Mega-Sena acumulada pode pagar R$ 23 milhões neste sábado

A Mega-Sena volta a ser sorteada neste sábado dia 31, e promete o prêmio de R$ 23 milhões para quem acertar as seis dezenas do concurso 2285.

 

O sorteio será realizado às 20h, no Espaço Loterias, em São Paulo. As apostas podem ser feitas em qualquer casa lotérica até as 19h de hoje. As apostas também podem ser feitas pela internet, no site Loterias Online da Caixa. É preciso ter mais de 18 anos.

 

A aposta mínima, de seis números, custa R$ 4,50. (Com Agência Brasil)

 

 

 

Hashtag:
Portal do governo completa um ano com 72 milhões de cadastrados

O portal .gov.br completou 1 ano de funcionamento com 72 milhões de cadastrados. O endereço reúne diversos sites e serviços digitais oferecidos pelo Executivo Federal.

 

De acordo com o Ministério da Economia (ME), o número de usuários que visitam o site por mês subiu de 4,6 milhões no início do ano para 12,1 milhões em julho.

 

Dos 3,6 mil serviços públicos catalogados pelo governo, 59% são totalmente digitais. De acordo com o ME, 830 foram digitalizados desde janeiro de 2019. Destes, 250 passaram a ser ofertados por plataformas digitais durante a pandemia.

 

Em relação à integração de sites, há entre 1,3 mil e 1,5 mil endereços de órgãos associados ao Executivo Federal. Conforme a Secretaria de Governo Digital, até o momento houve migração de 50 páginas.

 

Usuário


Segundo o diretor de Experiência do Usuário da secretaria, Joelson Velloso Junior, a integração no portal traz uma série de vantagens. A primeira é facilitar o acesso, demandando a memória de apenas um endereço, e não de um para cada órgão.

 

As URL dos órgãos vinculados ao governo federal (como www.inss.gov.br ou www.mec.gov.br) serão mantidas. Mas elas servirão apenas para redirecionar aos novos endereços alocados dentro do .gov.br.

 

“A unificação não é só esforço de memória menor, mas tem padrões visuais similares. Uma vez que está todo mundo no mesmo portal, usuário não vai ter que reaprender a navegar. Por onde quer que você entre, você vai ter uma mesma interface, uma mesma lógica de interação. Isso tira carga cognitiva e tempo para consumir serviços”, comenta o diretor.

 

Ele destaca que a intenção é qualificar os serviços digitais prestados não somente pelo portal mas em outros canais, como por meio de apps ou por redes sociais privadas, como Whatsapp ou Facebook.

 

“O desafio é trabalhar nos atributos de qualidade dos serviços digitais. O que a gente considera um serviço de qualidade? Fáceis de achar. Fáceis de entender. Fáceis de requisitar. Rápidos na resposta e efetivo, respondem o problema. Ser acessível a todos, independentemente de qualquer limitação”, pontua.

 

Os usuários que visitam o portal podem avaliar a qualidade tanto ao acessar o serviço quanto após a sua entrega ao cidadão. São disponibilizados sinais de mãos com dedos levantados para cima ou para baixo para que o usuário coloque se sua experiência foi positiva ou negativa no ambiente. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

Correios apresentam proposta de acordo coletivo de trabalho

Os Correios, empresa responsável por grande parte da entrega de encomendas e pacotes em território nacional, apresentou uma proposta de acordo com os funcionários para evitar paralisações do serviço.

 

Segundo nota divulgada pela empresa, o trabalho de readequação da realidade da empresa vem sendo feito em respeito à legislação e à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). As medidas visam, ainda, à saúde e ao equilíbrio financeiro da instituição.

 

As negociações vem sendo feitas em meio à alta do e-commerce - a movimentação de produtos vendidos online por lojas e pessoas de todas as regiões do país. O aumento ocorre por causa das restrições de comércio presencial em decorrência da pandemia do novo coronavírus.

 

Segundo os sindicatos de funcionários da empresa, a razão de possíveis paralisações seria uma série de ajustes em benefícios e concessões já estabelecidas pela empresa.

 

A empresa informa que há vários pontos das reivindicações dos funcionários que não remetem ao acordo ofertado, como a modificação dos planos de saúde e a retirada de direitos, e que deve haver uma sensibilização para o momento delicado nacionalmente.

 

Veja a nota na íntegra:


Desde o início de julho, os Correios têm negociado com as entidades representativas dos empregados os termos do Acordo Coletivo de Trabalho 2020/2021. Dando continuidade às ações de fortalecimento de suas finanças e consequente preservação de sua sustentabilidade, a empresa apresentou uma proposta que visa a adequar os benefícios dos empregados à realidade do país e da estatal.

 

A primeira premissa é o ajuste dos benefícios concedidos pelos Correios ao que está previsto na CLT e em outras legislações, resguardando todos os direitos dos empregados. Tendo em vista a realidade financeira da empresa, com um cenário de dificuldades que tem se agravado a cada ano que passa, os Correios precisam se adequar não só ao que o mercado está praticando, mas, também, ao que está previsto na legislação.

 

Um outro ponto que merece atenção é a orientação de Governo: a Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (SEST), vinculada ao Ministério da Economia, recomenda, há anos, que os Correios busquem não apenas o seu reequilíbrio financeiro, mas façam, também, a redução das concessões que extrapolam a legislação e oneram suas finanças - no sentido de adequar as relações trabalhistas das empresas públicas à CLT.

 

Com a pandemia, surgiram ainda novos desafios de adaptação para a empresa continuar prestando serviços com qualidade e segurança para todos, além de mudanças na característica de obtenção de receita da estatal. Isso porque uma tendência que deveria acontecer daqui a alguns anos foi acelerada, ocasionando a queda brusca nas postagens de cartas e um forte impacto na fonte de receita dos Correios.

 

Assim, a proposta formulada e apresentada pela empresa atende às diretrizes do Governo Federal no sentido de primar pela redução dos efeitos negativos da crise. Considerando o contexto econômico atual e as projeções futuras em razão da pandemia, a empresa tem buscado tratar junto às entidades representativas um acordo que assegure a manutenção dos empregos.

 

A recusa das entidades em compreender a situação da empresa, no entanto, provocou reações impróprias. Em resposta à proposta apresentada pelos Correios, representantes sindicais iniciaram a veiculação de diversas comunicações inverídicas, provocando confusão nos empregados acerca dos termos da proposta. Tal iniciativa culminou, na manhã do dia 30 de julho, com o envio de um documento à empresa, comunicando a deflagração de uma greve no próximo dia 4 de agosto.

 

Em razão da recente divulgação de informações incorretas a respeito da proposta de Acordo Coletivo de Trabalho, os Correios vêm esclarecer os seguintes pontos:

 

• não procede a afirmação de que a empresa propõe modificar os termos do plano de saúde dos empregados. Tal como descrito na proposta apresentada às entidades representativas, trata-se de mera adequação do texto referente às obrigações dos Correios para com a manutenção do benefício mencionado, que seguirá operando nos termos em vigor. Trata-se, portanto, de tentativa de confundir a opinião pública quanto ao tema;

 

• a empresa não pretende suprimir direitos dos empregados, ao contrário do que tem sido afirmado, uma vez que esses são garantidos por lei. A proposta dos Correios objetiva ajustar o rol de benefícios concedidos à categoria em anos anteriores. Dessa forma, por tratar-se de concessões negociadas, a repactuação ou exclusão destas não configura perda de prerrogativas legais.

 

Diante do exposto, observa-se a tentativa de promover confusão entre direitos e benefícios, recurso já utilizado pelas entidades representativas em ocasiões anteriores.

 

Vale ressaltar que os Correios, como boa parte das empresas brasileiras, precisa se adequar à nova realidade e aos desafios trazidos pela crise sanitária. Neste momento, em que milhões de pessoas encontram-se desempregadas e companhias têm encerrado suas atividades, a estatal deve prezar por sua sustentabilidade enquanto empresa pública dos brasileiros, buscando adequar-se ao que é praticado no mercado. Portanto, a proposta de acordo apresentada almeja suspender benefícios incompatíveis com a situação econômica da instituição e do país.

 

Para entender o intuito da empresa ao apresentar a proposta em questão, pode-se analisar a recomendação de ajuste referente ao ticket refeição: nos termos vigentes, sua concessão extrapola a jornada laboral, alcançando o recesso semanal e as férias dos empregados. O que a empresa propõe é a redução do benefício de forma a contemplar apenas os dias efetivamente trabalhados. A proposição mencionada, caso prospere, representará para a empresa uma economia da ordem de R$ 20 milhões mensais.

 

Pode-se também exemplificar com a adequação da remuneração de férias, atualmente em 2/3 de adicional ao salário, quando a CLT garante ao trabalhador 1/3 de incentivo no período de descanso.

 

A economia prevista com o ajuste dos benefícios hoje concedidos fora do que está estipulado na CLT será de mais de R$ 600 milhões ao ano. Assim como os demais pontos constantes na proposta da empresa, ações como as citadas compõem o rol de medidas da Administração dos Correios em prol da sustentabilidade da estatal.

 

Quanto à possível deflagração de greve comunicada por uma das entidades representativas dos empregados, a empresa ressalta que já possui um plano de contingência formulado para garantir a continuidade de suas atividades, sobretudo nesse momento em que os serviços da empresa são ainda mais essenciais para pessoas físicas e jurídicas.

 

A empresa reafirma que é dever de todos, empregados e dirigentes, prezar pela manutenção das finanças dos Correios e, consequentemente, dos empregos dos trabalhadores. Portanto, a instituição, certa do compromisso e da responsabilidade de seus empregados com a população e o país, espera que a adesão a uma possível paralisação, se houver, seja ínfima e incapaz de prejudicar o serviço postal e os brasileiros. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

Petrobras: petróleo em baixa e efeitos da covid-19 explicam prejuízo

A queda de 42% do preço do petróleo tipo Brent no mercado internacional explica, em parte, o prejuízo de R$ 2,713 bilhão registrado pela Petrobras no segundo trimestre deste ano, contra lucro de R$ 18,9 bilhões em igual período do ano passado. O resultado foi impactado também pela pandemia do novo coronavírus, que reduziu em 8% o volume de vendas da companhia no mercado interno.

 

“Tivemos um segundo trimestre muito desafiador para a economia global e a indústria do petróleo”, disse hoje dia 31, o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, em entrevista coletiva virtual. Houve contração da demanda e colapso de preços, além de aumento de fretes.

 

Castello Branco afirmou que, para a Petrobras, não houve queima de caixa no período, como muitos esperavam. “Pelo contrário. Conseguimos reduzir nosso endividamento líquido, o que é relevante.” O fluxo de caixa operacional alcançou US$ 5,5 bilhões e, depois de pagas todas as despesas operacionais e investimentos, sobraram US$ 3,4 bilhões. "Essa foi uma grande vitória obtida graças ao trabalho integrado dos nossos times”, disse ele.

 

A perda no segundo trimestre foi menor do que o prejuízo do primeiro trimestre de 2020, da ordem de R$ 48,5 bilhões, porque, no segundo trimestre, não houve reconhecimento de impairments (redução no valor recuperável de ativos), como ocorreu nos três primeiros meses deste ano, no montante de R$ 65,3 bilhões. Também a exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS/Cofins teve efeito favorável no resultado da empresa, somando R$ 10,9 bilhões. Se fossem excluídos esses dois fatores, o prejuízo teria sido de R$ 13,7 bilhões em função dos efeitos da covid-19 sobre as operações da Petrobras.

 

Incertezas


A diretora Financeira e de Relacionamento com Investidores, Andrea Marques de Almeida, lembrou que o segundo trimestre deste ano foi afetado também pelas provisões do Plano de Demissão Voluntária (PDV) da companhia, entre outros fatores. Andrea disse que será bem difícil conseguir zerar até o final do ano o prejuízo registrado, principalmente do primeiro trimestre, apesar da recuperação de preços. Ela destacou, porém, que a crise sanitária nunca vivenciada antes deixa o cenário dos próximos seis meses em aberto. “Vamos ter que esperar o final do ano para ter certeza de alguma coisa”, afirmou.

 

Castello Branco chamou a atenção para o fato de o prejuízo ser contábil, e disse que o que importa para uma empresa e indica o seu grau de saúde é a capacidade de gerar caixa. Apesar de todas as dificuldades, a Petrobras se mostrou capaz de continuar a gerar caixa “e, mais importante ainda, de começar a reduzir o seu endividamento líquido. Em especial, foi capaz de prepagar US$ 3,5 bilhões de linhas de crédito compromissadas tomadas em março, quando a crise estava começando a acelerar”

 

O presidente da Petrobras destacou que isso diminui o endividamento e é o reinício do processo de desalavancagem interrompido em março e, portanto, reduz o custo com pagamento de juros, consistente com a estratégia, além de melhorar a percepção de risco. A liquidez permanece então disponível. Não foi alterada porque, “se precisarmos, as linhas estão lá e poderíamos voltar a sacar, coisa que não pretendemos fazer.”

 

Estratégia


Castello Branco afirmou que a Petrobras continua em busca do ajuste e da implementação da sua estratégia. Ele vê a pandemia da covid-19 como um ponto de inflexão na companhia e diz que agora é hora de acelerar a estratégia, cuja execução começou a ser implantada no ano passado, para que a empresa possa sair vencedora da crise e terminar melhor do que o país estava em fevereiro de 2020”. Para isso, acelera-se a transformação digital e trabalham-se inovações tecnológicas que tornarão a exploração e produção de petróleo e o refino atividades de menor custo e maior produtividade, para gerar valor de forma sustentável ao longo do tempo.

 

As receitas da Petrobras no segundo trimestre alcançaram R$ 50,898 bilhões, revelando queda de 29,9% em comparação ao mesmo período de 2019 e de 32,6% contra o primeiro trimestre deste ano. Com isso, a receita líquida caiu 33% no segundo trimestre.

 

As despesas operacionais também sofreram retração de 89%, passando de R$ 75,616 bilhões no primeiro trimestre de 2020 para R$ 8,109 bilhões no segundo trimestre. As despesas nos três primeiros meses do ano tiveram impacto do impairment realizado de R$ 65,3 bilhões.

 

Os investimentos da companhia entre abril e junho de 2020 somaram US$ 1,937 bilhão, mostrando queda de 20% em relação ao primeiro trimestre e de 24,1% comparativamente ao segundo trimestre de 2019.

 

A dívida bruta atingiu US$ 91,227 bilhões no segundo trimestre deste ano, com menos 9,7% na comparação com igual período do ano passadoe aumento de 2,2% em relação aos US$ 89 bilhões registrados no trimestre anterior. A meta é chegar a um endividamento de US$ 60 bilhões nos próximos anos. “Tem quase US$ 30 bilhões para cionsumir”, comentou Castello Branco.

 

O Ebitda ajustado, isto é, o lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização, caiu 23,5%, passando de R$ 32,651 bilhões, no primeiro trimestre, para R$ 24,986 bilhões, no segundo trimestre de 2020.

 

Transpetro


O presidente da Petrobras descartou a inclusão da Transpetro no plano de desinvestimento da companhia. “Não será incluída”, garantiu, alegando que a Transpetro tem importante papel dentro da logística da Petrobras.

 

A decisão foi confirmada pelo diretor executivo de Logística, André Chiarini. “Não está em discussão”. Segundo Chiarini, a Transpetro exerceu papel fundamental na crise. Ele esclareceu que, quando se fala em agenda transformadora na Transpetro, isso significa tornar a empresa cada vez mais competitiva no mercado, com renovação completa da diretoria, redução de custos inclusive com plano de desligamento voluntário, que já tem a adesão de 600 pessoas.

 

Na busca de eficiência de ativos, Chiarini informou que já conseguiram reduzir a idade média da frota da Transpetro de 13,6 anos para 7,7 anos “e elevamos, em maio, o índice de patamar de qualidade da frota para 99%”.

 

China


Roberto Castello Branco disse que a China é uma economia em desenvolvimento, intensiva em indústria, segunda maior exportadora do mundo e, por isso, é natural que seja considerada um mercado bem atrativo para a Petrobras. Assegurou que não existe nenhuma dificuldade econômica ou geopolítica para que a Petrobras não continue vendendo produtos para a China nem deixe de se beneficiar com equipamentos de baixo custo chineses. O volume médio diário exportado pela Petrobras para a China é de 13 milhões de barris, informou. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

Gafanhotos: após extinção da nuvem perto do Uruguai, monitoramento segue na Argentina

A equipe do Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar da Argentina (Senasa) que ainda está em Federación, na província de Entre Rios (divisa com o Uruguai), segue trabalhando na eliminação de pequenos focos de gafanhotos no município. Segundo o boletim divulgado pelos técnicos, uma nova pulverização foi feita nesta quinta-feira, 30, em um ponto específico em uma área de floresta comercial.

 

A aplicação foi realizada com a ajuda de um produtor rural e os técnicos devem voltar ao local amanhã para conferir o resultado. No monitoramento do dia, foram avistados ainda alguns gafanhotos isolados em voos curtos. Por isso, a equipe segue na área rastreando pequenos grupos de insetos.

 

Os gafanhotos são remanescentes da nuvem extinta no último final de semana, que havia saído do Paraguai em maio e desde o dia 20 junho circulava na província de Corrientes, aproximando-se da fronteira com o Brasil e Uruguai. A nuvem chegou a ter cerca de 15 quilômetros quadrados em voo e colocou o Brasil em situação de emergência fitossanitária.

 

Com isso, um plano emergência foi montado envolvendo o Ministério da Agricultura e Secretaria de Agricultura do Rio Grande do Sul. Além disso, cerca de 70 aviões foram colocados de sobreaviso pelo Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag) nas regiões da fronteira gaúcha. Plano que ainda segue vigente, já que a situação de emergência é válida por um ano e há outras duas nuvens de gafanhotos ativas em Formosa, no norte da Argentina.

 Rastreamento

O Senasa não divulgou o resultado das pulverizações feitas ontem contra a nuvem localizada em Ingeniero Juárez, na província de Formosa. Uma equipe do Município fez aplicações com pulverizadores costais em parte dos insetos e o Senasa forneceu os inseticidas. A nuvem está a menos de 50 quilômetros (em linha reta) da divisa com a província de Salta (a oeste).

 

A outra nuvem está mais a leste, próximo à divisa de formosa com a província do Chaco (que fica a sul). Na verdade, ali os insetos já circularam de um lado ao outro do Rio Bermejo, que faz a divisa. Técnicos do Senasa seguem rastreando os gafanhotos em uma área de difícil acesso.

 

A localização estimada pelos langosteros (apelido dos técnicos baseado na palavra espanhola para gafanhotos) nesta quinta era em uma zona ao sul da cidade de Las Lomitas – junto ao rio, mas agora no lado de Formosa.

 

Por enquanto, apesar do tempo mais quente favorecer o voo dos gafanhotos, a tendência por enquanto é de que eles não rumem para o Brasil. Isso porque a previsão até a próxima semana é de que o vento na região siga soprando para oeste. (Com Canal Rural). 

 

Hashtag:
Receita prorroga até 31 de agosto suspensão das ações de cobrança

A Receita Federal prorrogou até 31 de agosto as medidas temporárias adotadas por conta da pandemia do coronavírus (covid-19).

 

Os procedimentos administrativos que permanecem suspensos até o dia 31 de agosto são: emissão eletrônica automatizada de aviso de cobrança e intimação para pagamento de tributos; notificação de lançamento da malha fiscal da pessoa física; procedimento de exclusão de contribuinte de parcelamento por inadimplência de parcelas.

 

O prazo para atendimento a intimações da Malha Fiscal da Pessoa Física e apresentação de contestação a Notificações de Lançamento, também da Malha Fiscal PF, e dos despachos decisórios dos Pedidos de Restituição, Ressarcimento e Reembolso, e Declarações de Compensação ficam prorrogado até o dia 31 de agosto.

 

A emissão eletrônica de despachos decisórios com análise de mérito em pedidos de restituição, ressarcimento e reembolso, e declarações de compensação, que estavam suspensas até hoje, retomam à normalidade. Entretanto, diz a Receita, o contribuinte não será prejudicado pois o prazo de impugnação desses atos estão suspensos até o dia 31 de agosto.

 

A norma também determina que o atendimento presencial nas unidades de atendimento da Secretaria da Receita Federal (RFB) ficará restrito, até 31 de agosto de 2020, mediante agendamento prévio obrigatório, aos seguintes serviços: regularização de Cadastro de Pessoas Físicas (CPF); cópia de documentos relativos à Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física e à Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte – beneficiário; parcelamentos e reparcelamentos não disponíveis na internet; procuração RFB.

 

Também haverá atendimento presencial para protocolo de processos relativos aos serviços de: análise e liberação de certidão de regularidade fiscal perante a Fazenda Nacional; análise e liberação de certidão de regularidade fiscal de imóvel rural; análise e liberação de certidão para averbação de obra de construção civil; retificações de pagamento; e Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica.

 

Segundo a Receita, caso o serviço procurado não esteja entre os relacionados, o interessado deverá efetuar o atendimento por meio do Centro Virtual de Atendimento (e-CAC) , na página na internet. Outros casos excepcionais serão avaliados e o chefe da unidade poderá autorizar o atendimento presencial.

 

“A restrição temporária do fluxo de contribuintes nas unidades de atendimento da Receita Federal visa à proteção dos contribuintes que procuram os serviços, bem como a proteção dos servidores que ali trabalham”, concluiu a Receita. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

feed-image
SICREDI 02