Em um encontro com cerca de 2 mil diretores escolares de todo o Paraná em Foz do Iguaçu nesta quinta-feira (16), o governador Carlos Massa Ratinho Junior anunciou um pacote de cerca de R$ 100 milhões em investimentos para a revitalização das escolas da rede estadual de ensino.
O montante faz parte do programa Escola Bonita, cujos recursos podem ser utilizados pelas gestões escolares para a execução de reformas ou aquisição de equipamentos e mobiliários.
O objetivo é garantir que os estudantes e os profissionais da Educação tenham espaços adequados e propícios à aprendizagem e ao convívio da comunidade escolar. Este é o terceiro lote de investimentos liberados pelo Governo do Estado no âmbito do programa. Em 2020, ocorreu o primeiro aporte, de R$ 19,2 milhões, valor que aumentou para R$ 25 milhões em 2022 e que, com o novo investimento anunciado agora, totaliza R$ 144,2 milhões para melhoria dos colégios.
“Estamos lançando a nova etapa do programa Escola Bonita, que terá um investimento próximo de R$ 100 milhões, para que todas as escolas possam fazer reformas, melhorar os seus refeitórios, quadras esportivas e ampliar as salas de aula conforme necessário. Isso deixa o ambiente escolar mais saudável e adequado para receber os nossos alunos e professores para mais um ano letivo”, informou o governador.
Ele também destacou a avanço da Educação no Paraná. “Assumimos o Estado como sétimo lugar no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) e hoje o Paraná é reconhecido como a melhor educação do País. Isso é fruto do trabalho de união do Governo do Estado, professores, educadores, pedagogos, diretores e pais, que entenderam esse modelo ousado que estamos implementando na educação, preparando os filhos dos paranaenses para o futuro”, concluiu Ratinho Junior.
AUTONOMIA – Cada diretor pode definir como utilizar os recursos de acordo com as necessidades prioritárias específicas das unidades escolares que gerenciam. As intervenções incluem pinturas, reparos estruturais, melhorias nos espaços comuns, bibliotecas, laboratórios, quadras esportivas e pátios, além de serviços especializados de jardinagem e limpeza.
O investimento é feito pela Secretaria de Estado da Educação com recursos provenientes do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar), órgão vinculado à pasta. O trabalho integrado do Governo do Estado conta ainda com a participação de equipes de engenharia da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar) e da Paraná Edificações, responsáveis pela fiscalização das obras.
Marcela Maria de Campos é diretora do Colégio Estadual Érico Veríssimo, de Faxinal, que já recebeu verbas do programa anteriormente. Ela conta que utilizou os recursos para ampliar a cozinha da escola, o que permitiu que o colégio também se transformasse em uma unidade de ensino em tempo integral. “Com o dinheiro do Escola Bonita conseguimos ampliar a cozinha, que atualmente serve 786 almoços por dia. Quem está no chão da escola sabe a importância disso. As cozinheiras têm trabalhado com o maior capricho e os alunos estão gostando muito”, relatou.
Outra unidade contemplada foi a Escola Estadual José Sarmento Filho, em Iretama. Para o diretor, Vicente Moreira da Silva, o programa foi uma oportunidade de atender uma antiga demanda da comunidade escolar. “Era um sonho de algum tempo fazer uma reforma geral na quadra de esportes. Também fizemos reparos na pintura geral do colégio, entregando para os alunos um ambiente mais acolhedor”, contou.
Segundo o secretário de Estado da Educação, Roni Miranda, a meta do Escola Bonita é abranger toda a rede estadual de ensino. “Nesta nova etapa, o Escola Bonita vai ter uma capilaridade em que praticamente 100% das escolas que ainda não receberam obras serão reformadas. Foi um pedido que recebi dos diretores e que já tratamos com o governador para poder atender”, garantiu.
De acordo com o diretor-presidente da Fundepar, Marcelo Bueno, as unidades escolares necessitam de intervenções constantes devido às características da maior parte da rede estadual. “Essa verba é basicamente para serviços de engenharia, como reformas de parede, pisos e telhados, além de serviços hidráulicos e elétricos. As escolas paranaenses têm em média 50 anos, então elas precisam de reformas a cada três ou quatro anos e fazia muitos anos que não recebiam recursos para obras, o que gerou um desgaste maior pela falta de manutenção”, justificou.
OUTRAS INICIATIVAS – O Escola Bonita não é o único programa focado na melhoria da infraestrutura escolar da rede estadual em andamento. Em 2022, o Estado também repassou R$ 33,2 milhões do Fundo Rotativo para os colégios estaduais de maneira descentralizada. O dinheiro foi usado para a compra de materiais de expediente, de limpeza e pedagógicos e para pequenos reparos na infraestrutura.
Por meio do Instituto Fundepar, o Governo também está investindo outros R$ 100 milhões para a substituição das últimas 400 salas de aula de madeira existentes no Paraná, que serão substituídas por novas estruturas em alvenaria. A medida garante a melhoria do conforto térmico e acústico, além de mais segurança para estudantes, professores e outros funcionários escolares.
As novas salas são feitas em um sistema sustentável. A construção modular é considerada ecológica, uma vez que reduz o desperdício de material, economiza tempo de construção e proporciona espaços padronizados em relação a medidas e formatos. Nesse momento, há obras em andamento em sete escolas de Piraquara, Almirante Tamandaré, Fazenda Rio Grande, Campo Largo, Londrina, Apucarana e Rio Branco do Ivaí, cujos serviços deverão ser concluídos até o fim de abril.
PRESENÇAS – Também participaram do evento em Foz do Iguaçu o diretor-presidente da Fundepar, Marcelo Pimentel Bueno; secretário de Estado da Comunicação, Cleber Mata; a chefe do Núcleo Regional da Educação de Foz do Iguaçu, Silvana Garcia; o prefeito de Foz do Iguaçu, Chico Brasileiro; e os deputados estaduais Hussein Bakri (líder do Governo) e Matheus Vermelho.
Por - AEN
O governador Carlos Massa Ratinho Junior destacou nesta quinta-feira (14) em Foz do Iguaçu, no Oeste do Estado, a ampliação da educação em tempo integral na rede estadual do Paraná.
A partir deste ano letivo, 253 colégios paranaenses passaram a contar com o ensino integral no fundamental e médio, 86 instituições a mais do que no ano passado, o que representa uma expansão de 51% na rede. Com isso, 55 mil estudantes estão sendo atendidos na modalidade.
O anúncio foi feito durante o Seminário de Diretores Escolares, que reúne os dirigentes das 2,1 mil escolas da rede estadual. Na oportunidade, o governador também destacou o investimento de R$ 100 milhões para revitalização de colégios da rede estadual, dentro do programa Escola Bonita, e o pagamento de uma gratificação a diretores e diretores-auxiliares de toda a rede estadual, condicionada à manutenção da frequência escolar superior a 85% no ano.
“O Paraná foi reconhecido como a melhor educação pública do País. Isso é fruto de um grande trabalho que envolve não apenas o governo, mas toda a comunidade escolar, diretores, professores, equipe pedagógica, os pais e os alunos. Mas é também fruto de muito investimento e inovações”, afirmou Ratinho Junior.
Uma delas, ressaltou o governador, é a ampliação constante do modelo. “Quando assumimos o governo, o Paraná tinha pouco mais de 70 escolas em tempo integral, e hoje estamos iniciando o ano com mais de 250 nessa modalidade”, disse. “Junto à ampliação dos colégios cívico-militares, às três merendas por período e à melhoria da tecnologia em sala de aula, temos demonstrado o compromisso do Governo do Estado com a educação pública, valorizando o corpo técnico e todos os alunos”.
O secretário estadual da Educação, Roni Miranda, destacou como o avanço da modalidade na rede estadual beneficia a aprendizagem dos estudantes. “A educação em tempo integral traz o estudante para dentro da escola e também tem a ação social voltada à aprendizagem. Ela busca a formação por inteiro do indivíduo, em que o aluno tem aulas de projeto de vida, empreendedorismo e liderança, entre outras”, explicou.
EXPANSÃO – O número de escolas no modelo mais do que triplicou em quatro anos. Em 2019, o Paraná contava com 73 unidades atendendo em período integral. O avanço ocorreu mesmo após a pandemia, com a expansão sendo feita em ritmo acelerado desde a retomada das aulas. De 2021 para cá, o número de instituições cresceu 175%, passando de 92 unidades para as atuais 253.
Além da ampliação da modalidade, pela primeira vez estão sendo ofertados cursos técnicos para a educação em tempo integral. A educação profissional agora está presente em 33 desses colégios, com seis cursos: Administração, Agronegócio, Desenvolvimento de Sistemas, Formação de Docentes, Gastronomia e Marketing.
Do ano passado para cá, o número de municípios com essa modalidade também aumentou, passando de 103 para 154 cidades atendidas nos 32 Núcleos Regionais de Educação do Estado (NREs). Com a inovação, 106 colégios estarão inseridos no programa Paraná Integral, em que todos os alunos estudam em período integral, e outros 147 fazem parte do Integral +, que conta com algumas turmas dentro do modelo.
ENSINO INTEGRAL – Nessa modalidade, os estudantes passam nove horas por dia no colégio: são nove aulas diárias de 50 minutos, uma hora de almoço e dois intervalos de 15 minutos, um pela manhã e outro à tarde. Durante esse período, os alunos recebem cinco refeições.
Para Marcela de Campos, diretora do Colégio Estadual Érico Veríssimo, de Faxinal, no Vale do Ivaí, o ensino em tempo integral transforma a realidade dos estudantes. Ela conta a história de um aluno que chegou a a trocar de turno para poder estudar à noite e trabalhar durante o dia, mas que retornou tempos depois porque o salário que recebia acabava sendo menor que a economia da família com a alimentação, já que ele fazia todas as refeições no colégio.
“Esse aluno nos motivou porque ele avançou não só estando na escola, mas também evoluiu academicamente. Ele mudou sua vida e também os nossos olhares”, explicou Marcela. “Começamos no ano passado com algumas turmas, no Integral +, e agora todas estão inseridas na modalidade, pois passamos para o Paraná Integral. É um grande desafio, viramos a chave total, mas com mais investimentos e também com a verba do Escola Bonita, estamos prontos para avançar. A história de cada aluno nos motiva a cada dia seguir em frente”.
Ao todo, a carga horária da matriz curricular é de 45 horas-aula semanais, ou 1.500 ao longo do ano, quase o dobro do ensino fundamental regular (800) e 50% superior à do novo ensino médio (1.000). Além das disciplinas da Base Nacional Comum Curricular, os alunos do ensino fundamental têm aulas de robótica, educação financeira, redação e leitura, pensamento lógico, projeto de vida, entre outras.
Com o Novo Ensino Médio, que passou a valer no último ano letivo, o currículo é formado pela Formação Geral Básica, dividida em quatro áreas de conhecimento, e pelos Itinerários Formativos, em que o aluno escolhe uma área em que tenha mais interesse e aptidão. Na modalidade, as disciplinas também seguem a área escolhida pelos alunos.
Nas escolas do Paraná Integral, a jornada ampliada também é aplicada ao professor, que cumpre todas as 40 horas semanais na instituição. Na prática, os docentes contam com mais tempo para planejar as aulas e criar estratégias interdisciplinares.
MODELO – Em 2019, além de planejar a expansão, a Secretaria de Estado da Educação criou uma nova proposta pedagógica e gestão para o integral, adotando o modelo da Escola da Escolha, também utilizado em outras unidades federativas e que conta com parcerias de institutos da sociedade civil. O modelo funciona com o currículo integrado pelos componentes da Base Nacional Comum e uma parte de formação diversificada, oportunizando experiências contextualizadas ao estudante, considerando suas necessidades e interesses.
Dentro dessa proposta entram disciplinas como Estudo Orientado, Práticas Experimentais, Protagonismo e o Projeto de Vida, na qual o estudante reflete sobre os seus sonhos, suas ambições e aquilo que deseja para a sua vida. Desde o ano passado, este componente também está inserido no Novo Ensino Médio.
A ideia é permitir que os estudantes tenham mais protagonismo na escola, entendendo melhor as referências sobre valores e ideais e sobre onde querem chegar e quem pretendem ser. Além disso, o modelo tem criado uma comunidade escolar mais participativa, com alunos, professores, diretores e pais construindo uma relação de mais confiança.
PRESENÇAS – Também participaram do evento em Foz do Iguaçu o secretário de Estado da Comunicação, Cleber Mata; o diretor-presidente da Fundepar, Marcelo Pimentel Bueno; a chefe do núcleo regional da Educação de Foz do Iguaçu, Silvana Garcia; o prefeito de Foz do Iguaçu, Chico Brasileiro; e os deputados estaduais Matheus Vermelho e Hussein Bakri (líder do Governo).
Por - AEN
A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) escolheu o Paraná para sediar a Conferência Regional de Educação Superior na América Latina e no Caribe (Cres+5).
A ação foi articulada pela Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), em parceria com a Associação Paranaense das Instituições de Ensino Superior Público (Apiesp), com o apoio da Prefeitura de Curitiba. O evento está sinalizado para 25 a 27 de outubro deste ano, na Capital.
O encontro é resultado da 3ª Conferência Regional de Educação Superior, coordenada pelo Instituto Internacional da Unesco para a Educação Superior na América Latina e no Caribe (Iesalc), em 2018, em Córdoba, na Argentina.
Naquele ano foi aprovado um plano de ação para o decênio, com previsão de uma reunião de acompanhamento das atividades (Cres+5). O objetivo, agora, é avaliar os avanços e desafios da educação superior nos países que integram o bloco, considerando, inclusive, os efeitos da pandemia do novo coronavírus.
A expectativa é reunir 2 mil lideranças universitárias, entre reitores, pró-reitores, diretores e outros gestores de instituições de ensino superior do Grupo de Países da América Latina e Caribe (Grulac), composto por 33 países-membros das Américas Central e do Sul, além de algumas ilhas das Índias Ocidentais.
O bloco representa 17% dos membros da ONU. Em março serão divulgados mais detalhes sobre o evento, incluindo os procedimentos para inscrição e participação na programação técnica.
Para o secretário estadual da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Nelson Bona, sediar essa conferência é uma oportunidade para consolidar a educação superior paranaense associada ao desenvolvimento sustentável. “O intuito é discutir ações de internacionalização e integração do sistema educacional latino-americano, reforçando o papel da ciência, pesquisa e inovação frente aos desafios sociais e econômicos, sem perder de vista os mecanismos de articulação institucional entre governos e demais agentes do ensino superior”, afirma.
O reitor da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Miguel Sanches Neto, que preside a Apiesp e a rede de universidades da Zona de Integração do Centro Oeste da América do Sul (Zicosur), destaca o protagonismo paranaense em relação à educação superior.
“Pensar o ensino superior numa perspectiva internacional é uma forma de fortalecer as ações locais de nossas instituições de ensino superior. Como estado da Federação que mais investe em ensino superior, o Paraná tem um compromisso histórico com o conhecimento universitário que dinamizou todas as áreas de desenvolvimento do Estado”, enfatiza.
A conferência deve ocupar diferentes espaços da capital paranaense, como o Teatro Guaíra, a Biblioteca Pública do Paraná, a Capela Santa Maria, o prédio histórico da Universidade Federal do Paraná (UFPR), o Cine Passeio, o Paço da Liberdade e o auditório Brasílio Itiberê da Secretaria de Estado da Cultura (Secc).
EVENTO – O encontro regional foi realizado pela primeira vez em Cuba, em 1996. Em 2008, em Cartagena das Índias, na Colômbia, a conferência priorizou a análise da realidade local e a discussão de mudanças estratégicas na educação superior dos países latino-americanos, adequando aos desafios do compromisso social, da pesquisa estratégica, da educação para todos e da integração regional.
As conferências regionais preparam o debate para a Conferência Mundial de Educação Superior (CMES), promovida a cada dez anos pela Unesco. A mais recente aconteceu em maio de 2022, em Barcelona.
Por - AEN
A preocupação do Estado em combater as arboviroses no Paraná, especialmente a chikungunya, que assim como a dengue é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, foi reiterada pelo secretário estadual da Saúde, César Neves, durante a reunião do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), em Brasília, nesta quarta-feira (15).
“Pudemos mais uma vez reiterar a necessidade de apoio emergencial ao Estado, por parte do governo federal, junto à secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Ethel Maciel. É extremamente importante que possamos unir forças para a prevenção e combate à dengue, zika vírus e a chikungunya”, disse Neves.
No início do mês, a Secretaria estadual enviou ao Ministério da Saúde um ofício para que haja um incremento no número de testes sorológicos e inseticida enviados ao Estado para o controle químico do mosquito transmissor da doença.
No boletim epidemiológico divulgado terça-feira (14), a pasta confirmou 462 novos casos de dengue. O Estado registra agora 3.638 casos confirmados e cinco óbitos pela doença no Paraná. Já o panorama de chikungunya aponta 135 notificações e dez casos confirmados, sendo sete importados e três autóctones registrados nos municípios de Pato Branco, Foz do Iguaçu e São Miguel do Iguaçu.
Por - AEN
O Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFron) apreendeu nesta terça-feira (14) 10.057 ampolas e comprimidos anabolizantes contrabandeados avaliados em mais de R$ 164 mil. A ação ocorreu em Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná, dentro da Operação Hórus.
De acordo com a equipe policial, durante patrulhamento um motociclista foi abordado em uma hospedagem próximo da Ponte Internacional da Amizade, na fronteira entre o Brasil e o Paraguai. Os militares estaduais encontraram em um fundo falso da motocicleta centenas de comprimidos e ampolas anabolizantes.
Em seguida, já no quarto utilizado pelo suspeito, foram encontrados os outros produtos, totalizando as ampolas e comprimidos.
O condutor, a motocicleta e os materiais apreendidos foram encaminhados para a Delegacia da Polícia Federal em Foz do Iguaçu.
OPERAÇÃO HÓRUS – A ação faz parte do Programa Nacional de Segurança nas Fronteiras e Divisas (VIGIA), um dos projetos estratégicos do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Fazem parte da operação permanente equipes da PCPR, PMPR, Polícia Federal, Receita Federal, Força Nacional, Exército Brasileiro, Agência Nacional de Inteligência e Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
Por - AEN
O mutirão “Força de Trabalho Militar - 2ª Baixa", ação promovida pela Secretaria de Trabalho, Qualificação e Renda em parceria com o Comando da 5ª Divisão de Exército entre os dias 13 e 15 deste mês, encaminhou 270 jovens que cumpriram o serviço militar obrigatório e militares temporários que estão com seus contratos na iminência de terminar para vagas no mercado formal de trabalho.
Durante três dias de atividades, 25 empresas participantes ofertaram 750 postos de trabalhos. Para nenhuma vaga foi exigida experiência profissional, porém a seleção levou em conta o perfil do candidato. Muitos militares foram aprovados para mais de uma oportunidade e puderam, ao final do evento, escolher a função com a qual possui maior afinidade.
"Tenho certeza de que as empresas contratantes estarão muito bem assistidas, pois estão incorporando ao conjunto de trabalhadores pessoas disciplinadas e com muita vontade de aprender e progredir", pontuou Mauro Moraes, secretário de Estado do Trabalho, Qualificação e Renda.
Ele lembrou que na primeira quinzena de janeiro, um mutirão direcionado para a 1ª Baixa encaminhou 540 jovens para o mercado formal de trabalho. "Quase 100 mil jovens conseguiram uma colocação profissional no ano passado. Neste ano, a nossa meta é empregar 150 mil. Essa parceria com a 5ª Divisão de Exército dá a oportunidade de colocar no mercado essas pessoas que saíram do Exército já preparadas, com uma boa formação cultural. Muitos já estão em cargos de chefias de seção e de departamentos e isso é um orgulho que nos motiva a trabalhar para intensificar ainda mais o projeto”, disse Moraes.
Um dos recrutadores era Gelson Henrique dos Santos, que ano passado estava participando do Força de Trabalho de Militar como soldado do 20º Batalhão de Infantaria (20º BIB), no bairro Bacacheri. “Participei do recrutamento feito dentro do quartel e tive a oportunidade de entrar na empresa já na outra semana. Não tinha experiência na área de operador de cobrança, mas fui treinado e depois de 10 meses promovido a supervisor de equipe e destaque do ano. Hoje estou com 35 pessoas no meu time e estou nesse mutirão para recrutar mais gente”, afirmou.
Quem também conseguiu uma colocação pelo recrutamento feito nas organizações militares foi João Victor de Souza, que era soldado da Base de Administração e Apoio da 5ª Divisão de Exército (B Adm Ap/5ª DE). “Entrei como aprendiz e hoje sou responsável pelo recrutamento digital da empresa e iniciei a graduação em Recursos Humanos almejando crescimento profissional. O Exército faz os militares terem qualidades como pontualidade e disciplina e esses valores são diferenciais no mercado de trabalho”, destacou.
EXPANSÃO – Os mutirões em parceria com o Exército devem se repetir em outras localidades do Estado. De acordo com o Comandante da 5ª Divisão de Exército, general José Ricardo Vendramin, a parceria será expandida para as cidades de Foz do Iguaçu e Ponta Grossa. “Já iniciamos em Cascavel, mas vamos expandir para as outras cidades que possuem potencial de mão-de-obra e guarnições significativas de militares”, destacou.
Por - AEN



























_large.jpg)
_large.jpg)
_large.jpg)
_large.jpg)