Cerca de 40% dos sites brasileiros ainda não usam protocolo de segurança chamado de SSL (Secure Socket Layer), segundo pesquisa da empresa BigDataCorp.
A ausência desse recurso torna as páginas vulneráveis a ataques de hackers e outras formas de invasões, além de prejudicar os sites em mecanismos de busca, como no caso do Google. O levantamento foi realizado pela empresa de tecnologia a pedido da companhia de serviços no ramo de crédito Serasa Experian.
O SSL é um protocolo de segurança que permite uma conexão segura usando criptografia entre o servidor onde são armazenados os dados e o seu tráfego. Isso garante um acesso seguro. A adoção deste protocolo é registrada na identificação das páginas, com o acréscimo do "s" às letras ?http?, apresentada antes do endereço de um site, e uma sinalização, com a imagem de um cadeado.
Os sites que não usam o protocolo SSL deixam os dados acessados por usuários expostos. Além disso, podem ser identificados como sites sem requisitos de segurança necessários. É o caso do Google, que sinaliza as páginas com SSL com um cadeado e classificam aquelas sem o recurso como sites não seguros.
Segundo a pesquisa, apesar do percentual alto, ele é menor do que o registrado na edição anterior, em 2016, quando mais de 60% dos sites não tinham certificados que atestavam o uso do protocolo. Mas, na comparação com a média mundial, o Brasil está bem atrás. A média global de sites sem SSL é de 8,57%.
Comércio eletrônico
Os sites de comércio eletrônico são os que mais utilizam o protocolo SSL (78,77%). Contudo, a existência de 21,23% de sites sem esse recurso de segurança é importante, uma vez que essas páginas fazem transações com dados importantes de compradores, como informações bancárias.
Também registram alto índice de adoção do SSL os blogs (80,9%), as páginas de empresas (73,5%) e os portais de notícia (60,26%). Os sites de governo ainda possuem baixa implantação do protocolo (39%). Esse percentual próximo aos 40% se mantém também nas páginas grandes, com mais de 500 mil visitas mensais (37%).
Atenção
O usuário deve ficar atento para verificar se um site utiliza esse protocolo por meio do ?s? junto ao ?http? e pela sinalização do cadeado. Uma dica dos especialistas é, em caso de visita a uma página não segura, evitar deixar qualquer dado. É por meio dessas falhas que pessoas podem clonar informações e cometer todo tipo de fraude, como compras usando dados do cartão de crédito. (Com Agência Brasil)
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O sorteio do concurso da Mega-Sena 2066 teve um acertador das seis dezenas sorteadas em Ribeirão Preto, no estado de São Paulo, na noite desta quarta dia 08.
As dezenas sorteadas foram 06, 25, 27, 35, 45 e 55.
O grande acertador que levou R$ 35.155.103,28 é de São Paulo Capital.
Na quina 104 apostas levaram R$ 27.320,77.
Já na quadra 7.345 apostadores levaram pra casa R$ 552,63
O valor arrecadado para a mega da virada é de R$ 43.281.183,82 (Com Caixa)
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Cidades com até 1000 metros de altitude, nas serras entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina serão contempladas com flocos de neves, pois há condições para outras precipitações de inverno como chuva congelada e chuva congelante.
Segundo o Clima Tempo, a neve deve cair na noite de quinta e madrugada de sexta dia 10.
As condições para nevar estão associadas a presença de um ciclone extratropical entre a costa da Região Sul e do Uruguai e a forte massa de ar frio de origem polar que está chegando ao Brasil.
Além da baixa temperatura, a presença de um ciclone extratropical é uma das condições básicas para a ocorrência de neve sobre o Sul do Brasil.
O frio intenso vem com uma forte massa de ar polar que avança sobre o centro-sul do Brasil e vai fazer a semana terminar congelante no Sul do Brasil. O ar úmido necessário para formar as nuvens que poderão conter os cristais de gelo vem com os ventos de um ciclone extratropical que passa entre o litoral do Rio Grande do Sul e do Uruguai.
O vento forte gerado por este ciclone extratropical deixa o mar muito agitado nos próximos dias no litoral gaúcho e catarinense.
Se nevar entre esta quinta e a sexta-feira,10 de agosto, será o quarto evento de precipitação de inverno sobre o Sul do Brasil este ano. Nevou no sul do Rio Grande do Sul em 4 de julho.
Nevar em agosto não é comum, mas já ocorreu e não faz muito tempo. Em agosto de 2016 tivemos condições para neve. Em 2013 ocorreram vários eventos no Sul do Brasil e até no fim de agosto, o que é mais raro ainda. (Com Clima Tempo)
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A inflação oficial do Brasil, medida através do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), recuou de 1,26% em junho para 0,33% em julho. Os dados divulgados nesta quarta-feira, dia 8, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelaram que a inflação acumula taxas de 2,94% em 2018 e de 4,48% em 12 meses.
Segundo a entidade, os alimentos e bebidas tiveram queda de preços de 0,12% em julho. O grupo de despesas, que havia apresentado alta de preços de 2,03% no mês anterior, foi um dos principais responsáveis pelo recuo da taxa oficial de inflação.
Entre os produtos com queda de preços, destacam-se a cebola (-33,5%), batata-inglesa (-28,14%), tomate (-27,65%), frutas (-5,55%) e carnes (-1,27%). Apesar da queda média dos alimentos, a alimentação fora de casa passou a custar 0,72% mais em julho.
“Isso se explica pelas férias, que aumentam a demanda por esse tipo de consumo, e pela Copa do Mundo, quando tradicionalmente as pessoas se reúnem fora de casa, em bares e restaurantes, para assistir os jogos”, disse o gerente da pesquisa, Fernando Gonçalves. (Com Canal Rural)
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A proibição do casamento de menores de 16 anos, em qualquer hipótese, foi aprovada nesta quarta dia 08, pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.
Hoje o casamento de menores de 16 anos só é admitido em caso de gravidez ou para evitar imposição ou cumprimento de pena criminal, já que ter relações sexuais com menores de 14 anos é crime, com pena que varia de 8 a 15 anos de reclusão.
Para sair do papel, o texto ainda precisa ser votado no plenário da Casa, para onde segue com pedido de urgência. Se aprovada na fase final, a matéria vai à sanção presidencial. Apesar de acabar com a possibilidade do casamento antes dos 16 anos, o texto em discussão mantém as outras normas em vigor hoje: casamento no Brasil só a partir de 16 anos completos, com autorização dos pais, ou livremente a partir de 18 anos.
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"O projeto é singelo, mas de um significado imenso para a proteção das nossas crianças, em especial das meninas. Com o casamento infantil, a menina perde a capacidade de tomar decisões por si mesma. O que ocorre, na maioria das vezes, é que ela deixa a escola, o que vai se refletir dramaticamente na sua capacidade de conseguir um emprego quando adulta, sem contar outras situações graves”, destacou a senadora Marta Suplicy (MDB-SP), relatora da proposta na CCJ.
Histórico
Em junho, quando o texto foi aprovado na Câmara dos Deputados, a autora da proposta, Laura Carneiro (DEM-RJ), destacou que, no Brasil, cerca de 877 mil meninas casaram-se com menos de 16 anos.
“Elas são quase vendidas a seus abusadores na forma de casamento. A aprovação do projeto é um avanço extraordinário, aplaudido por todos os organismos envolvidos nos direitos da criança e do adolescente”, afirmou a deputada. (Com Agência Brasil)
A estiagem prolongada deve demandar a cobrança de taxa extra na conta de luz até o fim do chamado período seco, no fim de novembro, afirmou nesta quarta dia 08, o diretor-geral do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), Luiz Eduardo Barata.
Segundo ele, o mês de julho teve o pior nível de chuvas da série histórica, iniciada em 1931, e não houve melhora no início de agosto. Sem chuvas, o ONS é obrigado a acionar usinas térmicas, que são mais caras.
O custo das térmicas já vem sendo pago pelo consumidor desde maio, quando foi acionada a bandeira amarela, que acrescenta à conta de luz R$ 1 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A partir de junho, começou a vigorar a bandeira vermelha nível 2, de R$ 5 a cada 100 kWh.
Em palestra na conferência Brazil Windpower, Barata disse esperar que a bandeira vermelha nível 2 vigore até o fim do período seco, que se encerra no fim de novembro. A decisão sobre qual bandeira acionar é tomada mensalmente pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).
Segundo o ONS, até as 11h45 desta quarta, as térmicas representavam 21,5% da energia gerada no país. Diante da seca, há usinas a diesel e óleo combustível, mais caras e poluentes, em operação.
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A previsão do ONS é que os reservatórios do Sudeste e Centro-Oeste, principal caixa d'água do setor elétrico brasileiro cheguem ao fim de novembro com, no máximo 20% de sua capacidade. O valor é semelhante ao registrado no mesmo período do ano anterior, mas é metade do projetado no início de 2018.
No Nordeste, com as restrições da vazão no rio São Francisco, a situação deve melhorar: a expectativa é que os reservatórios atinjam no fim de novembro 30% da capacidade, bem acima dos 5,5% do mesmo período do ano anterior.
A região Nordeste tem sido beneficiada também pela expansão da capacidade de geração éolica, que chegou a responder por 72% da demanda local no dia 23 de julho, um recorde desde que o setor começou a operar no Brasil. Atualmente, disse Barata, o Nordeste está exportando energia para outras regiões.
O consumidor brasileiro enfrenta outra ameaça de aumento na conta de luz, devido à proposta de revisão, pela Aneel, do orçamento da CDE (Conta de Desenvolvimento Energético), encargo cobrado nas tarifas.
A Aneel prevê gasto adicional de R$ 1,4 bilhão neste ano, além dos R$ 18,8 bilhões já aprovados, para ajudar a bancar a operação das distribuidoras da Eletrobras e reconhecer incentivos dados à energia éolica. (Com Folhapress)





















