Campanha de atualização de cadastro de rebanhos termina no dia 30 de novembro

Os produtores rurais devem ficar atentos ao prazo de realização da Campanha de Atualização do Rebanho, a medida é obrigatória e vai até 30 de novembro.
 
 
A ação visa o cadastro de animais bovinos e búfalos, suínos, ovinos, caprinos, cavalos, jumentos, burros, aves e peixes. Esses dados também são importantes para a manutenção do status de estado livre da febre aftosa. Os produtores podem fazer a atualização pessoalmente na unidade da Adapar, estabelecimentos autorizados, ou pela internet, clicando aqui
 
 
No site, é necessário que o usuário se cadastre com os dados pessoais para gerar um login e uma senha. Após efetuar o login, basta selecionar a propriedade com pendência de atualização, escolher a espécie e completar os campos com as quantidades de animais por idade e gênero.
 
 
Este processo também pode ser feito manualmente preenchendo os formulários que são entregues na unidade da Adapar ou em estabelecimentos autorizados indicados no site da Adapar. O criador que não cumprir com a atualização será penalizado com multa estabelecida pela lei 11.504/96 e o Decreto Estadual 12.029/2014.
 
 
No Paraná, o Ministério da Agricultura suspendeu a vacinação desde primeiro de novembro. A partir de 2020, animais vacinados não poderão entrar em propriedades rurais, não havendo restrições para ingresso de animais vindos de outros estados que não praticam a vacinação. Essa determinação dará maior qualidade ao rebanho, e a conquista de novos mercados internacionais.
 
 
O próximo período para atualização do rebanho ocorrerá em maio de 2020.
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Rede estadual do PR vai ofertar mais 20 mil vagas no Ensino Médio diurno. Saiba como se inscrever

A Secretaria de Estado da Educação e do Esporte vai ampliar em mais de 20 mil o número de vagas para o Ensino Médio no período diurno para o ano letivo de 2020. A maior oferta vai possibilitar que mais estudantes tenham opção entre um dos dois turnos, o que hoje não é possível devido à fila de espera por vagas no diurno.

 

A medida será possível graças ao remanejamento de vagas ociosas no período noturno, que registra redução de matrículas e índice de abandono elevado. Segundo a assessoria de imprensa da secretaria, a Diretoria de Planejamento não vai divulgar onde estão as vagas. Os alunos que preferem ir para o ensino diurno devem consultar as suas escolas para verificar se há novas vagas e se inscrever.

 

Um amplo estudo realizado pela secretaria estadual sobre o aproveitamento do Ensino Médio diurno e noturno a partir do Censo Escolar mostrou que os índices de abandono são muito superiores no período da noite. Em 2018, por exemplo, enquanto no período diurno 3,6% dos estudantes abandonaram os estudos, no noturno esse índice chegou a 17,7%.

 

Em consequência, o número de matrículas para o período também tem caído – em 2015 foram 129 mil matrículas e o ano passado 102 mil. “Observamos que a procura pelo ensino noturno tem caído e, além disso, o índice de abandono é alto. A média dos últimos anos foi de 18%. Diante disso e considerando que temos fila de espera por vagas no diurno, fizemos o remanejamento das vagas. A medida atende uma demanda da comunidade e, ainda, tem efeito direto sobre o abandono escolar”, explica o diretor de Planejamento e Gestão Escolar, Renan Compagnoli.

 

MAIS QUALIDADE – Além do potencial para a redução do abandono e de ampliar o atendimento nas escolas durante o dia, turno para o qual há fila de espera, o remanejamento de vagas do noturno para o diurno traz também benefícios pedagógicos para o estudante que muda de horário. Os índices de aprovação também indicam o melhor aproveitamento do Ensino Médio diurno: 85% de aprovação contra 65% no noturno.

 

De acordo com a secretaria, em termos de desenvolvimento pedagógico e grade curricular, o estudante do período diurno dispõe de mais tempo de aula e de maior diversidade de atividades extraclasse, como aulas e projetos desenvolvidos no contraturno.

 

“O simples fato de o aluno ter mais tempo de convívio com os professores já é um fator positivo. Significa mais tempo de aula, mais aprendizagem. O ensino noturno, idealmente, é uma exceção. Deve ser garantido para aqueles que não têm outra opção, que necessitam trabalhar durante o dia”, avalia o diretor de Educação da secretaria, Raph Gomes Alves.

 

FUTURO MELHOR – O combate ao abandono escolar e às consequências futuras decorrentes motivou a medida, uma vez que a baixa escolaridade está diretamente ligada à empregabilidade e remuneração. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD 2018), do IBGE, mostram que a remuneração média de quem possuí o Ensino Médio completo é 34,5% maior do que aquela de quem não concluiu.

 

A Relação Anual de Informações Sociais (RAIS 2018), do Ministério da Economia, aponta que a remuneração de uma pessoa que concluiu o Ensino Superior é 253% superior ao salário recebido por alguém que não completou o Ensino Médio.

 

 

 

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Boletim confirma mais de 1,2 mil casos de dengue no Paraná; sete municípios estão em epidemia

O boletim da dengue da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), divulgado nesta terça dia 19, confirmou 1.234 casos da doença no Paraná desde 28 de julho deste ano. Foram 205 novos registros desde o relatório da semana anterior.

 

Do total de casos, 898 são autóctones - contraídos em municípios do estado. As notificações de suspeitas de dengue passaram da marca de 10 mil no Paraná. Não foram registradas mortes do fim de julho deste ano até esta terça.

 

“São números preocupantes e o Governo do Estado segue reforçando a orientação para que toda a população verifique e elimine os possíveis locais de formação de focos do mosquito transmissor da dengue”, disse o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.

 

Nesta semana, o número de municípios em estado de epidemia da doença aumentou de seis para sete:

 

Ângulo (confirmado nesta semana);
Santa Isabel do Ivaí;
Inajá;
Nova Cantu;
Quinta do Sol;
Floraí;
Uniflor.



“A situação de epidemia é definida quando o município registra, proporcionalmente, 300 ou mais casos de dengue por 100 mil habitantes”, explica o técnico Ronaldo Trevisan, da Divisão de Vigilância Ambiental da Sesa.

 

 

 

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