O Índice de Confiança da Indústria (ICI), medido no país pela Fundação Getulio Vargas (FGV) , cresceu 0,8 ponto de junho para julho deste ano e atingiu 108,4 pontos, em uma escala de zero a 200. Essa foi a terceira alta consecutiva do indicador, que atingiu o maior valor desde janeiro deste ano (111,3 pontos).

A alta foi puxada principalmente pelo Índice de Expectativas, que mede a confiança do empresariado da indústria brasileira em relação ao futuro e que subiu 0,9 ponto. Com essa, que foi a terceira alta consecutiva, o indicador chegou a 104,9 pontos.
O Índice da Situação Atual, que apura a percepção do empresariado sobre o presente, subiu 0,5 ponto e chegou a 111,8 pontos.
Faltam insumos
Apesar da alta do ICI, houve uma desaceleração em relação ao crescimento de junho (3,4 pontos). “As empresas ainda enfrentam um cenário de escassez de insumos, possibilidade de racionamento energético e alta incerteza econômica, fatores que tendem a limitar uma alta mais expressiva da confiança nos próximos meses”, disse a economista da FGV, Claudia Perdigão.
O Nível de Utilização da Capacidade Instalada subiu 0,7 ponto percentual, indo para 80,1%, maior valor desde novembro de 2014 (80,3%). (Com Agência Brasil)
Os ativos de empresas e pessoas físicas brasileiras no exterior chegaram a US$ 558,387 bilhões em 2020, informou hoje (27) o Banco Central (BC). Esses ativos são investimentos em ações, títulos, imóveis, moedas e depósitos ou em empresas no exterior, por exemplo.
Na comparação com 2019, quando os ativos chegaram a US$ 529,221 bilhões, houve crescimento de 5,5%. Os dados são das declarações de Capitais Brasileiros no Exterior.
Do volume total, 80% são de investimentos direto no exterior, como empresas brasileiras que possuem subsidiárias fora do país. Essa participação chegou a US$ 447,991 bilhões em 2020, aumento de 7,5% em relação ao ano anterior.
Esses investimentos foram realizados principalmente nos Países Baixos e em países conhecidos como paraísos fiscais, como as Ilhas Cayman e o Panamá. Os Países Baixos receberam 21% do total de investimentos diretos realizados por brasileiros, chegando a US$ 87 bilhões.
Na distribuição por setores investidos, destacam-se empresas de serviços financeiros e atividades auxiliares, com US$ 62,9 bilhões, e de extração de petróleo e gás natural, com US$ 12 bilhões de participação no capital de investimentos brasileiros diretos. (Com Agência Brasil)
O Governo do Estado e a Associação dos Municípios do Paraná (AMP) acertaram nesta terça-feira (27) as diretrizes de atuação preventiva para amenizar os efeitos sobre a população da massa de ar polar prevista para chegar à Região Sul do País na madrugada desta quarta-feira (28). Entre as ações, ficou estabelecida que uma nota técnica, em conjunto, será emitida até o fim do dia para orientar as prefeituras.
O encontro, realizado de maneira virtual, contou com a participação do secretário-chefe da Casa Civil, Guto Silva; do presidente da AMP e prefeito de Jesuítas, Júnior Weiller; além de representantes das 19 associações regionais de municípios do Paraná e 29 prefeitos.
“O Governo está mobilizado para dar uma resposta rápida para a população. Mas, reforço, não há motivo para pânico. A orientação do governo Ratinho Junior é trabalhar ações preventivas e cuidar especialmente daqueles mais vulneráveis”, afirmou o chefe da Casa Civil.
Guto Silva destacou que o Paraná reforçou os canais de atendimento e diálogo com os municípios para responder prontamente às necessidades de cada região do Estado. “A desinformação, espalhada muitas vezes pela internet, só atrapalha. Teremos frio, mas nada diferente do padrão do inverno paranaense. Nada de -25ºC, -15ºC ou -10ºC”, ressaltou.
O trabalho envolverá várias secretarias e órgãos da administração pública, sob coordenação da Defesa Civil do Paraná. O plano de ação foi dividido em nove tópicos: monitoramento e acompanhamento; atendimento à população vulnerável; ajuda humanitária; saúde; agricultura; animais; prevenção de incêndios; comunicação social e a tendimento a comunidades tradicionais.
“Estamos atentos. Informações erradas levam pânico à população. Teremos sim momentos mais frios, com geada, mas nada de temperaturas extremas. O Estado está alerta e o acompanhamento da Defesa Civil é diário”, afirmou o coordenador estadual da Defesa Civil, coronel Fernando Schunig.
A maior preocupação, alertou ele, é para com a população mais vulnerável, como moradores de rua, ribeirinhas, quilombolas e indígenas, entre outros. Para isso, o Estado prevê o acionamento de estruturas de abrigos previstas nos Planos de Contingência Municipais; distribuição de alimentação quente; reforço na atuação das secretarias municipais de assistência social; e mobilização de igrejas e grupos de voluntários para atendimento aos moradores de rua.
“O monitoramento será forte para que a população não seja pega de surpresa”, disse o coordenador.
Segundo o presidente da AMP, Júnior Weiller, essa reunião do governo com as associações revela um grande nível de sensibilidade do Estado para amenizar o sofrimento dos paranaenses. “As prefeituras estão todas engajadas”, acrescentou.
AQUECE PARANÁ – Também como forma de amenizar a dificuldade da população, a Superintendência de Ação Social do Estado vai antecipar a entrega de 40 mil peças arrecadadas dentro da campanha Aquece Paraná. O material começará a ser distribuído nesta quarta-feira (28), com prioridades para as regiões mais frias, como o Centro-Sul.
O lote com agasalhos, cobertores e demais acessórios de frio encorpa outras duas remessas, também de 40 mil peças no total, já destinadas à população. “E já estamos prevendo uma nova remessa com doação para a próxima semana”, afirmou a coordenadora de projetos da Superintendência de Ação Social, Camilla Guimarães.
TEMPERATURA – De acordo com o Simepar (Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná), a onda seguirá o padrão local, caracterizado por um clima frio e seco e temperaturas mínimas variando entre -1 °C e -5 °C.
Apenas nos pontos de maior altitude, como no alto de montanhas, o frio pode ser mais intenso.
O serviço social autônomo, vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e Turismo (Sedest), aponta que o frio será entre os dias 28 e 30 de julho, especialmente nas regiões Sudoeste, Sul, Central e Campos Gerais.
Já na Região Metropolitana de Curitiba, Norte e Oeste há previsão de valores oscilando entre 0°C e -3°C. No Litoral deve chegar a 5ºC. Nesse período há indicativo para ocorrência de geadas fortes e generalizadas em todo o Paraná. (Com AEN)
Com a vacinação de mais de 96 milhões de brasileiros contra a covid-19 com, pelo menos, a primeira dose do imunizante, o número de casos e de óbitos pela doença caíram cerca de 40%, em um mês, de acordo com dados do LocalizaSUS, plataforma do Ministério da Saúde.
Os números consideram a média móvel de casos e mortes de 25 de junho a 25 de julho deste ano. No caso das mortes, a queda é de 42%: passou de uma média móvel de 1,92 mil para 1,17 mil, no período. O número de casos caiu para 42,77 mil na média móvel de domingo (25), o que representa redução de 40% em relação ao dia 25 de junho, segundo o Ministério da Saúde.
Vacinas
O Brasil ultrapassou a marca de 60% da população vacinada com, pelo menos, uma dose de vacina contra a covid-19. Nessa situação já são mais de 96,3 milhões de brasileiros, dos 160 milhões com mais de 18 anos. Apesar da boa marca de primeira dose, segundo dados do vacinômetro do Ministério da Saúde, o número de pessoas com ciclo de imunização completo, ou seja, que tomaram duas doses da vacina ou a dose única é de 37,9 milhões de pessoas. Para que as vacinas sejam de fato eficazes, as autoridades de saúde alertam que é necessário que as pessoas tomem as duas doses. "A medida reforça o sistema imunológico e reduz as chances de infecção grave, gravíssima e, principalmente, óbitos em decorrência da covid-19", destaca o Ministério.
Ainda segundo balanço da pasta, das 164,4 milhões de doses enviadas para os estados, 81,5 milhões são da AstraZeneca/Oxford, 60,4 milhões são da CoronaVac/Sinovac, 17,8 milhões de Pfizer/BioNTech e 4,7 milhões da Janssen, imunizante de dose única. “Todas as vacinas estão devidamente testadas, são seguras e têm autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para serem aplicadas nos braços dos brasileiros”, destacou o Ministério.
Novas doses
Até o fim de 2021, a expectativa é de que mais de 600 milhões de doses de imunizantes contra o novo coronavírus, contratadas por meio de acordos com diferentes laboratórios, sejam entregues ao Programa Nacional de Imunizações. Somente para o mês de agosto, a previsão é de que a pasta receba, pelo menos, 63 milhões de doses.
Produção local
A partir de outubro, o Brasil deve entrar em uma nova fase em relação à vacinas contra a covid-19 com a entrega das primeiras doses 100% nacionais. É que o Brasil assinou um acordo de transferência de tecnologia da AstraZeneca para a Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz) que permitirá a produção nacional do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) da vacina de covid-19. Atualmente, o Brasil só produz vacina com o IFA importado. (Com Agência Brasil)
O Ministério da Saúde disse hoje (27) ter enviado a estados e municípios todas as doses necessárias para a imunização, na primeira fase, contra a covid-19 para trabalhadores da educação básica e superior.
De acordo com a pasta, até o momento foram vacinados com ao menos uma dose 3,2 milhões de trabalhadores, entre professores e outros profissionais, e 513 mil completaram o esquema de imunização.
Entre os profissionais da educação superior, mais de 340 mil já tomaram uma dose e mais de 30 mil estão imunizados com as duas doses ou dose única, informou o ministério. Os dados estão na plataforma LocalizaSUS.
Trabalhadores da educação estão entre os grupos prioritários desde o início do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a covid-19, mas o governo anunciou em maio um esforço para antecipar a imunização desse grupo, com o objetivo do retorno as aulas presenciais. (Com Agência Brasil)
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) vem atualizando informações sobre a nova massa de ar polar que causará “frio intenso” nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e no sul da Região Norte entre os dias 28 de julho e 1º de agosto.
Segundo meteorologistas, as temperaturas começam a declinar de forma acentuada a partir de hoje (27) no Rio Grande do Sul. A frente fria deverá trazer chuvas para os três estados da Região Sul, estendendo-se também ao sul de Mato Grosso do Sul para, amanhã (28), chegar em algumas localidades do Sudeste, como o leste de São Paulo, o sul de Minas Gerais e, em seguida, no Rio de Janeiro e Espírito Santo.
Em um vídeo disponibilizado no site do Inmet, a meteorologista Morgana Almeida informa que, eventualmente, em áreas de maior altitude, entre os dias 29 e 31, as temperaturas mínimas ficarão entre -6ºC e -8ºC. “Teremos, pelo menos durante três dias consecutivos, temperaturas máximas inferiores a 10ºC na Região Sul”, disse.
O Inmet acrescenta que, ainda no dia 28, a presença de um ciclone extratropical no Oceano Atlântico intensificará os ventos no litoral da Região Sul e também favorecerá a incursão de umidade nas serras gaúcha e catarinense.
“A combinação de umidade com o ar frio poderá favorecer a ocorrência de chuva congelada e/ou queda de neve nas áreas de maior altitude”, acrescenta a Meteorologia ao informar que persiste a previsão de que - entre os dias 28 e 31 de julho - o ar frio predominará por toda a Região Sudeste, Centro-Oeste e sudoeste da Amazônia Legal, ocasionando mais um episódio de friagem.
Entre os dias 30 de julho e 1º de agosto, a previsão é de que o ar frio avance sobre sul da Bahia e partes do interior da Região Nordeste, com “declínios de temperaturas entre 6ºC e 4°C, especialmente nas áreas de maior altitude”.
Destaques
Entre os destaques climáticos elencados pelo Inmet está a persistência de chance de “mais um evento de queda de neve” nas serras gaúcha e catarinense, de forma “fraca e bem isolada” entre os dias 28 e 29, não sendo descartada a possibilidade de chuva congelada ou neve na serra do Sudeste no Rio Grande do Sul.
Os dias mais críticos – em termos de menores temperaturas, mínimas e máximas na Região Sudeste – serão 29 e 30 deste mês, com mínimas entre -2°C e -5°C na Serra da Mantiqueira, divisa entre São Paulo e Minas Gerais e máximas abaixo de 15°C em parte da região, especialmente nas regiões metropolitanas de São Paulo e Belo Horizonte. “Também são previstas temperaturas negativas no sul do Mato Grosso do Sul e no sudeste de São Paulo”.
Geadas
Com relação a geadas, a Meteorologia informou que há previsão de “geadas amplas, que podem chegar com forte intensidade em algumas áreas, em todo interior do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, além do sul e sudoeste do Paraná e, com menores chances, de forma mais pontual e de menor intensidade, entre o noroeste do Paraná e o extremo sul do Mato Grosso do Sul”.
Há também previsão de “geada ampla” dia 29 em praticamente toda a Região Sul, sul de Mato Grosso do Sul e sudeste de São Paulo. Não está descartada a possibilidade de chuva congelada nas áreas de maior altitude da Serra da Mantiqueira, localizada na divisa entre São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
No dia 30, a previsão de geada se entende para todo o estado de São Paulo, sul, Campo das Vertentes, oeste, Triângulo e Alto Paranaíba em Minas Gerais. Na Serra da Mantiqueira, a geada poderá ter intensidade de moderada a forte. Há também possibilidade de geada, de forma mais isolada, no sul de Goiás. (Com Agência Brasil)


















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