O goleiro Alê Falcone, que defendeu o Cascavel Futsal em 2017, 2018 e 2019 mandou notícias do Irã para tranquilizar amigos e familiares.
O goleiro comentou em mensagem a tensão gerada pelo conflito entre Irã e EUA.
O atleta atua na equipe iraniana do Giti Pasand que fica em Isfahan, 500km da capital Teerã. Ele se transferiu para o Oriente Médio em agosto do ano passado.
"Obviamente não queria estar passando por isso, mas populares e companheiros de clube nos tranquiliza em relação a essa circunstância em nossa região. A preocupação é grande, acompanhamos os noticiários e torcemos para que tudo se resolva o mais rápido possível. O campeonato iraniano segue normalmente e caso esse impasse ganhe outras proporções, estaremos regressando ao Brasil. Gostaria de agradecer todo apoio de torcedores, amigos e familiares que recebo por meio de redes sociais e espero que logo tudo isso se resolva estarmos focado somente em nosso trabalho." (Com Catve)
Uma base aérea no Iraque que abriga soldados dos Estados Unidos e tropas aliadas foi atingida por foguetes na madrugada de quarta-feira (noite de terça-feira no Brasil), informaram autoridades de segurança dos EUA.
Até o momento não há informações sobre possíveis vítimas.
A Guarda Revolucionária Iraniana assumiu a responsabilidade pelo ataque, segundo a televisão estatal do Irã, que relatou que foram lançadas "dezenas" de mísseis à base americana. A agência estatal iraniana Isna publicou um vídeo que supostamente seria do ataque:
Um comandante sunita de forças paramilitares em uma cidade vizinha disse à CNN que pelo menos dez foguetes atingiram a base Ain al-Asad, localizada a cerca de 200 quilômetros de Bagdá.
A base foi visitada pelo presidente americano, Donald Trump, em 2018. Donald Trump "foi informado e está monitorando a situação de perto e consultando sua equipe de segurança nacional", disse a porta-voz da Casa Branca, Stephanie Grisham.
A ação ocorre após a execução do general iraniano Qasem Suleimani por um ataque de drone ordenado pelos EUA na semana passada em Bagdá.
O Irã prometeu "severa vingança" pela morte de Suleimani. (Texto Gazeta do Povo).
O ano começa e um dos primeiros compromissos é dos proprietários de veículos com placas final 1 e 2. Eles têm até o dia 23 de janeiro para pagar IPVA referente ao ano de 2020.
Este é o prazo final para o pagamento à vista, com desconto de 3% ou para o pagamento da primeira parcela, para quem preferir quitar o imposto em três vezes.
O calendário estabelece o dia 24 como prazo para as placas com final 3 ou 4 e segue até o dia 29 para quem tem placa com final 9 ou 0. Neste ano, os boletos não serão mais enviados pelos correios. Assim, o proprietário de veículo precisa acessar a página da Secretaria de Estado da Fazenda na internet para emitir a guia. http://www.fazenda.pr.gov.br/virada.html (Com Bem Paraná)
Modalidade de crédito com taxas que quadruplicam uma dívida em 12 meses, o cheque especial tem juros limitados desde ontem. Os bancos não poderão cobrar taxas superiores a 8% ao mês, o equivalente a 151,8% ao ano.
A limitação dos juros do cheque especial foi decidida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) no fim de novembro. Os juros do cheque especial encerraram novembro em 12,4% ao mês, o que equivale a 306,6% ao ano.
Para financiar em parte a queda dos juros do cheque especial, o CMN autorizou as instituições financeiras a cobrar, a partir de 1º de junho, tarifa de quem tem limite do cheque especial maior que R$ 500 por mês. Equivalente a 0,25% do limite que exceder R$ 500, a tarifa será descontada do valor devido em juros do cheque especial.
Cada cliente terá, a princípio, um limite pré-aprovado de R$ 500 por mês para o cheque especial sem pagar tarifa. Se o cliente pedir mais que esse limite, a tarifa incidirá sobre o valor excedente. O CMN determinou que os bancos comuniquem a cobrança ao cliente com 30 dias de antecedência.
Quatro dos cinco maiores bancos brasileiros (Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica e Itaú) dizem que não vão cobrar a tarifa de quem tiver cheque especial, ao menos até junho. Eles não explicaram por que abriram mão dessa nova receita.
Na segunda dia 06, o líder do PL no Senado, Jorginho Mello (SC), protocolou um projeto de decreto legislativo para tornar sem efeitos a resolução do Banco Central editada em novembro sobre cheque especial. A justificativa do senador é impedir a cobrança da tarifa para limites de crédito acima de R$ 500, prevista na mesma resolução. A proposta ainda não começou a tramitar no Senado. Um projeto como esse, se aprovado, tem o poder de cancelar a norma assinada pelo Banco Central. Segundo a assessoria de imprensa do parlamentar, ele conversa com o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), para pautar o texto.
“A tarifa estabelece o percentual de 0,25% para limites de crédito acima de R$ 500,00, mesmo, pasmem nobres Pares, que os clientes não façam uso do recurso, isto é, mesmo não utilizando o limite do cheque especial concedido. Assim, fica o cliente obrigado a pagar essa nova absurda tarifa apenas pela singela disponibilização do limite”, escreveu Mello na justificativa do projeto. (Com Bem Paraná)
O pagamento do IPVA virou isca para golpistas. Como esse compromisso já está incorporado na rotina de início dos contribuintes, golpistas aproveitam para emitir boletos falsos. Os criminosos são perspicazes. Os documentos podem seguir com o nome completo e o endereço do contribuinte, logotipos do banco e da Secretaria da Fazenda estadual e o código de barras para pagamento.
A orientação para não cair em golpes é simples: desconfie de quaisquer boletos recebidos por Correios, e-mail ou aplicativos de mensagens como WhatsApp.
O Distrito Federal e os estados do Amapá e Mato Grosso do Sul são os únicos que ainda enviam o boleto pelos Correios, porém o contribuinte pode efetuar o pagamento diretamente no banco, caixas eletrônicos ou internet banking, utilizando o código Renavam do veículo. Esta orientação vale para todas as unidades federativas.
Aqueles que optarem pelo boleto entregue pelos Correios devem conferir com muita atenção se todos os dados estão corretos e quem será o beneficiário para não cair em golpes. (Com Bem Paraná)
O Ministério das Relações Exteriores informou nesta segunda dia 06, que a encarregada de Negócios do Brasil em Teerã, Maria Cristina Lopes, foi convocada pela chancelaria iraniana. Segundo o Itamaraty, o teor da conversa é reservado e não será divulgado. O embaixador do Brasil no Irã, Rodrigo Azeredo, está de férias. Na semana passada, o principal general iraniano, Qassim Suleimani, foi morto em um ataque ordenado pelo governo dos Estados Unidos. Segundo o presidente americano, Donald Trump, o ataque serviu para "parar" uma guerra, não iniciar uma.
Um dia após o ataque, o Itamaraty divulgou nota na qual disse apoiar a "luta contra o flagelo do terrorismo". Na nota, o governo brasileiro condenou um ataque à embaixada dos Estados Unidos em Bagdá, cidade onde Suleimani foi morto, mas não condenou a morte do general iraniano. "Informamos que a Encarregada de Negócios do Brasil em Teerã, assim como representantes de países que se manifestaram sobre os acontecimentos em Bagdá, foram convocados pela chancelaria iraniana. A conversa, cujo teor é reservado e não será comentado pelo Itamaraty, transcorreu com cordialidade, dentro da usual prática diplomática", informou o Ministério das Relações Exteriores.
Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro chegou a dizer, antes de o Itamaraty divulgar a nota, que o Brasil não se manifestaria sobre o assunto por não ter "poderio bélico". Bolsonaro afirmou ainda que conversaria com autoridades americanas porque os dois países são aliados em muitas questões. "Eu não tenho o poderio bélico que o americano tem para opinar neste momento. Se tivesse, eu opinaria", afirmou o presidente na ocasião.
Um dos efeitos da crise entre Estados Unidos e Irã foi o aumento no preço do barril de petróleo. No Brasil, Bolsonaro tem afirmado que o governo não vai interferir no preço dos combustíveis, mas que a alta é o que "mais preocupa" neste momento. Nesta segunda-feira, o presidente se reuniu com o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, e com o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco.
Após o encontro, Castelo Branco disse que há "liberdade total" no Brasil para os preços de derivados de petróleo, como os combustíveis. Já Bento Albuquerque afirmou que o governo estuda medidas para evitar impactos dessas crises externas no mercado de petróleo. Segundo o ministro, o pedido foi feito pelo presidente Bolsonaro após os ataques a refinarias de petróleo da Arábia Saudita, em setembro do ano passado.
"Acredito que em pouco tempo teremos uma resposta rápida para que o País não fique refém de cada crise de petróleo que acontece no mundo, a gente tem de ter os instrumentos para combater isso. Se o País tiver os instrumentos, as políticas corretas para utilizar, vai dar muita tranquilidade ao mercado, aos investimentos e também aos consumidores", disse.
O ministro, no entanto, não detalhou quais seriam esses mecanismos. Questionado sobre a possibilidade de um subsídio para compensar a alta do petróleo, Bento afirmou que a opção também está em análise. "Subsídio não seria a palavra adequada. Uma compensação seria a palavra mais adequada", declarou. "Temos de criar, talvez, mecanismos compensatórios que compensem esse aumento sem alterar o equilíbrio econômico do País. Que isso não gere inflação, mas também não frustre expectativa de receitas", afirmou o ministro. (Com Estadão Conteúdo)





















