A sexta-feira será de frio intenso no Paraná.
A distribuição espacial das geadas previstas contidas no mapa indica a progressão da massa de ar frio pelo interior do estado com núcleo mais intenso do centro em direção ao sul.
Segundo informações, as temperaturas devem cair ainda mais durante a madrugada, chegando aos 2º.
Já no domingo, os meteorologistas preveem temperaturas próximas a 0º, entretanto, as máximas se elevam.
Nesta quinta dia 09, os termômetros apresentaram máximas a 10º, já no domingo a previsão é de 17º.
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Na quinta dia 09, durante ronda na BR 369, a equipe da PRF de Cascavel abordou um Renault/Clio, com placas de São Paulo/SP.
Após fiscalização no compartimento de bagagem e banco traseiro do veículo, foram encontrados 70 galões de 05 litros de azeite de oliva de origem estrangeira.
Segundo os ocupantes do veículo, uma mulher de 36 anos e um homem de 63 anos, ele pegaram a mercadoria na Argentina e levariam para São Paulo/SP.
A ocorrência será encaminhada para a Receita Federal de Cascavel.
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Um menino de três anos ficou em estado vegetativo depois de ser medicado em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no bairro Batel, em Guarapuava, na região central do Paraná, segundo a família.
De acordo com os pais, ele nunca teve problemas de saúde e foi levado à unidade, em maio, porque tinha tosse e sinais de resfriado. Como não havia pediatra no momento, foi atendido por um clínico geral.
"Ele [o médico] falou que ia receitar uns remedinhos, que ele ia tomar na veia, e já ia para casa. No último, que era sulfato de magnésio, ele começou a ter parada. Estava tossindo bastante, se queixando bastante, que queria ir para casa. Quando olhei para ele, a boquinha já estava branca. Aí que eu vi que ele já não estava respirando", relata a mãe, Noelvis Oliveira.
Ela conta que imediatamente chamou a enfermeira, que pegou o menino nos braços e levou correndo para a emergência. Ele foi transferido da UPA às pressas para a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Santa Tereza, também em Guarapuava, onde ficou 25 dias internados.
Hoje em dia, depois de voltar para a casa, a criança não tem movimentos, não consegue falar, se alimenta por sonda e precisa de ajuda de oxigênio para respirar.
"Lá na UTI a médica falou que possivelmente foi o remédio de sulfato de magnésio. Falou que, a dose que ele [o primeiro médico] receitou, ela jamais receitaria para uma criança, mesmo que tivesse uma crise asmática ou bronquite, alguma coisa assim. Ela falou que era um medicamento para adulto, não para criança", diz a mãe.
O caso é apurado pelo Ministério Público. O procurador Alfredo Dal Lago é o responsável pela investigação.
"Pedimos informações ao município, se foi instaurado um procedimento na esfera do município, para apurar responsabilidade dos profissionais de saúde que atenderam a criança e, paralelamente, nós ouvimos alguns dos médicos que atenderam o paciente. Com essas informações e o prontuário médico, nós encaminhamos para um junta, na Procuradoria de Curitiba, para indicar se houve ou não má prática médica", diz Dal Lago. (Com G1)
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A BPP (Biblioteca Pública do Paraná) divulgou o número de concorrentes ao Prêmio Paraná de Literatura 2018. Foram enviados 1.852 livros inéditos, divididos em três categorias: poesia, romance e contos.
Autores de todos os estados do Brasil e do Distrito Federal, além de brasileiros residentes em vários países do Exterior, enviaram trabalhos. Os estados com mais participantes são, pela ordem, São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
Como ocorreu em 2017, o número de inscritos neste ano indica um equilíbrio entre escritores jovens e mais velhos: 47% têm até 40 anos e 53% estão acima desta faixa etária. Quanto ao gênero dos concorrentes, o predomínio masculino continua - 71,5% são homens e 28,5% mulheres.
Para o diretor da Biblioteca Pública do Paraná, Rogério Pereira, o concurso deste ano marca a consolidação do sistema online de inscrições, adotado em 2017, que tornou todo o processo mais acessível e democrático. "Desoneramos os concorrentes das despesas postais e de impressão. O resultado é uma participação maciça pelo segundo ano consecutivo", afirma.
O resultado do concurso será divulgado até a primeira quinzena de dezembro. O vencedor de cada categoria receberá R$ 30 mil e terá sua obra publicada pelo selo Biblioteca Paraná, com tiragem de mil exemplares. Os premiados também receberão 100 cópias de seus livros e poderão reeditar os títulos comercialmente.
As obras concorrentes serão avaliadas por uma comissão julgadora formada por um presidente e nove membros, três em cada categoria. Os integrantes serão anunciados pela BPP em setembro. (Com AEN)
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No último domingo, por volta das 12h10min, Antoninho Moacir Bueno foi assassinado com um disparo de arma de fogo no centro do município. Tão logo o crime ocorreu, diversas diligências foram realizadas e com a intensa coleta e troca de informações entre os policiais civis e militares de Chopinzinho foi possível coletar elementos de prova que indicaram como autor do crime a pessoa de Vergínio Anselmo Schneider.
Vergínio apresentou-se à Autoridade Policial no início da noite da última segunda-feira, exibindo também a arma utilizada no crime.
Ao ser interrogado, o autor confessou a prática da infração penal, alegando ter cometido o crime em virtude das ameaças que a vítima teria proferido em face de sua família.
Todas as informações a respeito do fato serão repassadas à imprensa nesta quarta-feira, dia 8, pelo Delegado de Polícia Nilmar Manfrin e pelo Comandante da Polícia Militar de Chopinzinho, às 10h30min, na Delegacia de Polícia de Chopinzinho/PR.
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A defesa do professor Luís Felipe Manvailer, de 32 anos, acusado de matar a esposa, a advogada Tatiane Spitzner, de 29 anos, pede que ele seja transferido de onde está preso em Guarapuava, na região central do Paraná, depois da tentativa de "tirar a própria vida".
A advogada foi encontrada morta depois de cair do 4º andar do prédio onde morava com o marido, no Centro de Guarapuava. Imagens de câmeras de segurança mostraram que ela foi agredida durante 20 minutos por ele antes da queda.
O que se sabe do caso de Tatiane Spitzner
No mesmo dia da morte, Luís Felipe foi preso suspeito do crime. Ele nega as acusações e diz que a mulher se jogou da sacada, de uma altura de mais de 20 metros.
O professor foi denunciado por homicídio, fraude processual por alterar a cena do crime e cárcere privado pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR).
Até a última atualizado desta reportagem, a Justiça não tinha se manifestado sobre a aceitação ou da denúncia.
A defesa pede que Luís Felipe seja transferido da Penitenciária Industrial de Guarapuava (PIG) para o Complexo Médico-Penal (CMP), em Pinhais, na Região de Curitiba, “para atendimento psiquiátrico e psicológico urgente”.
O CMP é um estabelecimento penal de regime fechado, destinado a presos do sexo masculino e feminino, em cumprimeto de medida de segurança e/ou que necessitam de tratamento psiquiátrico e ambulatorial.
"Defesa teve conhecimento de que Luís Felipe, profundamente abalado pelo turbilhão emocional sofrido nos últimos dias, vinha apresentando quadro de depressão profunda", diz o pedido de transferência.
O que diz a penitenciária
Por meio de um comunicado, de segunda dia 06, com o assunto “tentativa de suicídio”, a PIG informa que Luís Felipe apresentava hematomas no pescoço e que, “aparentemente havia se cortado”.
Conforme a Divisão de Segurança e Disciplina da penitenciária, o preso recebeu atendimento médico e está bem fisicamente, mas abalado emocionalmente.
Segundo a penitenciária, o professor confessou que havia se cortado para “acabar com o sofrimento”.
No comunicado, a PIG ainda diz que o marido desistiu do suicídio depois de se lembrar da mãe. Ainda conforme a penitenciária, Luís Felipe está em uma cela especial por ser um preso provisório e ter ensino superior completo.
A família de Tatiane se manifestou contra a transferência. Os advogados alegam que parece “pouco crível a alegação” para a transferência. Ainda segundo os advogados, o máximo que a atitude de Lus Felipe produziu foi “uma pequena lesão superficial”.
Eles questionam o fato de não ter sido anexada foto ao processo e que não há comprovação suficiente de que a lesão retrate uma intenção suicida.
Entenda o caso
A queda de Tatiane foi na madrugada do dia 22 de julho, no Centro. Conforme a Polícia Civil, depois da queda, Luís Felipe recolheu o corpo de Tatiane e o levou de volta para o apartamento.
Uma testemunha ouvida pela Polícia Civil de Guarapuava relatou que viu o marido recolhendo o corpo e que ouviu gritos: “Meu amor, acorda”.
O marido foi preso após sofrer um acidente de carro na BR-277, em São Miguel do Iguaçu, a 340 quilômetros de Guarapuava. Ele disse que se acidentou porque a imagem da esposa pulando a sacada não saía da cabeça dele.
O casal estava junto havia cinco anos e era "feliz", de acordo com a defesa do marido. O Ministério Público (MP-PR), porém, diz que Tatiane vivia um relacionamento abusivo.
Familiares e amigos relataram que ela queria pedir o divórcio. Para a polícia, eles disseram que Luís Felipe costumava chamar Tatiane de apelidos pejorativos e que a proibia de contratar uma diarista para ajudar nas tarefas domésticas.
Uma amiga da advogada, Rosenilda Bielack, que conviveu com o casal na Alemanha, contou que a advogada era maltratada constantemente pelo marido, que é faixa roxa no jiu-jítsu. “Tudo era motivo para ele maltratar a Tati, falar coisas pesadas, pejorativas sempre”, afirmou.
Conversas por WhatsApp de Tatiane com Rosenilda mostram como estava a relação dela com o marido. Nas mensagens, entre março e junho deste ano, a advogada relatou sentir "medo" e disse que o marido tinha "ódio mortal" por ela.
Uma perícia feita no local da morte constatou que ela teve uma fratura no pescoço, característica de quem sofreu esganadura.
Os promotores estão analisando, agora, imagens e depoimentos das testemunhas e resultados de exames da Polícia Científica que começaram a sair.
Até o momento, o MP-PR tem em mãos o inquérito da Polícia Civil, que tem 400 páginas com 18 depoimentos, relatório detalhado da imagens das câmeras de segurança e o laudo do local da morte que mostra marcas no pescoço de Tatiane.
Ainda faltam os laudos da necropsia que deve indicar se a advogada foi morta antes de cair ou com a queda; da perícias nos celulares de Tatiane e de Luís Felipe; da perícia feita com ajuda de um boneco no prédio em que o casal morava e de laudos laboratoriais nos ossos da vítima.
Segundo o promotor Pedro Henrique Brazão Papaiz, Lus Felipe não forneceu a senha para desbloqueio do aparelho, que foi encaminhado ao Instituto de Criminalística.
A família de Tatiane criou páginas nas redes sociais para incentivar a luta contra o feminicídio. No Instagram, o perfil "Todos por Tatiane Spitzner" ganhou mais de 114 mil seguidores em menos de uma semana.
O caso também foi notícia em jornais internacionais, como o The New York Times. (Com G1)
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