Red Bull Bragantino e Santos se enfrentam neste domingo, 28, pela 25ª rodada do Brasileirão. O jogo ocorre às 18h30, no estádio Cícero de Souza Marques, em Bragança Paulista.
O Massa Bruta tenta encerrar a má fase que vive desde o retorno do Brasileirão após a pausa para a Copa do Mundo de Clubes. Nos 13 últimos jogos, entre Brasileiro e Copa do Brasil, teve apenas uma vitória. Com isso, deixou o pelotão de cima do Brasileiro e está na nona colocação, com 31 pontos. Na última rodada, foi derrotado de virada pelo Cruzeiro, por 2 a 1, fora de casa.
O Santos tenta seguir embalado sob o comando de Juan Pablo Vojvoda, que, em três jogos, teve dois empates e uma vitória. Com alguns desfalques importantes, como Neymar, o técnico tenta dar seguimento ao bom começo não só em termos de pontuação, mas também de desempenho, agora fora de casa. Uma vitória pode aproximar o Peixe da parte de cima da tabela.
Red Bull Bragantino
O Massa Bruta segue com quatro atletas no Departamento Médico (Eduardo, Pitta, Juninho Capixaba e Davi Gomes), ao mesmo tempo que não tem novos desfalques para esta rodada. O meia Bruno Praxedes voltou a treinar normalmente com o elenco nessa semana, mas deve começar o jogo no banco de reservas. Com isso, é provável que Seabra mantenha a escalação titular do último jogo.
Santos
Vojvoda terá de mexer em praticamente todos os setores do time para essa partida em função dos vários desfalques. Na defesa, a principal baixa é Escobar, suspenso, já que o lateral-esquerdo tem sido muito elogiado por sua entrega e poder de marcação dentro de campo. No meio-campo, Victor Hugo, que vinha sendo titular, também não joga por problemas físicos.
Por GE
As áreas de Administração, Comercialização e Desenvolvimento de projetos de produtos, processos e serviços são as que mais fizeram uso da IA em suas atividades, com percentuais, respectivamente, de 87,9%, 75,2% e 73,1%. É o que indica a Pesquisa de Inovação Semestral (PINTEC Semestral) 2024, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
97,9% das empresas dessas áreas declararam ter tido algum tipo de benefício a partir desse uso de tecnologias digitais avançadas.
O principal motivo para a adoção desse tipo de tecnologia foi a maior flexibilidade em processos administrativos, produtivos e organizacionais (89,5%).
IA na rotina das empresas
A inteligência artificial (IA) esteve presente na rotina de cerca de 89% das empresas industriais do Brasil em 2024.
Em dois anos, todas as tecnologias digitais avançadas aumentaram sua presença nas indústrias brasileiras, mas a IA aumentou 163,2% no período. O uso de IA passou de 16,9% em 2022 para 41,9% no ano passado — um aumento de 25 pontos percentuais.
Ainda assim, a computação em nuvem foi a tecnologia mais utilizada pelas empresas (77,2%) nas suas áreas de negócios. A Internet das coisas (50,3%) — dispositivos que se conectam à internet — e a Robótica (30,5%) apareceram na sequência.
á a categoria Manufatura aditiva — impressão 3D — aparece como a tecnologia utilizada por menos de um quarto (20,3%) das empresas industriais com 100 ou mais pessoas ocupadas em 2024.
A pesquisa entrevistou aproximadamente 10,1 mil empresas do setor de indústria extrativa e de transformação do Brasil. Dessas, 9.054 confirmaram o uso de tecnologias digitais avançadas, separadas no estudo em Análise de Big Data, Computação em Nuvem, Inteligência Artificial, Internet das Coisas, Manufatura Aditiva (impressão 3D) ou Robótica.
Além disso, o uso da IA foi maior em empresas com 500 ou mais funcionários, representando 57,5% do total. Já as instituições com 250 a 499 trabalhadores e de 100 a 249, marcaram 42,5% e 36,1% da aplicação de IA, respectivamente.
Por InfoMoney
O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para a próxima quarta-feira (1°) o início do julgamento sobre o reconhecimento de vínculo empregatício entre entregadores e motoristas de aplicativos e as plataformas digitais. A controvérsia é conhecida como uberização das relações de trabalho.

A decisão a ser tomada pela Corte terá impacto em 10 mil processos que estão parados em todo o país à espera do posicionamento do plenário.
Serão julgadas duas ações que são relatadas pelos ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes e chegaram ao Supremo a partir de recursos protocolados pelas plataformas Rappi e Uber.
Contestação
As empresas contestam decisões da Justiça do Trabalho que reconheceram o vínculo empregatício com os motoristas e entregadores.
A Rappi alegou que as decisões trabalhistas que reconheceram o vínculo de emprego com a empresa desrespeitaram posição da própria Corte que entende não haver relação de emprego formal com os entregadores.
A Uber sustentou que é uma empresa de tecnologia, e não do ramo de transportes, e que o reconhecimento de vínculo trabalhista altera a finalidade do negócio da plataforma, violando o princípio constitucional da livre iniciativa de atividade econômica.
Além das defesas das plataformas, os ministros vão ouvir durante o julgamento as sustentações orais de entidades que defendem o reconhecimento do vínculo trabalhista de motoristas e entregadores.
O julgamento sobre a uberização será a primeira pauta do plenário sob o comando do ministro Edson Fachin, que será empossado no cargo de presidente do STF na próxima segunda-feira (29). Ele sucederá o ministro Luís Roberto Barroso, que encerrará mandato de dois anos à frente do tribunal.
Por Agência Brasil
Bahia e Palmeiras duelam neste domingo, às 16h (de Brasília), na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, em Salvador, pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro.
O Bahia conta com o apoio da torcida para acabar com seca de quatro partidas sem vitórias, seu pior jejum na temporada, e não desgarrar ainda mais do G-4. O período sem resultados positivos no Brasileirão também é de quatro jogos e fez o Tricolor cair para a sexta colocação, com 37 pontos.
O Palmeiras, por sua vez, vem embalado no Brasileirão e na Conmebol Libertadores. No torneio continental avançou às semifinais após eliminar o River Plate, enquanto no nacional não perde desde junho. O time chega com o melhor aproveitamento da competição.
Bahia
São muitas as dúvidas na escalação tricolor. Depois de ir mal contra o Vasco, Gilberto pode dar lugar a Arias na lateral. No meio, Rezende e Acevedo disputam posição, enquanto Michel Araujo, utilizado no ataque nos últimos jogos, pode pintar no lugar de Jean Lucas. Se o uruguaio for utilizado no meio, Kayky pode retornar ao time titular na ponta direita.
Palmeiras
O treinador pode ter a baixa de Gustavo Gómez, que sofreu uma pancada no olho no jogo passado, pela Libertadores, e ficou com a região bem roxa e inchada. Caso ele não tenha condições, Bruno Fuchs é o substituto natural. O zagueiro Micael está suspenso, e Benedetti pode ser o único defensor no banco de reservas.
Por GE
Fluminense e Botafogo medem forças às 16h (horário de Brasília) deste domingo, no Maracanã, em jogo válido pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro.
O Fluminense vem de resultado positivo no Campeonato Brasileiro após bater o Vitória por 1 a 0, no Barradão, no fim de semana anterior. Porém, no meio de semana, foi eliminado da Conmebol Sul-Americana após ser superado pelo Lanús. O Tricolor tenta estancar uma sequência de oito derrotas consecutivas para o rival e terá a estreia de Luis Zubeldia, que substitui Renato Gaúcho, que pediu demissão.
O Botafogo empatou em 1 a 1 com o Grêmio, na última quarta-feira, em jogo atrasado do Brasileirão, e deixou escapar a chance de ingressar no G-4. O objetivo segue sendo entrar na zona que dá vaga direta na Libertadores. Ao seu favor, o Alvinegro tem o retrospecto positivo contra o rival, que é de nove jogos de invencibilidade.
Fluminense
Contratado para o lugar de Renato Gaúcho, Zubeldía chegou ao Rio de Janeiro nesta sexta-feira e teve tempo de dar apenas dois treinos no Fluminense. Por isso, ainda é muito cedo para falar de mudanças na escalação. A tendência é que o treinador mantenha a base deixada por Renato Gaúcho neste primeiro momento.
Botafogo
O treinador italiano não poderá contar com a dupla de zaga titular, já que Kaio Pantaleão e Barboza cumprem suspensão - Gabriel Silva e David Ricardo serão os substitutos. Além deles, segue sem contar com o meia Álvaro Montoro, que defenderá a seleção da Argentina no Mundial sub-20 nas próximas semanas. Por outro lado, contará com o retorno de Santi Rodríguez, que esteve fora da última partida em função do terceiro cartão amarelo, e a tendência é que Savarino também retorne ao time titular.
Por GE
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, disse nesta sexta-feira (26) que a Corte não descarta uma reação contra as sanções determinadas pelo governo dos Estados Unidos contra integrantes do tribunal.

Perguntado sobre como as sanções foram recebidas pelos ministros, Barroso disse que aguarda o fim do julgamento sobre a trama golpista ocorrida durante o governo de Jair Bolsonaro para avaliar o caso.
O Núcleo 1, formado pelo ex-presidente e mais sete aliados, já foi condenado. Os núcleos 2,3 e 4 devem ser julgados até o fim deste ano.
“A ideia é esperar acabar o julgamento para pensar em qualquer eventual medida, seja política ou judicial”, afirmou.
Até o momento, pelo menos seis ministros do Supremo já foram alvo de sanções do governo do presidente norte-americano Donald Trump, incluindo a suspensão de vistos de viagem e a aplicação da Lei Magnitsky.
Além de Barroso, foram alvo de Trump os ministros Edson Fachin, Cármen Lúcia, Flávio Dino, Cristiano Zanin, Gilmar Mendes, além de Alexandre de Moraes, relator dos processos da trama golpista, e a esposa ele, a advogada Viviane Barci de Moraes.
Nunes Marques e André Mendonça, nomeados por Bolsonaro, e Luiz Fux não foram alvo de sanções.
Pacificação
O presidente do STF também voltou a falar na pacificação do país diante da polarização política.
“Quem teme ser preso [pela trama golpista] está querendo briga, e não pacificação. A minha única frustração foi não ter conseguido fazer a pacificação”, completou.
Na próxima segunda-feira (29), os ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes tomarão posse nos cargos de presidente e vice-presidente do Supremo, respectivamente. Barroso encerrará mandato de dois anos à frente da Corte.
Por Agência Brasil


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