A Copel informa que a Caixa Econômica Federal rescindiu, unilateralmente, o convênio que mantinha com a empresa para pagamento das faturas de energia nas casas lotéricas.
A Copel está recorrendo da decisão do banco na Justiça. Porém, caso se concretize, a rescisão do contrato vale a partir do dia 13 de março.
De praxe no mercado, as empresas pagam uma taxa por fatura para que os bancos aceitem o pagamento. O contrato da Copel com a Caixa Econômica foi renovado em janeiro, com reajuste com base no INPC conforme previsto em cláusula contratual, e possui vigência até janeiro de 2019. No entanto, em fevereiro o banco reivindicou um reajuste de 47% nesta taxa.
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Para a Copel analisar este aumento na taxa exigido pela Caixa Econômica é essencial que o banco forneça documentos que comprovem esta necessidade. No entanto, a Caixa Econômica ainda não os forneceu. Assim, visando a defesa dos seus clientes, a Copel está adotando as medidas possíveis para resolver este impasse.
Ressaltamos que os clientes que costumam usar as lotéricas para pagar sua fatura de energia continuam a ter toda a rede arrecadadora da Copel à sua disposição.
A rede arrecadadora da Copel está presente em todos os municípios atendidos pela Companhia e é composta por bancos, mercados, farmácias, grandes lojas varejistas, entre outras. A lista completa da rede arrecadadora da Copel pode ser acessada em www.copel.com. (Com AEN)
O projeto de lei que torna obrigatória, para instituições financeiras e demais estabelecimentos com o funcionamento autorizado pelo Banco Central do Brasil, a instalação de equipamentos antifurto que manchem de tinta as cédulas de dinheiro em casos de tentativa e de explosão dos terminais de atendimento, foi aprovado em redação final na sessão plenária desta terça dia 13, na Assembleia Legislativa. Com isso, a matéria agora segue para sanção ou veto do governador Beto Richa.
Conforme o projeto, os dispositivos antifurto devem atingir pelo menos 98% das células existentes nos caixas eletrônicos. O equipamento terá que ser acionado automaticamente no caso de explosão ou tentativa de abertura forçada dos terminais. O texto da proposta também prevê que a tinta a ser utilizada deve estar de acordo com a certificação e as orientações técnicas do Banco Central do Brasil.
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A matéria foi aprovada em forma de subemenda substitutiva geral de plenário, que determina que o Procon-PR será o responsável por fiscalizar o cumprimento das disposições previstas na lei.
Em caso de descumprimento da norma, essas instituições estarão sujeitas à advertência, multa e interdição. A multa será de 490 UPF/PR (Unidade Padrão Fiscal do Paraná) para as empresas que deixarem de sanar as possíveis irregularidades. Após 30 dias decorridos da aplicação da primeira multa, sem saneamento da irregularidade apontada, será aplicada uma nova multa no valor de 973 UPF/PR. Cada UPF/PR, em valores de março de 2018, segundo a Secretaria de Estado da Fazenda, corresponde a R$ 98,33. (Com Alep)
Um avião de passageiros caiu enquanto aterrissava no aeroporto de Katmandu, capital do Nepal, na manhã desta segunda dia 12, deixando 50 mortos, de acordo com a Reuters e Associated Press.
A aeronave da companhia aérea bengalesa US-Bangla transportava 67 passageiros e quatro tripulantes.
O general Gokul Bhandari, porta-voz do exército do Nepal, afirmou que o balanço de vítimas não está claro mas que 50 pessoas morreram no acidente, segundo a Associated Press. Responsáveis do Kathmandu Medical College, hospital mais próximo do aeroporto, disseram que estão atendendo 16 sobreviventes.
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Não havia brasileiros entre os passageiros do voo que tinha saído de Dacca (capital de Bangladesh). Um porta-voz da aeronave da companhia aérea US-Bangla afirmou à Associated Press que 32 dos passageiros eram de Bangladesh, 33 do Nepal, um da China e um das Maldivas. A nacionalidade da tripulação não foi divulgada.
Causas do acidente
A BBC afirma que o avião, Bombardier Q400, caiu do lado leste da pista do aeroporto Tribhuvan e que a aeronave pousaria às 14h20 no horário local (5h30, em Brasília), citando informações do site de monitoramento aéreo FlightRadar24.
As causas do acidente ainda são investigadas e ainda não está claro, segundo a Reuters, se o piloto acionou o sinal de socorro.
O gerente-geral do aeroporto, Raj Kumar Chettri, afirmou à Reuters que momentos depois do avião conseguir autorização para pousar, o piloto comunicou à torre de comando que queria se dirigir à posição nordeste. Questionado se havia algum problema, ele negou.
O avião foi visto dando duas voltas na direção nordeste e o piloto foi novamente interrogado pela torre de comando. Mas ele voltou a negar qualquer problema.
A torre de comando, então, comunicou ao piloto que o alinhamento da aeronave estava incorreto. Chettri afirmou que o avião tocou a barreira de cerca o aeroporto, tocou no solo e pegou fogo.
A Flightradar24.com, que monitora voos em todo o mundo, registrou que aeronave estava a 1,3 mil metros de altitude quando se preparava para aterrissar. Ela subiu a para 2 mil metros cerca de dois minutos antes de cair. De acordo com o site, o avião tinha 17 anos.
A fabricante lamentou o ocorrido e afirmou que divulgará mais informações posteriormente.
A imprensa local informou que o aeroporto foi fechado após a queda do avião.
Segurança aérea precária
O acidente em Katmandu foi o último a atingir o montanhoso Nepal, que tem um histórico de segurança aérea precária. No passado, o país registrou uma série de incidentes.
Pequenos aviões fazem a malha doméstica e com frequência apresentam problemas nas remotas pistas de pouso, segundo a Reuters.
Em março de 2014, pássaros se chocaram com o parabrisas de um jato MASM.KL, da Malaysia Airlines, quando ele aterrissava em Katmandu. No mesmo mês, um Airbus A320, operado por uma companhia aérea Indiana, pegou fogo após pousar.
Em setembro de 2012, também no aeroporto de Katmandu, um avião transportando montanhistas foi atingido por um pássaro e caiu logo após a decolagem, matando as 19 pessoas que estavam a bordo, de acordo com a Associated Press. (Com G1)
O jato privado turco que caiu no Irã neste domingo dia 11, matando 11 pessoas (oito passageiros e a tripulação), pertencia à empresa Basaran Holding, gigante do setor energético, de construção e turismo.
Entre as passageiras estava a Mina Basaran, filha do proprietário do grupo.
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As oito amigas viajavam no Bombardier Challenger 604 para comemorar a despedida de solteira da herdeira de 28 anos, cujo casamento estava marcado para o próximo mês.
O avião particular estava voltando dos Emirados Árabes em direção à Turquia quando ocorreu a tragédia ao longo do trajeto entre Sharjah e Istambul. A aeronove se chocou contra uma montanha após ter pegado fogo, caindo na província de Chahar Mahaal e Bakhtiari, no sudoeste do Irã. As outras três pessoas da tripulação também morreram na hora, segundo autoridades iranianas.
Conforme relata a Irna, agência de notícias oficial do Irã, o piloto havia pedido para voar em uma altitude mais baixa minutos antes do jato sair dos radares.
A Polícia Militar (PM) prendeu na noite deste domingo, 11, um homem condenado por obrigar jovens a pular de um trem em movimento, em dezembro de 2003, na cidade de Mogi das Cruzes, localizada na região metropolitana de São Paulo. Ele estava foragido.
Vinicius Parizatto foi preso por volta das 21h20 na rodovia Ayrton Senna, no Km 28, em Guarulhos, também na Grande São Paulo, após uma abordagem padrão da polícia ao carro em que ele estava.
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Ao verificar identidade, os agentes constataram que ele era foragido, responsável pelo episódio que terminou com a morte de Cleiton da Silva Leite e a amputação do braço de Flávio Augusto do Nascimento Cordeiro.
Segundo a PM, Parizatto não resistiu à prisão e foi encaminhado para a 4ª Delegacia de Polícia de Guarulhos. Em 2011, ele havia sido condenado a 31 anos, nove meses e três dias de prisão.
Outros dois homens também participaram do crime: Juliano Aparecido de Freitas foi condenado a 24 anos e 6 meses de prisão pela morte de Cleiton e a tentativa de homicídio de Flávio. Já Danilo Gimenez Ramos aguarda julgamento de recurso.
O caso
Cleiton Silva e Flávio Cordeiro tinham saído para passear no dia 7 de dezembro de 2003 quando encontraram os skinheads, que os obrigaram a pular de um trem em movimento nas proximidades da estação Brás Cubas, em Mogi das Cruzes.
O primeiro jovem sofreu morte cerebral uma semana após o crime. Ele morreu após ficar internado em estado grave, com traumatismo craniano e perda de massa encefálica. Seus órgãos foram doados. Com os ferimentos que sofreu, Cordeiro teve um braço amputado. (Com Estadão)
José Ladi Villagra Barboza, 34 anos, foi condenado a 23 anos e seis meses de prisão, acusado de matar o filho, de 5 anos, durante brincadeira de “roleta russa”, em 2014.
O júri popular foi realizado na última semana, em Amambai (MS).
O crime aconteceu em dezembro de 2014, em Coronel Sapucaia. Após ingerir bebida alcóolica, acusado pegou um reólver calibre 38, colocou uma munição no tambor e passou a praticar roleta russa com o filho e a enteada.
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Primeiro, apontou a arma para a cabeça da menina e puxou o gatilho, mas arma não disparou. Em seguida, ele apontou contra o peito do menino e revólver disparou quando apertou o gatilho.
Após o crime, José escondeu o corpo da criança em um matagal e se dirigiu a um bar para continuar bebendo. O crime foi descoberto depois que a enteada fez a denúncia.
No julgamento, o acusado negou que estivesse fazendo roleta russa e alegou que a arma disparou por acidente quando ele limpava o revólver. Ele disse ainda que escondeu o corpo porque teria ficado apavorado.
Os jurados acataram a tese do Ministério Público Estadual (MPE) e condenaram o homem por homicídio duplamente qualificado, pela morte do filho e ocultação de cadáver.
Na época do crime, José estava separado da mãe da criança, mas sempre pegava o filho para passar alguns dias em sua casa. Ele ainda pode recorrer do julgamento, mas terá que aguardar resultado do eventual recurso na cadeia. (Com Correio do Estado)








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