O Paraná registrou a maior variação positiva nas estimativas da produção agrícola de grãos para 2025 no Brasil, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (10) pelo IBGE.
O acréscimo foi de 447 mil toneladas em relação ao levantamento de maio, desempenho 150% superior ao registrado pela Bahia, o segundo colocado no ranking nacional, cuja variação foi de 177 mil toneladas. Com o aumento estimado, a atual safra de grãos do Estado deve ser de aproximadamente 45,3 milhões de toneladas, de acordo com o órgão federal.
Com esse crescimento, o Paraná mantém a segunda posição no ranking nacional da produção de grãos, com 13,6% de participação, atrás apenas do Mato Grosso (31,5%). O Paraná ainda responde por mais de metade da colheita de grãos na região Sul, que equivale a 25,4% da produção brasileira.
Os novos números do IBGE reforçam a relevância da agricultura paranaense em algumas das cadeias mais relevantes do setor. Com um volume estimado em 865,3 mil toneladas, o Paraná é o maior produtor de feijão do Brasil, além de liderar com folga a produção nacional de cevada, com 423 mil toneladas previstas, o que representa 77,5% da safra do País.
O Estado ainda responde por 33,6% da produção brasileira de trigo, com 2,7 milhões de toneladas, e ocupa a 2ª colocação na produção nacional de soja, com 21,3 milhões de toneladas, e de milho da segunda safra, com 16,5 milhões de toneladas.
RECUPERAÇÃO – Apesar de pequenas variações mensais em algumas culturas, os números apontam uma recuperação sólida em relação ao desempenho de 2024, que foi impactado negativamente por condições climáticas adversas.
Na cevada, por exemplo, o crescimento é de 47,3% em relação ao ano passado. Já no feijão – cuja produção em três safras deve atender plenamente a demanda interna do Brasil em 2025 – o Paraná lidera com 26,8% de participação nacional, com estimativa 4,2% superior à do ciclo anterior. O trigo também apresenta crescimento anual de 13,5%, enquanto a soja tem alta de 14,2%. No milho da segunda safra, o avanço é de 31,7%.
Outro destaque é a cultura de aveia, que deve atingir 248 mil toneladas, um salto de 48,9% em comparação com 2024. O rendimento médio das lavouras cresceu 39,4%, chegando a 2.441 quilos por hectare, o que fortalece a cultura especialmente nas regiões Sul e Centro-Sul do Estado.
Com os resultados mais recentes, o Paraná se consolida como um dos principais vetores do crescimento do agronegócio brasileiro, cuja safra nacional de grãos está estimada atualmente em 333,3 milhões de toneladas em 2025. O Estado integra o grupo das seis maiores potências agrícolas do País – ao lado de Mato Grosso, Goiás, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais –, que juntas respondem por 79,5% da colheita nacional.
LSPA – O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) é realizado mensalmente pelo IBGE desde 1972 e reúne estimativas de área plantada, colhida, produtividade e volume total das principais lavouras do País. A pesquisa é referência para produtores, mercados e gestores públicos no planejamento da produção agrícola. A próxima divulgação do levantamento, com os dados de julho, será em 14 de agosto.
Por - AEN
O Instituto Água e Terra (IAT), autarquia vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest), publicou a Portaria nº 291/2025 que estabelece novos critérios e procedimentos para a produção, doação e transferência de sementes e mudas nativas produzidas pelos viveiros e laboratórios do órgão ambiental. O documento substitui a portaria 386/2020.
Entre as novidades da normativa está o limite de 300 mudas por ano para eventos de distribuição sem área de plantio previamente definida. Nesses casos, é obrigatória a apresentação de relatórios sobre a execução do projeto e o plantio das espécies, para garantir efetividade nas ações de restauração. Casos excepcionais podem ser deliberados pela Gerência de Restauração Ambiental do IAT mediante justificativa.
Além disso, pedidos que envolvem a solicitação de mais de 10 mil mudas agora exigem a apresentação de um Projeto de Recuperação de Área Degradada (PRADA), que deve ser obrigatoriamente cadastrado na plataforma MonitoraPRAD, conforme prevê também a Portaria IAT nº 17/2025.
Outro ponto importante é a adequação da distribuição de mudas às condições climáticas. A liberação durante o inverno ou em períodos de estiagem passa a depender da análise técnica do coordenador do viveiro, em conjunto com a Gerência de Restauração Ambiental. A Portaria ainda determina que a taxa de mortalidade das mudas em campo não ultrapasse 20%.
A solicitação das plantas também deve ser feita pelo Sistema de Gestão Ambiental (SGA), disponível no site do IAT. Imóveis rurais precisam informar o número do Cadastro Ambiental Rural (CAR). Já a doação de sementes de espécies nativas passa a ser restrita a instituições públicas de ensino, pesquisa e parceiros institucionais, mediante anuência da Gerência de Restauração Ambiental, conforme diretrizes da Portaria IAT nº 517/2023.
PARANÁ MAIS VERDE – Segundo o engenheiro florestal Alexandre Dal Forno Mastella, chefe da Divisão de Produção de Mudas Nativas do IAT, a nova norma reflete um cenário de avanços das políticas ambientais do Estado, especialmente com o fortalecimento do Programa Paraná Mais Verde. “O Paraná Mais Verde vai além dessa linha de ação das datas comemorativas, dos plantios envolvendo diversos setores da sociedade nestas datas, o que demanda mudas dos viveiros do IAT. O programa está institucionalizado e é voltado para a restauração das áreas verdes”, diz .
Mastella explica que, ao longo desses cinco anos, o programa passou a demandar ações mais estruturadas não somente nos plantios, mas em diversas atividades de educação ambiental. “O Paraná Mais Verde é algo em plena evolução, que vamos adaptando conforme a necessidade, como é o caso dessa nova regulamentação”, destaca.
A nova Portaria considera também compromissos para a distribuição de mudas em acordos nacionais e internacionais, como as ações firmadas dentro do Consórcio de Integração Sul e Sudeste (Cosud), Plano Nacional de Vegetação Nativa (Planaveg) e do Programa de Regularização Ambiental (PRA), vinculado ao Cadastro Ambiental Rural.
“Todos esses acordos e projetos fizeram com que buscássemos um melhor entendimento de todas essas demandas. Uma organização completa”, explica Mastella. “A nova Portaria reforça ainda a missão do Instituto na conservação da biodiversidade e no uso responsável dos recursos públicos, ao organizar e regulamentar a forma como as mudas e sementes nativas devem ser destinadas à população, instituições e parceiros”.
Por- AEN
A Secretaria da Saúde do Paraná (Sesa) iniciou nesta quarta-feira (9) uma nova etapa de oficinas presenciais voltadas à capacitação de profissionais que atuam nas salas de vacina em todo o Estado.
A ação tem por objetivo qualificar os trabalhadores desta área, garantindo a aplicação correta dos imunizantes, a segurança dos pacientes e a ampliação das coberturas vacinais.
O treinamento iniciou por Maringá, abrangendo a Macrorregião Noroeste e seus 115 municípios, seguindo até sexta-feira (11). A iniciativa seguirá para Curitiba (abrangendo a Macro Leste) e Londrina (Macro Norte), simultaneamente, de 29 a 31 de julho; e Guarapuava (Macro Leste) e Foz do Iguaçu (Macro Oeste), entre os dias 5 e 7 de agosto.
Cerca de 350 profissionais participarão das oficinas e serão formados como multiplicadores, com a missão de repassar o conhecimento técnico às equipes locais de vacinação em seus municípios. Após essa fase, serão realizados novos encontros que abrangerão cerca de 2 mil profissionais que atuam diretamente nas salas de vacinas.
O objetivo é garantir que as diretrizes do Programa Nacional de Imunizações (PNI) sejam aplicadas com qualidade, segurança e uniformidade nas 1.850 salas de vacina existentes no Paraná. “Essa padronização é essencial, especialmente diante da alta rotatividade de profissionais e da complexidade das rotinas que envolvem a imunização. Seguir os protocolos técnicos é o que garante a segurança da população e a efetividade das campanhas vacinais”, afirma o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.
EXPERIÊNCIAS – As oficinas contam com aulas expositivas conduzidas por tutores com experiência em imunização. Eles foram selecionados entre profissionais das Regionais de Saúde, da Divisão de Vigilância do Programa de Imunização da Sesa, da Atenção Primária à Saúde, do Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais e de entidades parceiras.
A Secretaria da Saúde também está atualizando o Manual de Educação Permanente para Salas de Vacina, que servirá como base para orientar as boas práticas em imunização. Esse material será finalizado e disponibilizado para todos os profissionais envolvidos, a fim de assegurar que os vacinadores estejam aptos a realizar atendimentos com precisão, segurança e respeito ao calendário vacinal vigente.
Após o encerramento do ciclo presencial, a Sesa trabalhará para ampliar a capacitação dos profissionais por meio de um curso EaD, desenvolvido em parceria com a Escola de Saúde Pública do Paraná (ESPP), para aprimorar e qualificar novos vacinadores. Será ofertado um curso online, complementado com atividades práticas supervisionadas em salas de vacina dos próprios municípios, com aplicação efetiva do que foi aprendido.
PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE – A capacitação também visa estimular a participação ativa de diferentes setores da sociedade na promoção da imunização. Além dos profissionais da saúde, os multiplicadores são incentivados a envolver conselhos municipais de saúde e representantes da sociedade civil nas discussões sobre estratégias vacinais em cada território. “Estamos comprometidos em garantir que cada paranaense tenha acesso a vacinas seguras e aplicadas com qualidade.
"Por isso, investimos fortemente na qualificação dos profissionais que atuam nas salas de vacina, pois entendemos que a capacitação técnica é fundamental para ampliar a cobertura vacinal e fortalecer a confiança da população nos serviços públicos de saúde”, disse a diretora de Atenção e Vigilância em Saúde da Sesa, Maria Goretti David Lopes.
Por - AEN
Assistente social de 46 anos foi indiciado por incluir pessoas mortas em relatórios para obter benefícios. O caso aconteceu em Ponta Grossa, a polícia concluiu as investigações que apuraram a existência de esquema fraudulento orquestrado pelo funcionário contra a Fundação de Assistência Social de Ponta Grossa (FASPG).
As investigações revelaram que o profissional, que atuava numa associação de amparo a idosos em Ponta Grossa, incluía sistematicamente nomes de pessoas já falecidas nos relatórios mensais de atendimento enviados à FASPG, fazendo parecer que essas pessoas continuavam sendo assistidas pelo serviço social.
O caso veio à tona quando o suspeito solicitou uma cesta básica em nome de uma idosa que havia falecido cinco meses antes. A partir dessa descoberta, uma investigação mais ampla revelou que a prática fraudulenta se estendeu por um período aproximado de 18 meses, entre 2020 e 2021.
O investigado utilizava dados de pessoas falecidas para:
- Simular o cumprimento de metas estabelecidas no convênio com o poder público
- Solicitar benefícios eventuais como cestas básicas
- Apresentar relatórios falsos de visitas domiciliares
- Manter artificialmente o número de pessoas atendidas pela associação
Uma verificação por amostragem realizada pela FASPG constatou que, de 20 supostos usuários contatados, apenas 2 confirmaram estar recebendo efetivamente os serviços da instituição.
O assistente social foi indiciado pelo crime inserção de dados falsos em sistema de informações, previsto no artigo 313-A do Código Penal, cuja pena prevista é de 2 a 12 anos de reclusão, mais multa.
Além do dano ao erário público, as fraudes comprometeram a prestação de serviços essenciais à população idosa em situação de vulnerabilidade social, desviando recursos que deveriam beneficiar pessoas que realmente necessitavam de assistência.
A associação está ressarcindo aos cofres públicos, de forma parcelada, o prejuízo ocasionado, no valor aproximado de R$ 60.000,00.
O autor foi exonerado de suas funções, sendo o inquérito policial concluído e encaminhado ao Ministério Público, que analisará as provas coletadas e decidirá sobre o oferecimento de denúncia criminal contra o investigado.
Por - Catve
A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) ampliou, no primeiro semestre de 2025, suas ações voltadas à educação sanitária para prevenção contra brucelose e tuberculose.
Além da atuação na fiscalização e no cumprimento da legislação, a agência tem investido na orientação de produtores, profissionais e estudantes sobre boas práticas em saúde animal.
Responsável pela proteção do patrimônio pecuário do Estado, a agência tem como um dos principais focos dessas iniciativas o Programa Estadual de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PECEBT).
De janeiro a junho, a Adapar participou de três grandes eventos agropecuários voltados a produtores rurais, realizando diversas palestras técnicas e educativas. As ações aconteceram com o apoio de instituições parceiras dos setores público e privado.
Os temas abordados foram a certificação de propriedades livres de brucelose e tuberculose; a nova Portaria nº 96/2025 da Adapar, que regulamenta o uso do Teste de Elisa como método complementar no saneamento de focos de tuberculose bovina e bubalina; e as atualizações e diretrizes do PECEBT, com foco na padronização e no fortalecimento das medidas de prevenção e controle.
Essas ações impactaram aproximadamente 820 produtores rurais, mais de 200 médicos veterinários que atuam no programa como responsáveis pela vacinação contra a brucelose e realização dos exames de diagnóstico.
Além disso, as ações também contribuíram para o aprendizado de mais de 150 estudantes de Medicina Veterinária. A divulgação das informações também alcançou a população por meio de entrevistas em rádios e podcasts, ampliando ainda mais o alcance da educação sanitária.
Para a chefe da Divisão de Brucelose e Tuberculose da Adapar, Marta Freitas, as ações de educação sanitária são fundamentais para fortalecer a defesa agropecuária do Paraná. “Nosso objetivo é esclarecer sobre as ações do programa e reforçar as formas de vigilância, prevenção e controle da brucelose e da tuberculose, protegendo a saúde pública e visando à erradicação dessas doenças”, afirma.
AÇÕES CONTINUADAS – O Paraná apresenta baixa prevalência de brucelose e tuberculose, o que reforça a importância da vigilância contínua e da educação sanitária como estratégias para manter os índices sob controle e avançar na erradicação. Com informações claras e atualizadas, a tendência é que produtores, profissionais e a sociedade atuem de forma integrada pela saúde animal e pública.
DOENÇAS E PREVENÇÃO - A brucelose é uma doença bacteriana contagiosa que afeta diferentes espécies animais e pode ser transmitida para humanos. A vacinação é obrigatória em bezerras de 3 a 8 meses de idade, com as vacinas B19 (bovinas e bubalinas) ou RB51 (bovinas).
Já a tuberculose é uma zoonose causada pela bactéria Mycobacterium bovis. De evolução geralmente crônica, pode afetar ruminantes, suínos, aves, animais silvestres e seres humanos. É considerada uma das mais relevantes zoonoses para a saúde pública. Atualmente, não existe vacina disponível para prevenção.
Por - AEN
A Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp) conseguiu reduzir em 45,6% a quantidade de roubos e furtos de celulares no Paraná entre janeiro e maio de 2025, comparado ao mesmo período de 2018, último ano antes da gestão do governador Carlos Massa Ratinho Junior.
O número de ocorrências caiu de 23.608 em 2018 para 12.826 no período dos cinco primeiros meses de 2025.
Essa redução significativa é resultado direto das ações coordenadas pelas forças policiais, que ampliaram o patrulhamento ostensivo e fortaleceram as investigações dos crimes. “Segurança pública é uma prioridade. Trabalhamos de maneira estratégica para coibir furtos nos grandes centros urbanos e com as patrulhas rurais também cuidamos dos nossos pequenos municípios”, enfatiza o governador Ratinho Junior.
Os aparelhos de telefone celular são muito visados pelos criminosos por conta do valor e também pela possibilidade de acesso a contas bancárias das vítimas. Mesmo assim, nos últimos anos as forças de segurança do estado do Paraná, dentro das diretrizes de combate ao crime, têm conseguido uma redução sistemática desse tipo de ocorrência.
Para o secretário da Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira, os números comprovam o compromisso assumido por Ratinho Jr. desde o início da sua gestão. “O governador encontrou índices alarmantes quando assumiu, investiu fortemente em infraestrutura e tecnologia policial, e agora estamos colhendo os resultados positivos dessas ações”, destacou Hudson.
Um exemplo desse esforço das forças policiais foi a devolução em maio de 160 celulares furtados ou roubados em Cascavel, no Oeste do Estado. Os aparelhos restituídos foram furtados ou roubados na cidade em 2023 e 2024, e recuperados em pouco mais de dois meses de trabalhos contínuos de inteligência policial realizados pela equipe da Polícia Civil do Paraná (PCPR). Todas as vítimas foram contactadas pela PCPR para irem buscar seus aparelhos.
Também no mês de maio, a Polícia Militar do Paraná (PMPR) recuperou e devolveu 28 celulares que foram roubados ou furtados durante um show na cidade de Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Nesse caso, a ação rápida garantiu que as vítimas não ficassem no prejuízo. Durante patrulhamento de rotina pelo centro de Curitiba, uma viatura foi abordada por uma vítima, que informou que teve seu celular furtado em show sertanejo e, pelo rastreamento, foi levada até as imediações de um hotel em Curitiba. No local, a equipe policial encontrou os 28 aparelhos e prendeu seis pessoas.
QUEDAS NOS CRIMES - A queda nos furtos e roubos de celulares fazem parte de um cenário de queda de outros crimes no Paraná nos últimos anos, resultado do investimentos. Em 2024, o Estado registrou a menor taxa de homicídios, de acordo com dados do Centro de Análise, Planejamento e Estatística da Secretaria de Estado de Segurança Pública. Foram 1.663 homicídios dolosos entre janeiro e dezembro do ano passado, o que representa uma taxa de 14,06 homicídios por 100 mil habitantes. Tanto em números absolutos, quanto proporcionais, os índices são os menores desde o início da série histórica, iniciada em 2007.
Em 2025, também houve queda de homicídios dolosos. Nos cinco primeiros meses do ano, o Estado registrou redução de 30,6% neste crime. Foram 540 crimes desse tipo entre janeiro e maio, contra 778 no mesmo período do ano passado, segundo dados do Centro de Análise, Planejamento e Estatística (Cape) da Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp). Nos primeiros cinco meses de 2009, há 15 anos, por exemplo, foram registrados 1.231 homicídios no mesmo período.
Por - AEN








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