O Ministério do Meio Ambiente vai repassar R$ 232 milhões para ações de mitigação e adaptação às mudanças climáticas. Os recursos fazem parte de termo aditivo assinado nesta quinta dia 9, entre a pasta e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Segundo o ministério, a verba é do Fundo Nacional de Mudanças do Clima (FNMC) e será empregada prioritariamente em obras e ações de saneamento básico do programa Lixão Zero e de outros eixos da Agenda Ambiental Urbana, lançada pelo Ministério do Meio Ambiente em 2019.
Esses recursos são destinados a apoiar implantação de empreendimentos, aquisição de máquinas e equipamentos, desenvolvimento tecnológico relacionados à redução de emissões de gases do efeito estufa e adaptação às mudanças do clima e seus efeitos.
Cada projeto pode receber no máximo R$ 30 milhões a cada 12 meses, através de financiamentos concedidos pelo BNDES nos modelos Finame (financiamento de máquinas e equipamentos) ou Finem (crédito de inovação direto). Ao todo, em 2020, R$ 582 milhões já foram repassados pelo BNDES para financiamento reembolsável de projetos públicos e privados voltados à mitigação da mudança do clima e à adaptação aos seus efeitos adversos.
Saneamento
Atualmente, o BNDES está estruturando oito projetos de concessões estaduais e municipais que vão atender 25 milhões de pessoas e aplicar mais de R$ 55 bilhões em investimentos na área de saneamento básico. Cerca de 100 milhões de brasileiros não possuem coleta de esgoto em suas casas e 35 milhões sequer água tratada.
No tratamento de resíduos sólidos, o banco atua no financiamento de sistemas de coleta seletiva ou diferenciada, sistemas de triagem automatizados ou semiautomatizados; tratamento de resíduos orgânicos, à exceção daqueles com geração de energia; e remediação de áreas previamente utilizadas para disposição inadequada de resíduos sólidos, inclusive para o aproveitamento econômico dos resíduos depositados. (Com Agência Brasil)
As agências do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) vão reabrir na próxima segunda dia 14, mas o atendimento será exclusivo para quem fizer agendamento. Para marcar hora, o segurado deve acessar o site Meu INSS e aplicativo ou ligar no 135.

Segundo o INSS, estarão disponíveis para atendimento presencial os serviços de perícia médica, avaliação social, cumprimento de exigência, justificação administrativa e reabilitação profissional.
O instituto ressalta que os segurados sem agendamento não serão atendidos, para evitar aglomerações dentro e fora das agências, de acordo com orientações do Ministério da Saúde.
Em agosto, a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia e do INSS informaram a nova data de retorno ao atendimento presencial - 14 de setembro.
O atendimento exclusivo por meio de canais remotos segue até amanhã (11). E mesmo com a abertura das agências, o atendimento remoto continuará a ser oferecido.
Segundo o INSS, a reabertura será gradual e considerará as especificidades de cada uma das Agências da Previdência Social no país. Cada unidade deverá avaliar o perfil do quadro de servidores e contratados, o volume de atendimentos realizados, a organização do espaço físico, as medidas de limpeza e os equipamentos de proteção individual e coletiva. (Com Agência Brasil)
O governador de São Paulo, João Doria, disse hoje dia 9, que a vacina chinesa CoronaVac, que está sendo produzida com apoio do Instituto Butantan, tem apresentado 98% de eficácia no combate ao novo coronavírus em idosos. A vacina ainda está em fase de testes. No Brasil, 9 mil voluntários da área da Saúde participam da testagem com a CoronaVac, que está na Fase 3 de testes em humanos.

“Os testes demonstram que a vacina CoronaVac é segura e tem taxa de eficiência de 98% na imunização de idosos. Estudos da segunda fase de testagem demonstram que pessoas com mais de 60 anos, que representam um dos grupos de risco [para o novo coronavírus], receberam mais de uma dose da vacina e a resposta imune chegou a 98%”, afirmou o governador.
Segundo Doria, os resultados dos testes realizados no Brasil têm sido extremamente positivos. “Desde o dia 21 de julho [quando os testes da vacina foram iniciados no Brasil], há quase 50 dias, não temos nenhum incidente, nenhum registro de reação adversa significativa nestes quase 9 mil voluntários. Os prognósticos são promissores. E em breve teremos a vacina para imunizar os brasileiros de todo o país.”
Os testes de eficácia da vacina no Brasil deverão ser conhecidos até 15 de outubro. "Até o final de setembro, vacinaremos todos os 9 mil voluntários. Com isso, a partir de 15 de outubro, poderemos ter a análise da eficácia", disse o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas. Ele informou que, até o momento, 4 mil voluntários já receberam a primeira dose da vacina.
Caso os resultados sejam positivos, ja partir de dezembro deste ano, 46 milhões de doses estarão disponíveis para o Ministério da Saúde para vacinação. No entanto, cada pessoa precisará tomar duas doses, o que significaria que cerca de 23 milhões de brasileiros poderiam ser vacinados nesse momento.
De acordo com Dimas Covas, o Instituto Butantan poderia produzir, até maio do ano que vem, 100 milhões de doses da CoronaVac. Isso dependeria, no entanto, de apoio financeiro do Ministério da Saúde.
Vacina de Oxford
Dimas Covas comentou a suspensão dos testes de eficácia da vacina de Oxford, que teve 100 milhões de doses já encomendadas pelo governo federal. Esta vacina, que também está na Fase 3 de testes e é aplicada em voluntários do Brasil, teve os estudos suspensos após um dos voluntários apresentar uma reação adversa séria. “Quando aparece notícia de um estudo clínico interrompido, isso é comum. Não significa que a vacina não é boa. O efeito adverso precisa ser estudado. Tem que ver se foi a vacina que provocou o efeito adverso.”
De acordo com Covas, a vacina de Oxford tem um tipo de fabricação diferente da que está sendo produzida pelo Instituto Butantan com a chinesa Sinovac. A do Butantan utiliza vírus inativados, que são cultivados em laboratórios e quebrados quimicamente. Neste caso, pedaços de vírus são colocados nas vacinas e introduzidos nas pessoas, estimulando o sistema imunológico a produzir os anticorpos.
É o mesmo processo usado na produção da vacina contra a gripe Influenza, que foi aplicada este ano no Brasil. “Não tem vírus vivos nessa vacina. Ela não provoca a infecção”, explicou Dimas Covas.
Já a produção da vacina de Oxford é baseada em novas tecnologias, que se utilizam de materiais genéticos, proteínas sintéticas ou vetores virais. “[A vacina de Oxford] utiliza um adenovírus para levar um pedaço do coronavírus para dentro do organismo e provocar a infecção. E aí desencadeia a resposta imunológica. São os vírus do resfriado comum e não causam problema maior”, disse Covas.
Ele ressaltou que, para que todos os brasileiros possam ser imunizados de forma rápida contra o novo coronavírus, é importante que existam diferentes vacinas no país. “Eu, sinceramente, gostaria que as outras vacinas também se desenvolvessem muito rapidamente. O Brasil, [com] 200 milhões de habitantes, precisará de muitas vacinas, uma só não será suficiente para imunização de toda a população.(Com Agência Brasil)
Continuam abertas as inscrições para o 2º Concurso Paranaense de Desenho destinado a crianças e adolescentes de 8 a 17 anos de escolas públicas de todo o Estado. A temática é “Lugares do Paraná” e tem como objetivo incentivar os estudantes a refletirem sobre a história e a geografia paranaense e expressá-las por meio da arte.
O concurso foi organizado pelo Centro Juvenil de Artes Plásticas da Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura, instituição estadual de ensino de artes visuais voltada a crianças e adolescentes, e se divide em duas categorias: crianças de 8 a 12 anos e adolescentes de 13 a 17 anos.
“Queremos fazer as crianças e adolescentes refletirem e viajarem neste momento que, por causa da pandemia do Covid-19, não é possível conhecer nossos pontos turísticos fisicamente. E também incentivar as crianças através da arte”, explica o diretor do Centro e idealizador do concurso, Luiz Gustavo Vardanega Vidal Pinto.
Kathellen Juliane Gonçalves da Silva, de 11 anos e estudante da Escola Estadual Ângelo Trevisan, em Curitiba, ficou em terceiro lugar na primeira edição do concurso com um desenho do portal da cidade histórica da Lapa ao lado de uma gralha azul e de uma araucária. “É muito legal porque incentiva a imaginação”, disse.
Já Miguel Taborda Ribas, de 8 anos, estudante de Curitiba e que ficou em primeiro lugar em sua categoria, incentiva outros estudantes a também participarem. O desenho dele foi sobre a folclórica dança das fitas. “Foi muito bacana e fiquei feliz em ser o vencedor’, afirmou.
EXPOSIÇÃO - Os desenhos devem ser criados de próprio punho em técnica livre, como grafite, lápis de cor, lápis aquarelado, aquarela, giz de cera, giz pastel, canetas hidrográficas, entre outras. E é importante que sejam produzidos sem suporte digital ou ajuda de terceiros. A obra também deve ser inédita e original.
Os 40 melhores desenhos irão compor uma exposição coletiva a ser realizada entre novembro e dezembro, virtualmente ou em local a ser definido, conforme os desdobramentos da pandemia do coronavírus.
Os três melhores de cada categoria receberão uma premiação especial: 1 aparelho de videogame para os primeiros colocados de cada categoria; e kits de material artístico para os segundos e terceiros colocados.
INSCRIÇÕES – As inscrições são gratuitas e devem ser enviadas até 30 de setembro por um responsável pelo estudante (familiar) ou por meio da escola em que está matriculado. A obra, que deve atender às exigências do regulamento, precisa ser digitalizada e enviada junto com a ficha de inscrição devidamente preenchida para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
SERVIÇO:
2º Concurso Paranaense de Desenho
Inscrições até 30 de setembro. (Com AEN)
O governador Carlos Massa Ratinho Junior apresentou nesta quarta dia 9, o programa Rede Elétrica Inteligente, que será implantado pela Copel, com investimento total de R$ 820 milhões. O programa tem como objetivo modernizar a gestão e a distribuição de energia elétrica no Estado. Na primeira fase serão atendidos 151 municípios das regiões Leste (Região Metropolitana de Curitiba), Centro-Sul, Sudoeste e Oeste, beneficiando aproximadamente 4,5 milhões de paranaenses. Além do governador, o lançamento oficial do programa, no Palácio Iguaçu, contou com participação do presidente da companhia, Daniel Pimentel Slaviero.
Com o novo sistema, as unidades consumidoras terão medidores digitais que se comunicam diretamente com o Centro Integrado de Operação da Distribuição da Copel, facilitando o controle de toda a cadeia, da subestação até o consumidor final. Esse investimento tecnológico permitirá leitura de consumo a distância e autonomia para cidadão monitorar seu consumo em tempo real por aplicativo. Além disso, o programa vai reduzir o tempo de desligamento provocado por intempéries e outros fatores externos ao sistema.
O governador destacou que a rede será totalmente automatizada e que o programa é um salto histórico que permite, entre várias novas soluções, acabar com furtos de energia, tornar as cidades cada vez mais inteligentes e garantir monitoramento amplo da rede para, inclusive, diminuir as tarifas. O programa será implementado sem qualquer custo adicional para os clientes. Essa primeira fase de implementação deve durar 30 meses.
“A Copel tinha o compromisso de olhar mais para o Estado, realizar investimentos regionais. Já temos o Paraná Trifásico em pleno funcionamento, com mais de mil quilômetros instalados para fomentar o desenvolvimento econômico das propriedades rurais, estruturando ainda mais a cadeia do agronegócio, e agora os municípios passarão a ter um sistema ainda mais moderno e seguro”, disse Ratinho Junior.
Ele complementou que o Paraná tem vocação para produzir e gerar energia com qualidade e que deve apostar cada vez mais nesse segmento. “Estamos na vanguarda do setor energético. Somos os maiores produtores de energia do Brasil e fazemos isso de maneira sustentável, inclusive como terreno fértil para as Pequenas Centrais Hidrelétricas e Centrais Geradoras Hidrelétricas”, acrescentou o governador. “A Copel hoje vale mais de R$ 20 bilhões. Ela está ajudando o Paraná a ser o Estado mais inovador do País”.
MAIOR DO BRASIL - O investimento nesta primeira fase levará a nova tecnologia para unidades consumidoras residenciais e empresas urbanas e rurais. A rede inteligente da Copel será a maior do Brasil, em um modelo que já existe em países como os Estados Unidos e o Japão. O programa foi idealizado para melhorar a qualidade de energia, dar agilidade ao atendimento dos serviços, garantir gestão energética pelo consumidor, reduzir custos operacionais, possibilitar novas modalidades tarifárias e facilitar a integração nas cidades inteligentes.
Segundo Daniel Pimentel, o programa é uma revolução tecnológica no setor e coloca o Paraná cada vez mais na vitrine dos investimentos privados, fundamentais, sobretudo, para a recuperação das condições da economia depois da pandemia. Ele ressaltou que o programa atende aos três principais pilares da companhia: redução de despesas, investimento seguro e qualidade de energia para os clientes.
“Temos como prioridade a energia elétrica, em gerar, transmitir e comercializar energia com qualidade. Esse programa está nesse escopo e será o maior de redes inteligentes do País. Vamos evitar deslocamentos desnecessários dos eletricistas, atender as demandas elétricas com rapidez e possibilitar geração de dados qualificados para a Copel e os consumidores”, afirmou o presidente da companhia. “Estamos garantindo estabilidade e que o comércio, a indústria e o agronegócio continuem a crescer no Paraná”.
BENEFÍCIOS – Com os novos medidores inteligentes, a leitura do consumo será online e os clientes poderão acompanhá-la no telefone celular, em tempo real, por meio do aplicativo da Copel. A rede inteligente também terá sensores e dispositivos de controle a distância que permitem que ela se religue sozinha na maioria dos casos e, caso isso não ocorra, que a Copel possa detectar de imediato e sanar eventuais problemas de desligamento a partir do Centro Integrado de Operação da Distribuição, em Curitiba.
Com essa integração, quando houver necessidade de intervenção de técnicos, o centro saberá indicar o ponto exato que gerou a queda de energia. Essa solução elimina a necessidade de percorrer toda a rede afetada presencialmente para identificar o local onde ocorreu o problema. Consequentemente, o tempo para o restabelecimento da energia diminuirá, ampliando a qualidade de vida nos municípios e a segurança para o agronegócio e as indústrias, além de evitar danos aos eletrodomésticos.
“Inicialmente vamos substituir os antigos medidores por medidores inteligentes, que são pequenos computadores. Eles levantam dados e possibilitam conhecimento em tempo real da rede. Ao mesmo tempo lançar um sistema robusto de comunicação para fazer essa conexão entre as unidades consumidoras e o centro de controle. Vamos aproveitar melhor toda a nossa energia, tornar a Copel cada vez mais ativa no sistema”, afirmou Maximiliano Orfali, diretor-geral da Copel Distribuição.
Esses novos aparelhos terão potencial para integrar outros serviços no futuro, como microgeração distribuída, tecnologias de armazenamento de energia, controle da iluminação pública e abastecimento de carros elétricos. Com a avaliação de todos os pontos de consumo do sistema de distribuição em tempo real também será possível identificar áreas de perdas e furtos de energia que oneram a tarifa, contribuindo para a eficiência das instalações. A rede inteligente contará, ainda, com reguladores de tensão automáticos.
“Em breve teremos a demanda dos carros elétricos, e as cidades demandam novas soluções. As redes inteligentes serão fundamentais para as smart cities, para iluminação pública, semáforos, integração de dados. O céu é o limite. Teremos condições de oferecer serviços que ainda não conhecemos, vamos gerar mais valor para o consumidor. E tudo com monitoramento diário no nosso centro de controle”, arrematou Orfali.
Para o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), André Pepitone da Nóbrega, o investimento anunciado pela Copel atende ao que há de mais urgente no setor energético. “Essa decisão ocorre em sintonia com os movimentos do setor, que são maior protagonismo dos consumidores, incorporação definitiva de tecnologia e dados e crescente preocupação ambiental. Esse programa vai permitir um novo salto de qualidade da Copel”, afirmou. “A rede da companhia vai passar a transmitir informações, além dos elétrons. Isso eleva de sobremaneira a qualidade de atendimento aos consumidores”.
ETAPAS – Esta primeira fase do programa Rede Elétrica Inteligente foi dividida em duas etapas. Em julho a Copel Distribuição realizou a maior licitação da sua história para contratar o fornecedor que instalará a tecnologia nas primeiras 73 cidades das regiões Centro-Sul, Sudoeste e Oeste do Paraná. Somente nesta etapa são R$ 252 milhões aplicados já a partir deste ano, com benefício direto a 1,5 milhão de paranaenses (462 mil unidades consumidoras). A implantação definitiva ocorrerá até o segundo semestre de 2022.
A licitação para a segunda etapa está prevista para o começo de 2021. Serão mais R$ 568 milhões, outro investimento histórico da Copel Distribuição, para atender mais 78 municípios das regiões Leste, Centro-Sul, Sudoeste e Oeste do Paraná. A previsão é que a implantação comece no segundo semestre de 2021 e atenda 3 milhões de paranaenses (1 milhão de unidades consumidoras).
Depois dessas etapas o projeto será levado para as outras cidades do Paraná em novas fases de implementação.
HISTÓRICO – O programa Rede Elétrica Inteligente nasce depois que a Copel instalou o sistema em Ipiranga, cidades dos Campos Gerais, como projeto-piloto, em 2018. Foram cinco mil unidades consumidoras atendidas nas áreas urbana e rural do município e os resultados foram satisfatórios. A duração dos desligamentos de energia, por exemplo, diminuiu 52% na comparação entre os anos de 2018 e 2019.
Em 2019, como parte desse processo, a Copel inaugurou o Centro Integrado de Operação da Distribuição, em Curitiba, e adquiriu a solução ADMS, (Advanced Distribution Management System, ou Sistema Avançado de Gerenciamento de Distribuição), sistema mais moderno do mercado para gestão de redes de energia. O investimento adicional foi de R$ 60 milhões.
PARANÁ TRIFÁSICO – O investimento nesse programa se soma ao montante de R$ 2,1 bilhões que estão sendo aplicados na substituição da rede monofásica das áreas rurais do Estado. Foram implementados 1,2 mil quilômetros desde então e outros 3,1 mil já estão em execução. Serão 25 mil quilômetros de redes novas até 2025.
PRÊMIO – O diretor-geral da Aneel também entregou ao governador e ao presidente da Copel o troféu de Melhor Ouvidoria do País entre as empresas de energia elétrica. O prêmio reconhece o desempenho no tratamento das reclamações registradas pelos clientes e a estrutura robusta de atendimento da Copel.
Em 2019 a área recebeu 9.417 processos. Em 283 casos o cliente não ficou satisfeito com a resposta recebida e levou a reclamação à Aneel, que reconheceu como procedentes apenas 12. Esse é o melhor resultado registrado pela Copel desde que a Ouvidoria passou a ser subordinada diretamente à distribuidora, em 2013.
PRESENÇAS – Participaram do lançamento o secretário de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia, Rodrigo Limp Nascimento; Efrain Pereira da Cruz e Sandoval de Araújo Feitosa Neto, os diretores da Aneel; o 1º vice-presidente do Tribunal de Justiça do Paraná, desembargador Wellington Emanuel Coimbra de Moura; os deputados estaduais Hussein Bakri e Alexandre Curi; o CEO da Eletra Indústria e Comércio de Medidores Elétricos na América Latina, Xiaoqin Qian; e outros diretores da Copel.
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Confira as cidades que integram o Rede Elétrica Inteligente
Primeira etapa
Bituruna, Boa Ventura de São Roque, Campina do Simão, Cruz Machado, General Carneiro, Guarapuava, Laranjal, Mallet, Palmital, Paula Freitas, Paulo Frontin, Pinhão, Pitanga, Porto União, Porto Vitória, Santa Maria do Oeste, Turvo, União Da Vitória, Ampére, Barracão, Bela Vista da Caroba, Boa Esperança do Iguaçu, Bom Jesus do Sul, Bom Sucesso do Sul, Capanema, Chopinzinho, Clevelândia, Coronel Domingos Soares, Coronel Vivida, Cruzeiro do Iguaçu, Dois Vizinhos, Enéas Marques, Flor da Serra do Sul, Francisco Beltrão, Honório Serpa, Itapejara d’Oeste, Mangueirinha, Mariópolis, Marmeleiro, Nova Esperança do Sudoeste, Nova Prata do Iguaçu, Palmas, Pato Branco, Pérola D’Oeste, Pinhal de São Bento, Planalto, Pranchita, Realeza, Renascença, Salgado Filho, Salto do Lontra, Santa Izabel do Oeste, Santo Antônio do Sudoeste, São João, São Jorge d’Oeste, Saudade do Iguaçu, Sulina, Verê, Vitorino, Candói, Cantagalo, Espigão Alto do Iguaçu, Foz do Jordão, Goioxim, Laranjeiras do Sul, Manfrinópolis, Marquinho, Nova Laranjeiras, Porto Barreiro, Quedas do Iguaçu, Reserva do Iguaçu, Rio Bonito do Iguaçu e Virmond.
Segunda etapa
Araucária, Balsa Nova, Campo do Tenente, Contenda, Fazenda Rio Grande, Lapa, Mandirituba, Piên, Quitandinha, Rio Negro, Agudos do Sul, Anahy, Antonio Olinto, Assis Chateaubriand, Boa Vista da Aparecida, Braganey, Cafelândia, Campo Bonito, Capitão Leônidas Marques, Carambeí, Cascavel, Catanduvas, Céu Azul, Corbélia, Diamante do Oeste, Diamante do Sul, Entre Rios do Oeste, Fernandes Pinheiro, Formosa do Oeste, Foz do Iguaçu, Guaíra, Guamiranga, Guaraniaçu, Ibema, Iguatu, Imbituva, Inácio Martins, Iracema do Oeste, Irati, Itaipulândia, Ivaí, Jesuítas, Lindoeste, Marechal Cândido Rondon, Maripá, Matelândia, Medianeira, Mercedes, Missal, Nova Aurora, Nova Santa Rosa, Ouro Verde do Oeste, Palmeira, Palotina, Pato Bragado, Ponta Grossa, Porto Amazonas, Prudentópolis, Quatro Pontes, Ramilândia, Rebouças, Rio Azul, Santa Helena, Santa Lúcia, Santa Tereza do Oeste, Santa Terezinha de Itaipu, São João do Triunfo, São José das Palmeiras, São Mateus do Sul, São Miguel do Iguaçu, São Pedro do Iguaçu, Serranópolis do Iguaçu, Teixeira Soares, Terra Roxa, Toledo, Três Barras do Paraná, Tupãssi e Vera Cruz do Oeste.
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Confira os principais benefícios para o consumidor
Menos tempo e menos desligamentos: Monitorado de forma remota, o medidor inteligente permite à Copel localizar com precisão o ponto onde ocorreu o desligamento na rede. Com a integração aos demais dispositivos de operação, ele permite o isolamento do defeito e o envio rápido de uma equipe para o local do problema.
Religação automática: O programa é composto de sistemas de reconfiguração de rede (religadores automáticos) e reguladores de tensão em tempo real. Eles se integram aos sistemas de informação e têm potencial para integrar outros serviços no futuro, como microgeração distribuída, tecnologias de armazenamento de energia, iluminação pública inteligente e abastecimento de carros elétricos.
Controle do consumo: O medidor inteligente fornece ao cliente informações para subsidiar o controle do consumo em tempo real como, por exemplo, quais equipamentos estão influenciando mais no gasto de energia.
Leitura à distância: A leitura do consumo nas residências será feita de forma remota.
Qualidade da energia: O medidor também permite à Copel monitorar a qualidade do fornecimento às unidades consumidoras a partir de variáveis como tensão, corrente e potência, antecipando possíveis falhas. (Com AEN)
Por falta de acordo, a Câmara dos Deputados adiou hoje dia 9, a votação do Projeto de Resolução 53/20, que autoriza a retomada dos trabalhos do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar e de mais três comissões: a de Constituição e Justiça, a de Finanças e Tributação e a de Fiscalização Financeira e Controle. A falta de entendimento para apreciar a matéria foi anunciada no início da sessão desta quarta-feira pelo 1º vice-presidente da Câmara, Marcos Pereira (Republicanos-SP).

O projeto de resolução foi apresentado pelo corregedor da Casa, Paulo Bengtson (PTB-PA), para permitir a realização das reuniões do Conselho de Ética por meio de videoconferência. A expectativa era que, com a reabertura, o colegiado iniciasse a análise do pedido de representação contra a deputada Flordelis (PSD-RJ), acusada de ser mandante do assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo, em junho de 2019, em Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro.
Antes de encerrar a ordem do dia, a Câmara dos Deputados aprovou duas medidas provisórias (MPs), a 967/20, que destina R$ 5,566 bilhões para o Ministério da Saúde, e a 969/20, que abre crédito extraordinário de R$ 10 bilhões para o Ministério da Saúde. As medidas seguem agora para apreciação no Senado.
Os recursos previstos nas medidas serão usados em ações de combate à pandemia do novo coronavírus, causador da covid-19. Dos recursos da MP 967/20, R$ 4,853 bilhões serão destinados ao Fundo Nacional de Saúde (FNS) e R$ 713,2 milhões à Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz). (Com Agência Brasil)
























