Três assinaturas de contrato foram realizadas no box da cooperativa durante o evento, fomentando o esporte, o intercooperativismo e o interesse pela comunidade.
Em incentivo ao fomento do patrimônio cultural e histórico do município de Toledo, na tarde de domingo, a Cresol Integração realizou três atos de assinatura com cooperados durante a 51ª Festa Nacional do Porco no Rolete em Toledo (PR). O presidente Julcemar Mierzwinski cita que ações como esta são fundamentais para a divulgação de como o cooperativismo é uma ferramenta de transformação social. “Cumprirmos a nossa missão de desenvolver economicamente os cooperados e seus empreendimentos, através das nossas soluções financeiras é satisfatório, isso demonstra a confiança e o relacionamento da cooperativa com os nossos parceiros”, afirma Mierzwinski.
Intercooperação - A CooperBedin é uma cooperativa que tem como sua missão distribuir energia verde produzida pelas usinas fotovoltaicas dos seus cooperados. Serão fornecidos 25 mil quilowatts/hora para o consumo de energia das agências da Cresol Integração ainda a partir de 2024. A Cresol, que tem entre os seus valores a sustentabilidade, é seguir com o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Estiveram presentes no ato o Presidente do grupo Bedinsat Marcio Bedin, o diretor comercial Vilmar Pedralli, e o presidente da CooperBedin Lucas Veroneze e a gerente da agência Toledo Parigot Karina Krone.
Fomento ao Esporte - A Cresol estimula o desenvolvimento esportivo e a integração social com apoio a diversas modalidades. Esses investimentos trazem a integração social e o desenvolvimento comunitário como pontos relevantes para a Cresol. Além disso, os investimentos permitem o reconhecimento do sistema cooperativista em âmbito nacional e internacional. Pedro Perdoncini, atualmente compete na equipe ASG Mercedes na categoria elite. Em 2024, em sua temporada de estreia na Copa Truck, esteve na maioria dos pódios da temporada.
Interesse pela comunidade - Além do patrocínio da Festa Nacional do Porco no Rolete, a Cresol também realizou a doação de recursos para o Rotary Club de Toledo - Aliança, através do Programa Empresa Cidadã. A parceria é um meio de direcionar os investimentos em responsabilidade social de pequenas, médias e grandes empresas para projetos humanitários que ajudam comunidades em todo o Brasil. O recurso doado, auxiliará por meio do Rotary Foundation a compra de um respirador para a UTI Neonatal do Hospital Bom Jesus de Toledo. Estiveram presentes o presidente do clube Rotary Toledo Aliança Diego Henrique Roble Galante e a governadora assistente do distrito 4640 Marlene Hickmann.
Sobre a Cresol - Com 29 anos de história, mais de 900 mil cooperados e 900 agências de relacionamento em 19 Estados, a Cresol é uma das principais instituições financeiras cooperativas do País. Com foco no atendimento personalizado, a Cresol fornece soluções financeiras para pessoas físicas, empresas e empreendimentos rurais.
Por - Assessoria
A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) desenvolveu um novo sistema de emissão de Guia de Trânsito Animal (GTA) de equídeos (asininos, equinos e muares). A implementação do novo sistema visa à emissão ativa feita pelo produtor.
A Lei n.º 20.962/2022, de autoria do deputado estadual Anibelli Neto, que instituiu o Passaporte Equestre no Estado do Paraná, estabelece que ele será destinado a proprietários de equinos, asininos e muares procedentes de estabelecimentos cadastrados na Adapar, e que cumpram com a legislação sanitária vigente no âmbito do Paraná.
ACESSO — O produtor que possui cadastro de exploração pecuária junto à Adapar pode acessar o sistema de emissão de GTA de equídeos pelo endereço eletrônico do órgão e realizar a adesão ao sistema.
A chefe da Divisão de Trânsito Animal da Adapar, Maira Polatti Tomaz Sypniewski, orienta que, após a adesão ao sistema, o produtor deverá entregar no Escritório Local (EL) da Adapar de jurisdição do município de sua exploração pecuária os exames de Anemia Infecciosa Equina (AIE).
Na entrega, também deve apresentar o atestado de vacinação contra influenza equina de todos os animais que planeja movimentar. Os exames devem constar no CPF do titular do cadastro.
Para o diretor-presidente da Adapar, Otamir Cesar Martins, a implementação do sistema significa melhorias e facilidades para o produtor. “Este é mais um exemplo de inovação no Paraná que a Adapar traz para o agronegócio. Estamos buscando dia a dia novas soluções e a melhoria dos processos para a sociedade”, explica Martins.
EMISSÃO — Conforme o Departamento de Saúde Animal da Adapar (Desa), a GTA poderá ser emitida para destinos no estado do Paraná e para as finalidades de engorda, reprodução, exposição, leilão, esporte, trabalho e atendimento veterinário. A guia será emitida conforme as exigências sanitárias regulamentadas em legislação federal e estadual vigente.
MANUAL — Para apoiar o produtor, a Divisão de Trânsito Animal montou um manual de orientação com o passo a passo para a emissão da GTA. O manual com as orientações ao produtor está disponível AQUI.
Por -AEN
A Advocacia-Geral da União (AGU) se manifestou pela constitucionalidade do projeto Parceiro da Escola. O documento, assinado pelo advogado-geral da União, Jorge Messias, está dentro de um processo no Supremo Tribunal Federal (STF).
A lei estadual 22.006/24, que institui o programa, foi aprovada por ampla maioria na Assembleia Legislativa e sancionada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior em junho deste ano. Ela prevê consulta em 204 unidades da rede estadual para que a gestão administrativa das escolas seja feita em parceria com a iniciativa privada, deixando a gestão pedagógica a cargo do Estado.
“A Constituição Federal, em seus artigos 21 a 24, estabelece o sistema de repartição de competências legislativas e administrativas entre as unidades federativas, o que configura a base do federalismo brasileiro”, diz a AGU.
“Fica evidenciado, portanto, que a posição de protagonismo legislativo ocupada pela União na definição de diretrizes e bases de educação, bem como de outras normas de conteúdo geral, não esvazia o espaço de normatividade suplementar que foi assegurado aos Estados-membros na temática educacional”, complementa.
Segundo o texto, o Supremo Tribunal Federal, em diversas oportunidades, afiançou a importância do reconhecimento de competência suplementar em matéria de educação. “Sobretudo no tocante a questões que possam ser melhor endereçadas a partir das singularidades locais”, acrescenta o documento.
PROJETO – O Parceiro da Escola visa estabelecer uma gestão compartilhada entre os setores público e privado, deixando a responsabilidade pelas diretrizes pedagógicas a cargo da Secretaria de Estado da Educação, mas possibilitando, paralelamente, que o parceiro privado atue na gestão financeira e administrativa, com o objetivo de promover maior eficiência.
Além disso, o parceiro privado está subordinado a um plano de trabalho cuja definição exige consulta prévia ao diretor servidor da rede, que conservará poder hierárquico sobre os profissionais lotados nas escolas.
“A legislação impugnada não interfere na autonomia pedagógica das escolas, que permanece sob a responsabilidade exclusiva do Estado. O objetivo do programa cingir-se-á apenas a desonerar os gestores escolares das funções administrativas e financeiras, permitindo-lhes focar na parte pedagógica, conforme esclarecido pelo Governador do Estado na Mensagem nº 36/2024”, afirma a AGU. “Percebe-se, assim, que o programa respeita os parâmetros mencionados, pois terceiriza apenas funções acessórias, sem afetar a atividade-fim da educação”.
No Paraná, o projeto-piloto já é desenvolvido desde 2023 no Colégio Estadual Aníbal Khury, em Curitiba, e no Colégio Estadual Anita Canet, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), totalizando 2,1 mil estudantes atendidos. Em ambas as entidades, os índices de matrículas, frequência e desempenho escolar dos estudantes apresentaram melhoras significativas entre 2023 e 2024. Também houve matrícula de 100% dos alunos no Enem.
Por - AEN
O Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar), uma das unidades da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), é responsável pelo terceiro maior cadastro de doadores de medula do Brasil e o primeiro da Região Sul, ficando atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais. Os 575.498 voluntários cadastrados garantem ao Paraná uma posição de destaque para este tipo de doação, que pode ser feita em vida.
Dentro do Setembro Verde, período de conscientização sobre a doação de órgãos e tecidos, é celebrado o Dia Mundial do Doador de Medula Óssea. Tradicionalmente no terceiro sábado do mês (neste ano dia 21), a data foi criada em 2015 pela World Marrow Donor Association (WMDA), associação mundial que reúne os registros de doadores de medula óssea, totalizando mais de 41 milhões de doadores em todo o mundo.
Em alusão à data, o Hemepar homenageia todos os doadores de medula óssea pelo ato de amor ao próximo. “Pretendemos sensibilizar e esclarecer a população quanto à importância e critérios da doação, pois este ato possui recomendações diferentes da doação de sangue”, disse a diretora da unidade, Vivian Patricia Raksa.
Os voluntários cadastrados se tornam possíveis doadores de medula óssea, que poderão ajudar outras pessoas no tratamento de até 80 doenças, como leucemia, anemia e câncer, em diferentes estágios e faixas etárias. Mas para essa ajuda existe um fator determinante: a compatibilidade.
A probabilidade de encontrar alguém compatível pode chegar de 1 a cada 100 mil até 1 a cada 1 milhão de habitantes. Em função das características genéticas a chance de haver compatibilidade é de 30% entre irmãos, e é muito menor quando não existe nenhum grau de parentesco.
De acordo com o secretário estadual da Saúde, César Neves, este gesto de solidariedade não deve parar pois leva esperança a muitas pessoas. “O Paraná é solidário. Graças aos cidadãos que se dirigem às unidades da Rede Hemepar, distribuídas por todo o Estado, podemos fazer a diferença na vida das pessoas que precisam do transplante”, afirma o secretário.
SER DOADOR – Para ser um doador de medula óssea é necessário se cadastrar. Basta ter entre 18 e 35 anos e não possuir histórico pessoal de doenças oncológicas, apresentar um documento de identidade e telefones para contato. O voluntário preencherá uma ficha com dados pessoais e terá coletada uma amostra de sangue (5 ml).
Pessoas já cadastradas devem ficar atentas para o caso de serem convocadas. Se houver mudança de endereço ou de contato, é importante atualizar os dados em qualquer unidade do Hemepar ou no aplicativo do Redome.
A medula é um tecido líquido-gelatinoso que ocupa o interior dos ossos. Nela, são produzidos os componentes do sangue (glóbulos vermelhos, brancos e plaquetas). O processo para a coleta é criterioso e envolve várias etapas para garantir a segurança e saúde do doador e do paciente.
Os procedimentos duram cerca de 4 a 5 horas. São indolores, podendo ser realizados de duas formas definidas pelo médico assistente: em centro cirúrgico ou semelhante a uma doação de sangue, por um processo denominado aférese.
Segundo o Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome), o Brasil registrou 4.943.535 milhões de doadores cadastrados.
Por - AEN
Na semana em que se comemora o Dia da Árvore (21/09), a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) destaca que 3,702 milhões de folhas de papel deixaram de ser impressas desde que a fatura digital de água e esgoto foi lançada, em 2022. Ela integra o Programa Sanepar Sem Papel, que incentiva a redução do uso do material na empresa.
A redução do uso de papel não apenas preserva florestas, a biodiversidade e os recursos hídricos, como também diminui a quantidade de resíduos gerados. Levando em conta que grande parte do papel descartado não é reciclado, ele acaba em aterros sanitários, contribuindo para a produção de metano, um poderoso gás de efeito estufa.
“Além de contribuir para a sustentabilidade do planeta, a fatura digital também proporciona facilidades para os consumidores da Sanepar. A principal comodidade está no acesso pelo telefone celular e o arquivamento no e-mail, facilitando, por exemplo, a comprovação de endereço”, ressalta o diretor comercial em exercício, Fernando Guedes. Evitar o risco de extravio da fatura é outro benefício do meio digital.
A adesão à fatura digital da Sanepar é opcional. Para os clientes que desejarem aderir, basta fazer o cadastro pelo site da empresa AQUI ou pelo aplicativo Sanepar Mobile. A adesão é gratuita e exige apenas ter um e-mail válido. Ela também pode ser cancelada a qualquer momento pelo cliente.
Por -AEN
A previsão é de crescimento na produção nacional de feijão na safra 2024/25, passando de 3,26 milhões de toneladas para 3,28 milhões de toneladas.
Para isso conta com o aumento na área destinada às três safras agregadas, de 2,857 milhões de hectares para 2,891 milhões de hectares. O Paraná contribuirá de forma decisiva nesse resultado devido à estimativa de acrescer pelo menos 23 mil hectares na primeira safra.
Uma análise mais detalhada sobre o comportamento da cultura de feijão pode ser lida no Boletim de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 13 a 19 de setembro. O documento preparado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), também fala de soja, suíno, bovino, frango e mel.
Os 23 mil hectares a mais de feijão na primeira safra paranaense correspondem a um aumento de 22% em relação aos 108 mil hectares de 23/24. “Este ganho representa mais da metade de todo incremento de área esperada para a primeira safra do produto no Brasil”, disse o agrônomo Carlos Hugo Godinho, analista da cultura no Deral.
Com isso a produção paranaense nesse período pode alcançar 251 mil toneladas, ou 57% a mais que as 160 mil toneladas da primeira safra anterior. Já para a segunda safra, a previsão da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é de redução de cerca de 1,4% na área. Os dados ainda não foram discriminados por estados, mas o órgão nacional prevê queda também no Paraná.
A tendência do Deral é compartilhar essa visão. “Mas é imprescindível que se diga que o plantio da segunda safra, que acontece majoritariamente no primeiro trimestre de 2025, pode ser fortemente influenciado pelos desdobramentos da primeira safra”, ponderou o agrônomo. No ciclo passado foram plantados 418 mil hectares no Estado.
Atualmente estão plantados 16% da primeira safra, que deve ser colhida em grande parte até janeiro, período em que a segunda safra começa a ser colocada no campo. As chuvas registradas nesta semana foram favoráveis, mas outras serão necessárias para garantir o potencial produtivo esperado.
SOJA – As chuvas também foram benéficas para os sojicultores, que a partir desta semana estão liberados para ter plantas emergentes em todo o Estado. Mesmo que ainda não tenha pegado ritmo forte, houve avanço, com plantio de pouco mais de 30 mil hectares, 0,52% da área projetada de 5,8 milhões de hectares.
No cenário internacional, os Estados Unidos, maior produtor mundial, está com 6% da área estimada de aproximadamente 35 milhões de hectares já semeadas. A produção pode alcançar 124 milhões de toneladas. Assim que a oleaginosa norte-americana chegar ao mercado, os preços tendem a se reduzir.
SUÍNOS – O boletim fala também que a campanha de atualização de rebanho, realizada entre 1º de maio e 30 de junho, sob coordenação da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), alcançou 98,71% da população suína cadastrada no Estado.
O objetivo da campanha é proporcionar que o órgão oficial de defesa tenha informações sobre quantidade e localização dos animais para atuação rápida e eficiente em casos de focos ou suspeitas de doenças. Quem não fez a atualização cadastral de bovinos, suínos, ovinos, caprinos, equídeos, aves, peixes e abelhas deve procurar as unidades locais da Adapar para o registro.
BOVINOS – O mercado do boi gordo, que segue em alta, também é objeto de análise no documento. No fechamento do boletim estava cotado a R$ 257,05, com acúmulo positivo de 7,22% no mês. Os preços são impulsionados pela menor oferta de animais terminados (prontos para abate), em razão da escassez e má qualidade de pastagens, fruto do clima seco.
No atacado paranaense a alta se repete. No final de agosto o preço do dianteiro bovino, que já vinha se elevando, era em média de R$ 13,93, enquanto o traseiro chegou a R$ 21,10. Entre os dias 9 e 13 de setembro, uma pesquisa do Deral apontou R$ 14,03 e R$ 21,27, respectivamente.
FRANGO – Segundo o Agrostat/Mapa, plataforma que acompanha o comércio exterior da agropecuária, nos primeiros sete meses do ano as exportações brasileiras de carne de frango diminuíram 8,1% em faturamento, de US$ 5,9 bilhões em 2023 para US$ 5,4 bilhões. Em volumes a redução foi de 0,2%, caindo de 2,984 bilhões de toneladas para 2,980 bilhões de toneladas.
A retração no volume exportado pelo Paraná foi de 0,3%, caindo de 1,268 bilhões de toneladas para 1,264 bilhões de toneladas. Em valores a queda foi maior, chegando a 2,3%. Enquanto nos primeiros sete meses de 2023 o faturamento chegou a US$ 2,33 bilhões, agora ficou em US$ 2,27 bilhões.
MEL – No mesmo período as empresas brasileiras exportaram 21.144 toneladas de mel in natura. O volume supera em 25,7% as 16.823 toneladas do ano anterior. O faturamento foi de US$ 54,23 milhões, contra US$ 54,55 milhões em 2023.
O Paraná está na quarta posição em exportação, com receita de US$ 5,5 milhões para 2.291 toneladas. No mesmo período do ano passado o Estado enviou ao Exterior 1.027 toneladas, faturando US$ 3,1 milhões.
Por -AEN



























