PMPR lança Operação Virtude e reforça combate à violência contra idosos em outubro

A Polícia Militar do Paraná (PMPR) deu início, nesta quarta-feira (1º), à Operação Virtude 2025 em todo o Estado. O objetivo central é reforçar o combate à violência contra a pessoa idosa durante o mês de outubro, período dedicado à conscientização sobre o tema e em alusão ao Estatuto da Pessoa Idosa (Lei Federal nº 10.741/2003).

A iniciativa integra um esforço nacional, fruto de um convênio entre a Secretaria de Segurança Pública (SESP) e o Ministério da Justiça, visando uma ação integrada em todo o Paraná.

Entre os principais objetivos da operação estão reduzir a subnotificação de casos, combater ativamente a violência e fortalecer a rede de proteção aos idosos. Para isso, serão realizadas uma série de ações preventivas, repressivas e educativas ao longo de outubro, com mobilização em diversas regiões do Estado. 

Dentre as ações previstas estão cumprimento de mandados judiciais e ações repressivas contra agressores, palestras e reuniões com órgãos de proteção à pessoa idosa, divulgação do estatuto da pessoa idosa, bem como reforço no patrulhamento preventivo. 

A ampliação da presença policial busca elevar a sensação de segurança e incentivar a maior aproximação com a população idosa em todo o Estado. Casos de maus-tratos, agressões ou negligência contra idosos podem ser denunciados de forma anônima pelo telefone 181 (Disque Denúncia), com atendimento 24 horas por dia.

OPERAÇÃO VIRTUDE – A Operação Virtude é uma parceria entre o Ministério da Justiça e Segurança Pública e o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, sendo hoje uma das maiores campanhas nacionais contra a violência direcionada à população idosa.

 

 

 

 

 

Por - AEN

 Aumento da educação em tempo integral impulsiona Paraná no Anuário da Educação Básica

A Secretaria de Estado da Educação tem 408 escolas de tempo integral. Esse foi um dos marcos celebrados pelo Anuário Brasileiro da Educação Básica, elaborado pela ONG Todos Pela Educação e publicado na última semana, que aponta ganhos significativos nos índices de aprendizagem na rede estadual de ensino, consolidando a posição de destaque da educação paranaense nos componentes curriculares de Língua Portuguesa e Matemática no 5º ano do Ensino Fundamental

Nos últimos anos, no ensino médico, a rede estadual aumentou de 2,7% para 16,6% o número de escolas no modelo de educação em tempo integral dentro da proporção da rede. O percentual está acima da média do Sul (16,2%) e da região Norte (14,47%). No ensino fundamental o salto foi de 13,5% para 19,3% em dez anos, média que fica acima de Minas Gerais (13,2%), região Norte (13,5%), Rio Grande do Sul (7,8%) e Santa Catarina (4,7%).

A expansão da modalidade no Paraná, por meio do Programa Paraná Integral, tem sido essencial na aprendizagem dos mais de 80 mil estudantes. Para as famílias, o modelo representa segurança, acolhimento e suporte no cotidiano escolar.

A educação em tempo integral é um modelo de ensino que amplia a permanência do estudante na escola, com carga horária de 9 horas diárias, incluindo 5 refeições e acompanhamento pedagógico diferenciado. O objetivo é a formação completa do aluno, com um currículo integrado que abrange diversas atividades socioeducativas, culturais, esportivas e tecnológicas, promovendo o desenvolvimento do protagonismo estudantil e a construção do projeto de vida.

“Em 2019, 73 escolas ofertavam educação em tempo integral, em 2023, 250 escolas, e agora temos 408 instituições na modalidade. Até 2026 a expectativa é chegar a 500. Isso é um ganho significativo para as comunidades escolares ligadas ao programa e uma comprovação do sucesso do modelo”, comenta Marytta Renó, coordenadora do programa pela Seed.

Exemplo dessa evolução é que no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), nas escolas do Ensino Médio, com o ensino integral, o Paraná registrou um crescimento de 18% na nota média, o maior crescimento do Brasil entre 2021 e 2023.

Entre as escolas estaduais do ensino fundamental II, que abrangem estudantes do 6º ao 9º ano, 65,6% das unidades que funcionam no modelo integral aumentaram as notas no Ideb entre 2021 e 2023, com uma variação positiva de 14,3% na média das notas. O avanço ficou quase 12 pontos percentuais acima das demais escolas, cuja proporção de melhoria na avaliação foi de 53,9%.

NA PRÁTICA – ​O Colégio Estadual Newton Ferreira da Costa, de Curitiba, é uma das escolas aderentes ao programa, desde 2023. Para a direção da escola, as mudanças na rotina escolar e o impacto no aprendizado dos alunos é evidente. “Com mais horas de estudo, os alunos têm maior oportunidade de aprofundar conteúdos, reforçar habilidades e reduzir defasagens de aprendizagem. Além disso, o tempo estendido permite atividades complementares, todas alinhadas à Base Nacional Comum Curricular, promovendo novas habilidades cognitivas, sociais e culturais aos estudantes”, afirma Tânia Regina Bendlin, diretora da escola, que atende 370 alunos.

A educação em tempo integral teve impacto nas famílias. A professora e mãe Tayandra Freitas Faccenda conta que percebeu várias mudanças e muito significativas para a rotina da família e na formação dos seus filhos. “No começo, foi um desafio muito grande, porque a ideia de eles passarem mais tempo na escola parecia que iria reduzir os nossos momentos juntos, mas na prática aconteceu o contrário. Hoje, o tempo que nós conversamos em casa é de muito mais qualidade”, assegura.

“Eles chegam cheios de histórias para contar, com novos aprendizados, mais autonomia e um olhar bem diferente para o mundo. Isso fortaleceu as nossas conversas à mesa e até os momentos de descanso ficaram mais ricos, porque eu consigo perceber o quanto eles amadureceram”, acrescenta.

Ela também conta que na rotina da casa houve um impacto positivo, porque o dia ganhou mais organização e menos correria. “Agora, eu sei que eles estão em um espaço seguro, aprendendo e se desenvolvendo, e também aproveitando as oportunidades que muitas vezes seriam inviáveis fora da escola, como esportes, oficinas com as matérias eletivas as quais eles participam, momentos culturais e projetos diferenciados", diz.

"Isso também trouxe tranquilidade para mim e para toda a minha família, porque conseguimos ajustar melhor os horários de trabalho e responsabilidades domésticas, e ainda reservar um tempo exclusivo para estar com eles sem a sensação de pressa”, explica.

Confira a linha do tempo da educação integral no Paraná nos últimos anos:

- 2019 – 73 instituições em tempo integral

- 2021 – 92 instituições, sendo 34 no modelo Paraná Integral

- 2022 – 167 instituições e realização do I Encontro de Jovens Protagonistas, com foco em projeto de vida

- 2023 – 253 instituições e unificação do Programa Paraná Integral, agora política pública permanente (Lei Federal nº 14.640 e Lei Estadual nº 21.658)

- 2024 – 404 instituições em 234 municípios

- 2025 - 408 instituições em 238 municípios, atendendo mais de 80 mil estudantes

 

 

 

 

 

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 Saúde vacina caminhoneiros na Tríplice Fronteira para reforçar prevenção contra o sarampo

Com o objetivo de atualizar a caderneta vacinal dos caminhoneiros e intensificar a prevenção contra o sarampo na região da Tríplice Fronteira, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), realiza nesta quarta-feira (1º) uma ação extramuros de vacinação no Porto Seco de Foz do Iguaçu. A iniciativa é realizada em parceria com a prefeitura, Regional de Saúde, Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde Fronteira (Cievs) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em uma região de intensa circulação de pessoas entre Brasil, Paraguai e Argentina.

A expectativa é de vacinar cerca de 200 motoristas ao longo do dia. Estão sendo ofertadas vacinas contra hepatite B, difteria e tétano (dT), febre amarela e tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), todas disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Esses imunizantes são fundamentais para a proteção individual e coletiva, reduzindo o risco de surtos de doenças preveníveis.

“Essa ação é estratégica, pois garante a imunização de caminhoneiros, um público em constante circulação, e reforça a proteção contra o sarampo, doença que registra casos nos países vizinhos e que pode ser reintroduzida no Brasil devido ao fluxo de trabalhadores e viajantes da região", explica o secretário estadual da Saúde, Beto Preto. "Esses trabalhadores são fundamentais para movimentar a economia do Estado e do país e precisam ter acesso facilitado às vacinas. Nosso compromisso é proteger a vida e oferecer cuidado a todos os paranaenses”, afirma.

As ações extramuros têm como objetivo levar a saúde até locais de grande circulação ou de difícil acesso, aproximando os serviços da população e garantindo que todos tenham a oportunidade de se vacinar, mesmo fora dos horários e unidades tradicionais de atendimento. A iniciativa integra o conjunto de estratégias do Governo do Estado para ampliar a cobertura vacinal e fortalecer a prevenção de doenças entre diferentes públicos, reforçando a imunização como uma das medidas mais eficazes de proteção à saúde.


COBERTURA VACINAL - Atualmente, a cobertura vacinal no Estado é de 97,62% para hepatite B; 76,93% para febre amarela; 91,25% para a primeira dose da tríplice viral e 79,22% para a segunda dose.

 

 

 

 

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 Secretaria de Saúde investirá R$ 43,4 milhões para apoiar tratamento de pessoas com TEA

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) anunciou nesta semana, durante reunião da Comissão Intergestores Bipartite do Paraná (CIB), a criação do Programa Estadual de Apoio à Pessoa com suspeita ou diagnóstico de Deficiência Intelectual e/ou Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Ele receberá aporte de R$ 43,4 milhões ao ano e inicialmente abrangerá 301 municípios e 363 equipes de atendimento que já estão aptas, conforme os termos da resolução própria da Secretaria da Saúde. Essas equipes ampliarão as ações e serviços de tratamento e reabilitação das pessoas diagnosticadas com Deficiência Intelectual e/ou TEA.

"Evoluímos hoje em uma proposta que prevê o pagamento de incentivo para o custeio de equipes que já tenham os profissionais contratados. Vamos juntar esforços com entidades como APAEs, Consórcios de Saúde e ambulatórios das prefeituras", disse o secretário estadual de Saúde, Beto Preto.

Entre as ações que os municípios poderão realizar está a capacitação das atuais equipes e contratação de novos profissionais a fim de garantir um atendimento com equidade, integralidade e universalidade, de forma descentralizada, regionalizada e com transparência. Em outubro, 350 profissionais do Paraná serão formados no estado pelo The Scott Center for Autism Treatment/Florida Institute of Technology.

Os profissionais também poderão utilizar os cursos de capacitação disponíveis na Escola de Saúde Pública do Paraná.

Todos os serviços contemplados estarão vinculados ao Sistema de Regulação do Estado com oferta para avaliação de equipe multiprofissional (fisioterapeuta, fonoaudiólogo, psicólogo ou terapeuta ocupacional) e avaliação médica em uma destas especialidades: pediatra, psiquiatra ou neurologista.

Como contrapartida, os municípios deverão inserir os dados de atendimento no sistema CARE-Paraná e o registro das informações nos sistemas de informações oficiais. Essa regulação é importante para que o acesso dos usuários seja organizado e feito de forma transparente.

"O monitoramento e a regulação asseguram acesso equitativo e qualificado aos serviços de saúde. Para isso, a alimentação contínua e fidedigna dos sistemas de informação do SUS é essencial, pois fornece dados para planejar, avaliar resultados e otimizar o uso dos recursos públicos”, disse a diretora de Atenção e Vigilância da Sesa, Maria Goretti David Lopes.

TEA  – Essa é uma das ações previstas para atender a crescente demanda relacionada a pessoas com suspeita ou diagnóstico de Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) no Paraná.

Na saúde, envolve ainda a organização e qualificação do cuidado em saúde com educação permanente conforme Protocolo de Avaliação e Atendimento à Pessoa com Autismo, que foi revisado pelo Departamento de Neurologia da Sociedade Paranaense de Pediatria, Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional e Conselho Regional de Fonoaudiologia e uma série de cursos relacionados à temática em parceria com o The Scott Center for Autism Treatment/Florida Institute of Technology.

O Governo do Paraná, por meio da Secretaria do Desenvolvimento Social e Família (Sedef), também emite a Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea). A emissão da carteirinha é gratuita, feita 100% online, e garante comodidade e segurança para as pessoas autistas e suas famílias.

 

 

 

 

 

 

 

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 Calor e tempestades: setembro encerra com temperaturas acima da média e chuva irregular

Setembro terminou com as condições do tempo características de primavera no Paraná. As temperaturas ficaram acima da média histórica para o período em quase todo o Estado, e metade das estações meteorológicas tiveram volumes de chuva dentro a acima da média, enquanto a outra metade registrou menos chuva do que o valor acumulado histórico para o mês. O balanço é do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar).

O último dia do mês registrou temporais. Nesta terça-feira (30) o acumulado de chuva chegou a 40 mm na Lapa e passou dos 30 mm em cidades como Guarapuava, São Mateus do Sul, Santa Helena e Cruz Machado. Os anemômetros de 18 estações meteorológicas do Simepar registraram rajadas de vento acima de 50 km/h.

As rajadas mais fortes foram de 53,3 km/h em Apucarana e Campo Mourão; 50,4 km/h em Capanema; 69,1 km/h em Cascavel; 52,9 km/h em Cianorte; 50,8 km/h em Curitiba; 67 km/h no distrito de Entre Rios, em Guarapuava; 62,3 km/h em Fazenda Rio Grande e em Loanda; 58,3 km/h em Guarapuava; 57,6 km/h na Lapa; 51,5 km/h em Palmas; 64,8 km/h no Distrito de Horizonte, em Palmas; 54,7 km/h em Candói; 54 km/h em Santa Helena; 58 km/h em Santo Antônio da Platina; 56,9 km/h em Toledo; e 63 km/h em Ubiratã.

A chuva desde terça-feira (30) foi causada por um cavado meteorológico (sistema alongado de baixa pressão), que se formou no Paraguai e norte da Argentina e seguiu pelo sul do Brasil, entrando no Paraná pelas regiões Sudoeste, Oeste e Centro-Sul.

RAJADAS E TORNADO – Entretanto, estes não foram os temporais mais fortes do mês. O Simepar classificou um tornado categoria F1 entre as ocorrências do dia 22 de setembro em Santa Maria do Oeste. Naquele dia e no anterior, a passagem de uma frente fria sobre o Estado causou algumas das rajadas de vento mais altas das séries históricas de algumas estações meteorológicas do Simepar. É o caso de Ubiratã, que teve uma rajada de vento de 121 km/h - a mais forte já registrada desde a instalação da estação meteorológica na cidade, em agosto de 2017.

Altônia registrou uma rajada de 102,2 km/h no dia 22 – a mais alta desde maio de 2018, quando a cidade registrou uma rajada de 124,2 km/h. A estação meteorológica em Antonina registrou uma rajada de 70,9 km/h no dia 21 – a mais alta desde junho de 2020, quando a cidade registrou vento que atingiu os 83,5 km/h. Também no dia 21, Francisco Beltrão teve uma rajada de 85,7 km/h, a mais intensa desde março de 2018, quando a estação meteorológica do Simepar na cidade registrou 87,5 km/h.-


MÉDIAS – Das 40 estações meteorológicas do Simepar com mais de oito anos de instalação, 15 ultrapassaram a média de volume de chuvas para o mês, e seis ficaram dentro da média, ou seja, com uma diferença pequena entre o volume registrado em 2025 e a média histórica. Na outra metade das estações, o volume de chuvas foi abaixo da média mensal (confira a lista completa abaixo), principalmente no Norte Pioneiro. 

Os destaques são Cornélio Procópio e Cambará, que já têm médias de volume de chuva baixas para o mês, e registraram valores ainda mais baixos. Em Cambará a média para setembro é de 80,8 mm e choveu apenas 11,2 mm em setembro de 2025. Em Cornélio Procópio a média é de 59,6 mm, e choveu apenas 9,6 mm no mês em 2025.

“A partir de agora, com o retorno de temporais e chuvas no Estado de forma um pouco mais frequente, aos poucos vai se recuperando o que faltou também durante o inverno", informa Lizandro Jacóbsen, meteorologista do Simepar.

Já as temperaturas médias só ficaram abaixo da média histórica em Laranjeiras do Sul, que tem temperatura média de 19,7°C em setembro e registrou 18,4°C em setembro de 2025. As temperaturas mais baixas do mês foram registradas no dia 23 no Distrito de Entre Rios, em Guarapuava (1,1°C às 4h), Guarapuava (2°C às 6h), e em Palmas (2,1°C às 5h).

Apucarana, com 21,8º C, Cândido de Abreu (21,2°C), Paranavaí (24,1°C), Maringá (24°C) e Londrina, com 22,7°C, tiveram temperaturas médias em setembro de 2025 pelo menos um grau acima da média histórica para o mês. Em algumas estações, durante setembro de 2025, foram registradas as temperaturas mais altas do ano. É o caso de Cambará (37,4°C, às 14h do dia 30), Campo Mourão (35°C, às 14h do dia 20), Loanda (38,1°C, às 16h do dia 20), Maringá (36,1°C, às 14h do dia 20), e Ubiratã (35,9°C, às 14h do dia 20).

“A maior parte dessas chuvas foi por conta de passagens de frente fria a partir do início da primavera. Tivemos um sistema frontal que causou bastante chuva e também temporais no Paraná. As temperaturas se mantiveram acima do normal exatamente pela primeira quinzena estar com tempo muito seco nas regiões paranaenses. Na segunda quinzena as temperaturas amenizaram, mas as médias ainda se mantiveram um pouco acima do normal”, explica Jacóbsen.

Confira os volumes de chuva registrados:

Estação meteorológica / média para setembro / chuva em 2025 no mês

Altônia: 65,8 mm / 94,8 mm

Antonina: 145,6 mm / 138,4 mm

APPA Antonina: 97,5 mm / 131 mm

Apucarana: 103 mm / 69 mm

Capanema: 119,6 mm / 144 mm

Cambará: 80,8 mm / 11,2 mm

Cândido de Abreu: 128,8 mm / 89,8 mm

Cascavel: 130,8 mm / 129,8 mm

Cerro Azul: 101,3 mm / 47,6 mm

Cianorte: 77,4 mm / 96,2 mm

Cornélio Procópio: 59,6 mm / 9,6 mm

Curitiba: 122,3 mm / 70,2 mm

Distrito de Entre Rios, em Guarapuava: 139,4 mm / 179,6 mm

Fazenda  Rio Grande: 82,2 mm / 96,4 mm

Irati: 133,5 mm / 85,2 mm

Foz do Iguaçu: 105,3 mm / 119 mm

Francisco Beltrão: 139,5 mm / 126,6 mm

Guaíra: 111,5 mm / 96 mm

Guarapuava: 170,5 mm / 146,6 mm

Guaratuba: 150,3 mm / 106,6 mm

Lapa: 126,5 mm / 133,2 mm

Laranjeiras do Sul: 133,6 mm / 140,2 mm

Loanda: 60,1 mm / 32,6 mm

Londrina: 97,1 mm / 40,2 mm

Maringá: 92,6 mm / 50,4 mm

Palmas: 168,7 mm / 184,6 mm

Palotina: 120,4 mm / 126,8 mm

Paranaguá: 105,7 mm / 70 mm

Paranavaí: 102,2 mm / 33,2 mm

Pinhais: 117,4 mm / 50,6 mm

Pinhão: 136,0 mm / 128,4 mm

Ponta Grossa: 116,5 mm / 44,4 mm

Guaraqueçaba: 107,5 mm / 81,4 mm

Santa Helena: 119,3 mm / 167,8 mm

São Miguel do Iguaçu: 113,8 mm / 149,8 mm

Telêmaco Borba: 121,9 mm / 82,2 mm

Toledo: 137,4 mm / 152,4 mm

Ubiratã: 111,1 mm / 135,4 mm

Umuarama:  101,4 mm / 91,6 mm

União da Vitória: 149,2 mm / 121 mm

 

 

 

 

 

Por -AEN

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