa Terezinha de Itaipu e as prefeituras de Foz do Iguaçu e Vera Cruz do Oeste.
Utilizando dados desses órgãos e levando em conta as determinações legais para divulgação de informações dos órgãos públicos, foi desenvolvido um software específico para os portais, chamado Gestão Pública Livre, que busca disponibilizar as informações de modo facilmente acessível para o público em geral. O cronograma do projeto prevê que até junho de 2019 todas as prefeituras e câmaras envolvidas estejam utilizando o modelo de portal baseado no software criado pelo PTI.
Abrangência
O projeto criado pela parceria entre a 6ª Promotoria de Justiça de Foz do Iguaçu, o núcleo local do Gepatria e o PTI abrange as comarcas que integram o Gepatria de Foz do Iguaçu: Santa Helena, Capitão Leônidas Marques, Medianeira, São Miguel do Iguaçu, Matelândia e Foz do Iguaçu.
Serão contemplados os 17 municípios pertencentes a essas comarcas, que, além dos citados municípios-sede, inclui os seguintes: Santa Lúcia, São José das Palmeiras, Diamante do Oeste, Boa Vista da Aparecida, Missal, Ramilândia, Céu Azul, Itaipulândia, Serranópolis do Iguaçu, Vera Cruz do Oeste e Santa Terezinha de Itaipu.
Projeto do MPPR
Buscando estimular os portais de transparência das prefeituras e câmaras de vereadores dos 399 municípios paranaenses a se adequarem às exigências da legislação atual, bem como a seguir tais regras de modo contínuo, tornando-se mais acessíveis à população, o MPPR criou o projeto estratégico "Transparência nos Municípios", lançado em outubro de 2014.
Na primeira etapa do projeto, foi desenvolvida, em parceria com outros órgãos, plataforma tecnológica colocada à disposição das prefeituras e câmaras de vereadores para a inclusão dos portais de transparência nos moldes determinados em lei.
O MPPR também fez o levantamento da situação de todos os portais, passando a orientar os gestores públicos ? a partir da ação dos promotores de cada comarca ? na criação, manutenção e regularização dos portais.
No caso dos órgãos públicos que não adequaram seus portais, O MPPR buscou solução extrajudicial, firmando termos de ajustamento de conduta com seus gestores. Para aqueles que se recusaram a solucionar os problemas dos portais, foram ajuizadas ações civis públicas requerendo a regularização.
A atuação do MPPR na fiscalização dos portais de transparência é permanente, e o projeto de Foz do Iguaçu insere-se no objetivo da instituição de estimular todas as prefeituras e câmaras de vereadores a manterem portais completos, atualizados e acessíveis à consulta da população.
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