O programa Nota Paraná, do Governo do Estado, libera nesta quarta dia 10, os créditos para quem colocou o CPF na nota fiscal nas compras do mês de março. Serão pagos R$ 8,5 milhões, sendo R$ 7,5 milhões para os consumidores e R$ 990 mil para as entidades sociais. Os sorteios do programa estão suspensos temporariamente, por causa da pandemia do novo coronavírus, mas devem retornar em julho.
A pandemia e a diminuição da atividade econômica também influenciaram no valor retornado aos contribuintes, que é bem menor que nos meses anteriores. Os créditos pagos neste mês representam a metade do que foi pago no mês passado, quando foi destinado um total de R$ 17 milhões. Em janeiro deste ano, o Nota Paraná chegou a pagar R$ 41,4 milhões aos contribuintes, tendo como base as compras feitas em outubro de 2019.
DESDE O INÍCIO - Desde que foi lançado, em agosto de 2015, o Nota Paraná já pagou um valor R$ 1,8 bilhão, incluindo o que retornou para os consumidores que pedem o CPF ao fazer compras, quanto para as entidades sociais cadastradas no programa. O valor deste mês será distribuído entre cerca de 5,3 milhões de contribuintes e 1.335 instituições. O programa validou quase 41 milhões de documentos fiscais emitidos em março.
A coordenadora estadual do Nota Paraná, a auditora fiscal Marta Gambini, destaca que além de evitar a sonegação, a emissão de notas fiscais também alimenta o banco de dados do aplicativo Menor Preço Nota Paraná, que permite comparar o preço de produtos vendidos no Estado.
"É importante que o consumidor continue colocando o CPF na nota, peça sempre o documento fiscal para colaborar com a arrecadação e também participar dos sorteios mensais, que retornam no mês seguinte", diz.
COMO SE CADASTRAR - Para se cadastrar no Nota Paraná é só acessar o site www.notaparana.pr.gov.br clicar na opção ?cadastre-se? e preencher os dados pessoais, como CPF, data de nascimento, nome completo, CEP e endereço para criação da senha pessoal. Para participar dos sorteios é preciso fazer adesão no site.
Toda primeira compra no mês gera um bilhete ao participante do programa para os sorteios mensais, independentemente do valor gasto nas compras. Depois, cada R$ 200,00 em notas fiscais dá direito a um novo bilhete, com validade apenas para o sorteio do seu respectivo período. (Com AEN)
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, na madrugada desta terça (9), em Corbélia (PR), 292,25 quilos de maconha após uma perseguição que durou cerca de 30 quilômetros e começou em Santa Terezinha de Itaipu (PR). Duas pessoas foram presas e três carros apreendidos.
Por volta das 3 horas, na BR-277, em Santa Terezinha de Itaipu, agentes da PRF deram ordem de parada a motoristas que conduziam um GM Astra e um Honda HR-V. Diante da desobediência, iniciou-se uma perseguição sentido Cascavel (PR). Equipes da Unidade Operacional da PRF em Cascavel foram acionados para auxiliaram na abordagem dos dois veículos. No perímetro urbano de Cascavel, os policiais avistaram o Astra, que quando percebeu a chegada da viatura, tentou colidir com ela várias vezes, para cessar a perseguição, sem sucesso. Vencido o carro, puderam ir no encalço do HR-V, que adentrou na cidade de Corbélia e foi encontrada por outra equipe da PRF, fazendo com que o motorista retornasse para a rodovia, em alta velocidade.
O Astra, que havia tentando tirar a viatura da ocorrência, saiu do acostamento e novamente tentou tirar da pista a viatura, mas de novo, sem sucesso. Com isso, puderam retomar a perseguição ao motorista do HR-V, que, ao tomar um retorno, perdeu o controle e capotou. Mas, ao retornar à posição original, o motorista acelerou e jogou o carro em direção aos policiais, que conseguiram se defender. 500 metros depois, mesmo com os pneus furados e o carro totalmente avariado, o motorista tentou fugir, mas colidiu com uma carreta que estava estacionada. Neste momento, os policiais conseguiram deter o motorista e prendê-lo. No interior do HR-V foram encontrados 292,25 quilos de maconha e um rádio comunicador em funcionamento e três pares de placas veiculares. Diante do acidente e das escoriações, foi acionado socorro médico para o motorista.
Tempo depois, as equipes conseguiram abordar um Peugeot 307, que trafegava devagar pela marginal da rodovia. Durante a abordagem, os policiais encontraram um rádio comunicador embaixo do banco do motorista, onde se faziam as comunicações com o HR-V e o Astra.
Por volta das 7h30, policiais militares entraram em contato com os agentes da PRF, informando terem encontrado o motorista do GM Astra, dormindo dentro do carro, no interior de uma plantação de milho, em Corbélia.
Diante dos fatos, 292,25 quilos de maconha foram apreendidos, dois homens foram presos e três veículos foram recuperados. A ocorrência foi encaminhada para a Polícia Federal em Cascavel, para o registro dos crimes de tentativa de homicídio, tráfico de drogas, associação para o tráfico, dirigir sem ser habilitado, telecomunicação clandestina, direção perigosa e desobediência, além dos danos causados, em razão da colisão com a carreta.(Com PRF).
O trânsito de bovinos e bubalinos entre o Paraná, Rio Grande do Sul e os estados do Bloco I do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA) - Acre, Rondônia e regiões do Amazonas e do Mato Grosso está autorizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Com isso, a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) alterou seus manuais de Trânsito Agropecuário e de Normas para Emissão de Guia de Trânsito Animal (GTA), a fim de orientar produtores e técnicos sobre as novas regras.
A medida determinada pelo ofício nº 121/2020 de 3 de junho considera que esses Estados estão em fase de transição para se tornarem Área Livre de Febre Aftosa sem Vacinação, cumprindo os requisitos necessários para o pleito junto à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), com regramentos e controles sanitários consonantes. O objetivo é minimizar os impactos das restrições sem prejudicar os cuidados sanitários.
MESMO RIGOR - O diretor-presidente da Adapar, Otamir César Martins, explica que essa mudança não prejudica o trabalho do Estado do Paraná pelo reconhecimento nacional e internacional como Área Livre de Febre Aftosa sem Vacinação. “Os procedimentos de controle do trânsito animal pela Adapar seguem com o mesmo rigor”, diz.
PRINCIPAIS MUDANÇAS - Com relação aos bovinos e búfalos, além de ser permitido o ingresso, independente da finalidade, de cargas oriundas de estados e regiões em fase de transição no reconhecimento do pleito de zona livre de febre aftosa sem vacinação, também é permitido o ingresso, independente da classificação, de cargas oriundas de estados livres sem vacinação, que é o caso de Santa Catarina.
“Para as demais origens, é proibido o ingresso para todas as finalidades, exceto aqueles para abate imediato e estabelecimento de pré-embarque, casos em que a carga deve ser lacrada pelo Serviço Veterinário Oficial da origem”, explica o gerente de Trânsito Agropecuário da Adapar Muriel Moreschi.
Além disso, a entrada de bovinos e bubalinos deve acontecer exclusivamente pelos Postos de Fiscalização do Trânsito Agropecuário (PFTAs) considerados como de ingresso, conforme descreve o artigo 9º da Portaria Adapar 289/2019.
Cargas em trânsito deverão respeitar os postos listados no inciso I, artigo 9º da Portaria Adapar 289/2019 para ingresso e saída do estado. “As cargas deverão ser lacradas no ingresso e deslacradas na saída do estado”, completa Moreschi.
OUTRAS CARGAS – Outros animais suscetíveis a febre aftosa, como suínos, ovinos, caprinos e silvestres suscetíveis podem ingressar apenas pelos PFTAs classificados como pontos de ingresso.
Os animais não suscetíveis a febre aftosa, como aves, equinos, silvestres não suscetíveis e peixes podem entrar por qualquer PFTA, independente da classificação, assim como produtos e subprodutos de origem animais. Animais oriundos do Paraná, inclusive os suscetíveis. poderão sair do estado por qualquer PFTA, inclusive os de rechaço.
O resumo das alterações determinadas podem ser acessadas no site da Adapar: www.adapar.pr.gov.br (Com Adapar).
Altair Flores, 35 anos, morreu ao sofrer choque elétrico em Boa Vista da Aparecida, nesta terça dia 09.
Ele era morador de Cascavel e trabalhava em uma empresa de materiais hidráulicos.
Altair aproveitava a folga do trabalho no sítio com alguns familiares.
O acidente aconteceu no momento em que ele fazia reparos em fiação elétrica.
O corpo foi encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal) de Cascavel.(Com CATVE).
A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), órgão pertencente à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, alerta os produtores paranaenses sobre o período do vazio sanitário da soja, que começa em 10 de junho e vai até 10 de setembro. A medida é determinada pela Portaria número 342/2019 da Adapar. Nesse período, fica proibido cultivar, manter ou permitir a presença de plantas vivas de soja em qualquer estágio vegetativo.
Essa é uma medida essencial para o manejo e controle da ferrugem asiática, principal praga que ataca a cultura. “A estratégia ajuda a diminuir a presença contínua de esporos do fungo causador da ferrugem no campo, principalmente na entressafra, pois ele permanece ativo em plantas vivas de soja, em plantas guaxas”, explica a engenheira agrônoma e fiscal de Defesa Agropecuária da Adapar, Marlene Soranso.
A mesma Portaria fixa a data de 15 de maio como prazo final para colheita ou interrupção do ciclo da soja. “O período que antecede o vazio sanitário da cultura é necessário para que os produtores, armazéns e responsáveis por estradas e ferrovias, por exemplo, possam realizar a limpeza e a eliminação das plantas vivas de soja”, diz o gerente de Sanidade Vegetal da Adapar, Renato Rezende Young Blood.
REDUZ QUIÍMICO - O manejo reduz a presença de esporos no ambiente e permite que as plantas de soja se desenvolvam, inicialmente, com baixa população da praga no campo. “Isso contribui para a redução da quantidade de aplicação de produtos químicos para o controle da doença e, ainda, para evitar que o fungo desenvolva resistência às moléculas agroquímicas”, explica.
A Adapar está alinhada com o Programa Nacional de Controle de Ferrugem Asiática da Soja do Ministério da Agricultura. “Seguimos o fortalecimento do sistema de produção agrícola da soja com a defesa sanitária vegetal”, diz o diretor-presidente da Adapar, Otamir Cesar Martins.
PRODUÇÃO – A expressividade da cultura da soja no Paraná, segundo maior produtor nacional, comprova a necessidade de preservação dessa cadeia produtiva. Na safra 2019/20 foram produzidas 20,7 milhões de toneladas em 5,5 milhões de hectares, de acordo com o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.
Segundo estudos da Embrapa Soja, quando não são tomadas as medidas de manejo e controle adequadas, as perdas na produção causadas pela ferrugem asiática podem chegar a 75%. (Com AEN).
Nesta terça dia 09, chuva com fortes ventos ocasionaram prejuízos aos moradores da localidade do Ita, interior de Mangueirinha, Sudoeste do Paraná.
Na propriedade de Maurício kuszler houve destalhamento da casa e em outra edificação.
Nas últimas horas chove em vários municípios do sudoeste e sul do Paraná. Nestas regiões também registradas descargas elétricas.
Em Pato Branco, o acumulado é de 64 milímetros e houve pontos de alagamentos. (Com RBJ Notícias).








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