Brasil e Reino Unido assinaram hoje dia 29, um memorando de entendimento para impulsionar a cooperação na área de transformação digital. Em nota, o Ministério da Economia explicou que o país europeu passará a colaborar de forma sistemática para a criação de estratégias e a aplicação de soluções em prol dos serviços públicos brasileiros. 

“Na prática, a digitalização, a transparência, a governança de dados, a inovação e a acessibilidade serão enfatizadas”, disse.
O documento foi assinado pelo secretário de Governo Digital do Ministério da Economia, Luis Felipe Monteiro, e a encarregada de Negócios da Embaixada Britânica, ministra-conselheira Liz Davidson.
“O Reino Unido está nas primeiras colocações nos rankings de governo digital da Organização das Nações Unidas (ONU) e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e adotou uma estratégia bem-sucedida de centralização de canais, que foi uma das inspirações para a construção do nosso gov.br”, ressalta Monteiro, na nota.
Portal
O portal único do governo federal, gov.br, reúne mais de quatro mil serviços, sendo que 65% podem ser solicitados apenas por via digital.
O memorando de entendimento tem duração até março de 2023. De acordo com o Ministério da Economia, entre as ações de cooperação previstas estão: oferecer treinamento no campo da inovação, digitalização, gestão pública e planejamento governamental com especial ênfase em temas de governança de dados e acessibilidade; participar do planejamento e implementação de soluções concretas de digitalização; e compartilhamento de conhecimento mútuo no Brasil.
O Brasil já possui cooperação semelhante com a Dinamarca. (Com Agência Brasil)
Depois de oito meses, acaba hoje dia 29, o prazo para contribuintes inscritos na dívida ativa da União aderirem a um dos quatro parcelamentos especiais criados durante a pandemia de covid-19. Chamadas de acordos de transação, as renegociações concedem descontos de 30% a 100% nos juros, nos encargos e nas multas.

A adesão poderá ser feita no portal Regularize. Basta o devedor clicar na opção Acessar Serviços ou usar o login único do Portal gov.br e clicar na opção Negociação de Dívida. Em seguida, o contribuinte preencherá um formulário eletrônico e saberá se está apto à renegociação e receberá uma proposta de adesão.
Modalidade criada para socorrer contribuintes em dificuldades por causa da pandemia, a transação excepcional só abrange dívidas de difícil recuperação, que procedem de devedores falidos, em recuperação judicial ou inscritos há mais de 15 anos da dívida ativa sem garantias que possam ser executadas ou suspensão de exigibilidade. Somente o contribuinte que receber as classificações C e D poderá fazer a renegociação.
Formalizados 161 mil acordos de transação
Segundo a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), desde o início dos parcelamentos, em agosto, até o fim de novembro, foram formalizados cerca de 161 mil acordos de transação, que arrecadaram R$ 1,29 bilhão. As renegociações abrangem aproximadamente 500 mil débitos inscritos na dívida ativa que somam R$ 50,3 bilhões.
Ao todo, foram criadas quatro modalidades especiais de renegociação nos últimos meses: dívida ativa tributária de pequeno valor, excepcional, extraordinária e excepcional para débitos rurais e extraordinários. O primeiro parcelamento especial foi idealizado em abril. O mais recente, em setembro.
A PGFN forneceu uma tabela para o contribuinte consultar as diferenças de cada modalidade de acordo. (Com Agência Brasil)
Após dois meses seguidos de queda, o Índice de Confiança de Serviços (ICS), divulgado hoje dia 29, pelo Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre), subiu 0,8 ponto em dezembro e fechou o ano em 86,2 pontos, dez pontos abaixo do registrado em dezembro de 2019. Na média móvel trimestral, o índice caiu 0,5 ponto.

Segundo o economista Rodolpho Tobler, da FGV/Ibre, o resultado foi influenciado pela melhora dos indicadores que medem a situação atual, que passou de 79,8 em novembro para 80,7 em dezembro, e as expectativas, que foram de 91,3 para 92 pontos.
“Apesar de favorável, é preciso ter cautela, pois os consumidores ainda estão bastante receosos diante do aumento do número de casos [de covid-19] e da incerteza em relação a chegada da vacina no Brasil. O cenário para os próximos meses é de continuidade da retomada, mas ainda existe um grande caminho até retornar ao nível pré-pandemia”, disse ele.
A pandemia de covid-19 teve forte influência nos indicadores de serviços, com mínimas históricas em abril de 2020. O Índice de Confiança passou de 96,1 pontos em janeiro para 51,1 em abril, o Índice da Situação Atual (ISA-S) caiu de 91,5 para 55,5 no mesmo período e o Índice de Expectativas (IE-S) foi de 100,9 em janeiro para 47,3 em abril. Desde maio, os indicadores vêm subindo gradualmente, porém, sem atingir os níveis anteriores à doença se espalhar no Brasil.
Dois horizontes temporais
Entre os componentes do ICS, seis dos 13 segmentos pesquisados tiveram alta nos dois horizontes temporais na passagem de novembro para dezembro.
O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) do setor de serviços caiu 0,6 ponto percentual e ficou em 82,5% em dezembro. Na comparação anual, o indicador fecha 2020 acima do registrado em dezembro de 2019 (81,9%).
A leve melhora também pode ser percebida na comparação trimestral. A média do ICS no quarto trimestre subiu 2,4 pontos em relação ao terceiro, o que representa 84,2% de recuperação sobre o que foi perdido no segundo trimestre de 2020.
O setor que melhor conseguiu recompor as perdas do ano foi o de transportes, com recuperação de 92,6% do ICS perdido. Os serviços prestados às famílias tiveram a segunda maior alta no trimestre, com 5,2 pontos, porém, o setor só conseguiu recuperar 61,1% das perdas do ano. (Com Agência Brasil)
A Petrobrás reajustou em 5% o valor da gasolina e em 4% o óleo diesel S10 e S500. O anúncio foi feito ontem pela estatal, com vigência a partir de hoje dia 29.


Com a medida, o preço médio da gasolina da Petrobras vendida para as distribuidoras aumentou R$ 0,09 e passou a R$ 1,84 por litro. No acumulado do ano, houve redução de 4,1% no preço da gasolina. Segundo a estatal, em 2020 foram feitos 41 reajustes nesse combustível, sendo 20 aumentos e 21 reduções no valor.
Para o óleo diesel, o valor para as distribuidoras aumentou R$ 0,08, chegando a R$ 2,02 por litro. O diesel acumula queda de 13,2 % no ano, em um total de 32 reajustes, com 17 aumentos e 15 reduções no valor. (Com Agência Brasil)
À frente de um acordo que prevê a produção de uma vacina contra Covid-19 no Brasil, a Fiocruz planeja entrar com um pedido de registro do imunizante até o dia 15 de janeiro, disse à reportagem nesta segunda-feira (28) o vice-presidente de inovações da instituição, Marco Krieger.
Desde junho, a Fiocruz trabalha em uma parceria para transferência de tecnologia com a farmacêutica AstraZeneca e a Universidade de Oxford, que desenvolvem a vacina. O acordo é considerado a principal aposta do Ministério da Saúde para a vacinação contra a Covid.
Segundo Krieger, o pedido pode ser feito já na próxima semana caso sejam finalizados alguns documentos. Ele afirma que os primeiros dados ligados à vacina começaram a ser submetidos à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) pelas empresas ainda em setembro, de forma escalonada.
“A maior parte dos dados já foram entregues, falta só a última parte de manufatura e controle que estamos finalizando para entrar. Devemos entrar [com o pedido] na semana que vem ou no mais tardar [poucos dias depois]. Nosso deadline interno é fazer isso até o dia 15 de janeiro, mas estamos com expectativa de antecipar um pouco”, afirmou.
A previsão de pedir o registro em janeiro já constava no cronograma da Fiocruz, mas a data ainda não tinha sido divulgada e havia dúvidas sobre o risco de haver atrasos nesse processo.
Mais cedo, o vice-presidente de inovações confirmou em entrevista à Rádio Gaúcha que o cronograma está mantido. Segundo ele, a instituição deve fazer o pedido de registro definitivo, e não o de uso emergencial.
A informação foi confirmada à reportagem. “Nossa expectativa era fazer pedido no fim de janeiro, a Anvisa demorar um mês e conseguirmos entregar as doses até março. Agora vimos que conseguimos antecipar em 15 dias a submissão, e temos sinalização da Anvisa de avaliações mais rápidas”, disse sobre o processo de entrega de dados à agência até que haja o pedido de liberação para oferta à população.
Atualmente, a Fiocruz tem um acordo para entregar 210 milhões de doses ao Ministério da Saúde –desse total, 100 milhões seriam entregues no primeiro semestre, e o restante nos meses seguintes. A expectativa é iniciar a produção das doses no dia 20 de janeiro.
Em audiência na Câmara dos Deputados na última semana, a presidente da fundação, Nísia Trindade, disse que a previsão era entregar 1 milhão de doses da vacina de 8 a 12 fevereiro e mais 1 milhão na semana seguinte para o PNI (Programa Nacional de Imunização), do Ministério da Saúde. A partir de então, serão 700 mil doses diariamente.
A instituição ainda trabalha para tentar adiantar parte das doses, o que permitiria antecipar a vacinação. “Temos uma expectativa real de conseguir antecipar o número de doses, em vez de 100 milhões nos primeiros seis meses, adiantar em um a dois meses, e aumentar nossa escala em seguida. Estamos tentando acelerar, mas no momento nossos dados ainda são esses”, diz Krieger.
Nas últimas semanas, a possibilidade de haver atrasos no cronograma passou a ser aventada em meio a questionamentos sobre os dados de eficácia da vacina, que teve números diferentes conforme a aplicação das doses. A situação fez com que a AstraZeneca anunciasse novos estudos.
Krieger, no entanto, diz que isso não interfere no cronograma e que os dados já apresentados permitiriam a solicitação do registro. Os demais dados seriam adicionais, afirma. “Eles já trazem um benefício muito grande. São vacinas que estão mostrando capacidade de proteção muito alta, o que supera nossas expectativas”, diz. “Ela tem ainda vantagens adicionais, de estabilidade e facilidade de produção.”
Recentemente, a Anvisa concedeu um certificado de boas práticas de fabricação à empresa Wuxi Biologics, que fica na China, e que fornece os insumos para produção da vacina. (Com FOLHAPRESS)
Ao todo, a ação de incentivo à poupança "Poupar e Ganhar sem Parar" distribuiu R$ 2,5 milhões em prêmios para 202 associados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro.
O associado da agência Sicredi de Presidente Venceslau (SP) Saulo Zulim é o mais novo milionário contemplado pela campanha “Poupar e Ganhar sem Parar”. A iniciativa promovida pela instituição financeira cooperativa nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro distribuiu, ao todo, R$ 2,5 milhões em prêmios, em 202 sorteios.
O associado da Sicredi Rio Paraná PR/SP foi o grande vencedor da promoção e recebeu no dia 22 de dezembro, por intermédio do filho Felipe, o prêmio de R$ 1 milhão. Na ocasião, a família comentou sobre a importância de desenvolver o hábito da poupança: “É inacreditável, fiquei sem palavras na hora que recebi a notícia. A emoção de ganhar é inexplicável. E agora é uma boa oportunidade para as pessoas também aplicarem na poupança e, assim como eu, além de guardar o dinheiro, também concorrer a prêmios”.
NOSSA COOPERATIVA
Na Sicredi Grandes Lagos PR/SP, embora os prêmios principais da campanha de R$ 500 mil, sorteado em outubro, e o de R$ 1 milhão sorteado agora não tenham saído para nenhum dos mais de 32 mil associados da cooperativa, o presidente Orlando Muffato destaca que a cooperativa teve nove ganhadores nos sorteios semanais da campanha no valor de R$ 5 mil, um recorde desde que a promoção começou, há quatro anos. “Parabéns para os associados que pouparam e ganharam, especialmente os da nossa cooperativa que foram premiados. Claro que gostaríamos de ter um dos nossos associados contemplados com um dos prêmios principais. Mesmo assim, ficamos felizes e satisfeitos com a campanha. Aproveitamos para convidar os demais associados para também investirem no Sicredi, já que em 2021 teremos novamente essa campanha”, adianta.
O presidente explica ainda que a poupança é uma importante fonte de captação de recursos, na qual 70% dos valores aplicados são reinvestidos pelo Sicredi na comunidade, principalmente na forma de crédito rural. “O Sicredi movimenta a economia local e aplica os recursos investidos na cooperativa na própria localidade”, esclarece o presidente.
RESULTADO DA CAMPANHA
O Sicredi registrou, entre os meses de março e novembro, mais de R$ 2,4 bilhões de incremento na poupança, somente nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. A gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Adriana Zandoná França, explica que, além do benefício com a reserva do dinheiro, o poupador associado ainda conta com vantagens como a participação nos resultados e o impacto positivo nas comunidades. “Um dos grandes diferenciais do cooperativismo é a promoção do ciclo virtuoso.
Isso significa que os recursos financeiros investidos na instituição permanecem na área de atuação da cooperativa. Por isso, os valores aplicados em poupança ajudam a promover o desenvolvimento, fomentando, por exemplo, o crédito rural, contribuindo para o fortalecimento da economia regional”, explica.
O Sicredi desenvolve ações voltadas para a educação financeira. O conhecimento que ajuda a garantir uma sociedade mais próspera, tanto economicamente, quanto socialmente. A campanha "Poupar e Ganhar sem Parar” é um incentivo a mais ao planejamento financeiro dos associados. Em 2020, a ação gerou 104 milhões de números da sorte, distribuídos entre os poupadores, um recorde desde que a promoção começou, há quatro anos.
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,8 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 23 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).
Por Assessoria






















