Segundo sorteio da campanha Cooperar é Ganhar contempla 10 cooperados da Cresol Integração

De maio a novembro, a campanha promove sorteios mensais no valor de R$1.500 para 10 cooperados por mês.

A Cresol Integração realizou, na primeira semana de junho, o segundo sorteio da campanha nacional Cooperar é Ganhar a maior campanha de prêmios do cooperativismo de crédito do Brasil. Dez cooperados da área de atuação da Cresol Integração foram contemplados com prêmios de R$1.500, reforçando o compromisso da cooperativa em valorizar e reconhecer a participação dos seus associados.

De maio a novembro, a campanha promove sorteios mensais no valor de R$1.500 para 10 cooperados por mês. E as expectativas ficam ainda maiores para dezembro, quando serão sorteados R$ 30 mil e, no grande prêmio final, três sorteios de R$1 milhão em certificados de barras de ouro.

O Cooperar é Ganhar é considerada a maior campanha de prêmios do cooperativismo de crédito no Brasil e conta, este ano, com a participação especial do cantor Daniel, que estreia como embaixador oficial da iniciativa, fortalecendo ainda mais a conexão com os cooperados e com as comunidades.

Confira os ganhadores do segundo sorteio da Cresol Integração:

Roberto De Souza – Diamante do Sul (PR)
Julio Cezar Gevarovski – Marechal Cândido Rondon (PR)
Valmor Fiore – Campo Mourão (PR)
Claudomir Fagundes – Catanduvas (PR)
Frigotto Tramontin E Cia Ltda – Três Barras do Paraná (PR)
Lucas Manica Da Silva – Guaraniaçu (PR)
Vera Lucia Galhardo – Santa Lucia (PR)
Elton Jose Stein – Entre Rios do Oeste (PR)
Adair Silvio Grasel – Entre Rios do Oeste (PR)
Associação Comercial e Empresarial de Marechal Cândido Rondon – Acimacar – Marechal C. Rondon (PR)

Participe - A participação na campanha é simples e válida tanto para pessoas físicas quanto jurídicas. Para gerar números da sorte, basta realizar investimentos em poupança, RDC, LCA ou Capital Social na Cresol. Quanto mais o cooperado investe, mais chances tem de ser contemplado. Todas as informações sobre o regulamento, consulta dos números da sorte e resultados dos sorteios estão disponíveis na página oficial da campanha: www.cresol.com.br/campanha/cooperar-e-ganhar

Sobre a Cresol - Com 29 anos de história, mais de 1 milhão de cooperados e 952 agências de relacionamento em 19 estados, a Cresol é uma das principais instituições financeiras cooperativas do País. Com foco no atendimento personalizado, a Cresol fornece soluções financeiras para pessoas físicas, empresas e empreendimentos rurais.

 

 

 

 

 

Por - Assessoria

Colheita de 713 mil sacas de café chega a 36% no Paraná; cultura alcança R$ 1,1 bilhão

A colheita de café chega a 36% da previsão de 713 mil sacas no Paraná e os produtores começam a se apropriar da evolução de quase 100% em relação aos preços praticados no ano passado. Em junho de 2024 a saca do produto beneficiado estava em R$ 1.151,55 em média. Nesta quarta-feira (18) atingiu R$ 2.083,57.

Os preços e ganhos em relação ao café é um dos assuntos analisados no Boletim de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 13 a 18 de junho. O documento do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), também fala do protagonismo do Estado na produção de proteína animal e na diversificação agrícola.

O preço do café registrado agora em junho – R$ 2.083.57 – ganha mais significância, levando-se em conta que há boa margem em relação aos custos totais levantados pelo Deral, que em maio ficou em R$ 1.186,69.

“Com a colheita chegando a 36% da produção de 713 mil sacas estimada para este ano, alguns produtores finalmente estão começando a se apropriar de maneira mais consistente da escalada de preços ocorrida na entressafra anterior”, afirmou o agrônomo do Deral, Carlos Hugo Godinho.

Isto acontece porque em fevereiro, quando os preços atingiram seu pico, pelo menos dois terços da safra de 2024 já estava vendida, e muitos produtores sequer tinham produto para comercializar. Os preços refletiram positivamente nas regiões produtoras.

Carlópolis, no Norte Pioneiro, que concentra um quarto da produção estadual de café, teve o maior incremento absoluto de Valor Bruto de Produção (VBP) no Estado em 2024, passando de R$ 513 milhões para R$ 763 milhões, impulsionado especialmente pela cafeicultura. No Paraná todo, a cultura voltou a superar o patamar do bilhão, passando de R$ 563 milhões para R$ 1,1 bilhão em 2024.

MILHO – Mesmo com o clima pouco favorável na semana, houve uma janela bem aproveitada pelos produtores de milho e a área colhida já alcança 227 mil dos 2,72 milhões de hectares plantados no Paraná.

O boletim destaca ainda que 54% da área total já se encontra na fase de maturação. Com isso, mesmo que haja geadas intensas, dificilmente essas áreas serão impactadas de forma significativa. No entanto, os 46% restantes estão em fase mais suscetíveis ao frio. Boa parte fica no Norte, que historicamente não registra geadas intensas.

FRUTAS – Por ser um país tropical, o Brasil tem vasta área propícia para o plantio de frutas temperadas. Uvas estão no semiárido nordestino, enquanto peras e mirtilos diversificam os pomares no perímetro irrigado de Petrolina (PE) e Juazeiro (BA). Morangos, que eram frutas de elite pelo pouco período de cultivo, hoje estão nas mesas o ano todo.

A maçã Eva, desenvolvida no Paraná, atualmente é cultivada também em regiões mais quentes no Brasil. Para compreender a diversidade das frutas será realizado em 25 de junho, na Estação de Pesquisa da Lapa, do IDR-Paraná, o XI Seminário Estadual de Fruticultura de Clima Temperado.

BOVINOS – A pesquisa trimestral do IBGE mostrou que o Paraná abateu 354 mil cabeças de bovinos em 2025. O número é aproximadamente 4% superior aos 340 mil do mesmo período do ano passado. Apesar do crescimento, o Paraná ainda tem participação de apenas 3% dos animais abatidos nacionalmente.

O volume de carne oriundo desses abates também subiu, saindo de 87,7 mil toneladas nos três primeiros meses de 2024 para 90,7 mil toneladas agora. O rendimento médio do bovino paranaense é de 256 quilos de carne por animal, superando a média nacional de 251 quilos.

FRANGO – Mesmo com o evento da Influenza Aviária em granja comercial do Rio Grande do Sul, os dados do Agrostat Brasil mostram que nos primeiros cinco meses do ano houve aumento nas exportações de carne de frango. O faturamento subiu 9,8% passando de US$ 3,774 bilhões no ano passado para US$ 4,145 bilhões agora. Em volume foi de 2,099 milhões de toneladas para 2,193 milhões (4,5%).

O Paraná registrou 904.538 toneladas exportadas no acumulado de 2025, contra 892.272 toneladas entre janeiro e maio de 2024 (1,4% a mais). A receita no ano passado foi de US$ 1,568 bilhão, chegando agora a US$ 1,672 bilhão, aumento de 6,6%.

OVOS – No primeiro trimestre a produção brasileira de ovos para consumo foi de 993,398 milhões de dúzias, o que representa 11,921 bilhões de unidades. O volume é 10,8% maior que no mesmo período do ano passado, quando se produziu 896,922 milhões de dúzias.

O ranking nacional é liderado por São Paulo, seguido de Minas Gerais e Espírito Santo. O Paraná é o oitavo colocado, com produção de 50,862 milhões de dúzias no trimestre. O volume é 4,5% superior às 48,671 milhões de dúzias do ano passado.

 

 

 

 

 

Por AEN/PR

 

 

Vazio sanitário da soja passa a valer em todo o Paraná a partir deste sábado

Neste sábado (21), a região 1, que é composta pelo Sul, Leste, Campos Gerais e Litoral do Paraná, completa o escalonamento estabelecido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) de vazio sanitário da soja no Estado. As demais regiões do Paraná já entraram no período no início do mês.

A medida, que vai até 19 de setembro na região, é uma forma de diminuir a proliferação do fungo Phakopsora pachyrhizi, causador da ferrugem asiática, doença mais severa da cultura da soja, que pode causar perdas de até 90% de produtividade se não controlada.

Durante o vazio sanitário não é permitido cultivar ou manter plantas vivas de soja no campo, com o objetivo de que não se tornem hospedeiras do fungo e fonte de multiplicação da doença no ciclo do grão.

No Paraná, os períodos do vazio sanitário foram escalonados em três etapas, conforme os diversos microclimas do Estado. A definição foi feita pelo Mapa, com o objetivo de estabelecer os períodos mais adequados para o plantio e reduzir a propagação do fungo.

A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), vinculada à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, é responsável pela fiscalização em todo o território paranaense, devendo aplicar as penalidades previstas em legislação aos produtores que não fizerem a erradicação das plantas vivas de soja durante o período do vazio sanitário. Também cabe à autarquia o controle e cumprimento das datas para a janela de plantio da cultura no Estado.

O Departamento de Sanidade Vegetal da Adapar (DESV) reforça que é importante que todos os agricultores adotem esse cuidado em suas propriedades. A agência destaca que a medida sanitária somente será efetiva com o monitoramento de todos os locais que possam conter plantas vivas de soja e a eliminação imediata caso alguma seja detectada.

REGIÕES E DATAS – A Portaria n.º 1.271, de 30 de abril de 2025, da Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa, estabelece as normas para o vazio sanitário da soja.

Confira:

Na Região 1, que abrange os municípios do Sul, Leste, Campos Gerais e Litoral do Paraná, o vazio sanitário inicia em 21 de junho e segue até 19 de setembro. O plantio poderá ser realizado de 20 de setembro de 2025 até 20 de janeiro de 2026.

Região 2, que abrange Norte, Noroeste, Centro-Oeste e Oeste do Paraná, começou em 02 de junho e segue até 31 de agosto, com semeadura a partir de 1º de setembro e se encerrando em 31 de dezembro.

Na Região 3, que compreende os municípios do Sudoeste do Estado, o vazio sanitário começou em 12 de junho e termina em 10 de setembro. A semeadura está autorizada entre 11 de setembro e 10 de janeiro de 2026.

 

 

 

 

 

Por AEN/PR

 

 

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Paraná vai contratar 589 agentes de socioeducação por Processo Seletivo Simplificado

O Governo do Estado autorizou a abertura do Processo Seletivo Simplificado (PSS) para a contratação de 589 agentes de socioeducação. Os novos servidores vão atuar nas 28 unidades de atendimento de adolescentes em conflito com a lei instaladas em 16 municípios do Paraná. A medida atende a uma necessidade temporária e de interesse público para recomposição do quadro de pessoal. A expectativa é de que o edital seja publicado em julho.

“A contratação desses servidores vai permitir que o trabalho de reintegração social ganhe qualidade, porque mais do que receber os adolescentes em conflito com a lei, nós queremos reforçar as atividades de escolarização, a qualificação profissional e também a oferta de esporte e cultura nas unidades. A intenção é que eles não fiquem ociosos, mas ganhem novos propósitos de vida”, disse o secretário de Estado da Justiça e Cidadania, Valdemar Bernardo Jorge, acrescentando que o atendimento das famílias também vai melhorar com a chegada de mais agentes.

De acordo com o Coordenador de Gestão do Sistema Socioeducativo, Alex Sandro da Silva, a contratação trará um ganho enorme para a rotina diária dos adolescentes. “Esperamos que com a entrada desses agentes tenhamos uma ampliação da qualificação do atendimento e cuidado dessa população que está privada de liberdade”, ressaltou.

Segundo Silva, hoje o quadro de agentes socioeducativos conta com 754 homens e 103 mulheres. “A atuação é pautada no atendimento humanizado e na garantia de direitos, primando pela segurança de todas as pessoas que estão nesses espaços de privação de liberdade”, completou.

Atualmente o Paraná atende 507 adolescentes entre 12 e 21 anos de idade em conflito com a lei nas 28 unidades (são 19 centros de socioeducação e nove casas de semiliberdade). Os contratos de agentes socioeducativos terão duração de um ano, com possibilidade de prorrogação por igual período.

Entre os objetivos do processo de ressocialização de adolescentes estão o fortalecimento de vínculos familiares, o incentivo aos estudos, às práticas esportivas e culturais e o estímulo à qualificação profissional.

 

 

 

 

 

Por AEN/PR

 

 

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 Programa psicossocial pioneiro para servidores da segurança atinge 120 mil atendimentos

O bem-estar e saúde emocional dos profissionais da segurança pública é uma prioridade no Paraná.

Lançado em 2020 pelo Governo do Estado como iniciativa pioneira no Brasil, o Programa de Atenção Psicossocial (Prumos) ultrapassou a marca de 120 mil atendimentos, consolidando-se como referência em cuidados psicológicos para policiais civis, militares, penais, científicos e bombeiros militares, além dos familiares dos servidores.

Sob coordenação da Diretoria Estrutural da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SESP), o Prumos se destaca por oferecer suporte gratuito, confidencial e humanizado. A busca pelos atendimentos é realizada tanto por iniciativa voluntária dos servidores quanto por encaminhamento das chefias.

Com uma equipe de 77 psicólogos e assistentes sociais, a estrutura tem Centros de Atendimento Psicossocial (CAPS) nos municípios de Curitiba, Londrina, Maringá e Cascavel, além de 40 salas para atendimento em unidades policiais em outros municípios.

O programa registra, desde sua criação, uma média anual de 25 a 30 mil atendimentos, entre psicoterapia individual, grupos e atividades preventivas a servidores da ativa e aposentados. De janeiro até maio de 2025 já foram beneficiadas 8.055 pessoas, sendo 60% servidores e 40% familiares.

Para o secretário da Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira, investir na saúde emocional dos servidores e de seus familiares é essencial para manter a segurança pública em alto nível. “Quem cuida precisa ser cuidado — e isso vale tanto para o policial quanto para sua esposa, seus filhos, sua base. O Prumos acolhe a família junto com o profissional. Essa é a nossa maneira de dizer que ninguém enfrenta tudo sozinho. E o resultado aparece nas ruas: hoje temos os menores índices de crimes da história do Paraná”, afirma.

APOIO EMOCIONAL – O servidor José (nome fictício – identidade preservada) tem 16 anos de atuação na segurança pública. Ele já havia feito acompanhamento psicológico particular antes de procurar o Prumos. Ao saber que a Secretaria de Segurança Pública oferecia o atendimento de forma gratuita, marcou suas consultas, além de incentivar a esposa, também servidora, a começar.

“O acompanhamento psicológico é necessário. O ideal é que os agentes de segurança entendam que é preciso haver sessões constantes para não recorrer a medicação ou consultas psiquiátricas”, afirma o servidor.

Há quase cinco anos no Prumos, ele afirma não pensar em deixar o programa. Para José, os benefícios impactam família e trabalho. “O programa é um reconhecimento de que o servidor deve ser valorizado, o fato de ter o apoio ajuda a manter um equilíbrio muito positivo. Não se restringe apenas à carreira profissional, vai além disso”, diz.

Além de José, a esposa dele, que também é da Segurança Pública, e o filho mais velho já foram atendidos pelo Prumos. “Eu e minha esposa procuramos o programa porque percebemos que estávamos atravessando um momento de menos harmonia na família. Fizemos as terapias para ajudar a tornar nossas vidas no trabalho e em casa mais leves”, conta.

Sobre o filho mais velho, a impressão da qualidade do programa é a mesma. “Deu para perceber que foi muito bom para ele, absorveu muito naquele momento da terapia. Ele descontinuou, mas está para voltar às sessões. Entrando na adolescência, é um ótimo momento para isso”, explica o servidor.

PREVENÇÃO – A capitã Ronize Stein Piancini, chefe do Centro de Acompanhamento de Programas Biopsicossociais da SESP, explica que o Prumos tem papel fundamental na prevenção de problemas emocionais e na valorização do servidor, contando com profissionais especialmente capacitados para as necessidades das forças de segurança pública do estado.

De acordo com ela, o serviço foi concebido durante os anos da pandemia da Covid-19, período em que se discutiu muito a saúde emocional da população. “O Prumos surgiu da necessidade de um suporte naquele momento, mas o embrião dele já acontecia com psicólogos contratados na Polícia Militar”, explica.

A capitã também destaca o impacto direto na rotina e na produtividade dos profissionais atendidos. Segundo ela, além de prevenir o adoecimento, o programa fortalece o vínculo dos servidores com suas funções e melhora o ambiente de trabalho. "Quanto melhor estiver o servidor, melhor o trabalho que ele presta ao cidadão”, afirma.

ATENDIMENTO HUMANIZADO – O Prumos atua com psicólogos e assistentes sociais capacitados para lidar com as especificidades das profissões ligadas à segurança pública. O serviço vai além da escuta, com possibilidade de encaminhamentos para tratamentos especializados, formação de grupos terapêuticos e atendimento em situações de crise.

O acesso ao programa é simples: os servidores podem procurar diretamente os locais de atendimento ou receber encaminhamentos das respectivas chefias. As duas sedes de Curitiba estão na Rua Martim Afonso, nº 188, no bairro São Francisco; e na Avenida Edgard Stellfeld, nº 1.674, no Jardim Social.

 

 

 

 

 

Por - AEN

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