O presidente do Paraguai, Mario Abdo Benítez, anunciou o fechamento parcial das fronteiras a partir de segunda dia 16.
No mesmo dia deve acontecer uma reunião entre os presidentes do Brasil, Paraguai e Argentina para definir medidas conjuntas de combate ao coronavírus.
"Uma teleconferência para que esta medida de fechamento de fronteiras seja uma medida regional e não unilateral. Vamos fazer uma resolução conjunta entre todos os países", afirmou.
Enquanto isso, o presidente pede à população paraguaia que não saia de casa. Desde o inicio da manhã de hoje, todas as pessoas que entram no Paraguai, via ponte da Amizade, passam por um controle de saúde. (Com ABC).
O concurso 2.242 da Mega-Sena, sorteado nesta quinta dia 12, não teve nenhum acertador. O prêmio era de R$ 4,5 milhões para quem acertasse as seis dezenas.
Os números sorteados foram: 05 – 09 – 18 – 24 – 25 – 42.
O próximo sorteio da Mega-Sena será neste sábado (14). O prêmio estimado é de R$ 8,5 milhões, segundo a Caixa Econômica Federal. Nesta semana, por causa da Mega-Semana da Mulher, foram programados três sorteios.
A Quina, com cinco números acertados, teve 89 apostas ganhadoras, cabendo a cada uma R$ 17.495,28. Já a Quadra, com quatro 4 números acertados, registrou 4.514 apostas ganhadoras, com R$ 492,77 para cada uma delas.
As informações são da Caixa Econômica Federal.
Os candidatos interessados em participar da lista de espera do Programa Universidade para Todos (ProUni) têm até 20 de março para comparecer às instituições superior de ensino e entregar a documentação. O calendário foi divulgado na edição desta sexta dia 13, do Diário Oficial da União.
O prazo definido no edital era de 13 a 16 de março. Com o fechamento temporário de diversas instituições por conta do coronavírus (Covid-19), o Ministério da Educação (MEC) decidiu dar mais tempo para os estudantes.
De acordo com o edital, os documentos precisam ser entregues para que seja possível a comprovação das informações fornecidas no momento da inscrição e também a participação em eventual processo seletivo próprio da instituição, quando for o caso.
"O registro no sistema do ProUni da aprovação ou reprovação do candidato pré-selecionado na lista de espera e a emissão do Termo de Concessão de Bolsa ou Termo de Reprovação deverão ser realizados pelas instituições no período de 23 a 27 de março"
Divulgada nessa quinta-feira (12), a lista de espera é mais uma oportunidade para candidatos que não foram pré-selecionados na primeira e segunda chamadas conseguirem uma bolsa pelo programa. Os estudantes são classificados por curso e turno, seguindo as notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2019.
ProUni
O ProUni é o programa que oferece bolsas integrais e parciais em instituições particulares de educação superior. A oferta de 252.534 bolsas este ano é recorde para um primeiro semestre. O sistema registrou mais de 1,5 milhão de inscrições.
Para concorrer às bolsas integrais, o estudante deve comprovar renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até um salário mínimo e meio. Para as parciais, a renda familiar bruta mensal deve ser de até três salários mínimos por pessoa.
Só pode se inscrever no ProUni o estudante que não possuir diploma de curso superior, que tenha participado do Enem mais recente e obtido, no mínimo, 450 pontos de média das notas, bem como não zerado a redação. (Com Agência Brasil)
Iniciam nesta segunda dia 16, as inscrições de médicos, com CRM Brasil, que desejem trabalhar no combate ao novo coronavírus (Covid-19) nas capitais e grandes centros, além dos municípios mais carentes e aldeias indígenas. A convocação está sendo feita pelo Ministério da Saúde, por meio do Programa Mais Médicos, para mais de 5 mil profissionais. A remuneração será de R$ 12 mil e o contrato terá duração de 1 ano.
De acordo com a pasta, de forma emergencial, os profissionais serão distribuídos em 1.864 municípios de todo o país, além de 19 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (Dsei). Capitais e grandes centros urbanos voltam a fazer parte do programa, que vinha priorizando municípios mais carentes.
A mudança ocorre porque grandes cidades, com maior concentração de pessoas, são locais mais propensos à circulação do coronavírus. O edital foi publicado, em edição extra do Diário Oficial da União na quarta-feira (11). A expectativa é que os médicos já comecem a atuar nos municípios no início de abril.
"O Mais Médicos é um programa de provisão emergencial de médicos e pode ser usado em emergências de saúde como a que estamos passando com o coronavírus", disse o secretário de Atenção Primária à Saúde, Erno Harzheim. Para garantir a contratação de todos os médicos, o ministério vai investir R$ 1,2 bilhão.
Junto com o edital para chamamento dos médicos, a pasta publicou outro edital para que os municípios que já participavam do Programa Mais Médicos manifestem a intenção de renovar as vagas para os novos profissionais. Também a partir de segunda-feira, os secretários municipais de Saúde já podem indicar o interesse em receber os médicos. (Com Agência Brasil)
A Disney resolveu suspender as atividades dos parques da Califórnia, no Estados Unidos e em Paris, na França. O fecha deve ocorrer neste fim de semana.
O grupo multinacional tomou a decisão como medida de precaução devido a proliferação global do coronavírus. A Califórnia concentra 200 casos positivo da doença. Conforme o governo do estado qualquer evento com mais de 250 pessoas deve ser suspenso para impedir a propagação do vírus.
O Complexo Disneyland Resort, localizado em Anaheim será fechado de sábado (14) até o fim do mês. A área comercial Downtown Disney, adjacente aos parques e com restaurantes e lojas, permanecerá aberta.
Disney também decidiu adiar a saída de seus cruzeiros marítimos a partir de sábado e até o final do mês. O grupo ainda informou que continuará pagando os funcionários durante esse período. Também indicou que reembolsará aqueles que queiram alterar ou cancelar suas visitas.
A estreia do filme live action de "Mulan" nos Estados Unidos teve sessão adiada para duas semanas. (Com Catve)
O dólar opera em forte disparada nesta quinta dia 12, batendo R$ 5 pela 1ª vez na história, em mais um dia de turbulência nos mercados, após a Organização Mundial de Saúde (OMS) ter classificado o surto como uma pandemia e depois que o presidente norte-americano, Donald Trump, proibiu viagens da Europa para os Estados Unidos por 30 dias.
Às 11h37, a moeda norte-americana subia 3,63%, a R$ 4,8930. Na abertura, chegou a saltar mais de 6% e bateu R$ 5,0277 – nova máxima nominal (sem considerar a inflação) já registrada no país.
Com o salto desta quinta, o avanço no ano chega a quase 22%.
Já o dólar turismo era negociado a R$ 5,1030, sem considerar a cobrança de IOF. Nas casas de câmbio, o dólar era vendido acima de R$ 5,10, com a cotação para compra em cartão pré-pago chegando a R$ 5,33.
Já a Bolsa voltou a ter os negócios paralisados nesta quinta, após o Ibovespa registrar logo na abertura queda de 11,65%
A disparada do dólar acontece mesmo após uma atuação mais forte do Banco Central no mercado de câmbio com uma oferta de até US$ 2,5 bilhões em moeda à vista, cancelando o anúncio inicial de venda de até 1,5 bilhão feito no dia anterior.
A intensidade de alta do dólar nesta quinta, entretanto, diminuiu após o BC anunciar dois leilões extras de dólar em moeda à vista de até US$ 2,25 bilhão.
Na véspera, o dólar encerrou o dia a R$ 4,7215, em alta de 1,65%. Na semana, o dólar acumulou até o leilão de quarta-feira alta de 1,88%. Na parcial do mês, o avanço é de 5,37%. Em 2020, a alta chegou a 17,75%.
Pesava também no mercado de câmbio nesta quinta a derrota sofrida pelo governo no final da tarde de quarta-feira, após o Congresso Nacional derrubar o veto presidencial a projeto que amplia o acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC), com impacto estimado em cerca de R$ 20 bilhões já no primeiro ano.
Em razão do impacto orçamentário da medida, o mercado enfrenta agora outro vetor de risco, do lado fiscal brasileiro, o que aumenta as incertezas sobre as relações entre Executivo e Legislativo, e sobre o ritmo de recuperação da economia brasileira.
Somado à tensão internacional, o "fato de Congresso e governo domésticos estarem em conflito aumenta pressão" sobre o real, destaca Jefferson Laatus, sócio fundador do grupo Laatus.
Cena externa
Os mercados globais reagiam nesta quinta à decisão do presidente americano, Donald Trump, que suspendeu por 30 dias viagens de estrangeiros procedentes de Europa aos Estados Unidos, numa tentativa de travar a rápida propagação do coronavírus.
Trump anunciou outras medidas para sustentar as empresas norte-americanas e promover o crescimento, mas alguns investidores não se mostraram convencidos de que a economia global pode se recuperar rapidamente conforme crescem as preocupações de que o número de infecções pode aumentar rapidamente em todo o mundo.
Pelo contrário, as restrições impostas elevou o pânico nos mercados globais em pânico conforme as medidas de prevenção contra a doença interrompem as cadeias de suprimento globais, elevando os riscos de uma recessão global.
Na Europa, as principais bolsas tinham queda ao redor de 6%. Já os preços do petróleo subiam mais de 5% e acumulavam queda de cerca de 50% desde máximas tocadas em janeiro.
BC realiza leilão extra de dólar à vista
O Banco Central (BC) realizou nesta quinta 3 leilões de dólares em moeda à vista, sendo que 2 deles foram anunciado após a abertura dos mercados, depois da disparada do dólar a mais de R$ 5.
No primeiro, vendeu R$ 1,278 bilhões de uma oferta de até US$ 2,5 bilhões. No segundo, o BC ofereceu até US$ 1,25 bilhões em moeda à vista, vendendo apenas R$ 332 milhões. No terceiro, que ofereceu até US$ 1 bilhão, nenhuma proposta foi ceita.
"O Banco Central não conseguiu vender tudo ofertado nos leilões porque não há demanda na ponta à vista. Está tendo demanda no (dólar) futuro, uma medida de proteção", disse Jefferson Laatus à Reuters.
O BC voltou a oferecer recursos das reservas internacionais nesta semana diante da disparada da volatilidade e da tensão no mercado de câmbio. Na segunda e terça, a autoridade monetária já tinha vendido US$ 5,465 bilhões em dólar à vista, destaca a Reuters.
Antes da atual rodada de leilões, desde 20 de dezembro do ano passado o BC não realizava esse tipo de operação -- retomada em agosto de 2019 depois de uma década sem ser utilizada.
Os atuais leilões de dólar das reservas têm ocorrido de forma alternada a ofertas de swap cambial. (Com G1)






















