Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.808 da Mega-Sena, sorteadas neste sábado (14). O prêmio para o próximo concurso, na terça-feira (17), será de R$ 16 milhões.

Foram sorteadas as dezenas 10 - 24 - 33 - 35 - 41 - 46.
A quina teve 60 apostadores ganhadores e cada um vai receber R$ 42.563,82. Os 3.408 ganhadores da quadra terão o prêmio individual de R$ 1.070,51.
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal. Para apostar pela internet, é preciso fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.
A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 5.
Por Agência Brasil
As seis dezenas do concurso número 2808 da Mega-Sena foram sorteadas na noite deste sábado (14), em São Paulo.
Os números sorteados foram: 10 – 46 – 41 – 35 – 24 – 33.
O prêmio principal era de R$ 11,258 milhões.
Os sorteios da Mega-Sena ocorrem três vezes por semana, às terças, quintas e sábados.
Como funciona?
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.
O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5.
Por InfoMoney
Foram sorteadas, na noite deste sábado (14), as 15 dezenas da Lotofácil válidas pelo concurso 3269.
Veja os números: 10 – 08 – 12 – 24 – 14 – 11 – 19 – 02 – 23 – 05 – 21 – 16 – 07 – 18 – 04.
O prêmio do concurso é de R$ 1,7 milhão.
Como funciona?
O apostador marca entre 15 e 20 números, dentre os 25 disponíveis no bilhete, e fatura se acertar 11, 12, 13, 14 ou 15 números. O valor de um jogo simples custa a partir de R$ 3, e os sorteios ocorrem de segunda a sábado.
Por InfoMoney
Na noite deste sábado (14), os números do concurso número 6607 da Quina foram sorteados.
Veja os números: 50 – 37 – 59 – 16 – 43.
O prêmio principal desta rodada é de aproximadamente R$ 15,3 milhões.
Como participar?
Para tentar a sorte na Quina, o apostador pode marcar de 5 a 15 números dentre os 80 disponíveis no bilhete. Ganham prêmios os acertadores de 2, 3, 4 ou 5 números.
Por InfoMoney
O preço do café vai chegar superar os R$ 54,00 o quilo às vésperas do Natal, subindo de 10% a 15% no varejo, segundo a Associação Brasileira de Indústrias de Café (Abic). Já em novembro, os valores do pó tradicional ou extraforte nas prateleiras estava R$ 49,50, acréscimo de ao menos R$ 8 em relação a julho.
As principais líderes de mercado, como 3Corações, JDE, do café Pilão, e Melitta devem reajustar os preços já na segunda quinzena de dezembro, antes das festividades de Natal e Ano Novo, e a expectativa é que a alta permaneça nos primeiros meses de 2025. Entenda o que está por trás da alta!
Por que o café está mais caro?
O motivo é a forte alta das cotações do grão arábica e robusta nas bolsas internacionais diante de uma oferta apertada para a safra 2025/26. Essa é a maior alta desde 1977, suportada pelo clima adverso, em especial, pelo período de secas que castigaram as lavouras do Brasil e Vietnã, principais produtores globais.
Celírio Inácio, diretor executivo da Abic, explicou à reportagem que o varejo já vinha repassando custos de produção ao pacote de um quilo, encontrado nos supermercados.
"No varejo, onde tínhamos, no início de julho, por volta de R$ 41 a R$ 42 o kg do café encontrado nas prateleiras, em novembro, já estamos falando de R$ 49,50. Isso já superou 17% de aumento”, pondera.
Outro reajuste de mais 10% a 15% ocorrerá em janeiro. Ao mapear os acréscimos por empresa, 3Corações, grupo que lidera o setor no país, deve repassar 21% a partir de 1 de janeiro de 2025.
A JDE, dona do café Pilão, reajustará 20% as categorias torrado, moído e grãos, cápsulas, solúvel e cappucino em janeiro. A Melitta, por sua vez, já fez aumentou 25% o preço no último dia 3 de dezembro, segundo comunicados enviados aos clientes.
No varejo brasileiro, o café em pó subiu 33% de janeiro a novembro desse ano. Só em novembro, a alta foi de 2,33%, segundo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Apesar de, no verão, haver um recuo no consumo de café no Brasil, o cenário preocupa exportadores, pois a demanda do Hemisfério Norte e da Europa segue firme e pressiona os preços. As indústrias preocupam-se com o preço da matéria-prima, que deve impactar nos blends que abastecerão o mercado a partir do segundo semestre do próximo ano.
Preços por categoria de café
Do extraforte ao café gourmet, todas as categorias subiram nas prateleiras do mercado. Em outubro, o quilo do tradicional ou extraforte custou, em média, R$ 47,52, quando no mesmo mês do ano passado era R$ 34,85. A elevação foi de 36,36%. Na primeira semana de dezembro, o valor já superava as R$ 50,00.
No caso do café especial, o salto de outubro a outubro foi de R$ 106,20 para R$ 115,60 e o solúvel saiu de R$ 154,49 para R$ 183,40 o quilo, altas de quase 9% e 19%, respectivamente.
O que está acontecendo no campo?
As safras no Brasil, no Vietnã e na Colômbia foram castigadas pela seca intensa e as chuvas atrasadas não foram suficientes para compensar a produção. Resultado: menor volume a ser colhido em 2025/26 e redução da oferta global. No campo, as plantas de café estressaram com o calor e deram flores e frutos precoces, prejudicando a formação do grão.
Produtores ouvidos pela reportagem relataram que os pés de cafés no Brasil estão com mais folhas do que frutos. Esse é o jeito da planta se 'defender' e sobreviver, já que precisa segurar água na raiz.
Uma pé com menos brotos para frutificar resulta em menor grão e menor volume de café disponível, após a colheita. Algumas torrefações globais projetam que a safra do Brasil em 2025/26 fique entre 34 milhões de sacas a 40 milhões de sacas, um volume bem menor do que a safra 2024/25, projetada para 66 milhões de sacas, que já representa um recuo de mais de 4% em relação ao ciclo anterior (2023/24).
A altas temperaturas e as secas nos parques cafeeiros globais vêm prejudicando as lavouras e as safras de café, sem perspectiva de mudança até 2026, quando o calendário climático deve voltar a se organizar, segundo analistas.
Dificilmente o café voltará aos valores aplicados em 2023, quando um pacote de meio quilo ainda custava cerca de R$ 14. Nos últimos meses, o mesmo item subiu para R$ 25,00. De acordo com o especialista Eduardo Carvalhaes, a pressão aumenta com os estoques de segurança baixos, tanto nos países produtores como nos consumidores.
“A aproximação do período de inverno no Hemisfério Norte, quando o consumo de café cresce significativamente, e a resistência dos cafeicultores brasileiros em vender café nestes meses finais de 2024 suportam os preços no fim de ano”, explica.
Carvalhaes comenta que apenas 20 % da atual safra brasileira 2024 ainda esteja em mãos de produtores, indicando uma permanência de fortes e rápidas oscilações nos preços.
Por Globo Rural
Tradicionalmente, dezembro é o mês de mais faturamento dos supermercados por causa das festas, com aumento de cerca de 20% na comparação com outros meses. Mas, neste ano, o percentual pode mudar. Isso porque a previsão é que a cesta de Natal com a maior variação dos últimos três últimos.
Impulsionado principalmente pela inflação da carne bovina, além da desvalorização cambial e das alterações climáticas que afetaram algumas culturas, o combo deve ter 5,8% de aumento, ante os 4,5% do ano passado e os 2,3% de 2022. O levantamento é da Associação Paulista de Supermercados (Apas).
Felipe Queiroz, economista-chefe da associação, explica que o preço da carne subiu diante do aumento das exportações da proteína, já que neste ano não houve interrupção dos embarques como ocorreu em 2023 em consequência de um caso atípico de vaca louca no Pará. Também entra na conta do aumento da carne bovina a seca e as queimadas que atingiram muitos pastos este ano
Mesmo com a desaceleração em novembro, as exportações da carne bovina já somam 2,95 milhões de toneladas neste ano, um avanço de 30,84% na comparação com 2023, segundo dados da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo). O economista da Apas aposta em recorde de exportações de proteína animal este ano.
Na pesquisa da Apas, que abrange os supermercados da capital e do interior paulista, cortes como pernil com osso e lombo com osso tiveram alta de 17,6% e 16,4%, respectivamente. Frango (8,6%) e peru (9,15%), componentes da cesta, também estão com preços mais salgados. Na comparação, o bacalhau, prato também tradicional nas festas natalinas, apresenta um aumento de apenas 1,5%.
“Embora seja importado, é bom lembrar que as compras de bacalhau pelos supermercados são antecipadas e foram feitas há cerca de seis meses, o que elimina o peso da desvalorização cambial.”
Outros produtos com aumento acima dos dois dígitos muito procurados no Natal são o leite (25,1%), azeite de oliva (24,9%), azeitona (19,2%), queijo mussarela (16,8%), óleo (11,8%), chocolate (11,4%) e arroz (11%).
Entre as frutas, o limão se destaca com uma alta fora da curva: 100,9%. A maçã vem na sequência, com aumento de 18,9%. “Este ano é melhor trocar o mousse de limão por um pudim ou mousse de maracujá”, brinca o economista, lembrando que os citros tiveram quebra de safra em razão da seca prolongada. Já o preço do maracujá caiu 28,7% e o do abacaxi, 11,7%.
As vendas não param
Mesmo com o aumento dos preços da cesta de Natal, a associação espera um crescimento nas vendas de final de ano de 4,8% na comparação com dezembro de 2023.
“Apesar da inflação forte, o mercado de trabalho está mais aquecido e deve resultar em crescimento real das vendas. Temos o maior volume da série histórica de pessoas trabalhando e isso leva ao consumo.”
Para a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), a alta no consumo no país deve ser maior: 12%. Em levantamento realizado na última semana de novembro, a associação nacional estimou em 8% o aumento da cesta de produtos natalinos.
Composta por dez produtos (aves natalinas, azeite, caixa de bombom, espumante, lombo, panetone, pernil, peru, sidra e tender), a cesta foi calculado em R$ 345,83 ou R$ 24,70 a mais do que os R$ 321,13 de 2023.
O aumento da Taxa Selic de 1 ponto percentual pelo Banco Central na última quarta-feira (11/12), segundo Queiroz, também não será um problema para as compras de final de ano. O resultado visto no próximo ano, com menos crédito e desestímulo ao consumo e investimentos ao longo de 2025.
“O Banco Central tem muitos instrumentos à disposição, mas infelizmente adota única e exclusivamente o aumento da taxa Selic, o que perpetua os gargalos estruturais e macroeconômicos do país. Esse 1 ponto de aumento nos juros já fez o pacote de corte de gastos anunciado pelo governo na semana passada não valer mais nada.”
Na próxima semana, a Apas e a Abras devem lançar outras pesquisas de cesta de Natal.
Por Globo Rural


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