Por volta das 09:30 da manhã desta segunda feira, dia 23, o Corpo de Bombeiros de Coronel Vivida e de Pato Branco, encontraram o corpo do jovem Jhordan Gonçalves, 22anos, que morreu afogado na tarde de ontem no Rio Chopim, na comunidade Aguas do Lambedor, interior de Coronel Vivida, local onde fica a Usina da Forcel.
O trabalho dos mergulhadores começou por volta das 08 horas da manhã e o corpo foi encontrado próximo do local onde ocorreu o afogamento.
O corpo será encaminhado para o IML e posteriormente liberado para os familiares.
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A marinha do Brasil, por meio da capitania fluvial do Rio Paraná, em Foz do Iguaçu, recebeu nesta manhã a primeira lancha personalizada feita no país. A lancha que foi projetada para enfrentar o crime organizado nas regiões de fronteira suporta até mesmo tiros de fuzil.
A nova embarcação é uma conquista da capitania fluvial do Rio Paraná e será utilizada pela marinha do Brasil no oeste do estado. Um equipamento moderno e de segurança máxima. Um investimento feito em conjunto entre o ministério da defesa e do oitavo distrito naval de um milhão e meio de reais.
A nova embarcação é uma novidade em todo o país. Foi a primeira projetada com características especiais. Conta com radar, câmera termal, é blindada e pode alcançar a velocidade de 70 quilômetros por hora.
Foi feita para operar em áreas com pedras, abarrancar em margens com terra, e porta um fuzil 762. Além disso, o material usado suporta tiros de armas com grosso calibre, como o próprio fuzil. Sem correr risco de afundar. Tem a capacidade para quatro oficiais.
A marinha já anunciou que já está em construção uma segunda embarcação como está. O governo pretende mandar esta segunda embarcação para outras regiões em que o crime organizado atua, como rio de janeiro ou santos em São Paulo. Mas, a capitania em Foz já solicitou ao governo que esta nova embarcação seja direcionada ao município de Guaíra. Assim, a segurança fica ainda mais reforçada nos 170 quilômetros de extensão na fronteira entre Guaíra e Foz.
A embarcação recebeu o nome de lancha 888 raptor poraquê que faz alusão a um peixe fluvial popularmente conhecido como peixe elétrico. É carnívoro e habita nos rios e lagos de águas calmas. Produz uma corrente elétrica de até 600 volts, o suficiente para matar um cavalo adulto com apenas um toque. (Com Catve)
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A Prefeitura de Guarapuava decretou luto oficial de três dias e suspendeu o expediente da administração direta e indireta nesta segunda dia 23, em virtude do falecimento do deputado estadual Bernardo Ribas Carli. O velório de Bernardo será realizado no Paço Municipal, a partir das 8h de amanhã.
De acordo com informações da Secretaria de Comunicação (Secom), o decreto determina a manutenção dos serviços essenciais à população, como o funcionamento normal das Urgências e Emergências, SAMU, Fundação Proteger e Conselho Tutelar, além do posicionamento da bandeira do município a meio mastro em sinal de luto.
Ainda segundo a Secom, o luto oficial é decretado como forma de reconhecimento do Poder Público Municipal, e da sociedade, pela contribuição de Bernardo Ribas Carli ao município de Guarapuava.
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Na tarde deste domingo dia 22, por volta das 16h, uma equipe da PRF realizava fiscalização no km 109 da BR 467, em Cascavel, quando deram ordem de parada para um veículo gol azul, com placas de Cascavel.
O condutor do veículo desobedeceu a ordem de parada, acelerou e jogou o veículo, de forma proposital, na direção do PRF, atropelando-o e fugindo na sequencia.
Após diligências, uma equipe da PM localizou o veículo abandonado no bairro Brasília, em Cascavel.
O condutor do veículo já foi identificado, sendo que não possui habilitação. Ele ainda não foi localizado.
O inquérito está sendo realizado pela Polícia Federal de Cascavel e o Delegado responsável pelas investigações já solicitou ao Juiz a decretação da prisão preventiva do condutor pela tentativa de homicidio qualificado e conduzir veículo sem possuir CNH.
O PRF atropelado foi socorrido e encaminhado para o hospital São Lucas em Cascavel pelo SIATE. Ele está estável, teve ferimentos na perna esquerda e punho esquerdo e aguarda para ser operado.
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A semana começa com tempo aberto em grande parte do Paraná.
A Capital do Oeste, segundo o Simepar, terá pelo menos cinco dias de estiagem nesta semana com temperaturas médias sem muito frio.
A segunda dia 23, em Cascavel, começou com 14ºC e a máxima pode alcançar ao decorrer do dia a casa dos 25ºC. As rajadas de vento terão força e podem chegar aos 40 quilômetros por hora.
Diferente da região oeste, Palmas amanheceu bem fria e com muito nevoeiro. As temperaturas registradas nesta manhã são de 5ºC e a máxima ao longo do dia pode alcançar a casa dos 20ºC.
Em nenhuma região do Paraná foi registrado geadas nesta manhã, devido as condições atmosféricas são desfavoráveis à formação bem diferente do registrado no fim de semana.
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Diversos acadêmicos da Unioeste utilizaram as redes sociais não apenas para lamentar a morte de uma estudante do curso de Medicina, que tirou a própria vida na sexta dia 20, mas também para relatar problemas relacionados à saúde mental, causados pela sobrecarga de conteúdo imposta por professores, e à pressão em excesso destes docentes.
Uma acadêmica procurou a reportagem do portal CATVE.com para relatar a incidência de diversos casos de depressão de alunos. Segundo ela, o sistema de nota e as provas rígidas estão desgastando a saúde mental dos universitários da instituição.
Ainda conforme a estudante, muitos professores "não se importam com os alunos". Ela afirma que a muitos dos docentes "se sentem lisonjeados" do fato de suas disciplinas serem consideradas as mais difíceis.
Outra aluna fez uma postagem nas redes sociais e comentou que diversos acadêmicos desistem da faculdade, pois as aulas se tornaram verdadeiros "pesadelos".
"Nesses dois anos e meio eu vi amigos desistirem do curso porque estavam há dias sem tomar banho porque não poderiam perder tempo com algo que não fosse estudar Recebi ligações de amigos no meio da noite dizendo que estavam se mutilando e iam cometer suicídio", postou a acadêmica.
Até às 23h deste domingo dia 22, a postagem tinha mais de 1,8 mil comentários, além de 5.200 compartilhamentos.
Inúmeros comentários foram feitos nas postagens que viralizaram nas redes sociais. Em um destes comentários, um estudante afirmou que já passou por situações semelhantes "Fazem de tudo para você desistir", disse.
Veja o relato na íntegra da estudante de enfermagem Taynah de Lara
A todos que tenham algum tipo de vínculo com a UNIOESTE:
Nessa semana eu e alguns amigos comentamos sobre a importância de cada um escrever um texto a respeito da trajetória acadêmica, já que chegamos a marca de 50% do curso concluído, onde abordasse todas as dificuldades e enfrentamentos que passamos durante esses dois anos e meio. Porém, ontem me deparei com uma notícia demasiadamente triste: o suicídio da aluna de medicina da UNIOESTE no último dia do semestre.
Não cabe a mim ou a nós julgar os motivos que levaram ela a tomar essa decisão contra sua própria vida, mas eu posso com toda a certeza do mundo, dizer que conheço um pouco da dor que a feriu.
No primeiro ano da faculdade, nos primeiros meses de aula, ouvi de um professor que se eu não tivesse pelo menos 4 horas do meu dia reservado pra revisar a matéria então que eu nem continuasse a faculdade (que já era integral). Não preciso dizer o impacto desse dizer na vida de quem tinha que trabalhar à noite toda pra sustentar a família na esperança de conseguir um diploma no final de 5 anos (com sorte), né?
Depois disso, eu vi professores se vangloriando na sala de aula porque reprovaram uma turma inteira, e é claro que o problema não era o professor ou a metodologia, era a turma...
Também vi 7 pessoas da minha sala passarem sem exame em determinada matéria, que procuramos o colegiado do curso e a professora incansavelmente para tentarmos encontrar uma saída para as médias 2,0 que a turma não conseguia aumentar mesmo com grupos de estudo e um ajudando o outro durante semanas antes das avaliações. Nessa matéria estão matriculados hoje cerca de 60 alunos, e adivinhem? A turma "nova" também tem os mesmos resultados, mas o problema JAMAIS é o professor (não esqueçam!).
Nesses dois anos e meio eu vi amigos desistirem do curso porque estavam há dias sem tomar banho porque não poderiam perder tempo com algo que não fosse estudar. Vi amigos desistirem do curso porque alguns professores pegavam tanto no pé que frequentar as aulas era um pesadelo. Vi amigos desistirem do curso porque precisaram escolher entre a sua saúde mental e a faculdade. Recebi ligações de amigos no meio da noite dizendo que estavam se mutilando e iam cometer suicídio. Li no spotted incontáveis pedidos de socorro. Vi amigos desistirem do curso porque com uma reprovação e consequentemente um ano a mais na faculdade, não teriam como se sustentar. Vi dezenas de amigos procurarem ajuda psicológica no campus (inclusive eu) e não encontrando porque ESTÁ LOTADO! Vi amigos contarem no Facebook que quando pediram ajuda pra um professor de sua confiança ouviram que "quem tem depressão mesmo não vai pra festas". Ouvi professores falarem que quem sai e tem vida noturna certamente não será um bom profissional. Ouvi esses mesmos professores dizerem que quando fizeram faculdade o mesmo acontecia com eles e "ninguém morreu". Ouvi também que os jovens estão assim por falta de Deus e mais milhares de coisas que ouço diariamente dentro do campus e tento não absorver (tanto).
É muito difícil escrever sobre isso porque estou no meio de um tratamento para ansiedade e crises de pânico, que foram desencadeadas e intensificadas pela rotina que eu tinha ano passado onde eu me culpava quando ouvia música no trajeto até em casa no qual eu com certeza deveria estar estudando. Cheguei num ponto onde eu simplesmente atingi o limite de estresse que meu corpo é capaz de aguentar. Não dormia, não comia, não conseguia parar de tremer e estar calma era algo fora da minha realidade. Hoje me sinto melhor, tendo clonazepam, fluoxetina e alprazolam do lado da cama, pra quem quiser ver, mas a única coisa que meus professores são capazes de enxergar é se meu histórico acadêmico está impecável.
Ontem foi a Julia, amanhã será o João, depois a Maria, mas são VOCÊS quem puxam suas cordas.
- Taynah I. C. de Lara, estudante de Enfermagem - UNIOESTE, Cascavel - PR (Com Catve)
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