O apresentador Luciano Huck mostrou em seus stories do Instagram um exame de imagem do crânio de Benício, que sofreu um acidente enquanto praticava wakeboard no último fim de semana.
Na foto, é possível ver o traumatismo sofrido pelo garoto, com o osso quebrado, após chocar a cabeça contra a prancha na qual se equilibrava.
Huck aproveitou para fazer um alerta aos seguidores. “Aprenda o que nós aprendemos: sempre use capacete. O que importa é a segurança de quem a gente ama”, escreveu ele.
O apresentador mostrou algumas fotos de capacetes diversos rachados e disse que todos eles salvaram vidas. Benício, porém, estava sem o equipamento de segurança. “Deus foi muito generoso com a gente”, disse.
Na sequência, ele reforçou o pedido: “levem este conselho a sério. Capacete para tudo; na terra ou na água”. “A linha entre a felicidade e a tragédia é muito tênue”, completou.
Angélica e Luciano Huck agradecem apoio
Os pais de Benício publicaram um vídeo na noite desta terça-feira, 25, para agradecer ao público pelo apoio recebido desde a notícia de que o menino, de 11 anos, havia sofrido o acidente.
“Depois de dias muito intensos, a gente sentiu que tinha de agradecer. O que a gente passou foi uma questão super familiar, um problema com filho, mas como a notícia foi muito compartilhada… A gente foi tão abençoado, primeiro por Deus, pelas coisas terem se encaminhado depois do caos que a gente viveu, a sequência de boas notícias, que a gente queria agradecer”, disse Huck no vídeo publicado em seu perfil no Instagram.
Após ter sofrido traumatismo cranioencefálico, o menino passou por uma cirurgia e apresentou “excelente recuperação”. Ele recebeu alta do hospital ainda na terça-feira. (Com Estadão Conteúdo)
Um militar integrante da equipe do voo presidencial da FAB (Força Aérea Brasileira) foi preso nesta terça dia 25.
Ele foi flagrado na Espanha, durante uma escala na missão que levava o presidente da República, Jair Bolsonaro, até o Japão.
O militar estava no avião reserva da FAB, que levava três tripulações à missão, não no avião onde estava o presidente.
O Ministério da Defesa e o próprio presidente Bolsonaro confirmaram o fato, porém, não informaram a quantidade e qual droga era transportada.
De acordo com o jornal El País, foram 39 quilos de cocaína.
Em nota, Ministério da Defesa confirmou a prisão no aeroporto de Sevilha e que os fatos estão sendo apurados.
Em nota, o governo afirma que foi determinada a instauração do Inquérito Policial Militar.
"O Ministério da Defesa e o Comando da Aeronáutica repudiam atos dessa natureza e darão prioridade para elucidação do caso, aplicação dos regulamentos cabíveis, bem como colaboram com as autoridades", informa a nota.
Em seu Twitter, o presidente da República se manifestou.
Afirmou que quer a imediata elucidação dos fatos e que, sendo confirmado o crime, que o militar seja punido na forma da lei. (Com Catve)
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Por 3 votos a 2 na votação de um segundo recurso, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (25) manter preso o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nesse caso, a turma rejeitou anular ações contra Lula a partir da interpretação de que o ex-juiz Sergio Moro, que condenou o petista, não teve a imparcialidade necessária para comandar os casos. O mérito desse habeas corpus ainda será julgado. O que os ministros decidiram foi manter o réu preso até a data do julgamento do mérito.
Os advogados do petista queriam que já fosse reconhecida a suspeição do ex-juiz Sergio Moro nos casos do ex-presidente que tramitam em Curitiba.
O julgamento havia sido adiado, mas voltou à pauta após o ministro Gilmar Mendes propor, no início da sessão desta terça, que se concedesse uma medida para que Lula aguardasse em liberdade o julgamento do habeas corpus em que a defesa alega falta de imparcialidade de Moro.
Diante da proposta de Gilmar, a presidente da Segunda Turma, ministra Cármen Lúcia, colocou em julgamento dois pedidos de habeas corpus — o que trata de Moro e outro que discute decisão do ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Felix Fischer que negou, em decisão individual, o recurso de Lula àquela corte.
Após debate, a Segunda Turma começou os julgamentos por esse habeas corpus relacionado ao STJ, que por 4 votos a 1 também foi negado. Depois, os ministros julgaram o pedido relacionado à suspeição de Moro.
O ministro Ricardo Lewandowski concordou com o ministro Gilmar Mendes, mas o ministro Edson Fachin (relator do caso), Celso de Mello e Cármen Lúcia (presidente do colegiado) votaram contra o pedido, deixando o placar em 3 a 2 contra a soltura.
Suspeição
A discussão do caso na Segunda Turma ocorreu em um momento político favorável ao petista por causa da revelação pelo Intercept, desde o último dia 9, das conversas entre Moro e procuradores da Lava Jato.
A defesa de Lula comunicou formalmente o STF sobre a existência das mensagens no último dia 11, em um complemento ao habeas corpus pedido em novembro passado que já questionava a parcialidade de Moro.
O julgamento desse habeas corpus começou em dezembro, quando Fachin e Cármen Lúcia votaram contra o petista. Gilmar, naquela ocasião, pediu vista do processo, e o liberou para julgamento na semana passada, dois dias depois que as conversas atribuídas a Moro vazaram.
A análise do processo estava prevista para a sessão desta terça, mas, na segunda (24), o próprio Gilmar pediu que ele saísse da pauta. O advogado Cristiano Zanin, da tribuna, insistiu no julgamento.
Com a concordância dos ministros da Segunda Turma, a presidente do colegiado, Cármen Lúcia, abriu a votação nesta terça.
Votos
Em sua hora de votar, Gilmar propôs novamente que o mérito do habeas corpus não fosse julgado. Ele disse ter dúvidas sobre a isenção de Moro na condução do processo do tríplex, mas destacou que preferia esperar uma análise técnica das mensagens que vazaram. Por essa razão, propôs soltar Lula até uma decisão final sobre a conduta do ex-juiz.
Gilmar salientou que a PGR (Procuradoria-Geral da República), em manifestação ao STF na semana passada, informou ter requisitado um inquérito policial para apurar a autenticidade das mensagens.
A PGR concluiu, segundo Gilmar, que, "diante da fundada dúvida jurídica" sobre as mensagens, elas não devem servir para embasar uma anulação do processo de Lula neste momento.
No entanto, ainda segundo o ministro, a Procuradoria deixou em aberto a possibilidade de usá-las após a confirmação da autenticidade, por supostamente vislumbrar eventual irregularidade na conduta do ex-juiz e dos procuradores da Lava Jato.
Fachin discordou de Gilmar quanto à soltura do ex-presidente. "Não vejo, ao menos por ora, razões para alterar meu voto [proferido em dezembro]. Não se tem notícia de que o aludido material [mensagens] tenha sido submetido a escrutínio das autoridades", disse Fachin.
O voto mais esperado era o de Celso de Mello, considerado decisivo para o desfecho. O ministro disse que não estavam presentes os requisitos para concessão de liminar para soltar Lula.
"O fumus boni iuris [fumaça do bom direito] está descaracterizado, na verdade, quer pela existência de três títulos condenatórios, emanados do juízo de primeiro grau, do TRF-4 e do STJ, seja também especialmente quando se discute a questão da revelação de fatos e eventos por aquele portal The Intercept Brasil, pela própria iliquidez daqueles fatos", disse Celso.
O magistrado, contudo, destacou que o voto que proferiu nesta terça, ao analisar a proposta de medida cautelar, não é necessariamente o mesmo que proferirá quando a turma julgar o mérito do habeas corpus.
A sessão desta terça foi a última do semestre antes do recesso, que vai de 2 a 31 de julho. Assim, o caso só deve voltar para a pauta de julgamentos a partir de agosto. (Com Bem Paraná)
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O Sicredi Grandes Lagos PR/SP inaugurou mais uma agência no litoral paulista, na cidade de Guarujá.
O evento contou com a presença de autoridades locais, cooperados e de diretores da instituição. Esta é a quarta agência na região litorânea de São Paulo.
Durante seu pronunciamento na solenidade inaugural o presidente Orlando Muffato destacou o momento de expansão vivido pela instituição.
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Polícia Civil prendeu um casal que mantinha uma mulher de 63 anos em cárcere privado há pelo menos 20 anos em Vinhedo, no interior de São Paulo, na segunda-feira (24). Segundo a corporação, a vítima estava em situação análoga à escravidão e era obrigada a trabalhar como empregada doméstica sem receber qualquer salário.
A vítima vivia com a família dos criminosos em uma casa na Rua Espírito Santo, no Bairro Vila João XXI, e não tinha nenhum contato com o mundo externo. "Ela tinha um isolamento social absurdo. Não saía da residência, não falava com ninguém a não ser com os autuados", afirmou a delegada Denise Margarido.
Os policiais foram até o local, a princípio, após receber uma denúncia de estelionato. Ao perceber a presença dos agentes na casa, a mulher de 63 anos pediu ajuda. Eles acharam a situação estranha e conduziu o casal até a delegacia para prestar depoimento. A família da vítima é de Colorado (PR) e já havia registrado, em 1996, um boletim de ocorrência de desaparecimento no nome da mulher.
Ela vivia em dois cômodos e não tinha acesso à rua. Saiu do Paraná para trabalhar como empregada doméstica na residência dos acusados.
Um homem de 47 anos e uma mulher de 65, foram presos em flagrante e encaminhados à delegacia de Vinhedo. Os dois foram indiciados por estelionato e cárcere privado. A mulher foi levada a um abrigo municipal. (Com Metrópoles)
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A Mega-Sena sorteia na quarta dia 26, o prêmio de R$ 6,2 milhões. As seis dezenas do concurso 2.163 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias da Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê, na cidade de São Paulo.
O valor do prêmio está acumulado, porque nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso número 2.162, realizado no último sábado (22). Foram sorteados os seguintes números: 11 - 16 - 22 - 30 - 34 - 42.
As apostas poderão ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa em todo o país. O bilhete simples, com seis dezenas, custa R$ 3,50.
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