A Confederação espanhola surpreendeu e demitiu o técnico Julen Lopetegui dois dias antes de estrear na Copa do Mundo na Rússia contra Portugal.
O anúncio foi feito nesta quarta feira pelo presidente da Federação Espanhola de Futebol (RFEF), Luis Rubiales, em coletiva de imprensa.
A saída acontece depois que o Real Madrid confirmou que o treinador assumiria como treinador do time na próxima temporada substituindo Zinedine Zidane.
Quem assume o time para comandar o mundial é o ex-zagueiro Fernando Hierro, que era diretor da federação. (Com Catve)
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A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) protocolou nesta terça dia 12, no Supremo Tribunal Federal (STF), uma ação contra o tabelamento dos preços mínimos dos fretes rodoviários aplicados pelo governo.
"Buscamos o diálogo e nos colocamos à disposição para o debate em busca de uma solução que não fosse o tabelamento obrigatório. Mas o produtor rural começou a ser muito afetado e está com dificuldades de escoar sua produção e sem transportar nada devido a esse impasse. Por isso, não nos restou alternativa", disse o chefe da Assessoria Jurídica da CNA, Rudy Maia Ferraz.
Na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5959, a CNA pede a suspensão da eficácia da Medida Provisória 832, editada pelo Executivo há duas semanas. Na avaliação da entidade, o tabelamento é inconstitucional por ferir os princípios da livre concorrência e da livre iniciativa.
"Nossa posição sempre foi contra o tabelamento por entender que é um retrocesso e fere o livre comércio", completou Rudy.
Na sua avaliação, a tabela deve ser usada apenas como referência e não em caráter impositivo. O tabelamento poderá aumentar o custo de transporte para o setor agropecuário em até 152% e também tem trazido insegurança jurídica e prejuízo para as exportações.
Como muitos contratos de comercialização da safra 2018/2019 já foram fechados, o produtor arcaria sozinho com essa elevação de custos do frete. "Não podemos tornar uma tabela obrigatória fazendo com que o produtor assuma única e exclusivamente esse ônus", justifica Rudy.
Na semana passada, a CNA encaminhou ofício ao presidente Michel Temer pedindo a suspensão da aplicação da tabela.
Por Assessoria
O último boletim da Defesa Civil do Rio Grande do Sul aponta que 2.780 casas foram danificadas pelo temporal que atingiu o estado entre a segunda dia 11 e terça dia 12.
Chuva e ventos intensos, além de granizo, causaram estragos e duas mortes no estado. Os locais mais afetados são Serra, Norte e Centro.
De acordo com os dados oficiais ao menos 26 cidades foram atingidas. Além disso, 10 pessoas estão desabrigadas (em ginásios ou escolas da cidade) e outras 29 estão desalojadas (em casas de parentes ou amigos).
Tabela de danos:
Município Regional Dano
01 Água Santa Passo Fundo Atingidos: 50
residências
02 Araricá Metropolitana Atingidos: 75
residências /
1 escola/ 1 ginásio / 1 família desalojada
03 Bento Gonçalves Caxias do Sul Atingidos: 80 residências/1 família desabrigada/ 2 escolas / queda de árvores / falta de energia elétrica/
04 Canela Caxias do Sul Atingidos: 12 residências
05 Caraá Metropolitana Atingidos: 1 ginásio
06 Caxias do Sul Caxias do Sul Queda de árvores
07 Ciríaco Passo Fundo 1 óbito
Atingidos: 80
residências
08 Coxilha Passo Fundo Atingidos: 20 residências
09 Dois irmãos Metropolitana Atingidos: estrutura da feira municipal
10 Dois Irmãos das Missões Frederico Westphalen Atingidos: 80 residências / 05 famílias desalojadas/ queda de energia elétrica
11 Faxinalzinho Passo Fundo 02 feridos/ 10 aviários
12 Giruá Santo Ângelo Atingidos: 600 residências
13 Guaporé Lajeado Atingidos: 6 residências
14 Ibarama Santa Maria Atingidos: 12 residências
15 Igrejinha Metropolitana Atingidos: 09 residências / 1 escola
16 Itati Metropolitana Atingidos: 02 residências
17 Marau Passo Fundo Atingidos: 10 residências
18 Porto Xavier Santo Angelo Atingidos: em torno de 500 residências / 10 famílias desalojadas
19 Redentora Frederico Westphalen Atingidos: 70 residências / 02 famílias desalojadas
20 Salvador do Sul Caxias do Sul Atingidos: 100 residências / 01 família desabrigada / danos na prefeitura/ creche/ escola / ginásio
21 Sapiranga Metropolitana Atingidos: 6 residências
22 Santa Bárbara Frederico Westphalen Atingidos: 600 residências/ 11 famílias desalojadas/ 9 desabrigadas
23 Santa Rosa Santo Ângelo Atingidos: 48
Residências
24 São Francisco de Paula Caxias do Sul Atingidos: 20 residências
25 Sarandi Frederico Westphalen 1 óbito/ 05 feridos/ 100 postes caídos
26 Tupanciretã Santa Maria Atingidos: 400 residências
A Defesa Civil segue oferecendo ajuda necessária às localidades atingidas. (Com Au Online)
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Começam nesta quarta dia 12, as inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do segundo semestre. O programa oferece 57.271 vagas em 68 instituições públicas de ensino superior em todo o país. O prazo para participar vai até o dia 15. As inscrições são feitas apenas pela internet.
Pode concorrer às vagas quem fez o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2017 e obteve nota acima de zero em redação. Todo o processo de inscrição é feito exclusivamente pela internet, na página do Sisu.
Ao ingressar no sistema, o candidato deverá escolher, por ordem de preferência, até duas opções de curso entre as vagas ofertadas. É possível alterar essas opções durante todo o período de inscrição. A última modificação confirmada é a considerada válida.
As vagas serão oferecidas em oito instituições públicas estaduais, uma faculdade pública municipal e 59 instituições públicas federais, com dois centros de Educação Tecnológica, 27 institutos federais de Educação, Ciência e Tecnologia e 30 universidades.
O resultado da chamada regular está previsto para o dia 18 de junho. O período de matrícula vai de 22 a 28 de junho e o prazo para participar da lista de espera é de 22 a 27 de junho. (Com Catve)
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O aquecimento global vai tornar legumes e verduras significativamente mais escassos ao redor do mundo, a menos que se adotem novas práticas de cultivo e variedades resilientes, alertaram pesquisadores em estudo publicado nesta segunda dia 11.
Até o fim deste século, a combinação de menos água e ar mais quente reduzirão em um terço a média de produção de verduras e legumes, que são cruciais para uma dieta saudável, alertou um estudo publicado no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences.
Um aumento da temperatura de 4 graus Celsius, que os cientistas esperam ocorrer até 2100 se as tendências de aquecimento mantiverem sua trajetória atual, reduzirá em 31,5% a média da produção, destacou a pesquisa.
"Nosso estudo mostra que as mudanças ambientais, como um aumento de temperatura e escassez hídrica, podem representar uma ameaça real à produção agrícola, com possíveis impactos futuros na segurança alimentar e na saúde da população", destacou a principal autora da pesquisa, Pauline Scheelbeek, da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres.
Podem ser particularmente afetados o sul da Europa, grandes partes da África e o sul da Ásia.
As pesquisas se baseiam em uma revisão sistemática de 174 estudos que examinam o impacto das exposições ambientais na produção e no conteúdo nutricional de legumes e verduras desde 1975.
Alguns estudos anteriores indicaram uma possível tendência crescente na produção de cultivos com o aumento das concentrações de CO2, mas a revisão atual revelou que qualquer impulso do tipo seria neutralizado por níveis mais altos de gases de efeito estufa, disponibilidade reduzida de água para irrigação e temperaturas em elevação.
"Pela primeira vez, reunimos todas as evidências disponíveis sobre o impacto das mudanças climáticas na produção e na qualidade dos legumes e verduras", explicou o pesquisador sênior do estudo, Alan Dangour, também da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres.
- Uma 'ação urgente' é necessária -
"Nossa análise sugere que se adotarmos uma abordagem 'business as usual', as mudanças ambientais reduzirão substancialmente a disponibilidade global destes alimentos importantes", acrescentou.
"É preciso tomar uma ação urgente, inclusive trabalhando para apoiar o setor agrícola para aumentar sua resiliência às mudanças ambientais e esta deve ser uma prioridade para os governos ao redor do mundo", reforçou.
Um segundo estudo publicado no PNAS revelou que as temperaturas em elevação vão aumentar a volatilidade do milho, o cultivo mais disseminado no planeta.
Os cientistas confirmaram estudos anteriores que demonstraram que o aquecimento global provavelmente afetará o crescimento do milho.
Eles também demonstraram que ondas de calor podem impulsionar a inconsistência e a volatilidade em várias regiões do planeta ano após ano, provocando escalada dos preços e escassez.
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"Estudos prévios costumavam se concentrar no clima e nas plantas, mas aqui nós olhamos para o clima, a comida e os mercados internacionais", disse a principal autora do estudo, Michelle Tigchelaar, pesquisadora de pós-doutorado em ciências atmosféricas da Universidade de Washington.
"Nós descobrirmos que à medida que o planeta esquenta, ele se torna mais propenso em diferentes países a experimentar simultaneamente grandes perdas de cultivos, o que tem grandes implicações nos preços da comida e na segurança alimentar", acrescentou.
Os países que mais exportam milho no mundo são Estados Unidos, Brasil, Argentina e Ucrânia.
"Com um aquecimento 4 graus mais quente, para o qual o mundo caminha até o final do século se a taxa atual de emissões de gases de efeito estufa se mantiver, há um risco de 86% de que os quatro países exportadores de milho sofram simultaneamente um ano [de colheita] ruim", destacou o informe. (Com Catve)
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Os presidiários poderão ser obrigados a ressarcir o Estado por despesas de manutenção com o cumprimento da pena. É o que prevê o Projeto de Lei do Senado (PLS) 580/15, de autoria do senador Waldemir Moka (MDB-MS).
O texto foi aprovado nesta quarta dia 06, pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, em decisão terminativa, por isso, se nenhum senador apresentar recurso para que a matéria seja votada no plenário da Casa, ela segue direto para a Câmara dos Deputados.
De acordo com o projeto, os detentos poderão custear os gastos por meio de recursos próprios ou pelo trabalho. No caso de não possuir recursos próprios, o condenado deverá trabalhar para esse ressarcimento. "O projeto é de importância ímpar, no momento em que o país todo recebe o Atlas da Violência, em que a bandidagem toma conta do país. Cada preso hoje gasta em média R$ 2.440 por mês, valor acima de muitos salários de professores e de muitos profissionais de outras áreas do país", alertou o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), relator da proposta.
Se proposta também for aprovada na Câmara, a expectativa é de que o Estado tenha mais recursos livres para políticas públicas. "Não vamos ter de gastar com condenado para ficar com mordomia de penitenciárias e sendo recrutados por facções criminosas", ressaltou Caiado.
Embora o texto proponha a modificação da Lei de Execuções Penais (Lep), ainda segundo o relator, o ressarcimento tratado no projeto tem natureza cível, ou seja: "Não se está falando em punir o condenado mais uma vez pelo crime praticado". Ele justifica a constitucionalidade da proposta afirmando que, pela Constituição Federal, todos os prejuízos causados ao erário deverão ser ressarcidos. (Com Agência Brasil)
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