Inflação da construção civil sobe para 0,21% em maio

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M), divulgado hoje dia 26, no Rio de Janeiro, pela Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu para 0,21% em maio contra 0,18% de abril.

 

Com o resultado, o INCC-M acumula inflação de 1,37% no ano e de 4,14% em 12 meses.

 

Os materiais e equipamentos tiveram inflação de 0,56% em maio, acima do 0,44% de abril. Já os serviços registraram inflação menor em maio (0,02%) do que em abril (0,13%).

 

A mão de obra teve, em maio, estabilidade de preços, assim como ocorreu no mês de abril. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

Nove embarcações clandestina são apreendidas às margens do rio Paraná

Com a abertura do comércio em Cidade do Leste na segunda dia 25, foi intensificado o controle na fronteira. A Marinha do Paraguai realizou procedimentos em áreas do rio Paraná para impedir o cruzamento ilegal de pessoas e mercadorias.

 

Ao longo do patrulhamento, nove embarcações clandestinas foram apreendidas. Essas canoas clandestinas seriam usadas para transportar pessoas ou mercadorias do Brasil para o território paraguaio.

 

As canoas apreendidas foram levadas para a Base Naval.

 

LOCALIZADOS

 

A Patrulha Aérea Naval avistou inicialmente dois barcos precários que estavam entre as pedras da costa na área de San Miguel. Mais tarde, na mesma área, foram encontrados mais 3 barcos, todos semi-submersos.
Continuando com a Patrulha, dois outros barcos foram avistados; o primeiro, escondido entre as árvores e o segundo coberto com uma tenda.

 

Quase chegando à base, dois barcos podem ser vistos na área 2. A equipe do Comando Anfíbio desembarcou para a verificação de cada um dessas embarcações e a subsequente apreensão delas. (Com Catve)

 

 

 

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Internacional Covid-19: OMS interrompe ensaio clínico com hidroxicloroquina

A Organização Mundial da Saúde (OMS) suspendeu os testes com a hidroxicloroquina, medicamento para malária, em pacientes com covid-19 em razão de questões de segurança, informou hoje dia 25, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

 

A hidroxicoloroquina tem sido apontada pelo presidente Jair Bolsonaro, pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e por outros como um possível tratamento para a doença causada pelo novo coronavírus. O presidente norte-americano afirmou que estava tomando o medicamento para ajudar a prevenir a infecção.

 

"O grupo executivo tem implementado uma pausa temporária do ramo da hidroxicloroquina no estudo Solidarity, enquanto os dados de segurança são revisados ​​pelo conselho de monitoramento de segurança de dados", disse Tedros em uma entrevista online.

 

Ele afirmou que os outros ramos do estudo – uma importante iniciativa internacional para realizar testes clínicos de possíveis tratamentos para o vírus – continuavam.

 

Anteriormente, a OMS já havia recomendando contra o uso da hidroxicloroquina no tratamento ou prevenção de infecções pelo coronavírus, exceto como parte de ensaios clínicos.

 

Mike Ryan, chefe do programa de emergências da OMS, disse que a decisão de suspender os testes com hidroxicloroquina tinha sido tomada por "muita cautela".

 

Brasil

 

Na semana passada, o Ministério da Saúde incluiu a cloroquina, e seu derivado hidroxicloroquina, no protocolo de tratamento para pacientes com sintomas leves de covid-19 no Brasil. De acordo com o novo protocolo, cabe ao médico a decisão sobre prescrever ou não a substância, sendo necessária também a vontade declarada do paciente, com a assinatura do Termo de Ciência e Consentimento. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

Inadimplência cresce 72,4% em instituições privadas de ensino superior

A taxa de inadimplência nas instituições privadas de ensino superior ficou em 26,3% em abril, um crescimento de 72,4% na comparação com o mesmo mês de 2019, quando fechou em 15,3%. Os dados constam da pesquisa de inadimplência divulgada hoje  dia 25, pelo Sindicato das Instituições de Ensino Superior Privado (Semesp) e já registram o impacto econômico da pandemia do novo coronavírus no setor.

 

As faculdades particulares são responsáveis por 75% do total de matrículas no ensino superior no país. Em 2018, foram registradas 8,4 milhões de matrículas nessa etapa.

 

O levantamento, feito com base em uma amostra de 146 instituições brasileiras, ouviu estabelecimentos de pequeno e médio porte (com menos de 7 mil estudantes) e de grande porte (com mais de 7 mil).

 

“As instituições de ensino superior de grande porte registraram a taxa mais alta de inadimplência. Em abril de 2020, o percentual ficou em 29,5%, enquanto que as instituições de pequeno ou médio porte atingiram 25,2% no mesmo período”, revela a pesquisa.

 

O estudo também mediu a taxa de evasão, que mede o percentual de alunos que desistiram do curso ou trancaram a matrícula no mês de abril. Segundo o levantamento, a taxa aumentou 32,5% entre os anos 2019 e 2020. Em abril de 2019, a taxa ficou em 2,1%, contra 2,8%, em 2020.

 

O crescimento das desistências foi puxado principalmente pela desistência dos alunos matriculados em cursos presenciais, que registraram aumentou de 47%. De acordo com o levantamento, a evasão no ensino superior presencial, em abril, foi de 2,9%, contra 1,9%, no mesmo mês do ano passado.

 

Já no ensino a distância, a taxa de evasão manteve-se estável, registrando 1,1% em abril de 202, o mesmo percentual de abril do ano passado.

 

O diretor executivo do Semesp, Rodrigo Capelatto, disse que a pesquisa apurou a inadimplência de 30 dias, mas que o Semesp trabalha com um período de 90 dias para medir esse indicador. “Foi o que foi possível registrar, até o momento, com os efeitos desse período de pandemia”, afirmou Capelatto.

 

Ele disse que a inadimplência média fica torno de 10% e que a crise pode levar a um salto, passando para 15%. “Temos uma situação, que é essa taxa de inadimplência que vai diminuindo ao longo do ano. Essa [taxa registrada em abril] é uma taxa de 30 dias. Hoje a inadimplência média está em torno de 9,3%, e acreditamos que ela vai crescer para uns 15%, quando for medida a inadimplência em 90 dias.”

 

Capelatto destacou que muitas faculdades têm acenado com a concessão de descontos para os inadimplentes e criticou as iniciativas de projeto de lei, apresentadas em diferentes estados, que estabelecem uma redução de cerca de 30% no valor das mensalidades.

 

Para Capelatto, somado à evasão e à inadimplência, o desconto de 30% nas mensalidades pode criar dificuldades para que as empresas consigam manter os pagamentos, como os salários em dia. “Se a gente considerar que vai ter 30% de inadimplência, 30% de evasão, se der desconto de 30%, as faculdades não vão ter como pagar as pessoas”, disse. “Se tivermos isso, pode ter certeza de que 30% das instituições terão que fechar as portas até o final de 2020."

 

Capelatto defendeu que, caso algum projeto similar seja aprovado, as análises de reduções das mensalidades sejam ser feitas caso a caso, de acordo com a situação financeira de cada aluno. Levantamento apresentado na semana passada pela Semesp mostra que 61,9% dos jovens de 18 a 24 anos da classe A (que tem renda domiciliar de mais de oito salários mínimos) frequentam o ensino superior, enquanto apenas 10,5% dos jovens da classe E (com renda domiciliar de até meio salário mínimo) fazem graduação.

 

Para a rede privada de ensino superior, uma das saídas para o abandono dos estudantes é o aumento de repasses para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), de modo que chegue a garantir 500 mil vagas.

 

O Semesp também reivindica aumento dos recursos próprios de financiamento estudantil de instituições com aporte de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “É fundamental ter políticas de recuperação ou de sustentação das instituições de ensino superior, uma por meio da ampliação do Fies. Hoje apenas 2,6% dos estudantes entram com o Fies, e a grande parte entra com financiamento próprio das instituições”, afirmou Capelatto. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 Aplicativo policial ajudará na identificação de carros roubados

Criado para aumentar a eficácia e a segurança de agentes policiais que fazem abordagens e atendem a população, o aplicativo Agente de Campo, desenvolvido pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), começa a ser utilizado hoje dia 25, em três estados: Acre, Pará e Tocantins.

 

A nova ferramenta é fruto de um projeto maior de uso de inteligência artificial e Big Data pelas forças policiais, e passará a auxiliar agentes das polícias Civil e Militar durante rondas e missões de campo.

 

“Vamos aumentar a eficiência do trabalho policial e, ao mesmo tempo, minimizar os riscos para os nossos agentes. Durante uma abordagem, o policial terá a possibilidade de checar os dados dos veículos, os nomes dos suspeitos e ter mais segurança, saber com quem está lidando. A demanda da segurança pública está cada vez maior, e o efetivo não acompanha essa necessidade social. Com essa ferramenta, a eficiência dos agentes será muito maior”, afirma o Wellington Silva, secretário Nacional de Segurança Pública do MJSP.

 

Durante o primeiro mês, o aplicativo será usado por 201 policiais selecionados. A plataforma será usada em caráter de testes, e será disponibilizada para uso geral de agentes de segurança a partir de junho. Apenas agentes cadastrados poderão ter acesso à base de dados, que disponibilizará boletins de ocorrência, mandados em geral e as fichas de registro dos automóveis (placa, chassi e nome do proprietário).

 

Big Data

 

Segundo Wellington Silva, o aplicativo é apenas uma pequena parte dos esforços do MJSP para usar a tecnologia da informação no refinamento do trabalho policial. “Temos outras 14 etapas do projeto em andamento. Ainda neste ano, poderemos acompanhar, por exemplo, o atendimento de viaturas que foram deslocadas pelo serviço 190, de atendimento de emergência. A autoridade policial será notificada por meios digitais da necessidade de atendimento, das viaturas enviadas para o local e a urgência do chamado”.

 

“O agente que já está na rua poderá ter acesso às informações que seriam passadas por rádio ou indo diretamente à delegacia sem necessidade de deslocamento ou perda de tempo. O aparelho celular que ele usa terá esse aplicativo e ele recebe as notificações em tempo real. É o uso da tecnologia para a efetividade da segurança”, complementou.

 

Segundo nota emitida pelo MJSP, o investimento feito em infraestrutura digital deverá chegar a R$ 32 milhões nos próximos 3 anos. O ministério informa que dará prioridade para “facilitar a integração e a análise de grandes volumes de dados na segurança pública.” (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

Começa prazo para instituições de ensino superior aderirem ao Sisu

Instituições de ensino superior públicas e gratuitas que quiserem oferecer vagas para seus cursos de graduação por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para o segundo semestre de 2020, poderão aderir ao programa a partir desta segunda dia 25.

 

O período de adesão ficará aberto até as 23h59 de 29 de maio. Já o prazo para retificação do termo de adesão será de 1º a 5 de junho. O processo seletivo usa as notas do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) como critério de classificação.

 

Os estudantes interessados em concorrer a uma vaga em uma universidade ou instituto público poderão consultar os cursos e o número de vagas que serão disponibilizados por cada instituição participante.Os interessados poderão fazer as inscrições para o Sisu 2020 entre os dias 16 e 19 de junho.

 

O Sisu é o único programa do governo federal para acesso de brasileiros a um curso de graduação em universidades públicas do país. As vagas são abertas semestralmente e para participar é preciso ter feito as provas do Enem 2019 e não ter zerado a redação. Também é preciso ter garantido um bom desempenho nas provas objetivas. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

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