Polícia Paraguaia apreende R$ 5 milhões e durante contagem dinheiro some

A Polícia Paraguaia fez uma apreensão milionária, na última terça dia 26, em uma carreta que transitava pelo país vizinho.

 

O dinheiro estava escondido em duas caixas de papelão, mas o que chama a atenção é o fato de que a metade dos R$ 5 Milhões apreendidos ter desaparecido durante a contagem.

 

O dinheiro, em notas de R$ 50 e de R$ 100 estava empacotado dentro de duas caixas de papelão. Durante a apreensão, o jornal Vanguardia publicou as fotos do dinheiro que estava empilhado até o topo das caixas.

 

Depois da contagem foram divulgadas outras fotos, mostrando falhas entre os pacotes de dinheiro. (Com Jornal Vanguardia)

 

 

 

Após eliminação na fase de grupos, Alemanha entra para 'Hall dos Fiascos'

Mais de um campeão já foi eliminado na fase de grupo da Copa do Mundo: França em 2002, Itália em 2010 e Espanha em 2014. A Alemanha se uniu à lista de fiascos em 2018.

 

. 1966 - Pelé machucado e eliminado

Brasil, vencedor das duas Copas do Mundo anteriores, sequer passou da fase de grupos na Inglaterra-1966. Vítima da marcação dura do búlgaro Dobromir Jetchev sobre Pelé, a seleção 'Canarinho' ganhou de qualquer forma (2-0), mas depois perdeu para a Hungria (3-1), quando Pelé ficou de repouso para se recuperar. Voltou contra Portugal, mas o Brasil também perdeu (3-1) uma partida em que João Morais, por sua vez, martirizaria Pelé. "Comecei o trabalho e Morais terminou", diria mais tarde Jetchev, o vilão do filme. A Itália também saiu mais cedo da Copa, eliminada pela estreante Coreia do Norte (1-0).

 

. 1950 - Inglaterra humilhada pelos Estados Unidos

A Inglaterra inventou o futebol, mas não a Copa do Mundo, e havia evitado as primeiras três edições. Depois da Segunda Guerra Mundial, finalmente participou e aterrissou no Brasil, liderada por Stanley Matthews, já com 35 anos e a caminho de ser o primeiro Bola de Ouro, em 1956.

Os ingleses começaram bem contra o Chile (2-0) sem Matthews, em conflito com o técnico Walter Winterbottom. Mas no segundo jogo, ainda sem Matthews, poupado pela fraqueza do adversário, a Inglaterra é humilhada pelos Estados Unidos, uma equipe quase amadora (1-0). Bastou um gol do haitiano Joe Gaetjens e as defesas do goleiro Frank Borghi.

A partida aconteceu em Belo Horizonte, palco do fatídico 7-1 da Alemanha no Brasil nas semifinais de 2014. A Inglaterra jogou de azul pela única vez em sua história e nunca voltou a vestir este uniforme. Perdeu a disputa seguinte contra a Espanha (1-0) e voltou para casa antes do previsto.

 

. 2002 - Os franceses distantes da 2ª estrela

A França chegava como grande favorita após vencer a Euro-2000 e a Copa do Mundo de 1998, e contava com os três melhores artilheiros em três campeonatos, Thierry Henry (Inglaterra), David Trezeguet (Itália) e Djibril Cissé (França).

Sua marca oficial já anunciava a segunda estrela na camisa, mas os artilheiros não marcaram um só gol. Os 'bleus' caíram contra o Senegal (1-0) e arrastavam a lesão na coxa de Zinedine Zidane. Jogou somente a última partida, uma derrota contra a Dinamarca (2-0). Antes haviam empatado sem gols com o Uruguai.

A Argentina de Marcelo Bielsa e Gabriel Batistuta também ficou pelo caminho. Aparecia como segunda força no grupo, mas foi eliminada pela Inglaterra (1-0), que sonhava em se vingar do show de Diego Maradona em 1986, quando ocorreu a famosa 'mão de Deus', e as oitavas de final da França-1998, com o cartão vermelho para David Beckham. A Suécia confirmou a despedida dos argentinos ao empatar em 1-1 com o alviceleste e ir para as oitavas.

 

. 2010 - Itália de fora

Como a França, oito anos antes, a Itália caiu logo no começo. Incapaz de vencer o Paraguai (1-1) e a fraca Nova Zelândia (1-1), foi eliminada na última partida pela Eslováquia (3-2). Finalista na Alemanha-2006, a França também saiu na fase de grupos, envergonhada diante do mundo pela greve de seus jogadores, que não quiseram descer do ônibus durante uma das poucas sessões de treinamento abertas ao público. Tudo em apoio a Nicolás Anelka, que havia acabado de ser expulso do grupo por ter insultado o então técnico Raymond Domenech no intervalo do segundo jogo (derrota por 2-0 para o México, depois de um empate sem gols contra o Uruguai). O fiasco foi confirmado após uma derrota contra a anfitriã África do Sul (2-1).

 

. 2014 - 'Azzurra' e Espanha não se mantêm

A Itália sofreu o mesmo destino quatro anos depois no Brasil-2014, vítima da mordida de Luis Suárez e de um gol de Diego Godín (1-0). Os finalistas da Eurocopa 2012 nunca se recuperaram da derrota contra a Costa Rica (1-0). Haviam começado bem contra a Inglaterra (2-1), com um gol de Mario Balotelli.

Mas a decepção foi ainda maior para a 'Roja', inicialmente humilhada pela Holanda (5-1), com o incrível gol do holandês Robin Van Persie. A Espanha, duas vezes campeã europeia e campeã do mundo, sofreu uma lição do Chile (2-0). Que triste despedida para Xavi Hernández... (Com Catve)

 

 

 

Dia de decisão para Brasil e Alemanha

Dia de decisão para Brasil e Alemanha. A equipe de Tite enfrenta a Sérvia às 15h, em Moscou, com a mesma escalação que começou o jogo contra a Costa Rica.

 

Basta um empate para a Seleção Brasileira avançar às oitavas. Já a situação dos alemães é mais delicada. No Grupo F, México, Suécia, Alemanha e até a Coreia do Sul têm chances de classificação. Os carrascos do Brasil em 2014 enfrentam os coreanos às 11h, em Kazan, em busca da vitória para seguir na Copa.

 

Os resultados de hoje vão determinar se teremos uma reedição de Brasil x Alemanha já nas oitavas. Haja coração! No Brasil, José Dirceu foi solto após decisão do STF. O ex-ministro cumpria pena de mais de 30 anos de prisão na Papuda. E o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, estará hoje em Manaus, enquanto nos EUA a Justiça ordenou que o governo reúna menores separados na fronteira em até 30 dias.

 

Copa do Mundo: 14º dia


11h - Coreia do Sul x Alemanha (Grupo F)
Toni Kross, da Alemanha (Foto: Jewel Samad / AFP Photo) Toni Kross, da Alemanha (Foto: Jewel Samad / AFP Photo)
Toni Kross, da Alemanha (Foto: Jewel Samad / AFP Photo)
Atual campeã, a Alemanha busca derrotar a Coreia do Sul com um bom saldo de gols para avançar com tranquilidade às oitavas. No grupo mais embolado da Copa até agora, todos os times têm chances e a classificação pode acabar definida pelos critérios de desempate.

 

11h - México x Suécia (Grupo F)

Com duas vitórias em dois jogos, o México pega a Suécia e luta para se manter com aproveitamento de 100% no Mundial da Rússia. A situação mexicana é a mais confortável do disputado Grupo F: um empate garante a vaga na primeira colocação.

 

15h - Brasil x Sérvia (Grupo E)

Alisson; Fagner, Thiago Silva, Miranda e Marcelo; Casemiro, Paulinho e Philippe Coutinho; Willian, Neymar e Gabriel Jesus. Sem surpresas no time do Brasil. A Seleção entra em campo contra a Sérvia com a mesma escalação que iniciou o último jogo. O time de Tite só precisa empatar para avançar, mas quer a vitória para passar em 1º no grupo. "A gente joga para ser primeiro", afirma Miranda, capitão contra a Sérvia.

 

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15h - Suíça x Costa Rica (Grupo E)

Assim como o Brasil, a Suíça depende de empate para continuar na Copa. Os suíços pegam a já eliminada Costa Rica. Já os costa-riquenhos esperam balançar a rede para evitar dar adeus ao Mundial sem nenhum gol marcado.

 

Chances da Copa: Coreia do Sul x Alemanha; México x Suécia; Sérvia x Brasil e Suíça x Costa Rica
Brasil x Alemanha de novo?

 


O jogador Oscar (e), da seleção do Brasil, ao lado do alemão Lahm, desaba e chora ao final da partida entre Brasil x Alemanha onde a equipe brasileira foi goleada por 7 a 1 no Estádio do Mineirão, pelas semifinais da Copa do Mundo 2014. (Foto: Estadão Conteúdo/Arquivo) O jogador Oscar (e), da seleção do Brasil, ao lado do alemão Lahm, desaba e chora ao final da partida entre Brasil x Alemanha onde a equipe brasileira foi goleada por 7 a 1 no Estádio do Mineirão, pelas semifinais da Copa do Mundo 2014. 

 


O jogador Oscar (e), da seleção do Brasil, ao lado do alemão Lahm, desaba e chora ao final da partida entre Brasil x Alemanha onde a equipe brasileira foi goleada por 7 a 1 no Estádio do Mineirão, pelas semifinais da Copa do Mundo 2014. (Com G1)

 

 

 

80 pessoas são presas e mais de 1,5 tonelada de drogas apreendidas na Operação Esforço Integrado

Oitenta pessoas foram presas durante a Operação Esforço Integrado, que é realizada em 139 municípios do oeste paranaense desde o dia 20 de junho. A ação combate os crimes na região da fronteira entre Paraná, Paraguai e Argentina.

 

A Polícia Militar (PM) apresentou, na madrugada desta quarta dia 27, em Foz do Iguaçu, o resultado parcial da Operação Esforço Integrado.

 

Houve também a apreensão de sete menores, até o momento. Policiais seguem mobilizados, nesta quarta, realizando a ação.

 

Confira o que foi apreendido:


10 barcos
1,5 tonelada de maconha
30 kg de cocaína
7 kg de haxixe
1 kg de crack
530 caixas de cigarro
6 armas
Mercadorias de contrabando
Foram feitas 24 mil abordagens, com 10 mil veículos parados.

 

Com a operação, houve reforço nas abordagens, na prisão de foragidos, na recuperação de veículos roubados, nas apreensões de mercadorias ilegais, de drogas e de armas.

 

Conforme o governo estadual, os municípios paranaensens somam 208 quilômetros de fronteira com os países vizinhos, abarcando uma população de 5,5 milhões de habitantes. Há 200 pontos de atuação das forças policiais, com cerca de 2 mil servidores.

 

Além do Paraná, a operação ocorre outros 10 estados brasileiros.

 

O Esforço Integrado o Exército Brasileiro, a Força Aérea Brasileira, a Marinha, a Polícia Federal, a Força Nacional, a Polícia Rodoviária Federal, a Polícia Militar do Paraná, a Corpo de Bombeiros, a Polícia Civil do Paraná, o Departamento de Inteligência do Paraná, as Guardas Municipais, a Agência Brasileira de Inteligência e a Receita Federal participam da ação. (Com G1)

 

 

 

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Cartórios não podem registrar relações poliafetivas como união estável, diz CNJ

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu nesta terça dia 26, por maioria, que os cartórios brasileiros não podem registrar como união estável as relações poliafetivas, entre três ou mais pessoas.

 

O pedido de providências foi proposto em 2016 pela Associação de Direito de Família e das Sucessões (ADFAS), que solicitou, em liminar, a proibição do reconhecimento do poliamor por dois cartórios em São Vicente (SP) e em Tupã (SP), que teriam lavrado escrituras de uniões estáveis poliafetivas.

 

Sete conselheiros acompanharam o voto do relator João Otávio de Noronha, corregedor nacional de Justiça, pela procedência da representação. Outros quatro acompanharam a divergência aberta pelo conselheiro Aloysio Corrêa, que entende ser possível lavrar escrituras públicas em que se registre a convivência de três ou mais pessoas por coabitação. Contudo, de acordo com o seu voto, não se pode equiparar essas escrituras à união estável e à família.

 

O conselheiro Luciano Frota foi o único a votar pela improcedência absoluta do pedido, sendo totalmente favorável à união poliafetiva, inclusive, considerando-a união estável.

 

Ao proferir o resultado, a presidente do CNJ, ministra Cármen Lúcia, destacou que não é atribuição do conselho autorizar ou proibir a união poliafetiva, mas julgar se cartórios podem adotar registros de relação entre três ou mais pessoas. “Aqui nós não estamos tratamos da relação entre as pessoas, mas do poder de um cartório de receber a escritura.”

 

Em seu voto contra a possibilidade de cartórios brasileiros registrarem como união estável as relações poliafetivas, o relator afirmou não haver amparo na legislação. “Não quero ser tomado por um moralista, não estou julgando pelo meu pensamento, mas com a consciência jurídica formada no substrato social que impera neste país. E nosso substrato social ainda não deu essa abertura para admissibilidade do poliamor. E nem sei se dará”, disse.

 

“Se pessoas querem viver em relação de poliamor, que vivam. Escritura declara a vontade jurídica das coisas. Não estamos discutindo se pode ou não pode, mas a possibilidade de normatizar atos cartorários”, concluiu.

 

Na última sessão, no fim de maio, antes de a sessão ser interrompida pela segunda vez por um pedido de vista, o conselheiro Aloysio Corrêa, ministro do Tribunal Superior do Trabalho, defendeu que todos os cidadãos têm liberdade de escolher seu par, independente para construir sua família. “Ainda que não seja possível reconhecer união poliafetiva como união estável nem equipará-las à família, não pode negar direito à escritura pública.”

 

“O que tratamos não é união estável, não se equipara à família. Mas pessoas que convivem podem chegar e registrar em escritura pública uma convivência, pode ser amorosa ou não. Há irmandades que se unem como fato social por convivência poliafetiva”, afirmou.

 

Corrêa julgou o pedido procedente em parte, afastando a proibição de escritura da união poliafetiva, limitando-a ao reconhecimento da sociedade de fato. Assim, de acordo com seu voto, fica impedido que o poliamor se equipare à união estável para efeito constituição da família, inclusive para efeitos patrimoniais.

 

Em seu voto, o conselheiro Luciano Frota defendeu as relações poliafetivas. “O Direito deve acompanhar a dinâmica de mudanças sociais sob pena de não cumprir papel de pacificador das relações. Nosso Direito é baseado em princípios e possibilita atualização do conteúdo pela releitura de seus institutos”, afirmou.

 

De acordo com ele, “proibir o poliamor com base em conceito vetusto de família seria perpetuar a situação de exclusão e negação de cidadania que não se coaduna com valores democracia”. Em sua arguição, o conselheiro Marcio Schiefler afirmou que o assunto “tem de ser discutido no Legislativo, não no CNJ”.

 

 

 

Quase 90% dos brasileiros consideram saúde péssima, ruim ou regular

Oitenta e nove por cento dos brasileiros classificam a saúde – pública ou privada – como péssima, ruim ou regular.

 

A avaliação é compartilhada por 94% dos que possuem plano de saúde e por 87% dos que dependem do Sistema Único de Saúde (SUS), segundo dados apresentados hoje dia 26, pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).


A pesquisa, realizada pelo Instituto Datafolha, tem abrangência nacional e ouviu 2.087 pessoas – 59% delas residentes no interior. A amostra, composta por homens e mulheres com idade superior a 16 anos, respondeu a um questionário estruturado que dispõe ainda sobre a expectativa dos brasileiros sobre a atuação dos próximos governantes e parlamentares em relação à assistência médica.

 

Para os entrevistados, os políticos que vencerem o pleito deste ano devem adotar medidas que combatam a corrupção na área da saúde (26%); reduzam o tempo de espera por consultas, exames, cirurgias e outros procedimentos (18%); aperfeiçoem a fiscalização dos serviços na rede pública (13%); fomentem a construção de mais postos e hospitais (11%); e garantam melhores condições de trabalho e de remuneração para médicos e outros profissionais da área (9%).

 

SUS como prioridade

 

A valorização do SUS como política social relevante aparece com ênfase na pesquisa. Os números mostram que, para 88% dos entrevistados, o sistema deve ser mantido no país como modelo de assistência de acesso universal, integral e gratuito para brasileiros, conforme previsto em seus princípios e diretrizes legais.

 

Falta gestão e recursos

 

De acordo com o estudo, 83% das pessoas ouvidas acreditam que os recursos públicos não são bem administrados; 73%, que o atendimento não é igual para todos; e 62%, que o SUS não tem gestores eficientes e bem preparados. Entre os 14 serviços disponíveis em postos e hospitais analisados pelo estudo, 11 foram alvo de críticas.

 

Dificuldade de acesso

 

Os dados mostram que, entre os itens com maior dificuldade de acesso na rede pública estão: consultas com médicos especialistas (74%); cirurgias (68%); internação em leitos de UTI (64%); exames de imagem (63%); atendimento com profissionais não médicos, como psicólogos, nutricionistas e fisioterapeutas (59%); e procedimentos específicos como diálises, quimioterapia e radioterapia (58%).

 

Principais gargalos

 

A análise dos dados sugere que, de forma geral, a percepção de mau atendimento decorre de problemas registrados ao longo do processo, como o tempo de espera para ter uma resposta do SUS para uma demanda encaminhada, item apontado por 24% dos entrevistados.

 

Também são vistos como vilões a falta de recursos financeiros para o SUS (15%) e a má gestão administrativa e operacional do sistema (12%). Questões como a falta de médicos (10%) e a dificuldade para marcar ou agendar consultas, cirurgias e procedimentos (10%) completam o topo do ranking.

 

O tempo de espera é o fator com avaliação mais negativa do SUS – o item é apontado como maior gargalo na rede pública para 82% dos entrevistados que buscam consulta, 80% dos que precisam de um exame de imagem e para 79% dos que aguardam cirurgia.

 

Na semana de realização das entrevistas (9 a 16 de maio), 39% dos entrevistados declararam estar aguardando algum tipo de atendimento na rede pública, índice nove pontos percentuais maior do que o registrado em pesquisa semelhante realizada pelo CFM em 2014.

 

Para o presidente do CFM, Carlos Vital, os resultados da pesquisa demonstram claramente uma posição de insatisfação por parte da sociedade brasileira e não devem ser ignorados pelos candidatos ao pleito de outubro. “Esses números falam por si só. Precisamos ter mais sensibilidade política, financiamento mais adequado, gestão mais eficiente”, concluiu. (Com Agência Brasil)

 

 

 

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