A Polícia Nacional conseguiu antecipar mais um plano da facção criminosa paulista, o PCC (Primeiro Comando da Capital), no Paraguai. Segundo as investigações, o grupo criminoso estaria pronto para realizar um mega assalto a uma empresa de transporte de valores no país vizinho.
O plano foi descoberto após a prisão de um os líderes da quadrilha. Arnaldo Romero Luiz, conhecido como "Pânico", foi preso no último fim de semana em Cidade do Leste. O rapaz de 24 anos é conhecido como sendo um dos chefes da organização.
Leva no peito uma tatuagem que o identifica como liderança do PCC. Ele já era foragido, acusado de três grandes assaltos a banco.
A prisão de Arnaldo foi importante para descobrir mais um plano da facção. De acordo com as investigações, no próximo fim de semana a quadrilha comandada por ele realizaria mais um assalto a uma transportadora no departamento de Alto Paraná.
Depois de prender o líder, os policiais cumpriram mandado de busca e apreensão na casa onde ele morava no país vizinho. No local apreenderam várias armas de grosso calibre, munições, máscaras e roupas militares.
Também conseguiram apreender alguns vídeos onde os integrantes conversavam entre eles sobre os detalhes do próximo mega assalto.
O alvo do grupo seria a sede do Prosegur, e com o dinheiro o grupo planejava resgatar membros da facção presos na fronteira com o Mato Grosso do Sul.
No dia 24 de abril do ano passado o grupo explodiu a sede da empresa no país vizinho e com mais de 30 homens usando armamento de guerra conseguiu entrar na transportadora e roubar US$ 40 milhões, cerca de R$ 120 milhões.
Esse assalto ficou conhecido como o maior registrado na história do Paraguai. A Polícia Nacional já solicitou o apoio das polícias brasileiras para tentar localizar os outros integrantes do grupo que, segundo eles, podem tentar voltar ao Brasil nos próximos dias. (Com Catve)
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As inscrições para o Programa Universidade para Todos (ProUni) começam nesta terça dia 26, e vão até sexta dia 29. As inscrições são feitas exclusivamente pela internet, na página do programa. O ProUni oferece bolsas de estudo em instituições privadas de ensino superior.
Ao todo, neste processo seletivo, serão ofertadas 174.289 vagas, sendo 68.884 bolsas integrais e 105.405 parciais, em 1.460 instituições. As bolsas são para o segundo semestre.
Para se candidatar, é preciso ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2017, ter alcançado no mínimo 450 pontos e ter tido nota superior a zero na redação.
Além disso, só podem participar alunos brasileiros sem curso superior e que tenham feito o ensino médio completo na rede pública ou como bolsista integral na rede privada. Alunos que fizeram parte do ensino médio na rede pública e a outra parte na rede privada, na condição de bolsista, ou que sejam deficientes físicos ou professores da rede pública também podem solicitar uma bolsa.
O candidato que quiser uma bolsa integral deve ter renda familiar per capita de até um salário mínimo e meio. As bolsas parciais de 50% são destinadas aos alunos que têm renda familiar per capita de até três salários mínimos. Quem conseguir uma bolsa parcial e não tiver condições financeiras de arcar com a outra metade do valor da mensalidade, pode utilizar o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
Inscrição
Na hora da inscrição, o candidato pode escolher, em ordem de preferência, até duas opções de instituição, curso e turno entre as bolsas disponíveis, de acordo com seu perfil.
O candidato com deficiência ou que se autodeclarar indígena, preto ou pardo pode optar por concorrer a bolsas destinadas a políticas de ações afirmativas.
Durante o período de inscrição, o candidato pode alterar as opções. Será considerada válida a última inscrição confirmada.
Uma vez por dia, o sistema do Prouni calcula a nota de corte, que é a menor para ficar entre os potencialmente pré-selecionados de cada curso, com base no número de bolsas disponíveis e no total de candidatos inscritos no curso, por modalidade de concorrência.
O Ministério da Educação (MEC) esclarece que a nota de corte é apenas uma referência para auxiliar o candidato no monitoramento da inscrição. Ela não é garantia de pré-seleção para a bolsa ofertada. A primeira nota de corte será divulgada nesta quarta dia 27.
Os resultados com a lista dos candidatos pré-selecionados estarão disponíveis também na página do ProUni, a partir do dia 2 de julho para a primeira chamada, e 16 de julho para a segunda.
Aplicativo
Os candidatos podem baixar o aplicativo do ProUni, disponível na Google Play e App Store. A inscrição deve ser feita pela internet, mas pelo aplicativo o estudante pode acompanhar as divulgações das notas de corte dos cursos, pesquisar bolsas e acompanhar todo o calendário do processo seletivo. (Com Agência Brasil)
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O prazo para concorrer ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) termina nesta terça dia 26. As inscrições são para as vagas que não foram preenchidas no processo regular do primeiro semestre.
As inscrições para as bolsas remanescentes estão abertas desde o dia 28 de maio. Os prazos variaram de acordo com o perfil dos candidatos.
Hoje termina o último prazo, para estudantes que querem concorrer a vaga em instituição de ensino na qual já estão matriculados. Podem se inscrever tanto aqueles estudantes que ainda não têm diploma de ensino superior, quanto aqueles que já concluíram uma graduação e estão fazendo novo curso. Os estudantes podem também já ter sido beneficiados pelo financiamento estudantil e o quitado.
Para concorrer, é necessário ter 450 pontos de média e nota acima de zero na redação em qualquer edição, desde 2010, do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Além disso, a renda familiar mensal bruta per capita não pode ultrapassar três salários mínimos, ou seja, R$ 2.862.
As inscrições são feitas pela internet. Após concluir a inscrição, o candidato deverá validar suas informações na Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da instituição de ensino onde estuda. O prazo para que isso seja feito é de três dias úteis após a conclusão da inscrição.
O Fies concede financiamento a estudantes em cursos superiores não gratuitos, com avaliação positiva nos processos conduzidos pelo Ministério da Educação (MEC). O número de vagas totais para este ano poderá chegar a 310 mil. Dessas, 100 mil terão juro zero para os estudantes que comprovarem renda per capita mensal familiar de até três salários mínimos. (Com Agência Brasil)
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Termina em 30 de junho o prazo para o saque do PIS/Pasep para os cotistas maiores de 57 anos que trabalharam entre 1971 e 1988.
Os beneficiários dessa primeira etapa da liberação que não fizerem a retirada até essa data, só poderão fazê-lo a partir de 14 de agosto.
O PIS/Pasep é uma contribuição fiscal cobrada sobre o faturamento ou folha de contribuição que, até a homologação da Constituição Federal de 1988, poderia ser sacado em determinadas situações, como na aposentadoria.
Com a ampliação da possibilidade de saque, antes restrita a trabalhadores maiores de 60 anos, o Governo Federal estima que cerca de 39 bilhões de reais serão injetados na economia do país.
“Muitas pessoas confundem as cotas do PIS com o abono. O abono é para quem recebeu um salário mensal de até dois mínimos em 2016 ou exerceu atividade remunerada por pelo menos 30 dias e seu saque vai até o dia 29 de junho” explica Glauco Marchezin, consultor da área trabalhista da Sage Brasil.
Para sanar dúvidas de contribuintes, a Sage Brasil dá dicas de como o trabalhador que possua cota pode sacar o PIS/Pasep. Confira abaixo:
1) Nessa primeira etapa, que vai até 30 de junho, apenas os trabalhadores que exerceram profissão entre os anos de 1971 e 1988 e tenham mais de 57 anos podem sacar.
2) Caso se adeque nas duas condições anteriores, o segundo passo é descobrir seu número do PIS ou NIS, que geralmente está anotado nas últimas páginas da carteira de trabalho. Também é possível encontrar a identificação no extrato impresso do FGTS ou no Cartão do Cidadão.
3) Com o número do PIS ou NIT em mãos, o cotista precisa cadastrar uma senha na internet. Para quem já tem a senha do Cartão Cidadão é preciso entrar no site e cadastrar sua senha.
Caso o contribuinte não possua o Cartão Cidadão, pode realizar com o número NIS por meio desta página.
4) Após o cadastro da senha internet, o trabalhador pode fazer a consulta na página https://cotasidade.caixa.gov.br/sipab_quotas/pages/#!/home.
Caso possua saldo, o site informará o valor e o trabalhador deve se encaminhar ao Banco do Brasil, que administra o Pasep ou a Caixa Econômica Federal, que cuida do PIS.
Uma admnistradora de grupos no WhatsApp foi condenada pela 34ª Câmara de Direito Privado do Tribunal do Estado de São Paulo ao pagamento de R$ 3 mil de indenização por ser a responsável pelo espaço e não ter tomado providências para evitar xingamentos e discussões.
Segundo refere o UOL; a jovem de 14 anos na época foi responsável pela conduta dos integrantes do grupo criado em 2014, com o nome 'Jogo na casa da Gigi', para amigos combinarem de assistir a um jogo da Copa do Mundo do Brasil.
O grupo reunia colegas da escola e, um dos integrantes do grupo, conforme consta dos autos, começou a ser alvo de xingamentos homofóbicos, como “bicha”, “veado” e “garoto especial”. Segundo o Jota, a sua mãe também foi chamada de “camarão de meia tonelada”.
A ré chegou a encerrar o grupo e criou outro, no entanto, as ofensas voltaram a gerar confusão.
O relator do caso no tribunal considerou que a administradora não removeu os usuários que estavam fazendo os xingamentos. De acordo com a decisão, “o criador do grupo é sempre denominado seu administrador por uma razão simples: pode adicionar e remover termos utilizados na rede quem bem quiser e à hora em que quiser. Ou seja, no caso dos autos, quando as ofensas, que são incontroversas, provadas via notarial, e são graves, começaram, a ré poderia simplesmente ter removido quem ofendia e/ou ter encerrado o grupo.”
Ainda de acordo com o relator, uma vez as ofensas tendo sido proferidas, o administrador do grupo deve agir. Outro motivo que fez a ré ser condenada foi o fato de que um dos integrantes disse: “vai processar o que vava”, e a ré teria respondido com emoji de carinha chorando de rir. Segundo o relator, a expressão “vava” teria sido um typo, já que o usuário “obviamente quis dizer ‘vaca’, no sentido também evidente de ‘puta’”.
"A ré sorriu por meio de emojis (quatro), mostrando que se divertiu bem com a história. Assim, é corresponsável pelo acontecido, com ou sem lei de bullying, pois são injúrias às quais anuiu e colaborou, na pior das hipóteses por omissão, ao criar o grupo e deixar que as ofensas se desenvolvessem livremente", diz a decisão, que considerou que a jovem não agiu para coibir ações de bullying.
Por lei, nenhuma empresa tem obrigação de liberar seus funcionários para que assistam aos jogos do Brasil na Copa do Mundo.
A concessão adotada pela maioria das empresas é um acordo comum entre trabalhador e empregado, em que é necessário estabelecer como e se as horas não trabalhadas serão compensadas.
"Não há previsão legal sobre os dias de Copa. O que a maioria das empresas faz é liberar o funcionário e compensar as horas depois", afirma o advogado trabalhista Paulo Eduardo da Silva Mueller, do escritório Glomb & Advogados Associados.
Há empresas que optam por não exigir reposição dos dias. A reforma trabalhista abriu a possibilidade desse tipo concessão ser negociada.
"Se a decisão for não compensar as horas, a companhia não pode descontar do salário. Mas este acordo precisa ficar bastante claro entre as duas partes, para evitar que haja problemas futuros", diz Mueller.
A Fecomercio-SP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo) pediu que as empresas levem em conta a importância cultural da Copa para os brasileiros e aconselhou que patrões reflitam sobre os impactos da decisão no ambiente de trabalho.
A federação também recomendou que seja preservado o bom relacionamento entre patrão e empregado.
EXCESSOS
Quem for assistir aos jogos no ambiente de trabalho deve ficar atento a excessos no comportamento, que podem prejudicar, causar a demissão ou até incriminar funcionários por causa da Copa do Mundo.
Além de criar situação constrangedora ao ambiente, o consumo de bebidas alcoólicas pode motivar demissão por justa causa -se comprovada a embriaguez e não houver alcoolismo.
Outro ponto delicado é com relação aos "bolões", quando os funcionários fazem apostas sobre os resultados dos jogos. Por lei, bolão é uma forma de jogo de azar e, portanto, proibida.
Tal prática constitui crime e, por isso, não deve ser permitida na empresa.
INTEGRAÇÃO
Decoração, animação, vuvuzelas e telão. Em todos os jogos do Brasil nesta Copa do Mundo, só não vai ter bebida alcoólica entre os 113 funcionários da empresa Semantix, localizada no Paraíso (região central de SP).
Menos rígida que outras empresas de tecnologia, a Semantix tem aproveitado o Mundial para integrar funcionários e suavizar o ambiente de trabalho. "Temos como filosofia valorizar as pessoas, para que todo funcionário se sinta bem. Por isso, quando os jogos do Brasil coincidirem com o expediente, vamos torcer juntos", diz Flávia Parizotto, gerente de recursos humanos do local.
"Em um ambiente prazeroso, o trabalho rende mais."
Apesar do quadro predominantemente jovem, Flávia não tem nenhum "manual de comportamento". "Já temos o hábito de celebrar datas especiais e aniversários. Então, creio que ninguém vá extrapolar nem deixar o trabalho ser prejudicado."
Pensamento semelhante inspirou Rafael Albuquerque, diretor-executivo da UnitFour, outra empresa de tecnologia, localizada no Butantã (zona oeste).
"Ações como essa, de descontração e integração entre funcionários, já estão no nosso DNA. Por exemplo, todas as sextas-feiras fazemos churrasco. Até acho que, se não tomasse essa iniciativa, os funcionários iriam me cobrar", brinca.
A primeira reunião da torcida no escritório foi na sexta, no segundo jogo do Brasil. Além de uma mesa com café da manhã, Albuquerque deu um "kit-torcida" para cada um dos 50 funcionários.
"Acredito que, além de unir as pessoas, esse tipo de ação estimula a produtividade", afirma ele, que vai liberar a bebida para o próximo jogo do Brasil, que será nesta quarta-feira.
"Como o jogo vai acabar umas 17h, a cerveja estará liberada. Obviamente, com moderação, porque estamos em ambiente corporativo." (Com Folhapress)





















