As cotações do milho fecharam outubro com queda de mais de 13%, ou de R$ 5,15, nas regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Segundo a entidade, a maior oferta de milho no mercado interno, as exportações em ritmo lento e o bom desenvolvimento da safra de verão 2018/2019, que gera expectativa de maior produção nos próximos meses, pressionaram os valores do grão.
Em outubro, o indicador Esalq/ BM&FBovespa na região de Campinas (SP) caiu 13,3%, fechando em R$ 34,17 a saca de 60 quilos na quarta-feira, 31. No início do mês, o preço do cereal estava em R$ 39,32 por saca. (Com Canal Rural)
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O futuro ministro Chefe da Casa Civil Onyx Lorenzoni divulgou a lista de nomes de quem compõem o “Conselho de Transição”. Na relação não consta o nome do paranaense Abelardo Lupion (DEM), conforme informação recebida e divulgada pelo Portal RSN, na manhã desta segunda dia 05. Veja quem são:
Marcos Aurélio Carvalho,
Paulo Roberto,
Marcos César Pontes,
Luciano Irineu de Castro Filho,
Paulo Antonio Spencer Uebel,
Augusto Heleno Ribeiro Pereira,
Gustavo Bebiancco Rocha,
Arthur Bragança de Vasconcelos Weintraub,
Gulliem Charles Bezerra Lemos,
Eduardo Chaves Vieira,
Roberto da Cunha Castello Branco,
Luiz Tadeu Vilela Blumm
Carlos Von Doellinger,
Bruno Eustáquio Ferreira Castro de Carvalho,
Sérgio Augusto de Queiroz,
Antonio Flavio Testa,
Carlos Alexandre Jorge da Costa,
Paulo Roberto Nunes Guedes,
Waldemar Gonçalves Ortunho Junior,
Abraham Bragança de Vasconcellos Weintraub,
Jonathas Assunção Salvador Nery de Castro,
Ismael Nobre,
Alexandre Xavier Ywata de Carvalho,
Pablo Antonio Fernando Tatim dos Santos,
Waldery Rodrigues Junior,
Adolfo Sachida,
Marcos Cintra Cavalcanti de Albuquerque
(Com RSN)
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A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva protocolou nesta segunda dia 5, no Supremo Tribunal Federal um pedido de habeas corpus que tem como fundamentação o fato de o juiz Sérgio Moro ter aceitado o convite para assumir o Ministério da Justiça no governo Jair Bolsonaro.
O advogado Cristiano Zanin Martins alega no documento que "interesses exoprocessuais" influenciaram o magistrado na condução do processo que condenou Lula no caso triplex do Guarujá.
Segundo a defesa, Sergio Moro mantinha contato com a alta cúpula da campanha do presidente eleito durante o período eleitoral. A defesa pede que o STF reconheça a suspeição do magistrado, declare a nulidade de todo o processo e restabeleça a liberdade plena do ex-presidente Lula. (Veja a íntegra do habeas corpus)
Sergio Moro foi o juiz responsável pela condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, preso há sete meses na Polícia Federal em Curitiba. O processo acusa o ex-presidente de ser proprietário de um apartamento triplex, no Guarujá, no litoral de São Paulo, que foi reformado pela empreiteira OAS. Lula nega as acusações de corrupção e lavagem de dinheiro e afirma que está em uma “prisão política”.
Depois que Moro aceitou o convite para se tornar ministro, a juiz federal substituta Gabriela Hardt assumiu, a partir desta segunda, audiências da Operação Lava Jato em Curitiba. Enquanto não é publicada a exoneração de Moro, Gabriela Hardt deve ficar a frente das ações penais na 13ª Vara Federal, já que o juiz da Lava Jato afirmou que abriria mão dos processos desde já. Depois disso, um edital deve ser aberto para que os juízes interessados em assumir a vaga candidatem. As audiências foram adiadas e remanejadas durante o período eleitoral pelo juiz Sérgio Moro.
Os interrogatórios serão com réus da ação penal que investiga se o ex-presidente Lula recebeu vantagens indevidas de empreiteiras na reforma de um sítio em Atibaia, no Interior de São Paulo. Ao todo, treze acusados vão ficar frente a frente com a juíza até o dia 14 de novembro – data em que está marcado o interrogatório so ex-presidente Lula. O petista nega todas as acusações. (Com Bem Paraná)
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O juiz federal Sergio Moro afirmou nesta segunda dia 05, que não descumpriu a promessa que fez de não ingressar na política ao aceitar o cargo de ministro da Justiça do governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), e que considera que este será um posto predominantemente técnico.
"Não pretendo jamais disputar um cargo eletivo", afirmou numa palestra em Curitiba na noite desta segunda, primeira participação dele em um evento público depois de aceitar o convite de Bolsonaro.
Moro também disse que fará parte do governo de Bolsonaro porque percebeu que há uma série de receios "infundados" em relação à gestão do próximo presidente e que poderia colaborar para "desanuviar" essas dúvidas.
"Eu sou um homem da lei. Também achei que minha participação poderia contribuir para afastar esses receios infundados", afirmou, ressaltando não acreditar que Bolsonaro fará um governo autoritário.
Ao lamentar sua saída da magistratura, que ocupa há 22 anos, Moro disse que aceitou a indicação para o cargo no Executivo porque considera que poderá avançar em pautas anticorrupção e contra o crime organizado.
Afirmou ainda que já está elaborando projetos nesse sentido para encaminhar ao Legislativo a partir de janeiro. (Com FolhaPress)
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Os antigos moradores dos distritos atingidos pelo desastre ambiental em Mariana (MG) se dividem entre a tristeza e a sensação de pertencimento ao visitarem os locais da tragédia.
José do Nascimento de Jesus, conhecido como Zezinho do Bento, diz que só vai quando há necessidade. "Me recorda muito. É muito difícil ficar relembrando como era Bento Rodrigues". Já Romeu Geraldo de Oliveira diz que, em Paracatu, ele está de fato em seu lugar. "Eu me sinto outra pessoa, mesmo vendo tudo destruído. Eu vou na minha casa e passa um filme na minha cabeça", diz.
Mesmo após o reassentamento nos distritos reconstruídos, previsto para começar em 2020, os atingidos manterão a propriedade dos antigos terrenos, mas o que será feito do local onde um dia eles moraram ainda será debatido com a prefeitura e com o Conselho do Patrimônio de Mariana (Compat). As comunidades devastadas de Bento Rodrigues e Paracatu, atualmente, estão interditadas pela Defesa Civil. O acesso só é permitido com autorização. Os atingidos têm passe livre.
A Fundação Renova, criada para gerir o processo de reassentamento e as demais ações de reparação dos danos causados na tragédia, chegou a avaliar a possibilidade de estabelecer uma permuta entre os terrenos novos e antigos. O promotor do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Guilherme Meneghin, diz que já foi firmado um acordo judicial que afasta qualquer receio desta natureza.
"O fato do atingido receber um terreno no reassentamento não quer dizer que ele abre mão do terreno original, ainda que esteja em ruínas. Ele vai ser dono de duas propriedades. E quem vai decidir o que vai ser feito no antigo distrito são os próprios proprietários, junto com o município", diz o promotor.
Há uma ideia, ainda incipiente, de se fazer um memorial no local, mas não há uma definição clara do que isso significa. Desde 2016, o Compat, que é composto por representantes da sociedade civil, dá andamento a um processo de tombamento. As prioridades dos atingidos - o reassentamento e a indenização - deixam a questão em segundo plano.
Até o momento, foram tombadas a Igreja de Nossa Senhora das Mercês, em Bento Rodrigues, e a Igreja de Santo Antônio, em Paracatu. "No caso das igrejas, temos apenas um proprietário a ser notificado, que é a Arquidiocese de Mariana. Para tombar um distrito inteiro, é um processo mais complexo que precisa de muita discussão. Demanda um inventário que relacione o que foi destruído, o que remanesceu. E precisa discutir o destino. Isso está caminhando", conta Ana Cristina de Souza Maia, presidente do Compat.
De acordo com ela, mestrandos da Escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), coordenados pelo professor Leonardo Castriota, apresentaram uma proposta de tombamento. Além disso, a empresa Pólen, contratada pela comissão dos atingidos, fez um inventário dos bens culturais que existiam nos distritos. Também há um levantamento do patrimônio cultural realizado pela Fundação Renova. O Compat analisa os três documentos.
Zezinho do Bento tem receios com o tombamento. "Se futuramente acharmos coisas que nós perdemos, fica mais complicado para tirar. Vai precisar de autorização", avalia. Para Ana Cristina, esse tipo de preocupação é natural, mas pode ser dissipada ao longo do processo. "É importante destacar que todo o limite, alcance e restrição do tombamento será definido pelo conselho a partir da oitiva dos atingidos".
Ela explica ainda que o tombamento requer um dossiê que deverá ser produzido por uma empresa terceirizada contratada pelo Compat e apontar as diretrizes. "É um trabalho que envolve historiadores, museólogos, geógrafos, arquitetos, entre outros profissionais. Eles deverão conduzir um processo participativo", acrescenta.
A discussão deverá envolver ainda o debate acerca da necessidade de preservação da história do rompimento da barragem. Há iniciativas semelhantes no mundo como o Memorial do Holocausto erguido em Berlim, na Alemanha, que busca lançar um alerta para que tragédia similar não se repita. Também com esse intuito, foi inaugurado, em agosto, no centro de Mariana, a Casa Jardim. Trata-se de um pequeno museu informativo e audiovisual cuja estruturação foi um dos compromissos assumidos pela Fundação Renova, entidade criada para reparar todos os danos causados.
No local, o visitante pode conhecer a história da mineração em Mariana, ouvir depoimentos de atingidos e ver um documentário sobre a tragédia. Os principais atrativos ficam por conta da maquete interativa que mostra o percurso da lama pela bacia do Rio Doce e da sala que projeta imagens da região nas quatro paredes. A Casa Jardim tem recebido uma média de 300 visitantes por mês, incluindo estudantes que vão ao local em excursões organizadas pelas escolas da região. (Com Agência Brasil)
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Começou na semana passada, na quinta, dia 1º, a segunda etapa da campanha anual de vacinação do rebanho brasileiro contra a febre aftosa. Todos os estados da Federação, exceto Santa Catarina, estão mobilizados para imunizar o rebanho contra esta doença.
Para destacar os pontos de atenção para o pecuarista proteger o rebanho adequadamente e garantir sua produtividade, o Giro do Boi levou ao ar nesta segunda, dia 05, entrevista com o médico veterinário Roulber Silva, gerente da Boehringer Saúde Animal.
O especialista afirmou que é necessário um período de espera entre a vacinação e a IATF, ou vice-versa. “Teve um estudo feito no Mato Grosso do Sul que demonstrou indícios de que pode acontecer uma reabsorção embrionária se você ficar a vacinação até o vigésimo dia após a IATF. Porém esse mesmo estudo demonstrou que se você fizer vinte dias antes da IATF, não teria impacto nenhum. Quer dizer que se você fez a inseminação, está naquele momento de concepção, que a fêmea está concebendo, está começando a ter a implantação do embrião no seu útero, você pode ter um problema de reabsorção embrionária e acabar tendo uma diminuição de fertilidade. Este estudo demonstrou isto. […] E muitos estados decidiram modificar a campanha de vacinação, fazer com que somente animais com até 24 meses de idade fossem vacinados em novembro”, detalhou.
O veterinário afirmou ainda que para os bezerros, a agulha tem tamanho diferente. Ao invés da 15×18, utilizada para animais adultos, a bezerrada deve ser vacinada com agulha 12×18 pela espessura do couro ser menos grossa.
Outra indicação de Roulber foi para o modo correto de fazer a prega no couro para aplicar a vacina subcutânea e evitar a formação de abscesso intramuscular por reação ao produto e também recomendações de higienização dos equipamentos para evitar infecções e deterioração de agulhas e pistolas. (Com Canal Rural)
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