Um incêndio de grandes proporções atingiu o prédio do Shopping Hijazi, em Cidade do Leste, no Paraguai, na noite de sexta-feira (4). As chamas, que se iniciaram no quinto andar, se espalharam rapidamente para os andares próximos. As equipes de bombeiros trabalharam por cerca de três horas até que o fogo fosse controlado.
De acordo com a imprensa paraguaia, o incêndio começou por volta das 18h30 do horário local - 19h30, do horário de Brasília - no quinto andar do prédio, onde funcionava o depósito. No local, estavam armazenados diversos produtos inflamáveis, como baterias de celulares e eletrônicos, essências para narguilé, o que colaborou para a rápida proliferação das chamas.
Com o início do fogo, o imóvel foi imediatamente evacuado. Além disso, equipes policiais mantiveram os curiosos afastados, garantindo que ninguém se aproximasse. As autoridades do país vizinho confirmaram que não houve vítimas.
Além de bombeiros de Cidade do Leste, equipes e voluntários de regiões vizinhas foram mobilizados para combater o incêndio. Foram necessárias mais de três horas de trabalho até que as chamas fossem controladas. A grande dificuldade foi em reabastecer os caminhões com água, devido ao fato de as ruas da região serem estreitas.
As causas do incêndio ainda serão investigadas. No entanto, acredita-se que o fogo tenha começado por conta de um curto-circuito.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, pediu hoje (4) que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre o pedido de liberdade feito pela defesa do médium João Teixeira de Faria, conhecido como João de Deus.
Com a decisão, a PGR terá 48 horas para apresentar um parecer sobre o pedido de prisão domiciliar feito pelos advogados. O médium está preso desde16 de dezembro sob a acusação de violação sexual mediante fraude e dois crimes de estupro de vulnerável.
A decisão do ministro foi tomada após a juíza Marli de Fátima Naves afirmar não haver, "até a presente data", qualquer variação no estado de saúde do médium que exija sua transferência para um hospital. A magistrada enviou nesta sexta-feira, a pedido do ministro, informações sobre o estado de saúde de João de Deus.
Na última quarta-feira (2), o médium passou mal e recebeu atendimento médico no núcleo de custódia da unidade prisional onde está detido em caráter preventivo. Na sequência, João de Deus foi encaminhado para o Hospital de Urgência de Goiânia, onde foi submetido a uma série de exames clínicos.
João de Deus tem 76 anos, submeteu-se em 2015 a uma cirurgia e tratamento por causa de um câncer no estômago e, segundo a assessoria da Casa Dom Inácio de Loyola, onde o médium prestava atendimento espiritual, é cardiopata.
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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu na BR 110, região Oeste potiguar, um homem de 34 anos que dirigia uma caminhonete. Ele havia se envolvido em um acidente com uma moto no município de Areia Branca, mas fugiu sem prestar socorro. Além disso, o condutor estava alcoolizado.
Segundo a PRF, o acidente aconteceu na mesma BR em que ele foi preso, mas em Areia Branca. A caminhonete bateu em uma motocicleta e o piloto ficou ferido, com suspeita de fratura na perna.
"Logo depois do acidente, o motorista fugiu do local, deixando de prestar socorro à vítima. Após denúncias através do número de emergência 191, o veículo foi interceptado por uma equipe da PRF no km 30 da BR 110", informou a PRF.
Submetido ao teste de etilômetro, o homem foi encontrado com teor alcoólico de 1,25 mg/l, no organismo. Segundo a PRF, esse índice equivale a mais de quatro vezes o teor alcoólico que é considerado crime (0,30 mg/l). Diante do flagrante, o homem foi preso e encaminhado à delegacia de Polícia civil de Mossoró.
Durante a operação Ano Novo que transcorreu da sexta-feira (28) até esta terça-feira (1º), 65 motoristas foram autuados por dirigirem sob efeito de bebida alcoólica nas rodovias federais no estado.
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O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, autorizou nesta sexta-feira, 4, o envio de 300 homens da Força Nacional ao Ceará para ajudar a conter a onde de violência no Estado. A decisão ocorre um dia depois o ministro ter negado o pedido de envio imediato da tropa pedido pelo governador Camilo Santana.
Segundo o ministério, a decisão foi tomada após os episódios de violência registrados e à dificuldade das forças locais combaterem sozinhas o crime organizado. Nesta quinta, por meio de nota, a Força Nacional havia sido mobilizada "para se deslocar ao Estado em caso de deterioração da segurança". Não era o que buscava Santana, que chegou a pedir até o envio do Exército ao Ceará.
"Também foram consideradas a gravidade dos fatos, a necessidade de manutenção da segurança pública e o dever das forças policiais federais e estaduais de, por ação integrada, proteger a população civil e o patrimônio público e privado de novos incidentes", diz nota divulgada hoje pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. Além do reforço no efetivo de agentes de segurança, o governo federal também enviou 30 viaturas ao Estado. A Força Nacional atuará por 30 dias em ações de segurança e apoio à Polícia Federal à Polícia Rodoviária Federal, ao Departamento Penitenciário Nacional (Depen) e às forças policiais estaduais.
Caso necessário, o prazo de atuação poderá ser prorrogado. A forma de atuação ainda será definida pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), órgão ligado ao ministério. Ataques A Polícia Militar registrou mais onze ataques em Fortaleza entre a noite de quinta-feira, 3, e início da madrugada de sexta, 4. O caso mais grave terminou com um suspeito morto e um policial baleado após troca de tiros na rodovia CE-010. Uma nova tentativa de explosão de viaduto e ataques a agências bancarias e órgãos públicos também foram relatados. Nesta madrugada, os acessos às ruas paralelas do Palácio da Abolição, sede do governo, foram bloqueados com cones, que fecharam as vias. O policiamento também foi reforçado no entorno.
Diante do aumento no número de ataques, a hashtag #CearáPedeSocorro atingiu a primeira colocação dos Trending Topics do Twitter por volta das 9 horas desta sexta. Usuários da rede social pedem atenção do presidente Jair Bolsonaro à situação no Ceará, fazem críticas ao governador Camilo Santana (PT) e relatam "caos" nas ruas. No fim da noite desta quinta, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, negou o envio imediato de tropas federais para o Ceará, mas disse que a Força Nacional foi mobilizada 'para se deslocar ao Estado em caso de deterioração da segurança'.
De acordo com a Polícia Militar, a troca de tiros entre os criminosos e policiais ocorreu na CE-010, na Grande Fortaleza. O grupo tentava destruir o fotossensor do radar de velocidade instalado na rodovia quando foi surpreendido pelos militares que patrulhavam a região. Um dos suspeitos foi atingido e morreu no local. Um PM foi baleado na perna e socorrido para o Instituto Doutor José Frota. O estado de saúde dele é desconhecido. A Polícia Militar apreendeu um revólver calibre 38. Os demais criminosos fugiram do local. Por volta de meia-noite, agentes também localizaram explosivos embaixo de um viaduto na rua Dr. Joaquim Bento, no bairro Curió. O material foi removido pela Polícia Militar, mas nenhum suspeito foi localizado.
Ao longo da noite e madrugada, os militares atenderam chamadas de ataques a tiros a agências bancárias e tentativas de incêndios por toda a capital. A onda de crime começou um dia depois de o titular da recém-criada Secretaria da Administração Penitenciária, Luís Mauro Albuquerque, dizer que não reconhecia facções no Estado e que não separaria mais os presos de acordo com a ligação com essas organizações. Os grupos criminosos são os principais suspeitos de serem os autores dos ataques.
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A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, disse que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva orientou o partido a não "comprar brigas" nem "bater boca" com o governo do presidente Jair Bolsonaro.
"A orientação principal dele é que a gente defenda os direitos do povo", declarou Gleisi ao UOL, nesta quinta (3), após visitar Lula na sede da Polícia Federal, em Curitiba.
"O que temos que fazer não é comprar brigas, bater boca, é sim defender os direitos do povo. Falar do nosso legado e falar daquilo que nós construímos durante 13 anos no Brasil", afirmou.
"[Precisamos] mostrar com dados concretos o que pode ser feito para melhorar a vida da população. O povo precisa de emprego, de salário, de renda. É isso que está preocupando as pessoas", disse Gleisi.
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