Portaria institui obrigatoriedade do registro da aplicação da vacina

O Ministério da Saúde publicou, hoje (18), no Diário Oficial da União (DOU), a portaria instituindo a obrigatoriedade do registro de aplicação de vacinas contra a covid-19 nos sistemas de informação disponibilizados pela pasta. A medida vale para as instituições públicas e privadas que realizarem o procedimento de vacinação. No caso das instituições públicas, as informações deverão ser registradas de maneira individualizada.

 

Segundo a portaria, a medida levou em consideração a necessidade de planejar e executar respostas adequadas para o enfrentamento da pandemia, que "sejam condizentes com a velocidade da mudança no cenário epidemiológico e o potencial esgotamento da capacidade instalada dos serviços de saúde''.

 

De acordo com o ministério, também foi levada em consideração, a necessidade de articular ações para a integração de serviços de saúde, em especial da vigilância, com o objetivo de dar uma resposta mais rápida para as diferentes situações que possam vir a ocorrer.

 

Segundo a portaria, as instituições que quiserem vacinar contra o coronavírus deverão estar devidamente licenciadas para a atividade pela autoridade sanitária competente e também estar inscritas no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES).

 

Entre outras obrigações, os serviços deverão manter acessíveis à autoridade sanitária documentos que comprovem a origem das vacinas utilizadas contra a covid-19; notificar a ocorrência de eventos adversos pós-vacinação; investigar incidentes e falhas em seus processos que podem ter contribuído para a ocorrência de erros de vacinação.

 

As instituições terão ainda que registrar as vacinas contra a covid-19 adquiridas ou recebidas, com a identificação dos lotes e laboratórios.

 

No caso dos serviços de vacinação públicos, eles também deverão controlar e registrar os estoques e a distribuição de vacinas contra a covid-19, por meio de sistema do Ministério da Saúde. Essas instituições deverão ainda registrar e controlar as perdas físicas e técnicas das vacinas.

 

Dados cadastrais

 

As instituições públicas terão que manter atualizados os dados cadastrais de residência do cidadão vacinado no Sistema de Cadastramento de Usuários do SUS (Cadsus). Entre outras informações deverão constar dados como o número do CPF ou do Cartão Nacional de Saúde (CNS), nome completo do vacinado, sexo, data de nascimento e nome da mãe do vacinado.

 

Também serão solicitadas informações adicionais como data da vacinação; a qual grupo prioritário para vacinação pertence a pessoa vacinada; o nome e o código da vacina; número do lote da vacina; nome do fabricante; CPF do vacinador; tipo de dose aplicada e CNES do serviço de vacinação.

 

A portaria também traz instruções sobre as informações mínimas que devem constar no cartão de vacinação contra a covid-19. São elas o nome completo, documento de identificação e data de nascimento da pessoa vacinada; nome da vacina; dose aplicada; data da vacinação; número do lote da vacina; nome do fabricante; identificação do serviço de vacinação; identificação do vacinador; e data da próxima dose, quando aplicável.

 

A comprovação da vacinação poderá ser feita por meio do cartão de vacinação, do Certificado Nacional de Vacinação emitido pelo serviço de vacinação ou pelo próprio cidadão, via aplicativo Conecte SUS disponibilizado pelo Ministério da Saúde. (Com Agência Brasil)

 

 

 

Governo lança o Pedala Paraná, de incentivo ao esporte e turismo

O Governo do Estado lançou o programa Pedala Paraná, que busca incentivar a modalidade e  fomentar o turismo. O lançamento foi neste domingo dia 17, em Guaratuba, no Litoral, com a participação de 130 ciclistas. Na largada, todos os participantes passaram por aferição de temperatura corporal, além de serem orientados sobre os protocolos de prevenção ao coronavírus, utilizando máscara, mantendo o distanciamento e higienizando as mãos com álcool em gel.

 

A ciclorrota de 32km, localizada na Estrada do Descoberto, é a primeira de três que serão inauguradas ainda este mês no Litoral, contemplando também Matinhos e Pontal do Paraná. Elas integrarão um total de 20 circuitos previstos para serem lançados até o fim de 2021, em diferentes pontos do Estado.

 

O programa é realizado pela Paraná Esporte, em parceria com a Paraná Turismo, Detran e prefeituras. “Atualmente, o ciclismo é um dos esportes que mais crescem no Brasil e também no Paraná. Com essa ciclorrota em Guaratuba e todas as outras que vamos inaugurar em diversas cidades paranaenses, além de incentivar a prática esportiva, vamos ajudar a fomentar o turismo e comércio do Estado”, destacou o superintendente do Esporte Paraná, Helio Wirbiski. “A ideia é criar emprego, renda e desenvolver as potências turísticas", afirmou.

 

O prefeito de Guaratuba, Roberto Justus, resumiu o lançamento da ciclorrota como um evento completo. “Reunir esporte, que molda o caráter, reforça vínculos familiares e melhora a autoestima das pessoas, com o turismo, que é a vocação do nosso município, só vem a somar neste momento tão complicado que estamos vivendo”, declarou.

 

 Segundo o diretor-presidente da Paraná Turismo, João Jacob Mehl, o Paraná inteiro está preocupado com o turismo, pois no último ano houve uma grande queda, trazendo prejuízos para muitas empresas do setor. “A recuperação está começando graças a trabalhos como esse. Isso nos dá alento e alegria em ver que é possível recuperar o turismo no Paraná por meio de iniciativas como esta”.

 

A retomada das atividades esportivas foi comemorada pelo ciclista Willians Sada. “Estamos muito satisfeitos por essa iniciativa do Governo do Estado de possibilitar a retomada de eventos como este que são tão importantes para a saúde física e mental de todos nós”, afirmou. Participou do lançamento do programa um dos maiores nomes do ciclismo paranaense, Adir Romeo, que falou sobre a importância da retomada do esporte aliado ao turismo em todo o Paraná. “É um grande passo para a retomada de um pedala com saúde e um resgate do turismo que as cidades vão ofertar para que os ciclistas conheçam e desfrutem das belezas da natureza que o Paraná tem”.

 

Os demais ciclistas também aprovaram a proposta de um turismo diferenciado. Um exemplo é Ledamir Silveira, que mora em Itapoá (SC). “Foi ótimo o pedal! Os caminhos estão muito bem sinalizados e isso é muito importante em um trajeto”, disse ela. O ciclista de Guaratuba, Cecilio Borba Júnior, que ficou sabendo da programação do Pelada Paraná pelas redes sociais do Governo do Paraná, disse que ficou muito satisfeito. “É uma trilha muito bacana! Estou muito feliz, pois, com a inauguração dessa rota, estão divulgando uma área pouco explorada de nossa região”, afirmou.

 

INFRAESTRUTURA - Com 32 quilômetros e considerada de intensidade média, a Rota do Descoberto, localizada na zona rural de Guaratuba. De acordo com o diretor estadual de Inovação, Incentivo e Fomento ao Esporte, Tiago Campos, a nova ciclorrota de Guaratuba foi pensada para atender as demandas dos ciclistas locais, e também os turistas que passam pelo Litoral. “A Rota do Descoberto tem pisos de areia, de terra e pedras, então é um desafio grande para os ciclistas, mas é como eles gostam de praticar o esporte. Por isso, fizemos questão de preparar uma rota bem sinalizada e equipada para que todos que passarem por aqui possam aproveitar ao máximo o que esse pedal pode oferecer”, declarou.

 

Essa primeira ciclorrota, assim como as demais, são construídas a partir de madeira de reflorestamento e lixo coletado nas trilhas, aglutinados em um processo único, formando a lixeira e a placa que abriga o mapa. Elas são equipadas com estações de apoio, contendo ferramentas para socorros de urgência, bomba para encher pneu, além de um mapa com as informações do trajeto.

 

PRÓXIMAS ETAPAS - Em Matinhos, a ciclorrota terá um trajeto urbano, circundando a orla. A inauguração está prevista para o dia 24 de janeiro. Em Pontal do Paraná, a rota será na Estrada do Rio Guaraguaçu, passando pela Aldeia Karaguata Poty, da tribo Guarani, e terminando na Área de Preservação Arqueológica dos Sambaquis - um depósito feito por povos primitivos, de valor histórico e, para os índios, espiritual. O lançamento em Pontal será em 31 de janeiro.(Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

Auxílio emergencial: Caixa libera saque para nascidos em agosto

A Caixa Econômica Federal liberou hoje dia 18, as operações de saques e transferências de parcelas do auxílio emergencial e auxílio emergencial extensão para 3,4 milhões de pessoas nascidas em agosto.

 

Esses beneficiários tiveram o dinheiro creditado na poupança social digital nos ciclos 5 e 6 de pagamentos do programa, no total de R$ 2,4 bilhões. Agora, quem ainda tiver recursos na conta poderá sacar nas lotéricas, correspondentes Caixa Aqui ou mesmo nas agências.

 

Para o saque em espécie, é preciso fazer o login no aplicativo Caixa Tem, selecionar a opção “saque sem cartão” e “gerar código de saque”. Depois, o trabalhador deve inserir a senha para visualizar o código de saque na tela do celular, com validade de uma hora. Esse código deve ser utilizado para a retirada do dinheiro.

 

Além disso, é possível movimentar ou transferir os recursos para contas em outros bancos por meio do aplicativo Caixa Tem. Com ele ainda é possível fazer compras na internet e nas maquininhas em diversos estabelecimentos comerciais, por meio do cartão de débito virtual e QR Code. O beneficiário também pode pagar boletos e contas, como água e telefone, pelo próprio aplicativo ou nas casas lotéricas.

 

O calendário do auxílio emergencial foi organizado em seis ciclos de crédito em conta poupança social digital e de saque em espécie, de acordo com o mês de nascimento. Em dezembro, a Caixa encerrou a etapa de pagamentos em conta. Já a liberação das operações de transferências e saques acontece até 27 de janeiro. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

 

Caixa assume gestão dos recursos e pagamentos do Dpvat

A partir desta segunda dia 18, a Caixa passa a ser gestora dos recursos e do pagamento das indenizações do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre, o Dpvat. O presidente da instituição, Pedro Guimarães, e a superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Solange Vieira, deram detalhes sobre o processo de migração.

 

De acordo com o banco, a mudança vai proporcionar eficiência e transparência na gestão dos recursos e maior rapidez na análise e pagamento do seguro a quem realmente precisa.

 

 

Criado em 1974, o Dpvat indeniza vitimas de acidentes de trânsito, sejam motoristas, passageiros ou pedestres, brasileiros ou estrangeiros, independentemente da culpa. A indenização é paga em casos de morte, invalidez permanente total ou parcial e para o reembolso de despesas médicas e hospitalares da rede privada por danos físicos causados por acidentes com veículos automotores de via terrestre ou por suas cargas. Estão enquadrados os acidentes de trânsito envolvendo carros, motos, caminhões, caminhonetes, ônibus e tratores (sujeitos ao licenciamento do Detran).

 

Atendimento

 

Segundo a Caixa, as solicitações de indenização poderão ser feitas nas agências, já a partir de hoje. Para isso, a pessoa deve apresentar a documentação requerida por lei, conforme a cobertura aplicável. A Caixa informa ainda que, em breve, será lançado um aplicativo do Dpvat, que irá proporcionar ainda mais facilidade na hora de solicitar o seguro. O aplicativo permitirá o upload dos documentos e o acompanhamento da solicitação de indenização. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

 

 

Mercado financeiro aumenta projeção da inflação para 3,43%

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA - a inflação oficial do país) deste ano subiu de 3,34% para 3,43%. A estimativa está no boletim Focus de hoje dia 18, pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a projeção para os principais indicadores econômicos.

 

Para 2022, a estimativa de inflação foi mantida em 3,50%. As previsões para 2023 e 2024 são de 3,25% e 3,22%, respectivamente.

 

O cálculo para 2021 está abaixo do piso da meta de inflação que deve ser perseguida pelo Banco Central. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior, 5,25%.

 

Selic

 

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 2% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

 

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic encerre 2021 em 3,25% ao ano. Para o fim de 2022, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,75% ao ano. E para o fim de 2023 e 2024, a previsão é 6% ao ano.

 

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Entretanto, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

 

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

 

PIB e câmbio

 

As instituições financeiras consultadas pelo BC ajustaram a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano de 3,41% para 3,45%. Para o próximo ano, a expectativa para Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 2,50%, a mesma previsão há 143 semanas consecutivas. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro também continua projetando expansão do PIB em 2,50%.

 

A previsão para a cotação do dólar permanece em R$ 5, ao final deste ano. Para o fim de 2022, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,75. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

 

 

Conheça o sistema de correção do Enem

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) utiliza um sistema de correção chamado teoria de resposta ao item (TRI). Mesmo com o gabarito em mãos, não é possível saber a pontuação final do exame. O sistema, conhecido como um método “antichute”, pode ser usado a favor dos estudantes, principalmente nas provas de exatas, que serão aplicadas no próximo domingo dia 24. Professores entrevistados pela Agência Brasil dão algumas dicas de como se sair bem no segundo dia de aplicação do Enem. 

 

“A dica geral é que acertar as questões fáceis dá mais pontos para o estudante. Como ele pode lidar com isso? Focando em acertar as questões fáceis. Na prática, na hora da prova, isso significa pular as questões difíceis. O Enem é uma prova que tem muitas questões e pouco tempo para resolver cada questão. Então, se perder muito tempo em uma questão difícil, isso não vai dar muito ponto no final e não vai valer tanto a pena”, explica o diretor de ensino do cursinho online Me Salva!, André Corleta. 

 

Nesse domingo (17), os estudantes fizeram as provas de linguagens, ciências humanas e redação. No próximo, resolverão, em cinco horas, as questões de ciências da natureza e de matemática. Ambas provas objetivas, de múltipla escolha. Cada uma com 45 questões. 

 

As questões do Enem são escolhidas a partir de um banco de questões do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que é frequentemente abastecido com novas questões. Cada questão é testada antecipadamente com um grupo de estudantes e classificada de acordo com a dificuldade. Por causa disso, é possível compor várias provas do Enem,com questões diferentes, mas com o mesmo nível de dificuldade. 

 

Na hora da correção, segundo o professor de física do pré-vestibular online Descomplica Rafael Vilaça, o TRI vai levar em consideração a coerência da prova, ou seja, é esperado que um estudante que acerte questões muito difíceis, acerte também as muito fáceis. Se isso não acontecer, o sistema pode entender que ele chutou a questão e, por isso, ele pontuará menos nessa questão do que estudantes que tenham mantido certa coerência esperada. “A primeira dica é, então, identificar as questões fáceis de cada disciplina”, diz Vilaça. 

 

“Essa metodologia funciona muito bem quando se tem essa diferenciação entre questões fáceis e difíceis explícita. Isso acontece mais no segundo dia de prova, quando se tem matemática e ciências da natureza. Entre as humanidades [no primeiro dia de prova] é mais difícil”, complementa Corleta. Questões que demandam muitos cálculos e operações complexas são, geralmente, mais difíceis. 

 

Vilaça orienta os estudantes a, caso não saibam uma questão, pular para outra. No fim da prova, se sobrar tempo, o estudante deve voltar nessas questões e tentar resolvê-las. “Sempre estimulo os alunos a tentar fazer as questões teóricas, não que sejam mais fáceis mas levam menos tempo e fazem com que se garanta as questões fáceis e teóricas e, também, uma coerência na prova”, diz.

 

Para o professor, nenhuma questão deve ser deixada em branco. Em último caso, o estudante deve chutar. “O chute é sempre melhor que deixar em branco. Nunca deixe. Porque mesmo que não esteja tão coerente a prova pelo fato de ter chutado a questão, se chutar e tiver a sorte de acertar, isso não significa que perderá ponto, mas que a questão valerá menos. Se deixar em branco, é zero”. 

 

Enem 2020 

Ao todo, cerca de 5,8 milhões de estudantes estão inscritos no exame. O Enem 2020 terá uma versão impressa, que começou a ser aplicada no último domingo (17) e segue no próximo fim de semana, no dia 24 de janeiro, e uma digital, realizada de forma piloto para 96 mil candidatos, nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro.

As medidas de segurança adotadas em relação à pandemia do novo coronavírus serão as mesmas tanto no Enem impresso quanto no digital. Haverá, por exemplo, um número reduzido de estudantes por sala, para garantir o distanciamento entre os participantes. Durante todo o tempo de realização da prova, os candidatos estarão obrigados a usar máscaras de proteção da forma correta, tapando o nariz e a boca, sob pena de serem eliminados do exame. Além disso, o álcool em gel estará disponível em todos os locais de aplicação.

Quem for diagnosticado com covid-19, ou apresentar sintomas dessa ou de outras doenças infectocontagiosas até a data do exame, não deverá comparecer ao local de prova e sim entrar em contato com o Inep pela Página do Participante, ou pelo telefone 0800-616161, e terá direito a fazer a prova na data de reaplicação do Enem, nos dias 23 e 24 de fevereiro. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

 

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