NOTA:
Devido o acréscimo de número de casos de Covid-19 na região, o Hospital Universitário do Oeste do Paraná (Huop) determinou a suspensão de visitas em todos os setores. O objetivo é prevenir a contaminação do vírus no ambiente hospitalar, e assegurar a saúde dos pacientes e servidores. A suspensão é temporária, por um período de 15 dias, podendo ser prorrogada. Já em casos específicos, como de pacientes idosos e crianças, há o direito da permanência de um acompanhante, não podendo haver trocas neste momento.
Familiares que precisarem de informações sobre estado de saúde de pacientes podem entrar em contato com o call center, pelos telefones (45) 3321-4682 ou (45) 3321-4695, de segunda a sexta, das 7h às 19h. Apenas um familiar pode receber as informações do estado de saúde, e este deve ser previamente autorizado para que possa ligar para o serviço. Além disso, os pacientes são orientados a ficarem com o celular para contato com os familiares.
O Huop é referência para atendimento de pacientes com Covid-19 na região, e ressalta a importância da prevenção. Atualmente são 40 leitos exclusivos, sendo 20 de UTI e 20 de enfermaria, para este tipo de atendimento. Os familiares de pacientes internados nesta unidade também recebem as informações do estado de saúde via call center, e não tem direito à visita, como forma de prevenir o contágio do vírus. (Com Assessoria H.U Cascavel).
O Paraná terá nesta e na próxima semana, os piores índices relacionados ao coronavírus, por conta da ascendência da curva.
“Estamos errando não porque queremos errar. Essa ampliação no número de casos diz respeito ao que deixamos de fazer há 15, 20, 30 dias”, aponta o secretário de Saúde do Paraná, Beto Preto, em entrevista ao Meio Dia Paraná.
Conforme ele, é preciso a conscientização de toda a população para diminuir o número de casos, pois não será num passe de mágica que uma vacina ou outro medicamento ficará pronto. Lockdown regional Beto Preto declara que existe a possibilidade de lockdown, porém, ele afirma que é uma decisão muito agressiva, e atinge a todas as atividades, deixando apenas o que é essencial para manutenção daquela região. “Não se faz lockdown de 2 ou 3 dias. São 14 dias.
Então, essa decisão deve ser tomada com bastante sensibilidade, para não afetar efetivamente a região, mas também para cortar a transmissão”, aponta o secretário.
Números preocupantes
O Paraná registra indicadores preocupantes no início da semana: aumento no número de casos e de óbitos, recorde no número de internados, 51% de taxa de ocupação dos leitos de UTI exclusivos para enfrentar a doença, queda na faixa etária média dos diagnosticados e mais de 75% das cidades com registros da Covid-19.
Ao mesmo tempo o Estado mantém a menor taxa de incidência de casos por 100 mil habitantes do País e a quarta menor taxa de mortalidade dentro da mesma regra populacional, atrás apenas de Mato Grosso do Sul, Minas Gerias e Santa Catarina.
O Paraná tem a 12ª maior taxa de letalidade (proporção entre o número de mortes e o número total de doentes) do país, com 3,4%, ao lado de Alagoas.
Recorde de confirmações
O Paraná registrou hoje um recorde nas confirmações de casos de mortes desde o primeiro caso confirmado no estado, em 12 de março.
O número detalhado da situação de cada município pode ser conferido aqui. (Com Jornal Correio do Povo do PR)
Um estudo da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) aponta Cascavel, como a cidade do Paraná com mais casos do novo coronavírus por número de habitantes.
São 325 pessoas infectadas para cada 10 mil moradores.
Conforme os pesquisadores, em cidades do mesmo porte, como Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná, o coeficiente de disseminação da doença é de 44,15 casos positivos, a cada 10 mil habitantes.
Coeficiente de disseminação da Covid-19
Número de casos a cada 10 mil habitantes:
Cascavel 325 casos
Toledo 157 casos
Londrina 101,22 casos
Curitiba 95,52 casos
Foz do Iguaçu 74,37 casos
Maringá 45,25 casos
Ponta Grossa 44,15 casos
Os números correspondem até esta segunda dia 15.
Com GI PR e Unioeste.
O Tecpar (Instituto de Tecnologia do Paraná) publicou edital para o projeto executivo de um novo Laboratório de Produção de Insumos para Diagnóstico Veterinário (ver link do edital abaixo). Pelo Estudo de Viabilidade Técnica e Financeira feito pelo Tecpar, a unidade terá capacidade produtiva de 40 milhões de doses ao ano de sete produtos voltados ao diagnóstico de tuberculose, brucelose e leucose em rebanhos bovinos, suínos e ovinos.
Esses produtos atendem o Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. A previsão é que em dois anos sejam iniciados os testes de produção da unidade, que será viabilizada com investimento inicial de R$ 15,4 milhões do Fundo Paraná, no câmpus CIC do instituto.
O diretor-presidente do Tecpar, Jorge Callado, disse que a retomada da produção de kits diagnósticos veterinários será um marco importante para apoiar o agronegócio brasileiro. "Historicamente o Tecpar produziu esses kits, mas a planta precisou passar por uma modernização. A intenção é voltar a fabricar insumos para prevenir doenças que podem causar diversos prejuízos aos pecuaristas e apoiar a exportação agropecuária, uma vez que as exigências sanitárias dos países importadores estão cada vez mais altas", explica.
PRODUTOS – Sete produtos serão produzidos no Laboratório de Produção de Insumos para Diagnóstico Veterinário do Tecpar: reagentes para diagnóstico de tuberculose bovina, que incluem a tuberculina PPD bovina e a tuberculina PPD aviária; reagentes para diagnóstico de brucelose bovina, com a produção de Antígeno Acidificado Tamponado (ATA), Antígeno para Prova Lenta e Antígeno para Prova do Anel do Leite (Ring test); e Kits de diagnóstico pela técnica de imunodifusão em gel de ágar (IDGA), com kits para diagnóstico de Brucella ovis e para Leucose Enzoótica Bovina.
HISTÓRICO – O Tecpar tem experiência em insumos, começando a produção na década de 1950, quando ainda se chamava Instituto de Biologia e Pesquisas Tecnológicas (IBPT).
Naquela época, os especialistas do instituto foram responsáveis pelas primeiras investigações epidemiológicas sobre brucelose e tuberculose no Paraná.
Os insumos desenvolvidos pelo Tecpar naquele momento foram kit de imunodifusão em gel de Agar para diagnóstico de Brucella ovis e tuberculina PPD bovina e tuberculina PPD aviária. (Com AEN)
Cascavel recebe uma das obras mais esperadas pela população do Oeste do Paraná e que deverá ser um marco na região: a modernização do Aeroporto Coronel Adalberto Mendes da Silva ou SBCA. Os trabalhos já ultrapassaram 95% no terminal de passageiros e 75% no pátio de aeronaves, inclusive com a instalação de dois fingers (ponte de acesso às aeronaves), um dos poucos aeroportos do Interior do País com essa tecnologia. A inauguração deve acontecer no próximo semestre.
Cascavel é um dos principais polos regionais do Paraná. Desde 2016 conta com região metropolitana e abrange uma área com 24 municípios e cerca de 1 milhão de habitantes. A modernização do aeroporto é uma vitória de um time de muitos jogadores - prefeitura municipal, Governo do Estado, governo federal, setor empresarial, cooperativismo agroindustrial e a Itaipu Binacional.
“Cascavel é estratégica dentro do nosso planejamento logístico. A revitalização do aeroporto e as novas conexões aéreas, que certamente virão, atrairão mais investimentos e empregos”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “Isso se soma ao vetor de exportação pela BR-277, a modernização do Trevo Cataratas e a expansão da atividade na malha férrea administrada pela Ferroeste”, diz Ratinho Junior. “O aeroporto vai ajudar o Paraná a crescer nos próximos anos”.
EMPREENDIMENTO - A obra envolve mais de dez contratos e cerca de R$ 38 milhões. O Governo do Estado participou disponibilizando recursos do Sistema de Financiamento aos Municípios (SFM), administrado pelo Paranacidade e pela Fomento Paraná. Há, ainda, recursos federais a fundo perdido (R$ 2,3 milhões), da Itaipu Binacional e verba municipal. Cerca de 80 funcionários foram empregados diretamente ao longo do último ano.
A intervenção completa engloba a revitalização e duplicação de 2,2 quilômetros da Avenida Itelo Webber com novo sistema de iluminação; seis quilômetros de cerca; estacionamento para 398 automóveis; sistema de drenagem da água da chuva do sítio aeroportuário. Abrange, ainda, novo pátio de estacionamento das aeronaves com piso de concreto; iluminação em LED; um novo terminal de passageiros com cinco portões e dois pavimentos; dois fingers; mobiliário aeroportuário, equipamentos de informática e novas esteiras. Haverá deslocamento dos nove hangares particulares para uma nova área dentro da faixa de segurança e demolição da estrutura atual, construída nos anos 70.
“Essa obra é um sinal de esperança para a retomada do País. Os empresários saem e chegam a Cascavel com expectativa de fechar novos negócios, acelerar o crescimento a partir do segmento agropecuário, mas também industrial e turístico, dada a proximidade com Foz do Iguaçu”, destaca o prefeito Leonaldo Paranhos. “O novo aeroporto vai ajudar a puxar esse novo País no segundo semestre, conectar o Oeste com o mundo”. O aeroporto de Cascavel tem voos com destino a Curitiba, Guarulhos (SP), Campinas (SP) e Porto Alegre, em operações das companhias Gol e Azul.
MAIS AMBICIOSO - As primeiras obras no aeroporto começaram em 2011 a partir de um projeto mais simples, porque a demanda projetada era consideravelmente menor na ocasião e ainda havia discussões sobre a necessidade de um aeroporto regional. Contudo, a empresa vencedora da concorrência pública não finalizou a obra e ela foi judicializada.
Quando a modernização foi efetivamente retomada, há pouco mais de um ano, o projeto já era bem mais ambicioso, três vezes maior que o desenho original, com cerca de seis mil metros de área construída e possibilidade de expansão para mais dez mil metros sem novas desapropriações.
O desafio da engenharia da administração municipal foi reaproveitar o que já tinha sido feito, como as fundações, algumas estruturas de concreto e o máximo da estrutura metálica, que foi recortada e readaptada para ilustrar o novo prédio. O projeto original do terminal de passageiros também não tinha os dois pavimentos, e agora o segundo conta com os dois portões de acesso aos fingers, praça de alimentação e mirante para observar pousos e decolagens.
“Esse novo aeroporto é fruto de um projeto feito em casa, dentro da prefeitura, com todas as dificuldades inerentes do processo. Um aeroporto é uma obra complexa por conta das exigências técnicas e das normas internacionais que regulamentam a atividade”, aponta o engenheiro responsável pela obra, Sandro Camilo Rocha Rancy.
Ele afirma que houve inúmeras dificuldades, mas também boas surpresas, como os fingers. Apenas Campinas e Foz do Iguaçu contam com estruturas parecidas no Interior. “Essa obra é um divisor de águas para Cascavel”, diz Rancy.
ACABAMENTO - Atualmente a obra está na fase de recebimento técnico e de check list final de acabamento e liberação de algumas estruturas para outras empresas começarem as suas instalações.
Concomitantemente acontecem as demolições da estrutura antiga e a formalização das aquisições de mobiliário e da estrutura interna do terminal de passageiros. Ao mesmo tempo a administração municipal busca as novas certificações necessárias junto da Agência Nacional de Aviação Civil e Aeronáutica.
NOVO MARCO – Para o engenheiro Sandro Rancy, Cascavel teve três grandes modificações ao longo da sua história: em 1987 com a instalação da nova rodoviária; em 1989 com a abertura do Show Rural; e em 1994 com o reconhecimento da Unioeste como universidade, e hoje o município conta com sete mil estudantes entre a rede pública e a privada.
“O aeroporto será um novo marco. Esse é o verdadeiro papel do poder público, aplicar recursos públicos com qualidade, atender uma demanda da sociedade, fomentar a construção civil, um setor que impulsiona a economia, além de gerar novos investimentos e negócios ao município”.
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Novo terminal de passageiros recebeu investimento de R$ 2 milhões
Apenas o prédio principal do novo terminal de passageiros (Octacílio Mion) custou cerca de R$ 2 milhões. A estrutura está praticamente pronta. Os guichês para caixas eletrônicos, empresas de táxi ou de transporte por aplicativo, informações turísticas ou hotelaria ganharam espaços exclusivos dentro do terminal, mas fora do prédio principal, na área coberta de chegada dos passageiros. O saguão conta com espaço para check-in, com embarque pela esquerda e desembarque pelo lado direito.
O térreo tem salas de segurança, canal de inspeção corporal e de bagagens de mão, três máquinas de raio-x, área de revista íntima e sala reservada para os comandantes e funcionários de bordo. Há três portões inferiores para embarque e acesso ao pavimento superior. Também foi projetado no primeiro andar um espaço para um café.
O layout da área interna do terminal permite circulação de 600 passageiro e contará com painéis de vídeo e totens de publicidade digital e monitores para consulta dos voos.
Os fingers facilitam a acessibilidade e o embarque e desembarque dos passageiros em dias muito frios, muito quentes ou com muita instabilidade. Têm capacidade para atender todas as aeronaves que fazem voos domésticos no País, modelos da Embraer, Boeing e Airbus.
Do outro lado do primeiro andar, no espaço público, haverá dois restaurantes e um mirante para observação dos pousos e decolagens, além de uma sala pública para reuniões, mais reservada, e a sala de controle das operações aeroportuárias, com acesso às 40 câmeras espalhadas em todo o terminal. Haverá tecnologia de reconhecimento facial e das placas dos veículos.
Essa estrutura foi pensada para evitar o “drible” de contrabandistas que optavam por Cascavel para evitar fiscalização supostamente menos rigorosa do que em Foz do Iguaçu, e pela proximidade com a Penitenciária Federal de Catanduvas.
Todos os banheiros do novo terminal foram pensados para acessibilidade, inclusive com dois espaços exclusivos para ostomizados, construídos com apoio da Assessoria de Políticas Públicas e da Inclusão Social da Pessoa com Deficiência de Cascavel, do Hospital Universitário do Oeste do Paraná e da União Oeste Paranaense de Estudos e Combate ao Câncer (Uopeccan). O terminal contará com 155 longarinas (cadeiras conjuntas típicas de aeroportos), sendo seis “duplas” para pessoas obesas.
Box 2
Pista e infraestrutura do pátio de aeronaves
O tamanho da pista do aeroporto de Cascavel não foi objeto de modificação porque é considerado bom dentro da média nacional (1,8 mil metros de comprimento por 45 metros de largura) e a tecnologia Rnav nas cabeceiras, georreferenciadas pela Força Aérea Brasileira, já existe. O novo pleito é o sistema ILS 2, que permite pousos por instrumentos com mais segurança.
Entre as benfeitorias, está sendo executada a infraestrutura do pátio de aeronaves – para aeronaves de até 80 toneladas - além de um sistema de drenagem de toda a água da chuva.
Dentro dessa modernização, uma nova instalação será edificada para o espaço exclusivo da brigada contra incêndio, instalada em um antigo hangar particular que foi desativado. Haverá, ainda, um reservatório de 45 mil litros de água e um farol para ajudar os pilotos em dias com neblina. A projeção futura da prefeitura é de viabilizar, também, um terminal de cargas e um espaço mais moderno para eventual pernoite das aeronaves das companhias aéreas.
ANTIGO TERMINAL - A demolição do antigo terminal de passageiros acontecerá nos próximos dias. Ele foi erguido em 1977 e contava com estrutura precária, ainda com cara de uma rodoviária de cidade do Interior, com banheiros simples, lanchonetes, saguão pequeno e setores acanhados de fiscalização e operação aeroportuária.
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Agronegócio, polo metalúrgico e comércio atacadista
Cascavel é um dos principais polos regionais do Paraná. O crescimento é impulsionado pelo agronegócio e atividades do cooperativismo, principalmente no setor aviário. Também é um polo metalúrgico e de comércio atacadista.
“O aeroporto traz uma veia de investimentos muito grande. Ele não é uma ferramenta turística, mas traz possibilidades de geração de emprego e renda. Muitas pessoas serão beneficiadas diretamente por essa nova estrutura, mesmo que não a usem com frequência”, argumenta o prefeito Leonaldo Paranhos.
“Já perdemos oportunidades de trazer eventos para Cascavel, melhorar negócios existentes e tudo por causa da falta de estrutura aeroportuária. Esse assunto sempre pautou as reuniões dos empresários do Oeste”, destaca Alci Lúcio Rotta Júnior, presidente da Coordenadoria das Associações Comerciais e Empresariais do Oeste do Paraná (Caciopar).
Segundo Rotta, a inauguração também casa com o momento em que o País começa a planejar o futuro depois da pandemia do novo coronavírus. Ele defende que haverá maior integração regional e diversificação da matriz econômica. “Temos o cooperativismo forte na produção agrícola e nas cadeias de peixes, aves e suínos, mas também um setor de serviços que gera muitos empregos e a indústria metalmecânica. O Oeste tem um potencial muito grande e o aeroporto marca um novo momento desse planejamento”, arremata.
MAIS OBRAS – Cascavel está na rota de obras públicas do Governo do Estado. Entre elas estão a revitalização do Trevo Cataratas, a autorização da duplicação do trecho da BR-277 entre o posto da Polícia Rodoviária Federal e o trevo do distrito de São João do Oeste, a ampliação da capacidade de escoamento da Ferroeste depois da assinatura da licença de passagem com a Rumo, a reurbanização de um trecho de 1,8 quilômetro da Avenida Brasil, entre a Rua Corbélia e o Trevo Cataratas, a construção de um ginásio de esportes no distrito de Juvinópolis e a instalação de mais de 800 novos postos de ônibus. (Com AEN)
O Hospital Universitário do Oeste do Paraná (Huop) vai contratar mais de 100 profissionais temporários. Serão 117 profissionais de diversas especialidades, sendo 80 técnicos de Enfermagem, 25 enfermeiros, além de disponibilizar vagas para assistente social, bioquímico, farmacêutico, fisioterapeuta, nutricionista, psicólogo, técnico administrativo, e técnico de laboratório.
A remuneração varia de R$ 2.660,40 à R$ 4.566,94. O edital será publicado nessa terça-feira (16), no site www.unioeste.br/concursos . As inscrições estarão abertas a partir das 8h dessa quarta-feira (17), e podem ser feitas até o dia 28/06. O pagamento da taxa de inscrição poderá ser efetuado até o dia 29/06, com valores para funções de nível superior de R$ 150 e de nível médio, R$ 100. Os candidatos serão submetidos à prova escrita e prova de títulos. O resultado do processo seletivo será divulgado no dia 10 de julho.
A Coordenadoria Geral de Concursos e Processos Seletivos – COGEPS, da Unioeste, está a disposição para eventuais dúvidas pelos candidatos, através do telefone: (45) 3220 – 3099, ou pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
A contratação foi autorizada pelo governador do Estado, Carlos Massa Ratinho Junior, para garantir o atendimento de pacientes com Covid-19. O Huop é referência para atendimento de pacientes com Covid-19. Atualmente são 40 leitos exclusivos para atendimento de pacientes com a doença, sendo 20 leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e 20 de enfermaria. (Com Assessoria H.U Cascavel).

(Foto: Assessoria H.U Cascavel).








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