A partir do dia 22 de dezembro, a Marinha do Brasil inicia a Operação Verão 2017/2018.
É uma Campanha voltada para a intensificação de ações de conscientização e de fiscalização do tráfego aquaviário nas áreas de maior concentração de embarcações, sobretudo as de esporte e recreio e de turismo náutico, por ocasião de férias e feriados prolongados.
De acordo com informações da Diretoria de Portos e Costas, a principal causa dos acidentes em embarcações de esporte e recreio é a falha humana, o que por vezes pode resultar em consequências irreversíveis.
Para minimizar a possibilidade da ocorrência de desastres náuticos, a Campanha deste ano traz como mote a valorização da vida e a responsabilidade do proprietário e do condutor da embarcação, especialmente durante as atividades de lazer.
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Com o conceito "Segurança da Navegação: quem valoriza a vida, respeita", a mensagem chega ao público com uma linguagem reflexiva, retratada em imagens de situações de risco, acidentes e suas possíveis consequências.
As peças frisam a importância de se adotar atitudes conscientes para prevenir acidentes e garantir a integridade física dos tripulantes, dos passageiros e dos banhistas, promovendo a divulgação das principais regras de navegação e a importância do seu cumprimento para quem deseja aproveitar a época mais quente do ano com segurança.
Dados da Superintendência de Segurança do Tráfego Aquaviário da DPC mostram que somente no verão 2016/2017 ocorreram mais de 34% do total dos acidentes registrados até dezembro deste ano.
As lanchas e motos aquáticas são destaques nas estatísticas. Nos últimos três verões elas representaram mais de 74% dos casos registrados com embarcações de esporte e recreio.
Naufrágio, abalroamento, queda de pessoas na água, incêndio e colisão são os casos que mais chamam a atenção nas estatísticas. De dezembro de 2016 a março de 2017, as embarcações que mais se envolveram com esses acidentes durante o lazer foram lanchas (57%), motos aquáticas (16%) e botes (11%). (Com Massa News)
O Ministério do Trabalho liberou nesta quinta dia 14, o pagamento do abono salarial do PIS/Pasep ano-base 2016 para os trabalhadores da iniciativa privada nascidos no mês de dezembro.
Este é o sexto lote de pagamento. O dinheiro está disponível nas agências da Caixa ou casas lotéricas de todo o país.
O abono salarial de 2016 começou a ser pago em 27 de julho deste ano e estará disponível para saque a todos os trabalhadores até 29 de junho de 2018. Depois dessa data, os valores que não forem sacados retornarão ao FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) para pagamento do abono salarial do próximo ano e do seguro-desemprego.
O calendário de pagamento é de acordo com o mês de nascimento do trabalhador. Nos próximos meses serão liberados os pagamentos para os nascidos de janeiro a junho.
Já foram liberados os recursos para os trabalhadores privados nascidos de julho a novembro e para os servidores públicos com finais de inscrição de 0 a 4.
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Nesse período, foram pagos R$ 6,88 bilhões a 9,35 milhões de trabalhadores, 38,16% do total. Ainda há R$ 11,14 bilhões para serem pagos.
Quem tem direito
Para ter direito ao benefício é necessário ter trabalhado formalmente pelo menos um mês em 2016, com remuneração média de até dois salários mínimos.
Além disso, o trabalhador tinha de estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e ter tido seus dados informados corretamente pelo empregador na Rais (Relação Anual de Informações Sociais).
O valor de cada benefício depende do período trabalhado no ano-base, mas varia de R$ 79 a R$ 937. Quem trabalhou formalmente durante todo o ano, com salário médio de até dois salários mínimos, recebe o valor cheio. Quem trabalhou um mês, por exemplo, com esses mesmos pré-requisitos, recebe um doze avos do valor, e assim sucessivamente.
Em caso de dúvida, o trabalhador pode entrar em contato com o Ministério do Trabalho por meio do Alô Trabalho, no número 158. (Com Agência Brasil)
O homem encontrado morto na tarde desta quarta dia 13, em Dourados estava com as pernas acorrentadas. Assassinado a facadas, seu corpo foi achado por indígenas da Aldeia Passo Piraju, dentro do Rio Dourados, no Porto Cambira.
Ele foi identificado como Diego Jacobsen dos Santos, 29, e estava desaparecido desde domingo, quando saiu pra negociar um carro.
De acordo com informações apuradas no local, a vítima possuía dois golpes de faca no tórax e três no lado esquedo do abdômen.
O Corpo de Bombeiros foi acionado junto a polícia para dar suporte e retirar o homem do rio.
Em um dos braços da vítima existe tatuagem com o nome 'Maria Clara'. Ele usava camiseta azul com a frase 'Laje sempre unida' e o número 21. A polícia investiga o caso. (Com Dourados News)
Foi identificado como Fernando Henrique Nascimento Soares, 24 anos, o homem morto com facada no pescoço, por volta das 14h30 de quarta dia 13, na Rua José Barnabé de Mesquita, na Vila Duque de Caxias, em Campo Grande.
O vizinho dele, Celso Gonçalves da Costa, 43 anos, foi preso em flagrante e confessou o crime.
Segundo o delegado Gomides Ferreira dos Santos, da 7ª Delegacia de Polícia Civil, o autor e a vítima eram vizinhos e moravam em uma vila de casas. Eles estavam na área em comum dos moradores quando Celso desferiu um golpe de faca no pescoço de Fernando, que morreu antes de receber socorro.
Celso permaneceu no local até a chegada da Polícia Militar, foi preso e confessou o crime. Ele contou ao delegado que a vítima estava se masturbando perto dele e por isso a matou. “Ele afirmou que não era a primeira vez”, disse Gomides. Mas, outros moradores da vila deram outra versão sobre os fatos.
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Vizinhos afirmaram que a vítima estava lavando a louça para fazer café quando foi golpeada. “Ao que parece não houve briga e o relacionamento entre todos os moradores era tranquilo”, destacou o delegado. A faca de 30 centímetros de cabo de madeira usada no crime foi apreendida. e a perícia ainda encontrou na casa do autor caixas de remédio de uso controlado. (Com Campo Grande News)
Farmácias e drogarias de todo o país vão poder oferecer o serviço de vacinação a clientes. A possibilidade foi garantida em resolução aprovada na terça dia 12, pela diretoria colegiada da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
O serviço já era regulamentado em alguns estados, como São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais e Distrito Federal. Com a decisão, que será publicada no Diário Oficial da União nos próximos dias, ela será estendida às demais unidades da federação.
A resolução também estabelece exigências para estabelecimentos de saúde que vão oferecer o serviço. Esses devem estar inscritos no CNES (Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde), disponibilizar o calendário nacional de vacinação e os tipos de medicamentos disponíveis aos clientes.
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Em cada local é obrigatória a designação de um responsável técnico e a contratação de profissionais habilitados para aplicar vacinas, com a realização de capacitações constantes. As instalações precisam ser adequadas e seguir parâmetros estabelecidos nas normas do setor, como ambiente refrigerado para armazenar as vacinas e cuidados no transporte dos materiais para não prejudicar a qualidade.
As regras aprovadas pela Anvisa também preveem obrigatoriedade de registro das informações nos cartões de vacinação e de erros ou problemas no sistema da agência e liberdade para emitir Certificados Internacionais de Vacinação. (Com Agência Brasil)
Uma tragédia em família foi registrada na comunidade Foz do Natal, em Porto Walter, na região do Juruá, interior do Acre, no domingo, e abalou o município.
Após uma discussão por causa de um animal, a dona de casa Zilma Vieira de Melo, de 59 anos, foi morta pelo próprio filho, José Benedito, de 23 anos, com um tiro de espingarda.
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Um irmão dele, que era filho de criação de dona Zilma, revoltado (não teve o nome divulgado), o matou a golpes de terçado na nuca, nas costas e no braço esquerdo e fugiu. A polícia não sabe o paradeiro do rapaz. Os dois eram filhos do mesmo pai.
Zilmar chegou a ser levada ao hospital de Porto Walter, mas morreu ao não resistir aos ferimentos.
Uma égua teria motivado a discussão entre mãe e filho. O delegado Lindomar Ventura disse à jornalista Anny Barbosa, do G1 em Cruzeiro do Sul, que um juiz deve decidir se houve ou não legítima defesa na ação do irmão que matou o outro a golpes de terçado.
“Reunimos as informações e repassamos ao Judiciário, que deve informar se foi o caso de uma legítima defesa, nesse caso, a terceiro ou não. O fato é que estamos em busca do suspeito e, se ele for preso nas próximas horas, vamos realizar o procedimento de flagrante”, informou ao G1.
O corpo de dona Zilma e do filho foram liberados para sepultamento na comunidade Foz do Natal, lugar da tragédia. (Com Rondônia Agora)








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