A Caixa Econômica Federal paga hoje dia 16, auxílio emergencial para 3,9 milhões de beneficiários nascidos em junho. O pagamento de hoje faz parte do ciclo 2, que começou pelos beneficiários nascidos em janeiro, no dia 28 de agosto. Essa etapa de pagamentos vai até 27 de outubro.

Neste ciclo, mais três grupos foram incluídos: trabalhadores que fizeram o cadastro nas agências dos Correios entre 2 de junho e 8 de julho; trabalhadores que fizeram a contestação pelo site da Caixa ou App Caixa Auxílio Emergencial de 3 de julho a 16 de agosto e foram considerados elegíveis; beneficiários que tenham recebido a primeira parcela em meses anteriores, mas que tiveram o benefício reavaliado em agosto. No caso das reavaliações, o benefício foi liberado novamente para 148 mil pessoas.
Os recursos podem ser movimentados por meio do aplicativo Caixa Tem. Com ele é possível pagar boletos e fazer compras na internet e nas maquininhas em mais de 1 milhão de estabelecimentos comerciais.
O calendário de pagamentos do auxílio emergencial é organizado em ciclos de crédito em conta poupança social digital e de saque em espécie. Os beneficiários recebem a parcela a que têm direito no período de acordo com o mês de nascimento. Para os beneficiários nascidos em junho, os saques e transferências serão liberados no dia 6 de outubro. (Com Agência Brasil)
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) informou que as perícias médicas estão suspensas até que adequações sejam feitas das agências da Previdência, para garantir a segurança dos peritos e beneficiários contra riscos de infecção pelo novo coronavírus (covid-19). Nesta segunda dia 14, diversas unidades retomaram o atendimento presencial, suspenso em março em razão da pandemia.
Entretanto, os médicos peritos decidiram não retomar as atividades por falta de segurança e todas as perícias médicas agendadas foram suspensas. De acordo o INSS, novas inspeções serão feitas hoje (15) e amanhã (16) para viabilizar o rápido retorno dos peritos.
De acordo com a Associação Nacional dos Peritos Médicos Federais, durante vistorias nas agências na semana passada, ficou constatado que das mais de 800 unidades que oferecem perícia pelo Brasil, apenas 12 tinham estrutura para retorno seguro neste período de pandemia. “Abrir apenas estas agências e manter fechadas as demais é inviável do ponto de vista gerencial e operacional, e causaria potencial caos nas cidades devido a riscos de sobrecarga de demanda”, explicou, em comunicado.
Os peritos continuam em trabalho remoto, atendendo os pedidos de antecipação e demais solicitações que já vêm sendo feitas ao longo da pandemia.
Mesmo sem o serviço de perícia, segundo o INSS, a retomada gradual inclui a avaliação social, cumprimento de exigências, reabilitação profissional e justificação administrativa. Todos esses serviços devem ser agendados com antecedência pelos canais remotos. “Segurados não agendados não serão atendidos a fim de evitar aglomerações, conforme determinações do Ministério da Saúde”, destacou o INSS.
O segurado deve acessar o portal covid.inss.gov.br para saber qual agência está aberta e se já oferece a perícia. Caso positivo, é necessário fazer a remarcação pelo Meu INSS ou pelo telefone 135. (Com Agência Brasil)
Apesar de ter parte do contingente funcional paralisado desde o dia 17 de agosto, os Correios registraram, nas últimas quatro semanas, mais de 187 milhões de cartas e encomendas entregues em todo o país.
Após sucessivas tentativas de negociação, os Correios anunciaram que aguardam decisão judicial sobre a greve para normalizar as atividades operacionais. Segundo nota divulgada pela empresa, as negociações estavam sendo feitas desde julho, e visavam preservar a saúde financeira da estatal com cortes de privilégios e “adequação à realidade do país”. O julgamento da ação de dissídio coletivo está marcado para a próxima segunda-feira (21).
Em comunicado, os Correios afirmam que os termos exigidos pelos funcionários para a retomada regular das atividades põem em risco a economia que vinha sendo aplicada. A empresa registra prejuízo acumulado de R$ 2,4 bilhões e esperava economizar cerca de R$ 800 milhões ao ano. Segundo a estatal, esse valor, em três anos, cobriria o déficit financeiro atual.
“É evidente, portanto, que não há margem para propostas incompatíveis com a situação econômica atual da instituição e do país, o que exclui de qualquer negociação a possibilidade de conceder reajustes”, registra a nota.
A empresa lamenta ainda o contexto da pandemia, e afirma que a explosão do e-commerce – o comércio eletrônico, que depende exclusivamente do serviço de transporte e logística para a entrega de mercadorias, – seria uma forma de “alavancar o negócio em um dos poucos setores com capacidade para crescer neste período.”
Greve
Segundo a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas dos Correios e Similares (Fentect), parte dos trabalhadores decidiu cruzar os braços em protesto contra a proposta de privatização da estatal e pela manutenção de benefícios trabalhistas. Os funcionários pedem ainda reajustes salariais.
A Agência Brasil entrou em contato com a Fentect e aguarda manifestação da federação. (Com Agência Brasil)
O Sicredi iniciou pré-cadastramento dos associados interessados em vincular sua conta na instituição financeira cooperativa ao Pix, sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central do Brasil, que começa a funcionar dia 16 de novembro e que promete revolucionar as operações financeiras no país. Com um simples clique, os associados poderão transferir, pagar ou receber imediatamente a qualquer horário ou dia.
O Pix não é um novo aplicativo e sim uma solução que estará disponível dentro do aplicativo Sicredi. Nesta fase de pré-cadastro para uso da solução, os associados precisam confirmar por meio do aplicativo da instituição o interesse a partir do CPF ou CNPJ do titular da conta. Na segunda fase, que começa dia 5 de outubro, os associados poderão cadastrar novas informações como e-mail e números dos celulares. Todos esses dados serão registrados como “Chaves Pix”, que servirão como identificação dos usuários no momento da operação financeira.
O Pix será uma alternativa à TED (Transferência Eletrônica Disponível) ou ao DOC (Documento de Ordem de Crédito). As movimentações financeiras poderão ser feitas por pessoas físicas e jurídicas utilizando as “Chaves Pix” cadastradas, via QR Code ou ainda usando os dados bancários, como já é feito atualmente. Mesmo com a nova forma de pagamento, no Sicredi, as opções de TED e DOC continuarão disponíveis. O diferencial é que a partir de 16 de novembro os associados terão mais uma opção prática, digital e econômica. Para ter acesso à novidade, bastará atualizar o aplicativo Sicredi disponível para os sistemas operacionais Android e IOS.
Para o Sicredi, a chegada do Pix ao mercado marca uma evolução importante do Sistema Financeiro Nacional (SFN) e reforça as iniciativas que a instituição já tem desenvolvido para fomentar a inovação no segmento de meios de pagamento eletrônicos. “Segurança e praticidade são duas questões de extrema importância para nós e essa nova solução do Banco Central tem total sinergia com a estratégia do Sicredi, onde buscamos proporcionar cada vez mais experiências digitais para os nossos associados e, ao mesmo tempo, promover a inclusão financeira”, diz Cidmar Stoffel, diretor executivo de Produtos e Negócios do Banco Cooperativo Sicredi.
Buscando sempre destacar seu pioneirismo dentro do cooperativismo de crédito, em maio deste ano, o Sicredi antecipou aos seus associados uma experiência semelhante ao Pix, com o lançamento de pagamentos eletrônicos via QR Code pelo aplicativo para transferências e pagamentos entre associados.
Segundo Stoffel, o movimento de modernização do sistema financeiro está criando uma “sociedade cashless”, com operações financeiras mais sustentáveis, sem circulação de moeda em espécie, sem os riscos gerados na movimentação do dinheiro físico e com menos impacto ambiental. “Nesse sentido, o mundo digital tem muito a contribuir e o cooperativismo de crédito é uma ferramenta fundamental nesse processo de inovação”, finaliza Stoffel.
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).
*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.
Os chineses podem ter acesso a uma vacina contra o novo coronavírus desenvolvida no país já em novembro ou dezembro. Isso porque os testes de várias vacinas em potencial têm demonstrado bons resultados e a preparação para escalar a produção delas já está sendo feita. A informação foi dada por um dos cientistas chefe do Chinese Centre for Disease Control and Prevention (CDC).
Segundo Wu Guizhen, chefe da área de biossegurança, ele mesmo participou do grupo experimental de uma vacina e tomou uma dose em abril. “Tenho me sentido bem nos últimos meses, nada de anormal, o processo de inoculação não causou dor localizada”, afirmou ele na noite desta segunda-feira, 14, em uma emissora de TV da China.
De acordo com o último relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), do dia 9 de setembro, 180 vacinas estão sendo desenvolvidas atualmente, sendo que 35 estão em fases de testes. Dessas, 9 estão na última fase de testes, entre elas a chinesa Sinovac, que está sendo testada no Brasil, a do instituto CanSino, a russa do Instituto Gamaleya, a americana Moderna e a britânica de Oxford. Das 9, três são chinesas. Guizhen se diz “otimista” em relação à eficácia e à segurança das candidatas. “Nós esperamos que elas sejam eficazes de um a três anos, mas os resultados serão observados por mais tempo”, disse ele.
A afirmação de Wu de que uma vacina deve ser distribuída no país até o final do ano aconteceu pouco depois da OMS fazer um aviso de que provavelmente novas infecções devem acontecer em outubro e novembro. Segundo o presidente chinês, Xi Jinping, todas as vacinas desenvolvidas na China serão de benefício global e disponível para todas as nações.
A corrida pela cura
Nunca antes foi feito um esforço tão grande para a produção de uma vacina em um prazo tão curto — algumas empresas prometem que até o final do ano ou no máximo no início de 2021 já serão capazes de entregá-la para os países. A vacina do Ebola, considerada uma das mais rápidas em termos de produção, demorou cinco anos para ficar pronta e foi aprovada para uso nos Estados Unidos, por exemplo, somente no ano passado.
Uma pesquisa aponta que as chances de prováveis candidatas para uma vacina dar certo é de 6 a cada 100 e a produção pode levar até 10,7 anos. Para a covid-19, as farmacêuticas e companhias em geral estão literalmente correndo atrás de uma solução rápida.
Os tipos de vacina disponíveis
Alguns tipos de vacinas têm sido testados para a luta contra o vírus. Uma delas é a de vírus inativado, que consiste em uma fabricação menos forte em termos de resposta imunológica, uma vez que nosso sistema imune responde melhor ao vírus ativo. Por isso, vacinas do tipo tem um tempo de duração um pouco menor do que o restante e, geralmente, uma pessoa que recebe essa proteção precisa de outras doses para se tornar realmente imune às doenças. É o caso da Vacina Tríplice (DPT), contra difteria, coqueluche e tétano. A vacina da Sinovac, por exemplo, segue esse padrão.
Outro tipo de vacina é a de Oxford, feita com base em adenovírus de chimpanzés (grupo de vírus que causam problemas respiratórios), e contendo espículas do novo coronavírus.
As outras vacinas em fases clínicas já avançadas também são baseadas em espículas, mas apresentadas em forma de RNA mensageiro, como as da Pfizer e da Moderna.
Como estão as 9 potenciais?
Sinovac Biotech: a vacina chinesa que começou os testes em fase 3 no Brasil na última segunda-feira, 20, pretende fabricar até 100 milhões de doses anuais. Por aqui, 9 mil profissionais da área da saúde receberão a vacina.
Sinopharm (Wuhan e Pequim): a vacina com base em vírus inativado, que se mostrou capaz de produzir resposta imune ao vírus, começou as fases 3 de testes neste mês nos Emirados Árabes Unidos. Cerca de 15 mil voluntários participaram do período de testes e a empresa chinesa acredita que a opção estará disponível para o público já no final do ano.
Oxford e AstraZeneca: os resultados preliminares das fases 1 e 2 da vacina com mais de mil pessoas mostraram que ela foi capaz de induzir uma resposta imune à doença. As fases dois (que ainda está ocorrendo no Reino Unido) e três de testes (acontecendo no Reino Unido, Brasil e África do Sul) devem garantir a eficácia completa dela. A opção é tida como a mais promissora pela OMS.
Moderna: a empresa americana iniciou última fase de testes de sua vacina baseada no RNA mensageiro no dia 27 de julho. O teste vai incluir 30 mil pessoas nos Estados Unidos e o governo investiu pesado: cerca de 1 bilhão de dólares para apoiar a pesquisa. A expectativa da empresa é produzir 500 milhões de doses por ano.
Pfizer e BioNTech: a vacina agora também está na fase três de testes e também usa o RNA mensageiro, que tem como objetivo produzir as proteínas antivirais no corpo do indivíduo. A expectativa é testar a vacina em aproximadamente 30.000 voluntários com idades entre 18 e 85 anos no mundo. Desse total, 1.000 serão testados no Brasil. Se tudo der certo, a expectativa é que a eficácia da vacina seja comprovada até o outubro. A empresa espera produzir até 100 milhões de doses até o fim do ano. Outras 1,3 bilhão de doses podem ser fabricadas no ano que vem.
Instituto Gamaleya: em 11 de agosto a Rússia registrou a primeira vacina do mundo contra a covid-19. A vacina russa é baseada no adenovírus humano fundido com a espícula de proteína em formato de coroa que dá nome ao coronavírus e é por meio dessa espícula de proteína que o vírus se prende às células humanas e injeta seu material genético para se replicar até causar a apoptose, a morte celular, e, então, partir para a próxima vítima. Na última segunda-feira, 31, o país anunciou que o primeiro lote de sua vacina, a “Sputnik V”, estará disponível já neste mês.
CanSino: a vacina chinesa usa um vírus inofensivo do resfriado conhecido como adenovírus de tipo 5 (Ad5) para transportar material genético do coronavírus para o corpo e, segundo a companhia, conseguiu induzir uma resposta imune nos indivíduos que foram testados. No começo de agosto, a China concedeu a primeira patente da vacina.
Janssen Pharmaceutical Companies: a vacina, em parceria com a gigante Johnson&Johnson, será “produzida em larga escala”, segundo as empresas, e conseguiu induzir imunidade robusta em testes pré-clínicos. O plano da Janssen é produzir até 1 bilhão de doses que serão distribuídas mundialmente em 2021, após a aprovação. A tecnologia usada para a produção dela é a mesma utilizada no desenvolvimento da vacina da Ebola, que inclui o uso do vírus inativado da gripe comum, incapaz de ser replicado.
Quais são as fases de uma vacina?
Para uma vacina ou medicação ser aprovada e distribuída, ela precisa passar por três fases de testes. A fase 1 é a inicial, quando as empresas tentam comprovar a segurança de seus medicamentos em seres humanos; a segunda é a fase que tenta estabelecer que a vacina ou o remédio produz, sim, imunidade contra um vírus, já a fase 3 é a última fase do estudo e tenta demonstrar a eficácia da droga.
Uma vacina é finalmente disponibilizada para a população quando essa fase é finalizada e a proteção recebe um registro sanitário. Por fim, na fase 4, a vacina ou o remédio é disponibilizado para a população.
Com isso, as medidas de proteção, como o uso de máscaras, e o distanciamento social ainda precisam ser mantidas. A verdadeira comemoração sobre a criação de uma vacina deve ficar para o futuro, quando soubermos que a imunidade protetora realmente é desenvolvida após a aplicação de uma vacina. Até o momento, nenhuma situação do tipo aconteceu. (Com Exame.com)
O dólar fechou no menor patamar desde o final de julho nesta segunda dia 14, caindo cerca de 1%, com investidores imprimindo no câmbio um começo de semana otimista nos mercados globais antes de importantes decisões de política monetária nos próximos dias.
O dólar à vista recuou 1,10%, a R$ 5,2747 para a venda, menor nível desde 31 de julho (R$ 5,2185).
A moeda oscilou entre R$ 5,3244, na máxima alcançada pela manhã (-0,16%), e R$ 5,2626 reais na mínima (-1,32%), durante a tarde.
Na B3, a bolsa de valores brasileira, o contrato de dólar de maior liquidez cedia 0,83% às 17h05, para R$ 5,2795.
O real esteve entre as moedas com melhor desempenho nesta sessão, acompanhado outras divisas emergentes sensíveis ao sentimento de risco, como o peso mexicano, que subia 1%, e o rand sul-africano (+0,6%), entre outras.
Vacina e Selic
A melhora do humor de investidores teve relação com notícias sobre testes para vacina contra a covid-19. A farmacêutica Pfizer Inc e a empresa de biotecnologia BioNTech SE propuseram, no sábado (12), expandir a Fase 3 de seus testes, e a farmacêutica AstraZeneca informou, também no final de semana, que havia retomado os testes clínicos britânicos de sua vacina.
Notícias sobre fusões e aquisições também ajudaram a levantar o ânimo de agentes financeiros, no início de uma semana rica em decisões de juros - Brasil, EUA, Japão e Reino Unido atualizam nos próximos dias avaliações sobre suas políticas monetárias.
No Brasil, a expectativa é de manutenção da Selic em 2% ao ano, devido ao recente noticiário fiscal que inspirou maior cautela em meio a leituras mais altas de inflação no atacado e à contínua volatilidade nos ativos financeiros.
O mercado financeiro manteve as estimativas para o dólar ao fim de 2020 (R$ 5,25) e 2021 (R$ 5), mas reduziu a projeção para a Selic no término de 2021 de 2,88% para 2,50%, conforme a mais recente pesquisa Focus do BC divulgada mais cedo.
A Selic baixa tem sido citada como uma das causas para a instabilidade no câmbio e também para maior dificuldades do Tesouro Nacional de rolar a dívida pública em meio a um já fragilizado quadro fiscal.
"(No médio prazo) tudo isso (juro baixo) dificulta ainda mais a apreciação do real perante o dólar, uma vez que limita muito o fluxo de capitais estrangeiros para cá", disse Fernando Bergallo, CEO da FB Capital, citando que o mercado segue vendo dólar cotado pelo menos em R$ 5 até o fim do ano que vem.
O dólar fechou 2019 valendo R4 4,0129. Em 2020, a moeda norte-americana dispara 31,44%, o que faz do real a divisa relevante com pior desempenho no período. (Com Agência Brasil)























