Cresol apoia empresa de tecnologia no agro e impulsiona inovação no campo

A inovação e o desenvolvimento tecnológico no campo estão cada vez mais próximos da realidade de produtores e empreendedores rurais.

Em Toledo (PR), esse movimento tem ganhado força com o apoio da Cresol por meio do programa Empreendedorismo Urbano, que tem como objetivo oferecer suporte técnico e consultorias especializadas para empresas cooperadas, fortalecendo seus modelos de negócio ao longo de seis meses.

Um dos destaques dessa iniciativa é a Daga Tecnologia e Engenharia Ltda, empresa cooperada desde junho de 2024, comandada por Josiane Gonçalves Daga e Alisson Luan Daga. A startup se tornou um exemplo de como o cooperativismo pode estar presente também na cidade, com soluções que impactam diretamente o campo. Com foco em automação, eficiência energética e inovação no agronegócio, a Daga utiliza a tecnologia como ferramenta para transformar a produtividade e a gestão nas propriedades rurais da região.

Através do programa Empreendedorismo Urbano, a Cresol oferece uma consultoria híbrida (com encontros presenciais e remotos) que auxilia no planejamento estratégico, financeiro e comercial das empresas participantes. Além disso, disponibiliza linhas de crédito diferenciadas e oportunidades de capacitação, contribuindo para o crescimento sustentável dos negócios.

Para a Cresol, o apoio à inovação vai além da oferta de produtos financeiros. É um compromisso com a geração de renda, o fortalecimento das comunidades e a valorização de quem está à frente da transformação no campo e na cidade. “Acreditamos no potencial dos nossos cooperados e buscamos ser um agente ativo no desenvolvimento regional. Projetos como o da Daga demonstram como o cooperativismo pode impulsionar soluções tecnológicas que beneficiam todo o ecossistema do agro”, destaca o vice-presidente da Cresol Integração, Renato Morais.

Com iniciativas como essa, a Cresol reforça sua atuação como parceira do empreendedorismo e da inovação, promovendo a integração entre tecnologia, cooperativismo e o futuro do agronegócio brasileiro.

Sobre a Cresol - Com 29 anos de história, mais de 1 milhão de cooperados e 952 agências de relacionamento em 19 estados, a Cresol é uma das principais instituições financeiras cooperativas do País. Com foco no atendimento personalizado, a Cresol fornece soluções financeiras para pessoas físicas, empresas e empreendimentos rurais.

 

 

 

 

 

Por - Assessoria

Duas estradas rurais de Santa Tereza do Oeste receberão pavimentação, beneficiando produção agrícola da região

Investimento foi confirmado em reunião entre o deputado Gugu Bueno, secretário Márcio Nunes e o prefeito Amarildo Rigolin

A cidade de Santa Tereza do Oeste foi contemplada com um investimento para a pavimentação de dois trechos, totalizando 5,7 km. As comunidades de Vila União e Rio Santinho serão beneficiadas. O investimento foi anunciado nesta terça-feira (17) durante reunião em Curitiba com o secretário estadual da Agricultura e Abastecimento, Márcio Nunes, o prefeito Amarildo Rigolin e o 1º secretário da Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP), deputado Gugu Bueno. A iniciativa atende a uma demanda estratégica para o desenvolvimento rural do município.

O trecho beneficiado é essencial para o escoamento da produção agropecuária e para o transporte escolar, cruzando uma área com dezenas de aviários, bacias leiteiras e estruturas de suinocultura. A estrada também garante acesso a propriedades que sustentam famílias dedicadas à produção de proteína animal, atividade central para a economia da região.

O 1º secretário da ALEP, deputado estadual Gugu Bueno, explicou que a presença do Governo do Estado nas comunidades rurais, por meio de obras estruturantes como a pavimentação de estradas, representa um avanço concreto para quem vive e trabalha no interior. Ele destacou que ações como essas fortalecem diretamente a base produtiva do Estado. “A gente sabe a riqueza que o nosso interior produz. Levar asfalto para uma estrada rural significa garantir melhores condições de escoamento da safra, mais dignidade para os produtores e qualidade de vida para quem depende diariamente dessas vias. É um momento marcante, de alegria para todos nós que defendemos o desenvolvimento regional”, afirmou Bueno.

Segundo o deputado, o repasse dos recursos estaduais representa apenas a primeira etapa. A partir de agora, cabe aos municípios dar agilidade aos trâmites técnicos para viabilizar a execução das obras. “O recurso já está disponível. Agora é hora de os prefeitos correrem com os projetos, para que, logo após a aprovação, possamos assinar os convênios e iniciar as obras. Sem dúvida, são intervenções que vão transformar o interior e contribuir com o desenvolvimento sustentável de cada região do Paraná”, completou o 1º secretário da ALEP.

O secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Márcio Nunes, destacou o impacto estrutural que o programa tem trazido ao meio rural paranaense. “O Governo do Paraná está executando o maior programa de conservação de água, solo e recuperação da efetividade do solo do Brasil. Dentro dessa estratégia, estamos iniciando também a pavimentação rural em diversos trechos. A ação melhora a trafegabilidade, reduz o custo de produção e garante que insumos, como o adubo, cheguem às propriedades com mais eficiência”, explicou Nunes.

Márcio Nunes também reforçou a importância da obra para o cotidiano das famílias que vivem no campo. “Além disso, assegura que tudo o que é produzido no campo — frango, porco, peixe, leite, carne — possa sair com qualidade. E o mais importante: garante melhores condições para o transporte escolar e para o deslocamento das famílias, inclusive em situações de emergência. A pavimentação rural faz parte dos caminhos da integração e da rota do progresso que estamos construindo no Paraná”, completou o secretário.

O prefeito Amarildo Rigolin agradeceu o atendimento da demanda e detalhou os benefícios da obra. “Está liberado o investimento para seis quilômetros de estrada rural para nós, graças ao apoio do nosso secretário Marcio Nunes e do deputado Gugu. Só temos que agradecer ao deputado, ao secretário e ao governador Ratinho Junior por prestigiarem Santa Tereza com esse projeto que vem em benefício direto da população rural”, afirmou o prefeito.

Segundo o prefeito, o asfalto vai atender uma região produtiva e facilitará também a locomoção dos estudantes. “O trecho contempla várias estruturas de aviários, bacias leiteiras e chiqueirões de porco. O transporte escolar vai passar por toda essa área, então esse investimento vai beneficiar bastante os nossos agricultores e também os nossos alunos”, concluiu Amarildo Rigolin.

 

 

 

 

 

 

Por - Assessoria

 Câmeras térmicas: Falcão da PMPR detecta fugitivo que transportava 215 kg de drogas

A alta tecnologia embarcada nos helicópteros do Projeto Falcão, da Polícia Militar do Paraná (PMPR), foi fundamental para a apreensão de 215 quilos de drogas que estavam em um carro roubado, em Cascavel, no Oeste do Paraná, nesta terça-feira (17).

Com o uso das câmeras térmicas de última geração das aeronaves, os policiais conseguiram localizar e prender o motorista do veículo, que tentou se esconder em uma área de mata.

A ação contou com a participação dos batalhões de Operações Aéreas (BPMOA), de Polícia Rodoviária (BPRv) e do 6º Batalhão de Polícia Militar, com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

A ocorrência começou por volta das 7h50, quando um carro que trafegava pela BR-277 fugiu de uma abordagem policial. Após a perseguição, o motorista abandonou o veículo e tentou fugir por um matagal. Com apoio da aeronave Falcão 13, o homem foi localizado escondido no meio da vegetação.

No ar, os policiais que estavam no helicóptero acionaram a câmera térmica para encontrar o suspeito e, com uso do alto falante da aeronave, orientaram os policiais que faziam as buscas em terra. Ao abordar o motorista, os policiais verificaram que ele tinha um mandado de prisão em aberto.

Dentro do carro abandonado, os policiais encontraram 59 quilos de maconha e 156 quilos de skank. Além disso, o carro usado na ação também possuía alerta de roubo. A droga, o veículo e o homem foram encaminhados para a Delegacia da Polícia Federal de Cascavel.

TECNOLOGIA – As aeronaves do Projeto Falcão são operadas pelo BPMOA, em apoio a outras unidades policiais do Paraná, como a Polícia Civil, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Receita Federal. O uso dos helicópteros aumenta a eficácia das operações, especialmente em áreas de difícil acesso ou em situações que exigem um monitoramento aéreo preciso. Permitem uma resposta rápida e coordenada, ampliando a capacidade de operação das forças de segurança.

A tecnologia avançada destes helicópteros inclui câmeras termais e sistemas de comunicação de última geração, capazes de localizar suspeitos e coordenar operações com precisão, resultando em um menor tempo de resposta e uma maior proteção aos cidadãos. Eles também têm farol de busca de alta performance, que potencializam a segurança das equipes de solo em terrenos com baixa luminosidade e na localização de suspeitos em áreas de matas, rios e terrenos diversos.

São equipados, ainda, com alto-falante externo, específico para operações em aeronave, equipamento possibilita ouvir com perfeição as informações repassadas, e com sirene inclusa. Há ainda rádio policial homologado para utilização em aeronaves para comunicação com as equipes policiais.

 

 

 

 

 

 

Por - AEN

 PCPR deflagra operação para desarticular um dos maiores grupos de tráfico internacional de animais do País

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) está nas ruas desde as primeiras horas da manhã desta terça-feira (17) em uma operação contra o tráfico internacional de animais silvestres e exóticos. A ação ocorre simultaneamente em 12 cidades do Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Minas Gerais, com o objetivo de desarticular um dos maiores grupos criminosos do País envolvidos nesse tipo de crime.

Com apoio aéreo de um helicóptero da PCPR, os policiais civis cumprem 38 mandados de busca e apreensão em residências, clínicas veterinárias e cativeiros. A operação mira a estrutura criminosa identificada e seus principais distribuidores em âmbito nacional e regional.

A ação tem apoio da Polícia Militar do Paraná (PMPR), das polícias civis dos quatro estados envolvidos, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), do Instituto Água e Terra (IAT), da Prefeitura de Curitiba e de organizações ambientalistas.

As ordens judiciais resultam de uma investigação de dois anos que monitorou grupos virtuais voltados ao tráfico de animais silvestres — da fauna brasileira — e exóticos, de outras partes do mundo.

“Esses grupos, que concentram mais de 20 mil membros, se organizam para a venda de animais em todo o território nacional, tanto no atacado quanto no varejo”, afirma o delegado Guilherme Dias, responsável pela investigação.

Entre as espécies traficadas estão onças, tucanos, araras, macacos, serpentes, aranhas e dezenas de aves nativas e exóticas.

“Infiltramos agentes em grupos digitais e descobrimos como funciona o comércio ilegal de animais no Brasil. Hoje, ele ocorre majoritariamente de forma online, diferente dos anos anteriores, quando se concentrava em feiras livres”, afirma o delegado.

A PCPR apurou que o grupo atuava de maneira estruturada e segmentada. As células criminosas sediadas em São Paulo eram responsáveis pela distribuição nacional, enquanto os núcleos do Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais abasteciam o Sul, o Sudeste e parte do Nordeste.

Os crimes investigados são tráfico de animais, maus-tratos, falsificação de documentos públicos, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

A operação é desdobramento de uma ação deflagrada em fevereiro de 2024, que resultou na apreensão de 390 animais e na prisão de nove pessoas. Na ocasião, a PCPR identificou que os criminosos chefiavam 27 grupos de aplicativos de mensagens voltados exclusivamente ao tráfico de animais, além de integrarem dezenas de outros, com mais de 20 mil integrantes e conexões internacionais no Paraguai e na Venezuela.

Cidades com mandados cumpridos:

Paraná: Curitiba, São José dos Pinhais, Campina Grande do Sul, Fazenda Rio Grande, Matinhos, Piraquara e Almirante Tamandaré.

São Paulo: São Paulo, Santana de Parnaíba e Santos.

Santa Catarina: Ascurra.

Minas Gerais: Santa Luzia.

 

 

 

 

Por - AEN

 PCPR deflagra operação para desarticular um dos maiores grupos de tráfico internacional de animais do País

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) está nas ruas desde as primeiras horas da manhã desta terça-feira (17) em uma operação contra o tráfico internacional de animais silvestres e exóticos. A ação ocorre simultaneamente em 12 cidades do Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Minas Gerais, com o objetivo de desarticular um dos maiores grupos criminosos do País envolvidos nesse tipo de crime.

Com apoio aéreo de um helicóptero da PCPR, os policiais civis cumprem 38 mandados de busca e apreensão em residências, clínicas veterinárias e cativeiros. A operação mira a estrutura criminosa identificada e seus principais distribuidores em âmbito nacional e regional.

A ação tem apoio da Polícia Militar do Paraná (PMPR), das polícias civis dos quatro estados envolvidos, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), do Instituto Água e Terra (IAT), da Prefeitura de Curitiba e de organizações ambientalistas.

As ordens judiciais resultam de uma investigação de dois anos que monitorou grupos virtuais voltados ao tráfico de animais silvestres — da fauna brasileira — e exóticos, de outras partes do mundo.

“Esses grupos, que concentram mais de 20 mil membros, se organizam para a venda de animais em todo o território nacional, tanto no atacado quanto no varejo”, afirma o delegado Guilherme Dias, responsável pela investigação.

Entre as espécies traficadas estão onças, tucanos, araras, macacos, serpentes, aranhas e dezenas de aves nativas e exóticas.

“Infiltramos agentes em grupos digitais e descobrimos como funciona o comércio ilegal de animais no Brasil. Hoje, ele ocorre majoritariamente de forma online, diferente dos anos anteriores, quando se concentrava em feiras livres”, afirma o delegado.

A PCPR apurou que o grupo atuava de maneira estruturada e segmentada. As células criminosas sediadas em São Paulo eram responsáveis pela distribuição nacional, enquanto os núcleos do Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais abasteciam o Sul, o Sudeste e parte do Nordeste.

Os crimes investigados são tráfico de animais, maus-tratos, falsificação de documentos públicos, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

A operação é desdobramento de uma ação deflagrada em fevereiro de 2024, que resultou na apreensão de 390 animais e na prisão de nove pessoas. Na ocasião, a PCPR identificou que os criminosos chefiavam 27 grupos de aplicativos de mensagens voltados exclusivamente ao tráfico de animais, além de integrarem dezenas de outros, com mais de 20 mil integrantes e conexões internacionais no Paraguai e na Venezuela.

Cidades com mandados cumpridos:

Paraná: Curitiba, São José dos Pinhais, Campina Grande do Sul, Fazenda Rio Grande, Matinhos, Piraquara e Almirante Tamandaré.

São Paulo: São Paulo, Santana de Parnaíba e Santos.

Santa Catarina: Ascurra.

Minas Gerais: Santa Luzia.

 

 

 

 

Por - AEN

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