A Petrobras reajustou em 8,9%, em média, o preço do gás liquefeito de petróleo (GLP) para uso residencial, engarrafado pelas distribuidoras em botijões de até 13 quilos (kg). O reajuste do gás de cozinha entra em vigor à 0h desta terça dia 05.
O aumento se deve principalmente à alta das cotações do produto nos mercados internacionais, que acompanha a alta do Brent, (petróleo cru), que indica a origem do óleo e o mercado onde ele é negociado, segundo a Petrobras.
O percentual anunciado de reajuste leva em contra preços praticados sem incidência de tributos. Se for integralmente repassado ao consumidor, a Petrobras estima que o preço do botijão de gás de cozinha de 13 kg deve subir, em média, 4%, ou cerca de R$ 2,53 por botijão, isso se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos.
Em nota, o Sindicato das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) afirma que o reajuste anunciado pela Petrobras ainda deixa o preço dos botijões de cozinha de 13kg cerca de 1,3% abaixo do preço de paridade internacional. (Com Agência Brasil)
Diga-me como se chamas e te direi quem és. O IBGE divulgou o levantamento nacional de nomes brasileiros.
O top 5 não poderia ser mais previsível: Maria é o nome mais comum (são mais de 11 milhões delas), seguido de José, Ana e João e Antônio. Na outra ponta da tabela, porém, é que estão os registros mais interessantes. Temos 130 mil nomes diferentes que nos avisam: entre os brasileiros existem Madonnas, Einsteins, Zeldas e Vaders.
Prince, por exemplo, pode até ter falecido no início de 2016, mas ainda está presente no Brasil. Não em forma de música, mas de pessoas mesmo: 220 deles - sendo 27 mulheres -, para ser mais exato. Também temos 113 Djavans e 245 Cazuzas. Os RGs também têm espaço para os eruditos. Apesar do orgulho dos austríacos, podemos dizer que não tivemos um, mas 113 Beethovens. E os que preferem as divas do pop podem dizer que são do mesmo país que 386 Rihannas.
Aparentemente, a literatura também é um fator que pesa na hora de fazer o registro da criança. São mais de 88 mil Iracemas, apesar da popularidade estar caindo - na década de 1950 o nome teve seu momento de hit, eram quase 21 mil mulheres homenageando a índia de José de Alencar. Em 2000, o número caiu para 488. Mais juvenis, as Emílias também marcam presença com 51 mil crianças registradas - a maioria delas no Paraná. Também são 21 Capitus que, independentemente de terem traído ou não, são compatriotas de 92 Hermiones e de 29 Hamlets.
A disputa de Senna e Schumacher talvez seja mais acirrada nos cartórios do que realmente foi na pista. Os dois pilotos estão tecnicamente empatados, ambos na casa dos 30. O brasileiro com 36, quatro a mais do que o alemão, garantindo a pole por enquanto. No futebol, por outro lado, o Brasil perde mesmo. Temos 112 Pelés, contra 165 Maradonas, nenhum vindo da Argentina - a maior parte deles nasceu no Maranhão.
Além dos já citados homônimos do criador da Teoria da Relatividade, o Brasil também conta com mais de 9 mil Newtons, 480 Darwins, e 187 Lavoisiers. Aliás, vale o registro: as coisas se perdem, sim, no mundo do químico francês. Na década de 1970, o nome alcançou 42 novas crianças (o ápice), mas desde os anos 1990 ninguém foi batizado assim.
Preocupante mesmo, na verdade, é o fato de termos 188 Hitlers com direito a CPF - sendo que 24 deles foram registrados a menos de 20 anos. Todos nascidos no sudeste do país. Por outro lado, temos 64 Gandhis (e outros 43 Gandis) para dar uma equilibrada. Menos mal. (Com Tribuna Popular)
Levantamento do Conselho Federal de Medicina (CFM) aponta que pelo menos 904 mil cirurgias eletivas estão pendentes no Sistema Único de Saúde (SUS) em diferentes estados e municípios do país.
As cirurgias eletivas não são de urgência ou emergência.
O estudo, feito pela primeira vez pelo conselho, divulgado nesta segunda dia 04, mostra que do total pelo menos 746 procedimentos cirúrgicos estão na fila de espera há mais de dez anos e 83% dos pedidos entraram na fila a partir de 2016.
O Ministério da Saúde informou que desde maio passou a adotar o sistema de fila única para organizar a demanda.
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A pesquisa traz dados enviados pelas secretarias de saúde de 16 estados e dez capitais até junho deste ano. Outros sete estados e oito capitais não enviaram informações, alegando não tê-las disponíveis ou por negativa de acesso aos dados. Por ser o primeiro levantamento desse tipo, não há dados dos anos anteriores. A pesquisa contabiliza o número de procedimentos agendados, e não o número de pacientes na fila.
Na lista de espera, a maioria dos pedidos de cirurgias é de catarata, hérnia, vesícula, amígdalas e adenoide, além de cirurgias ortopédicas. Os estados de Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Ceará apresentaram o maior número de cirurgias pendentes. Entre as capitais e estados que disponibilizaram informações de perfil dos usuários, as mulheres representam 67% dos pacientes que aguardam algum tipo de procedimento especializado.
Mauro Ribeiro, presidente em exercício do CFM, defende políticas integradas entre os entes federados. "O número de pacientes que precisam dos procedimentos e não tem acesso ao Sistema Único de Saúde é imenso. Tanto os dados do Ministério [da Saúde], quanto os dados do Conselho Federal de Saúde são subestimados, muito aquém da realidade. [….] É necessário que o governo federal estabeleça políticas públicas com os estados e municípios para poder organizar o sistema e dar acesso a esses pacientes ao sistema de saúde", disse.
Ministério da Saúde
O Ministério da Saúde informou que, em julho deste ano, foi fechada a primeira lista para cirurgias eletivas no SUS. A lista identificou pouco mais de 667 mil pacientes aguardando por algum procedimento eletivo no país. O ministério ressalta que em maio deste ano adotou o sistema de lista única para organizar a rede de saúde e diminuir a fila de espera. O novo sistema tem o objetivo de centralizar as demandas em um único cadastro e ampliar as possibilidades de atendimento do paciente para outros hospitais de sua região.
De acordo com o levantamento do CFM, o SUS realizou no ano passado mais de 1,5 milhão de cirurgias eletivas. O número é inferior aos anos de 2015, que registrou 1,7 milhão de cirurgias; e 2014, com o total de 1,8 milhão, com base em dados do sistema de informação do Ministério da Saúde.
O Ministério da Saúde divulgou na semana passada balanço parcial de 2017, que mostra crescimento de 39% no número de procedimentos realizados na rede pública entre janeiro e setembro, mês que registrou mais de 150 mil cirurgias.
A pasta informou ainda que o governo federal repassa de forma regular mensalmente recursos de média e alta complexidade a todos os estados e municípios e ainda dispõe de R$ 250 milhões em valores extras que poderão ser liberados para os gestores locais. Cerca de R$ 41,6 milhões já foram liberados este ano para a realização de mutirões.
(Com Agência Brasil)
A partir de agora o trabalhador vai poder dar entrada no pedido de Seguro desemprego pela internet.
O procedimento não elimina a necessidade de ir pessoalmente a um posto do Sine (Sistema Nacional do Emprego), mas agiliza o atendimento e encurta o prazo para receber o benefício.
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Para trabalhadores formais, o prazo para dar entrada no pedido do seguro é de sete a 190 dias. Já para trabalhadores informais, como mensalistas, o prazo é de sete a 90 dias.
Um casal teve uma surpresa nada agradável enquanto passava a noite em um resort na cidade de Pattaya, na Tailândia.
Ambos sentiram um cheiro desagradável no quarto e, mesmo vasculhando o local, não encontraram nada.
Depois de os hóspedes reclamarem, um funcionário foi até o quarto e encontrou um cadáver dentro do suporte do colchão: "A pessoa que faz a limpeza do hotel também notou o cheiro ruim e tentou achar da onde ele vinha. A equipe do resort fez uma busca pelo quarto e encontrou o corpo debaixo do colchão", informou o coronel da polícia, Apichai Kropphet.
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Com a descoberta do crime, as autoridades logo chegaram aos culpados: dois jovens, de 14 e 17 anos, foram presos acusados de matar Amphon Kongsong, de 28 anos.
Segundo os adolescentes, um deles conhecia a mulher pela internet e havia combinado um encontro. Ele então levou o amigo mais novo e os três passaram a noite no hotel. Depois de uma briga, a dupla matou Amphon, que era transexual. (Com Mega Curioso)
Sem a aprovação da reforma da Previdência, as áreas de saúde e educação deixarão de receber recursos, gradativamente, nos próximos anos.
A estimativa é que em 2028 o governo não terá mais como pagar os gastos de custeio nem fazer investimentos nessas áreas. Em 18 anos, haverá dificuldade até para honrar os benefícios do INSS e de assistência social, o chamado BPC. As despesas não caberão mais dentro do limite máximo de gastos do governo federal, o chamado teto, previsto na Constituição Federal.
Esse quadro dramático foi apresentado em tabelas entregues a parlamentares pelo presidente Michel Temer e ministros para defender a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) ainda este ano. Os números mostram o que acontece com os gastos públicos em dois cenários até 2036: com e sem reforma.
No cenário sem a reforma, só caberão dentro do limite do teto os gastos com Previdência e assistência, os salários do funcionalismo e uma parte dos gastos com abono e seguro-desemprego. O levantamento mostra que outras despesas, como o custeio de saúde e educação, precisariam ficar de fora dos gastos do governo, o que é uma hipótese impensável.
Já num cenário em que a Previdência tenha sido reformada, os gastos com benefícios previdenciários e assistenciais cresceriam menos, o que permitiria acomodar dentro do teto os outros itens de despesa.
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Mostrar aos parlamentares a ameaça aos gastos com saúde e educação é uma tentativa do governo de sensibilizá-los para apoiar a reforma. Os dados sustentam o argumento do governo de que as mudanças na Previdência são em benefício dos mais necessitados, pois liberam recursos para outros programas federais.
O “combate aos privilégios” é o mote da campanha lançada pelo governo no dia 17 de novembro. As peças publicitárias, no entanto, foram suspensas na quinta-feira pela juíza federal Rosimayre Gonçalves de Carvalho, da 14.ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal. Ela diz que o anúncio “veicula a desinformação”, ao dizer que, com a reforma, “o Brasil vai ter mais recursos para cuidar da saúde, da educação e da segurança de todos”. A Advocacia-Geral da União (AGU) recorreu da decisão.
Defesa
Escalado para defender a reforma, o secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Mansueto Almeida, afirma que sem a reforma, a Previdência vai “pegar” cada vez mais recursos de outras áreas. “E saúde e ensino básico são políticas que beneficiam os mais pobres e precisam sempre ter prioridade. Mas sem reforma da Previdência, vai faltar dinheiro”, postou na sua conta na rede do Twitter.
Segundo ele, o problema da Previdência não poderá ser resolvido por meio de um aumento da carga tributária. “Simplesmente não é possível porque o aumento da carga tributária teria de ser cavalar: mais de dez pontos do PIB nos próximos 15 anos a 20 anos”, alerta.
O presidente Michel Temer corre contra o tempo para angariar os 308 votos necessários para aprovação da reforma na Câmara até o fim do mês. Este fim de semana será intenso em negociações (ler mais ao lado) com os parlamentares.
Deixar a votação do texto da Previdência para o ano que vem, ano eleitoral, gera uma incerteza muito grande para o mercado e amplia ainda mais as dificuldades para que a base possa se comprometer com uma agenda tida “como impopular”.
A “campanha” para o convencimento dos deputados inclui também apresentações sobre a recuperação em curso da economia: com dados sobre queda da inflação e crescimento do PIB, por exemplo. O governo quer reduzir o receio dos parlamentares de perderem apoio do eleitorado por apoiar as mudanças na Previdência. (Com Exame.com)








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