Começaram nesta segunda-feira (06) as aulas de cerca de um milhão de estudantes nos 2,1 mil colégios da rede estadual do Paraná.
Após quase 50 dias de férias, os estudantes dera o pontapé inicial para o ano letivo de 2023 com novidades, desde a parte estrutural até a pedagógica
Além de encontrarem novos equipamentos de informática em toda a rede e novas carteiras em quase metade dela, parte dos estudantes vai se deparar com aulas novas em seu dia a dia, como Pensamento Computacional nos 8º e 9º anos do ensino fundamental e Robótica ou Mídias Sociais na 2ª série do ensino médio, por exemplo. Já outros vão passar mais tempo na escola, com a ampliação da Educação em Tempo Integral.
O secretário da Educação, Roni Miranda, esteve no início da manhã no Colégio Estadual Cívico-Militar Getúlio Vargas, no norte da capital paranaense, onde deu as boas-vindas aos 300 alunos e alunas do período matutino e também foi recepcionado pela fanfarra da instituição. Na sequência, o secretário também visitou pela manhã o CEEP (Centro Estadual de Educação Profissional) Theodoro de Bona, em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba.
“Temos várias novidades para este ano letivo de 2023, que começa hoje em todo o Paraná. Estamos ampliando a Educação em Tempo Integral, um investimento do Governo do Estado nessa política pública para fortalecer a aprendizagem do estudante. Além disso, teremos mais algumas plataformas educacionais, como a de leitura (na qual o estudante terá acesso a livros no seu celular para ler em casa ou na escola) e também uma para tarefas de casa”, diz Miranda.
A diretora do Getúlio Vargas, Jaqueline Ferrazza, destaca as novas áreas a serem aprofundadas pelos professores e estudantes no novo ensino médio. “Estamos vivenciando um novo currículo, e com essa nova fase vem uma nova vivência escolar. A expectativa para essas novas disciplinas é a melhor possível. No ano passado, nós passamos por todo o processo de escolha dos nossos estudantes para os itinerários formativos que eles gostariam de fazer [...]. Eu acredito que eles estão bastante empolgados e nós também”, relata.
O Getúlio Vargas já recebeu 22 novos computadores e receberá em breve 11 chromebooks e kits de robótica, além de 32 carteiras em formato de trapézio, o que permite que o professor as organize em diferentes formas, como círculos.
MATRIZ CURRICULAR – Nos anos finais do ensino fundamental, especificamente no 8º e no 9º ano, a Seed-PR (Secretaria de Estado da Educação) incluiu a disciplina de Pensamento Computacional, que já estava presente no ensino médio. Os 8º e 9º anos terão agora duas aulas semanais dessa disciplina, que introduz a linguagem de programação um pouco mais cedo na trajetória escolar dos estudantes.
Neste ano, segue ainda a implementação do novo ensino médio, que iniciou ano passado para a 1ª série e agora também vai abranger a 2ª série, ambas com 30 horas-aulas semanais. Os estudantes que vão para a 2ª série em 2023, além das disciplinas da formação geral básica, puderam escolheram seus itinerários formativos. Era possível optar entre o de Linguagens e Ciências Humanas e Sociais Aplicadas (com aulas de Liderança e Ética, Oratória, Mídias Digitais e Práticas Desportivas) e o de Matemática e Ciências da Natureza — com aulas de Empreendedorismo, Robótica, Programação e Biotecnologia.
A robótica, por exemplo, que já era aula extracurricular em cerca de 250 colégios, agora vai triplicar sua abrangência nessa modalidade, além de entrar na matriz para parte dos estudantes da 2ª série, alcançando quase 200 mil alunos de 1,5 mil colégios.
Para dar suporte pedagógico adequado às novas aulas e também às plataformas educacionais já em uso pelos alunos, a Seed-PR está entregando até o fim do primeiro trimestre 40 mil computadores para todas as escolas, além de 18 mil chromebooks e outros 18 mil kits robótica.
A aluna Mayara da Silva Convento, que vai cursar a 2ª série no Getúlio Vargas, está na expectativa para esse novo momento. “Escolhi a área de Humanas porque nunca tive muita intimidade com Exatas e até para trabalhar no meu lado tímido, aproveitando a aula de Oratória e também a de Liderança. Acredito que será importante estudar coisas mais próximas do que eu devo escolher quando terminar o ensino médio”, afirma a estudante de 15 anos.
EDUCAÇÃO EM TEMPO INTEGRAL – Outra novidade na rede estadual é a ampliação da Educação em Tempo Integral, que neste ano letivo estará em 253 colégios, 86 instituições a mais que no ano passado, representando um crescimento superior a 50%. Esses colégios fazem parte do programa Paraná Integral (que consiste em colégios totalmente integrais) ou do programa Integral + (em que algumas turmas dos colégios adotam o modelo).
Esse crescimento também se dá no número de municípios com a modalidade: atualmente, são 154, 51 a mais que anteriormente, em todos os 32 NREs (Núcleos Regionais de Educação). Ao todo, são 106 colégios do Paraná Integral e 147 do Integral +, atendendo mais de 55 mil estudantes.
Nas escolas de Educação em Tempo Integral, os estudantes passam nove horas por dia no colégio: são nove aulas diárias de 50 minutos, uma hora de almoço e dois intervalos de 15 minutos, um pela manhã e outro à tarde. Durante esse período são servidas cinco refeições.
ANO LETIVO – Em 2023, as aulas vão até o dia 20 de dezembro, com recesso para os estudantes entre 7 e 23 de julho. Nos colégios da rede estadual, o ano letivo é dividido em três trimestres: o primeiro vai de 6 de fevereiro a 3 de maio. O segundo, de 4 de maio a 25 de agosto. Já o terceiro, de 29 de agosto a 20 de dezembro.
Por - AEN
A Polícia Militar do Paraná, por meio do Batalhão de Patrulha Escolar Comunitária (BPEC), lançou nesta segunda-feira (6) a Operação Volta às Aulas para garantir a segurança de alunos, professores e funcionários das escolas no retorno às atividades estudantis. Ao todo, o Paraná conta com cerca de 2,1 mil colégios da rede estadual.
O patrulhamento escolar será reforçado em todo o Estado. Além disso, os policiais militares vão visitar as escolas para contato direto com a direção e também ministrar palestras interativas, orientando os alunos quanto à segurança pessoal, a forma correta de guardar pertences, atenção nos trajetos feitos a pé até a escola durante o dia e à noite e cuidados no trânsito, entre outras.
“Em Curitiba e Região Metropolitana serão mais de 30 colégios que receberão esse reforço de policiamento. Nosso objetivo é orientar pais, alunos e professores quanto às medidas de segurança pessoal e reforçar que todos fazem parte da segurança pública nas instituições de ensino”, destacou o comandante do BPEC, major Ricardo da Costa.
“Vamos reforçar o policiamento nas instituições, mas o trabalho da PMPR se dará durante todo o ano em toda a rede de ensino do Paraná. Podemos garantir um ano letivo tranquilo e seguro para todos, mas dependemos que cada um faça sua parte para que esse objetivo seja atingido com sucesso”, finalizou.
Em Curitiba, a Operação Volta às Aulas foi lançada no Colégio Estadual do Paraná. O policiamento reforçado será feito, principalmente, nos horários de entrada e saída dos alunos das instituições de ensino.
BPEC – O Batalhão de Patrulha Escolar Comunitária atua em todas as regiões do Paraná desenvolvendo dois programas: Patrulha Escolar Comunitária (PEC) e Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (PROERD).
O PEC é construído em cada comunidade escolar com o desenvolvimento de módulos e a inclusão de atividades complementares, levando em consideração as condições de segurança de cada instituição estadual de ensino. Integra patrulhamento no entorno dos colégios, contato direto com a direção das escolas e palestras aos alunos e profissionais.
Já o PROERD é uma das ações que compõe as políticas públicas estaduais sobre drogas e violência no Estado e trabalha na perspectiva da prevenção primária em segurança pública nas escolas. É aplicado a alunos da educação infantil, quintos e sétimos anos do ensino fundamental. Além disso, também inclui um curso específico para pais, responsáveis e professores, na construção de conhecimentos para a intervenção nas escolas, família e na comunidade.
Por - AEN
A partir desta segunda-feira (06), a população poderá participar de mais uma importante etapa da segunda fase da 2ª Revisão Tarifária Periódica (RTP) da Sanepar.
A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Paraná (Agepar) abriu consulta pública sobre a estrutura tarifária do saneamento básico no Estado (serviços de água e esgoto). Qualquer cidadão, independentemente de sua formação acadêmica ou área de atuação pode participar, enviando críticas, sugestões, questionamentos e outras contribuições, por meio de formulário online, até o dia 8 de março.
A estrutura tarifária do serviço de saneamento básico nada mais é do que um conjunto de tabelas que definem como será a cobrança da tarifa para os diferentes grupos de usuários, considerando sua divisão entre diferentes categorias de consumidores e o formato da tarifa – com ou sem consumo mínimo, por exemplo.
Para esta consulta pública, a Agepar está disponibilizando uma Nota Técnica elaborada pela equipe da Agência, com base em estudos elaborados pela consultoria LMDM, apresentando seis cenários possíveis para a estrutura tarifária da Sanepar. Junto com o documento, também está sendo disponibilizado um simulador de estrutura tarifária para que os cidadãos verifiquem as diferenças entre as propostas.
As seis propostas foram elaboradas com base em estudos desenvolvidos pela equipe técnica da Agepar, em conjunto com a consultoria LMDM.
“Esses trabalhos contemplam desde levantamento teórico e pesquisas sobre as melhores práticas nacionais e internacionais, até o diagnóstico da estrutura tarifária vigente”, explica Christian Luiz da Silva, chefe da Coordenadoria de Saneamento Básico da Agepar. “Também levamos em conta as contribuições apresentadas pela população em tomada de subsídios realizada pela Agepar entre 15 de março e 14 de abril de 2022, quando recebemos 332 manifestações dos cidadãos paranaenses”.
Entres as propostas, duas seguem o modelo monômio (tarifa volumétrica com consumo mínimo faturável) e as outras quatro seguem o modelo binômio (tarifa fixa sem consumo mínimo + volumétrica). Após o encerramento do prazo para participação da população, as contribuições recebidas na consulta pública serão analisadas pela equipe técnica da Agepar, que vai avaliar quais são pertinentes e podem ser aproveitadas, bem como os efeitos de sua eventual aplicação.
A homologação da estrutura tarifária que será aplicada caberá ao Conselho Diretor da Agepar, após o cumprimento das etapas estabelecidas na Lei Complementar n° 222/2020 em relação ao ciclo regulatório.
COMO PARTICIPAR – Para enviar suas contribuições, os cidadãos devem acessar o link: www.agepar.pr.gov.br/Pagina/Consultas-Publicas. Não serão analisadas contribuições anônimas, conforme vedação constitucional ao anonimato, prescrito no art. 5º, inc. IV, da Constituição Federal. Também não haverá respostas individualizadas para as contribuições, que serão analisadas em conjunto.
Esta é a terceira consulta pública referente à segunda fase da 2ª RTP da Sanepar promovida pela Agepar. Na primeira, realizada em julho, os temas apresentados à população eram perdas de água, matriz de risco, Fator X e Fator Q. Na segunda, os temas eram avaliação do Plano de Investimentos, projeções de mercado, custos operacionais eficientes, receitas irrecuperáveis e outras receitas. Antes da conclusão da RTP, ainda haverá uma quarta consulta pública aberta a participação popular.
Realizada a cada quatro anos, a Revisão Tarifária Periódica (RTP) da Sanepar traz definições importantes sobre a cobrança nos próximos anos para prestação dos serviços de saneamento. A 2ª RTP deve ser concluída até maio de 2023, com base em cronograma aprovado pelo Conselho Diretor da Agepar em 29 de março de 2022, conforme a Resolução nº 7/2022.
Por - AEN
A semana começa com muitas oportunidades para quem procura emprego com carteira assinada no Paraná. As Agência do Trabalhador e os postos avançados têm 14.258 vagas disponíveis em todo o Estado, a maior parte para auxiliar de linha de produção – são 2.843.
O maior volume está na Região Metropolitana de Curitiba (2.494), com mais vagas para operador de telemarketing ativo e receptivo (378), seguido de telemarketing receptivo (185), auxiliar de linha de produção (114) e repositor de mercadorias (78). Na capital paranaense há vagas para preenchimento imediato para as funções de ajudante de alimentador de linha de produção (56), auxiliar de limpeza (42), carpinteiro (30), armador de ferragens (23), estágio em marketing (2) e assistente de compras (1).
Na sequência, em relação ao número de vagas disponíveis, está a regional de Toledo, com 2.279 postos de trabalho abertos. Auxiliar de linha de produção é o segmento com mais vagas, com 447, seguido de operador de processo de produção (190), consultor de vendas (106) e abatedor de aves (100).
São destaques também as regionais de Cascavel, com 1.493 oportunidades de trabalho, Londrina, com 1.024, Pato Branco (942) e Apucarana (833). Em Cascavel, as funções que lideram são auxiliar de linha de produção, com 478 empregos disponíveis; magarefe, com 200; desossador, com 50; e pedreiro, com 27.
Em Londrina, alimentador de linha de produção (310), auxiliar de linha de produção (235), safrista (110) e auxiliar de produção de gorduras vegetais comestíveis (60) são os principais postos de trabalhos ofertados.
Também estão disponíveis 264 vagas para auxiliar de linha de produção em Pato Branco, além de 109 para safrista, 50 para servente de limpeza e 43 para operador de processo de produção na região. Em Apucarana há 64 vagas para desossador, 60 para agente de limpeza (qualidade), 60 para alimentador de linha de produção e 58 para auxiliar de linha de produção.
ATENDIMENTO – Os interessados em ocupar as vagas devem buscar orientações entrando em contato com a unidade da Agência do Trabalhador de seu município. O agendamento deve ser feito AQUI.
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) enviou nesta sexta-feira (3) um ofício para o Ministério da Saúde solicitando apoio emergencial para o combate as arboviroses no Paraná, especialmente a chikungunya, que também é transmitida pelo Aedes aegypti (mosquito da dengue).
O documento requisita insumos como testes sorológicos e inseticida para uso do fumacê.
No ofício, o secretário de Estado da Saúde, César Neves, faz algumas considerações sobre a situação epidemiológica no enfrentamento das arboviroses no Paraná. As ponderações incluem a circulação de dois sorotipos de dengue no Estado, a epidemia de chikungunya no Paraguai e o alerta emitido pelo Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde do Paraná (Cievs) considerando o fluxo intenso de pessoas na fronteira Brasil-Paraguai.
O documento reforça ainda o desabastecimento do Laboratório Central do Estado (Lacen/PR) em relação aos kits para realização de exames sorológicos e o possível desabastecimento de inseticidas adulticidas para controle químico vetorial. Em junho, agosto e setembro do ano passado, a Sesa já havia feito solicitações e recebeu 1,5 mil litros do inseticida “Cielo”, quantidade insuficiente.
“Os insumos que solicitamos servem para prevenção da dengue, zika vírus e a chikungunya, que neste momento nos preocupa bastante, dada a situação da doença no Paraguai. Contamos com o apoio do governo federal para esse combate, para que possamos frear a disseminação da doença e preservar o maior número de paranaenses do contágio”, alertou o secretário.
A Sesa já havia emitido um alerta para casos de chikungunya nesta quinta-feira (2), após o Ministério da Saúde e Bem-Estar Social do Paraguai confirmar um surto da doença no país. Ainda nesta sexta (3), a Secretaria estadual da Saúde recebeu a informação oficial da primeira confirmação de caso autóctone (quando a contaminação é local) no município de Pato Branco, no Sudoeste do Estado.
O último boletim epidemiológico divulgado pela pasta nesta semana traz 126 notificações, sete casos confirmados (todos importados) e 73 em investigação.
Por - AEN
O Plano Estadual de Políticas Públicas sobre Drogas avançou um passo importante nesta sexta-feira (03) rumo à sua implantação.
O documento prévio, que propõe ações a serem executadas até 2026, foi entregue pelo Núcleo Estadual de Políticas Públicas sobre Drogas (NEPSD) ao secretário estadual da Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira.
O delegado Renato Bastos Figueiroa, diretor do NEPSD, explicou que todos puderam dar sua contribuição à proposta do plano e que, no último semestre de 2022, o Núcleo compilou todas elas.
“Agora o entregamos ao secretário para análise da sua assessoria técnica. Este momento de entrega do documento às considerações finais da Secretaria da Segurança marca uma trajetória de quase três anos de consultas e elaboração do documento”, destacou Figueiroa, que integrou a equipe que elaborou o plano nacional para a área, em Brasília.
Após passar pela análise técnica da Secretaria da Segurança Pública, o plano estadual segue para aprovação da Casa Civil. Durante sua execução, deverá ser acompanhado bimestralmente, com reuniões periódicas semestrais gerenciadas em conjunto com o Conselho Estadual de Política Sobre Drogas (Conesd).
“É muito importante termos objetivos bem traçados e metas para alcançar, de modo progressivo. Esse plano envolve ações que a Secretaria de Segurança Pública vai se planejar para executar a curto, médio e longo prazo”, afirmou o secretário.
O plano é composto por objetivos, ações, indicadores e prazos para efetivação de ações, além de parceiros para implementação da política pública antidrogas. Uma série de órgãos públicos, ligados à educação, saúde, segurança, justiça, cultura, esporte, educação e assistência social, participam do projeto.
Dentre os objetivos também estão a indicação de prioridades de atuação do poder público no fortalecimento da relação entre governo e sociedade civil.
A validação das propostas contidas no documento ocorreu em junho de 2022, durante a 1ª Conferência Estadual de Políticas Públicas sobre Drogas, que contou com a presença de representantes de 165 municípios paranaenses.
ATUAÇÃO – Na reunião, o Núcleo Estadual de Políticas Públicas sobre Drogas apresentou um balanço das ações realizadas entre 2019 e 2022. Um dos eixos de atuação é o trabalho preventivo e educativo de jovens e crianças. São promovidas palestras especialmente nos colégios estaduais. Foram cerca de 150 em diferentes municípios. No mês de junho, as ações antidrogas se intensificam, com o Junho Paraná Sem Drogas. A solicitação para apresentações pode ser feita na página www.politicasobredrogas.pr.gov.br.
LEILÃO DE BENS DO TRÁFICO – Na gestão de ativos, o NEPSD auxilia a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) no leilão de bens móveis e imóveis, como veículos, embarcações, terrenos e helicópteros, apreendidos em processos envolvendo o tráfico de drogas.
“Nos últimos anos foram R$ 29 milhões arrecadados que vão retornar como investimento para equipar as forças de segurança do Estado”, explicou Figueiroa. No acumulado dos últimos quatro anos, o Paraná ficou na quarta posição nacional em valores arrecadados, depois apenas de Mato Grosso, São Paulo e Rio de Janeiro.
PRESENÇAS – Participaram da reunião a policial penal Renata Torres, assessora do NEPSD e doutoranda em Políticas Públicas; o chefe de gabinete em exercício da Secretaria da Segurança Pública, coronel Carlos Eduardo Cidreira; o diretor-geral da Secretaria da Segurança Pública, Adilson Prüsse; o diretor de Políticas Públicas da Sesp, coronel Fernando Klemps; o chefe do Departamento de Inteligência do Estado do Paraná - DIEP, coronel Vagner Lúcio dos Santos; e o tenente Eduardo dos Santos Minucio, da Diretoria Estrutural.
Por - AEN








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