Um homem chamado José Carlos Bom Sucesso perdeu o processo que movia contra a Globo por conta da atual novela das 7, Bom Sucesso. Com o mesmo sobrenome que o título da trama, ele pedia uma indenização no valor de R$ 19.960.
A decisão foi tomada pelo juiz Cléverson de Araujo, do foro de Piracaia, no interior de São Paulo: “O autor tem o mesmo sobrenome que um bairro do Rio de Janeiro que inspirou a novela produzida pelo réu. A produção artística não tem nenhum vínculo com o autor, não explora sua imagem, tampouco lhe causa qualquer espécie de dano”.
“Não há nem sombra de motivo que justifique indenização. Vergonhosa, para dizer o mínimo, a pretensão reparatória deduzida”, prosseguiu.
Procurada pelo E+, a Globo afirmou, por meio de sua assessoria, que “não comenta casos sub judice.” (Com Estadão Conteúdo)
O presidente Jair Bolsonaro disse na sexta dia 03, que o ataque feito pelos Estados Unidos a um comboio no Iraque, que resultou na morte do comandante de alto escalão da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, deverá impactar no preço dos combustíveis no Brasil.
Bolsonaro descartou a possibilidade de tabelar o preço do produto para controlar impactos e disse que vai discutir o assunto com a equipe econômica e com o chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno.
O ataque norte-americano nas proximidades do Aeroporto de Bagdá pode acirrar o clima de tensão e provocar reflexos em todo o mundo. "Tive algumas informações [sobre o ataque] nessa madrugada, e vou me encontrar com o Heleno [do GSI] para me inteirar sobre o que aconteceu para, depois, emitir juízo de valor", disse o presidente ao deixar o Palácio do Alvorada.
Apesar de admitir a preocupação com reflexos da crise internacional sobre a economia do país, o governo não pretende intervir em políticas de preços como o tabelamento. "Que vai impactar, vai. Agora vamos ver nosso limite aqui, porque já está alto, e se subir mais, complica. Mas não posso tabelar nada. Já fizemos esse tipo de política de tabelamento antes e não deu certo. Vou agora conversar com quem entende do assunto", completou. Bolsonaro tentou contato com o presidente da Petrobras, Roberto da Cunha Castello Branco, mas eles ainda não conseguiram conversar sobre o assunto.
O presidente Jair Bolsonaro voltou a defender a quebra do monopólio da Petrobras como uma alternativa para baratear os combustíveis. "Temos de quebrar o monopólio [para evitar a alta dos combustíveis]. A distribuição é ainda o que mais pesa no preço, e depois o ICMS [Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços], que é um imposto estadual", acrescentou ao ressaltar que, por o ICMS incidir sobre bases de preços maiores, o aumento do preço acaba agradando governadores, uma vez que aumenta também as receitas.
Para Bolsonaro, o Brasil já chegou ao limite no que se refere a cobrança de impostos. "Não dá para aumentar mais imposto no Brasil. Ponto final. No ano passado pagamos por dia mais de R$1 bilhão em juros. Foram R$ 400 bilhões por ano. A Europa foi reconstruída, pós 2ª guerra mundial, um montante desse. Então, por ano, pagamos uma reconstrução da Europa", disse. Ele ainda lembrou que a queda da taxa básica de juros (Selic) para 4,5% ao ano resultou em uma economia de R$ 110 bilhões no corrente ano.
EUA
Em fevereiro, Bolsonaro viajará aos EUA para visitar empresários militares do setor energético interessados em apresentar ao presidente uma tecnologia de transmissão de energia elétrica sem meio físico (linhas de transmissão).
"Se isso for real, de acordo com a distância vamos resolver o problema de energia elétrica de Roraima, passando por cima da floresta. Estamos há sete anos tentando fazer o Linhão de Tucuruí e não conseguimos. Em consequência pagamos mais de R$ 1 bilhão em subsídios, porque não pode passar a linha de transmissão costeando uma reserva indígena. Isso é o Brasil", disse o presidente. (Com Agência Brasil)
A Casa Civil da Presidência da República pôs em consulta pública projeto de lei que institui o Future-se, programa do Ministério da Educação voltado para universidades e institutos empreendedores e inovadores. O despacho com a abertura da consulta está no Diário Oficial da União (DOU).
Os interessados no tema podem enviar sugestões até o dia 24 de janeiro à Casa Civil pelo correio eletrônico Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo site http://www.participa.br/future-se.
Lançado em julho de 2019, o Future-se tem como objetivo, segundo o MEC, dar maior autonomia financeira a universidades e institutos por meio do fomento à captação de recursos próprios e ao empreendedorismo. O texto do projeto está disponível no Diário Oficial. (Com Bem Paraná)
Treze apostas feitas em lotéricas de Curitiba acertaram cinco números e fizeram a quina na Mega da Virada, sorteada na noite de terça dia 31.
Foram 10 jogos simples e três bolões feitos em 12 lotéricas da capital. No país, 1.031 apostadores acertaram a quina.
O prêmio para as apostas simples é de R$ 57,5 mil. Já para bolão, o valor pago será de R$ 115 mil.
Nenhum apostador do Paraná acertou os seis números. No total, quatro apostas vencedoras vão dividir o prêmio, com cerca de R$ 76 milhões para cada.
As dezenas sorteadas foram: 03 - 35 - 38 - 40 - 57 - 58.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) está divulgando que a cotação da arroba (15 quilos) do boi gordo diminuiu de valor no final de dezembro, queda média de 15%. Conforme levantamento periódico do Mapa, a arroba do boi gordo estava cotada a R$ 180 no último dia 30. No início do mês passado, chegou a R$ 216.
Conforme o ministério, o preço da carne vai reduzir para o consumidor final. O cenário "indica uma acomodação dos preços no atacado, com reflexos positivos a curto prazo no varejo", descreve nota que acrescenta que a alcatra teve "4,5% de queda no preço nos últimos sete dias".
Segundo projeções do Mapa, a arroba vai ficar entre R$ 180 e R$ 200 nos próximos meses, dependendo da praça. A queda do valor interrompe a alta de 28,5% que salgou o preço da carne nos últimos seis meses. A perspectiva, porém, é de que o alimento não volte ao patamar inferior. "Estamos fazendo a leitura de que isso veio para ficar, um outro patamar do preço da carne", avalia o diretor do Departamento de Comercialização e Abastecimento do Mapa, Sílvio Farnese.
"Eu tenho certeza que o preço não volta ao que era", concorda Alisson Wallace Araújo, dono de dois açougues e uma distribuidora de carne em Brasília. Segundo ele, no Distrito Federal, o quilo do quarto traseiro do boi estava custando para açougues e distribuidoras de carne R$ 13,50 há seis meses. Chegou a R$ 18,90 em novembro, e hoje está em R$ 17,70.
Estabilização dos preços
Há mais de uma razão para a provável estabilização dos preços em valores mais altos do que há um ano. O mercado internacional tende a comprar mais carne brasileira, os produtores estão tendo mais gastos ao adquirir bezerros e a eventual recuperação econômica favorece o consumo de carne no Brasil.
No último ano, beneficiado pela perda de rebanhos na China e pela alta do dólar, o Brasil ganhou mercado e vários frigoríficos foram habilitados para vender mais carne no exterior. Só em novembro, mais cinco frigoríficos foram autorizados pelos chineses a exportar carne. Em outros países também houve avanços. Mais oito frigoríficos foram aceitos pela Arábia Saudita no mesmo mês.
A carne brasileira é competitiva no mercado internacional porque é mais barata que a carne de outros países produtores, como a Austrália e os Estados Unidos, cujo o gasto de criação dos bois é mais oneroso por causa do regime de confinamento e alimentação. O gado brasileiro é criado solto em pasto.
O Brasil produz cerca de 9 milhões de toneladas de carne por ano, 70% é consumida internamente. Mas a venda para o exterior é atrativa para os produtores e pressiona valores. "A abertura de um mercado que comece a receber um produto brasileiro ajuda o criador na formação de preço", descreve Farnese.
A alta recente dos preços do boi está viabilizando a renovação do gado quando o preço dos bezerros está valorizado. A compra dos bezerros é necessária para repor o gado abatido nos últimos anos, inclusive de vacas novilhas.
Além disso, em época de chuva, com pasto mais volumoso, os pecuaristas vendem menos bois e mantém os animais em engorda, o que também repercute na oferta e no preço do alimento. "Os criadores não se dispõem a vender porque têm alimento barato para o gado", assinala o diretor do Departamento de Comercialização e Abastecimento do Mapa, Sílvio Farnese.
O comerciante Alisson Wallace Araújo acredita que com a recuperação da economia e diminuição do desemprego, haverá mais demanda por carne ao longo do ano. "É uma crescente", diz Araújo. Ele, no entanto, não acredita em alta nos próximos meses. Em sua opinião, o consumo de carne diminui em janeiro por causa das férias e gastos sazonais das famílias (como impostos e material escolar) e depois do carnaval por causa da quaresma (período em que os católicos diminuem o consumo de carne). (Com Agência Brasil)
Um dos ganhadores da Mega-Sena da Virada 2019 é um pecuarista, de 70 anos. Marcos Nonato Arraes foi um dos compradores das 26 cotas do bolão organizado pela Lotérica Triunfo, em Juscimeira (MT), a 163 km de Cuiabá. As dezenas sorteadas foram: 03 - 35 - 38 - 40 - 57 – 58.
Na manhã desta quinta-feira (2), o ganhador foi até a lotérica para agradecer a atendente Jaqueline Samaro, que registrou a aposta.
Ele disse que é 'acostumado a trabalhar' e só foi até a lotérica para agradecer a funcionária e prometer uma 'gorjeta'.
“Ela sempre me avisa sobre os bolões e registra meus bilhetes. Às vezes ela até paga pra mim e depois passo o dinheiro. Vim agradece-la e darei uma gorjeta a ela”, contou.
Logo depois do sorteio, que aconteceu na noite dessa terça-feira (31), Jaqueline disse que ligou para o idoso avisando sobre o prêmio. “Fiquei muito feliz por ele”, ressaltou.
"Hoje é meu aniversário", disse o pecuarista.
O pecuarista pagou R$ 107,94 pelo bilhete e, assim como os outros apostadores do bolão, ele deve receber um prêmio de cerca de R$ 2,9 milhões pela cota comprada.
“É bom que cada um vai ficar com um pouco. Todo mundo precisa”, ressaltou.
A aposta, de 11 números, custou R$ 2.806,44, e foi feita no dia 5 de dezembro.
Essa é a primeira vez que o pecuarista ganha na loteria. Ele é morador de Juscimeira há 40 anos e o plano é continuar na cidade, segundo ele.
“Tenho minha família aqui, então vou ver com eles o que faremos com o dinheiro. Ainda não decidi”, disse.
Ele disse que joga há muito tempo e o segredo é sempre acreditar e apostar.
"A emoção não tem, a gente é acostumado a trabalhar, faz parte. Velho não pode ter emoção, porque se tiver, morre. Jogo há muito tempo", afirmou.
Além do bolão, outras três apostas acertaram as seis dezenas: duas de São Paulo e uma de Criciúma (SC). Cada uma das quatro vai receber cerca de R$ 76 milhões
A lotérica de Juscimeira informou que fez mais de 20 bolões para os clientes apostarem, sendo três deles de 11 números.
“Ficamos felizes e agradecidos, pois muitos desses ganhadores precisavam do dinheiro. Já para nós a expectativa é que o movimento aumente. O assunto está sendo muito falado na cidade”, disse a atendente Jaqueline.(Com G1).





















