A seleção brasileira deixou a cidade de São Petersburgo na Rússia ainda na noite desta sexta dia 23.
Nesta manhã de sábado os jogares descansaram e apenas nem não participou da partida contra a Costa Rica participará dos Treinos.
A seleção está neste momento em Sóchi onde se preparará para a partida contra a Sérvia às 15h horário de Brasília. (Com Catve)
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A Petrobras perdeu nesta quinta dia 21, a maior ação que já enfrentou na Justiça do Trabalho.
Com o placar apertado de 13 a 12, o TST (Tribunal Superior do Trabalho) tomou uma decisão que leva a empresa a pagar mais de R$ 15 bilhões a funcionários que questionam a política de remuneração da estatal.
A companhia informou que apresentará recurso ao próprio TST, os chamados embargos de declaração, e também vai recorrer ao STF (Supremo Tribunal Federal).
Em uma sessão que levou cerca de dez horas, os ministros julgaram a fórmula de cálculo prevista na RMNR (Remuneração Mínima de Nível e Regime), instituída em 2007, quando houve uma mudança na política trabalhista da estatal para equalizar salários.
A decisão final coube ao presidente do tribunal, ministro Brito Pereira, último a votar. Antes dele, o placar estava empatado em 12 a 12.
A Petrobras e os funcionários que acionaram a Justiça discordam sobre a forma como devem ser computados adicionais pagos em casos como insalubridade e jornada noturna.
Negociada com os sindicatos, a RMNR incorporou adicionais como o de periculosidade e permitiu que os trabalhadores de mesmo nível em uma mesma região tivessem rendimentos equivalentes. Ou seja, empregados de áreas administrativas receberam aumento e passaram a ganhar o equivalente a colegas de áreas operacionais.
Na linha do que pedem os sindicatos, o relator do caso, ministro Alberto Luiz Bresciani de Fontan Pereira, defendeu que adicionais não devem compor a base de cálculo.
"Os adicionais de origem constitucional e legal, destinados a remunerar o trabalho em condições especiais ou prejudiciais -adicionais de periculosidade e insalubridade, adicionais pelo trabalho noturno, de horas extras, repouso e alimentação e outros- não podem ser incluídos na base de cálculo", disse.
Em sentido contrário, a ministra revisora, Maria de Assis Calsing, defendeu a tese da Petrobras, de que adicionais devem integrar o cálculo das parcelas dedutíveis da RMNR, conforme acordo firmado à época. Calsing destacou, ainda, que houve demora no ajuizamento de ações trabalhistas sobre o tema.
"Não parece crível que a categoria profissional, representada por entidades de classe fortes e combatentes. tenha se surpreendido com a forma de calculo preconizada pela Petrobras somente após três anos da instituição da RMNR", disse.
O MPT (Ministério Público do Trabalho) defende que os adicionais não devem ser computados na base de cálculo e diz que, pelo entendimento de Calsing, trabalhadores que atuam em atividade perigosa, insalubre ou em período noturno teriam o mesmo tratamento daqueles com atividade em escritórios.
"Assim, há ofensa ao princípio da igualdade", disse o procurador-geral do trabalho, Ronaldo Fleury. (Com Folhapress)
Portador de uma rara síndrome que faz crescer verrugas parecidas com cascas de árvore nas mãos e nos pés, o bangalês Abul Bajandar desistiu de se submeter a mais uma cirurgia - seria a 26º - e decidiu ir para casa.
Ele deixou o Hospital de Faculdade de Medicina de Daca (DMCH), na capital de Bangladesh no mês de maio, sem mais esperanças de cura.
Bajandar sofre de epidermodisplasia verruciforme, uma doença de pele considerada raríssima. Nas 25 cirurgias que já passou, já foi retirado 5 kg de verrugas do seu corpo. Ele tinha uma cirurgia programada para ser realizada no fim do mês de maio.
“Minha última cirurgia foi feita em torno de quatro meses atrás, mas novas verrugas estão saindo da maioria dos lugares onde as cirurgias foram feitas. Não está melhorando ”, disse um triste Bajandar.

Os médicos dizem que por se tratar de um problema genético, a síndrome nunca será curada totalmente, contribuindo para a frustração do paciente.
"Eu ainda estou sentindo dor nos pontos onde as verrugas saíram nas mãos e nas pernas e agora são cerca de meia polegada de tamanho", disse o bengalês.
De acordo com o jornal 'The Daily Star', o especialista em queimaduras Samanta Lal Sen, que estava supervisionando o tratamento de Bajander, disse que deixou o hospital de repente sem informá-los.
Ele disse que o tratamento está sendo feito de maneira sistemática e espera que sua condição melhore significativamente depois de mais algumas cirurgias.
"Se ele quiser voltar para o tratamento, as autoridades darão a ele o mesmo apoio", disse.
A Petrobras anunciou nesta quinta dia 21, redução de 1,11% no preço da gasolina em suas refinarias.
A partir de amanhã dia 22, o litro do combustível será vendido pela estatal por R$ 1,8634, 2 centavos a menos do que o R$ 1,8841 cobrado hoje.
Desde o dia 9 de junho, quando foi anunciado o último aumento no preço, a Petrobras tem mantido ou feito reduções no valor do combustível. No mês, a gasolina acumula queda de 5,27%, ou seja, de 10 centavos.
O comportamento de alguns torcedores colombianos na Rússia vem gerando críticas na Colômbia e ganhou repercussão mundial, assim como o caso dos brasileiros que assediaram uma russa.
Em vídeos divulgados nas redes sociais, homens vestidos com camisas da seleção nacional aparecem fazendo uma japonesa repetir grosserias em espanhol e em outro, entram no estádio com álcool escondido em um binóculo.
Em uma das publicações, um grupo de colombianos aparece cercando uma japonesa e, após fazer a torcedora repetir o placar da partida em espanhol, pedem para ela reproduzir palavras de ataque a si mesma. A japonesa, sem entender a língua, atende ao pedido dos colombianos. O Ministério das Relações Exteriores da Colômbia emitiu nota oficial repudiando a atitude dos compatriotas.
"Convidamos os conterrâneos que portam a camisa tricolor e que representam milhões de colombianos no Mundial da Rússia a fomentar o respeito e o bom trato. Rechaçamos os maus comportamentos; não representam nossa cultura, nosso idioma e nosso povo", diz o texto.
A nota acrescenta que o comportamento dos torcedores de repetir mensagens grosseiras em espanhol não desagrada apenas a mulher, mas também insulta outras culturas, o idioma local e o país. "É assombroso maltratar uma mulher aproveitando-se das barreiras idiomáticas", acrescenta o ministério. (Com Folha PE)
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O INSS iniciará, em 10 de julho, análises automáticas de recursos a serem enviados para julgamento nas Juntas de Recursos da Previdência, segundo o diretor de benefícios, Alessandro Ribeiro.
A proposta foi apresentada nesta quarta dia 20, pelo órgão ao MPF-SP (Ministério Público Federal em São Paulo), que, em maio, havia recomendado às agências paulistas da Previdência o cumprimento do prazo de 30 dias para o envio dos pedidos aos órgãos julgadores.
Na ocasião, o encaminhamento dos processos levava 204 dias, em média, o equivalente a quase sete meses.
Com a mudança, que será nacional, Ribeiro estima que até 40% das reaquisições serão verificadas por computador e diretamente remetidas às juntas. Hoje, todos os processos precisam passar pela pré-análise de funcionários, para só então seguirem para julgamento.
A automatização será aplicada aos casos que não dependem da análise do processo físico ou de interpretações sobre as normas e a legislação previdenciária, conforme explica Ribeiro.
"O recurso deveria ser para discussões subjetivas sobre a análise realizada pelo funcionário do INSS que, por exemplo, considerou que não caberia a aceitação de um vínculo de emprego ou de um tempo especial", diz Ribeiro. "Mas isso acabou se desvirtuando para discussões práticas, como aquelas provocadas por segurados que simplesmente pedem a revisão de um cálculo da renda inicial que está correto."
A automatização dos recursos considerados mais simples também poderá resultar em concessões ou revisões automáticas, quando o computador identificar o erro cometido pela autarquia.
A triagem automática, porém, não excluirá o processo do julgamento nos casos em que o direito não for identificado pelo sistema.
Os pedidos de recursos continuarão a ser apresentados pela internet, no site (meu.inss.gov.br), no aplicativo Meu INSS ou pelo telefone 135. Mas a presença do segurado no posto de atendimento só será exigido em casos específicos. (Com FolhaPress)
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