Brasil mantém segunda posição em último ranking da Fifa antes da Copa

A Seleção Brasileira se manteve em segundo lugar no ranking da Federação Internacional de Futebol (Fifa). A Alemanha também continua no topo da lista. Em relação a maio, não houve nenhuma mudança nas sete primeiras colocações neste último ranking antes da Copa do Mundo da Rússia, que começa na próxima quinta dia 14.

 

Depois do Brasil, aparecem as seleções da Bélgica (3ª colocação), Portugal (4ª), Argentina (5ª), Suíça (6ª) e França (7ª). A grande surpresa foi a equipe da Polônia, que passou da décima para a oitava posição. O Chile manteve-se em nono. Com a movimentação da Polônia, a Espanha caiu duas posições e aparece na décima posição.

 

Inglaterra e Uruguai também subiram no ranking. Os ingleses avançaram uma posição e aparecem na 12ª colocação (empatados com os dinamarqueses). Já os uruguaios passaram para 14ª colocação, depois de subir três posições.

 

Entre as equipes da Copa, a principal queda foi da seleção da Tunísia, que perdeu sete posições e aparece na 21ª colocação. A anfitriã Rússia caiu quatro colocações e está na pior posição entre os participantes (70ª).

 

Veja a posição das equipes que participarão do Mundial da Rússia:

 

1º Alemanha

2º Brasil

3º Bélgica

4º Portugal

5º Argentina

6º Suíça

7º França

8º Polônia

10º Espanha

11º Peru

12º Dinamarca

12º Inglaterra

14º Uruguai

15º México

16º Colômbia

20º Croácia

21º Tunísia

22º Islândia

23º Costa Rica

24º Suécia

27º Senegal

34º Sérvia

36º Austrália

37º Irã

41º Marrocos

45º Egito

48º Nigéria

55º Panamá

57º Coreia do Sul

61º Japão

67º Arábia Saudita

70º Rússia (Com Agência Brasil)

 

 

 

Redução de 0,45 % no preço da gasolina é repassado às refinarias

Começou a valer nesta quinta dia 07, o desconto de 0,45% do preço da gasolina, anunciado pela Petrobras.

 

O litro revendido pela refinarias a partir de agora será de R$ 1,9617, por litro.

 

A expectativa da população é que o preço caia, depois da paralisação que houve durante 10 dias no país, o que culminou no aumento do litro revendido no país. (Com Catve)

 

 

 

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Governo espera arrecadar R$ 3,2 bilhões com leilão do pré-sal

O governo espera arrecadar pelo menos R$ 3,2 bilhões com a 4ª rodada de licitação do pré-sal, que será realizada nesta quinta dia 07, pela ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). O leilão ocorrerá agora de manhã, no Rio de Janeiro, e envolve quatro áreas nas bacias de Campos e Santos.

 

A estimativa de arrecadação é do CNPE (Conselho Nacional de Política Energética) e foi divulgada há dois dias pelo Ministério de Minas e Energia.

 

Para a rodada, a Petrobras exerceu o direito de preferência em três áreas: Dois Irmãos, Três Marias e Uirapuru. Há ainda Itaimbezinho. Apesar de a estatal não ser mais obrigada a participar de todos os consórcios de exploração do pré-sal, pode pedir a preferência dos blocos em que tiver interesse.

 

De acordo com a ANP, 16 empresas estão habilitadas a participar deste leilão. Entre elas estão as maiores do setor de petróleo e gás no mundo, sendo duas brasileiras. Das habilitadas, duas (DEA Deutsche Erdoel AG e Petronas Carigali SDN BHD) não têm contratos para exploração e produção de petróleo e gás natural no Brasil.

 

Nas 2ª e 3ª rodadas, a Petrobras levou três blocos, em consórcio com parceiras estrangeiras, ao oferecer até 80% da produção ao governo, quando o mínimo exigido era de 10,34%. O leilão, em outubro do ano passado, garantiu arrecadação de R$ 6,15 bilhões em bônus, vendendo seis dos oito blocos ? o equivalente a 75% de toda a área ofertada. (Com Agência Brasil)

 

 

 

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Leite pode entrar na política de garantia de preço mínimo

O leite poderá entrar na lista de produtos amparados pela Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM).

 

A medida beneficia os produtores rurais, sobretudo os pequenos e médios, que tendem a sofrer mais financeiramente com as oscilações de preço do mercado.

 

O texto do Projeto de Lei Complementar (PLC) 215/2015) foi aprovado nesta terça dia 05, pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado e segue para o plenário da casa com pedido de urgência na votação.

 

Caso seja inserido na PGPM, o leite poderá ter um valor mínimo de compra estabelecido pelo governo. Na prática, a diferença entre o valor fixado dos produtos e o valor real de mercado é repassada pelo estado ao produtor, de modo que não haja prejuízos financeiros para o cidadão.

 

O texto aprovado estabelece que os recursos necessários para a inclusão do leite na pauta da PGPM devem ser alocados pelo governo quando da elaboração da Lei de Diretrizes Orçamentárias. (Com Agência Brasil)

 

 

 

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Maia pauta projeto que pode dobrar número de pontos na CNH de caminhoneiros

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), pautou para esta semana votação de projeto que aumenta a tolerância para motoristas de caminhões e ônibus terem o direito de dirigir suspenso.

 

A proposta prevê até dobrar o número de pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) que esses motoristas poderão ter para que sejam proibidos temporariamente de dirigir.

 

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), pautou para esta semana votação de projeto que aumenta a tolerância para motoristas de caminhões e ônibus terem o direito de dirigir suspenso. A proposta prevê até dobrar o número de pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) que esses motoristas poderão ter para que sejam proibidos temporariamente de dirigir.

 

Segundo item da pauta de votações do plenário da Câmara desta terça-feira, a medida foi uma das reivindicações apresentadas pelos caminhoneiros ao governo e ao Legislativo para que suspendessem a greve que paralisou o Brasil na semana passada. Ela será votada com o projeto de lei que cria um novo Marco Regulatório para o Transporte Rodoviário de Cargas no País, outro pedido dos grevistas.

 

Pela legislação em vigor, motoristas de todas as categorias que atingirem 20 pontos na CNH no período de um ano terão o direito de dirigir suspenso por seis a um ano e, em caso de reincidência, por até dois anos. O projeto que será votado propõe aumentar o número desses pontos na carteira apenas para motoristas das categorias C (caminhão), D (ônibus e micro-ônibus) e E (veículo com reboques) que exerçam atividade remunerada.

 

A proposta estabelece uma gradação de tolerância. A primeira prevê que motoristas daquelas categorias perderão o direito dirigir somente quando atingirem 25 pontos, desde que não tenham cometido mais de duas infrações do tipo "gravíssimas"; 30 pontos, desde que não tenham mais de uma multa gravíssima; 35 pontos, desde que não tenham cometido nenhuma infração gravíssima; e 40 pontos, desde que não tenham qualquer infração grave ou gravíssima.

 

Segundo o Código Brasileiro de Trânsito, entre as infrações consideradas "gravíssimas" estão dirigir sob efeito de álcool, com a carteira de motorista vencida há mais de 30 dias ou com categoria diferente do veículo que esteja conduzindo no momento e sem usar óculos ou aparelho auditivo exigidos. Já entre as infrações "graves", estão não usar o cinto de segurança, deixar de prestar socorro à vítima em caso de acidente de trânsito e estacionar em ciclovias ou ciclofaixas.

 

O projeto será votado com o novo Marco Regulatório do Transporte de Cargas, que, entre outros pontos, estabelece formas de contratação dos transportes, regras para segurança nas estradas e normas para contratação de seguros em caso de acidentes, perda de mercadoria, furtos ou assaltos. O texto também torna obrigatória a inspeção de segurança veicular de todos veículos de carga - quanto mais velho, maior será a frequência.

 

O projeto original foi apresentado em 2016 pela deputada Christiane Yared (PR-PR). Mas o texto que irá à votação no plenário da Câmara é o parecer do deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP). Maia afirmou que, durante a votação no plenário, o texto ainda poderá passar por mudanças. "Estamos discutindo", afirmou ao Broadcast. Se aprovada na Câmara, a proposta ainda precisará passar pelo Senado antes de seguir para sanção presidencial. (Com Agência Brasil)

 

 

 

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Presidente adia reunião sobre preço de combustíveis

Marcada para esta segunda dia 04, a reunião do Grupo de Trabalho composto por técnicos dos ministérios da Fazenda e de Minas e Energia (MME), além da ANP (Agência Nacional do Petróleo) foi adiada e ainda não tem data uma nova data para ocorrer. A iniciativa foi anunciada na sexta dia 1º, pelo MME.

 

Na ocasião o ministério informou, por meio de nota oficial, que a reunião buscaria criar uma "política de amortecimento dos preços dos combustíveis ao consumidor".

 

A suspensão da reunião foi determinada pelo presidente Michel Temer, segundo apurou a Agência Brasil. Temer considerou inoportuno e indelicado o governo discutir eventuais mudanças nos prazos de reajustes de preços da gasolina e demais combustíveis, no momento em que o novo presidente da Petrobras, Ivan Monteiro, mal assumiu o cargo.

 

O presidente Temer orientou seus auxiliares a conduzir os estudos internamente e compartilhá-los mais tarde com a Petrobras, antes de anunciar publicamente qualquer intenção ou proposta. A ordem no Palácio no Planalto é que se consolidem primeiramente a redução efetiva do preço do diesel nas bombas em todo o país e, em seguida, as medidas legais para compensação do desconto de R$ 0,46 por litro, antes de se iniciar o debate sobre a gasolina e gás.

 

Segundo o MME, a iniciativa não tocaria na política de preços da Petrobrás. Uma das possibilidades seria repassar as variações nos preços da gasolina mensalmente, em vez de acompanhar diariamente as variações do mercado.

 

"Essa política de proteção terá que preservar a atual prática de preços de mercado para o produtor e importador, o que é tido pela atual administração como um ponto fundamental para a atração de investimentos para o setor. Vai trazer previsibilidade e segurança ao consumidor e ao investidor", sustentou o MME na última sexta-feira.

 

Ainda segundo o Ministério de Minas e Energia, seria formado um Grupo de Trabalho para ouvir especialistas sobre o assunto a fim de "ajudar a construir uma solução que permita, por um lado, a continuidade da prática de preços livres ao produtor/importador e, por outro, o amortecimento dos preços ao consumidor. (Com Agência Brasil)

 

 

 

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