Menino de 11 anos é baleado em assalto na BR 277

Um menino de 11 anos foi baleado durante um assalto na madrugada desta sexta dia 19, na BR 277, em Foz do Iguaçu. A vítima foi baleada no braço e não corre risco de morte.

 

Conforme a PRF (Polícia Rodoviária Federal), o garoto era ocupante de um Fiat Uno, que foi abordado pelos marginais na rodovia. Os suspeitos, que estavam em um veículo de cor prata, efetuaram um disparo, atingido a criança e obrigando o motorista a parar.

 

Três pessoas que também estavam no Uno foram deixadas no local enquanto o menino e o pai foram levados como reféns. As duas vítimas foram abandonadas pelos marginais, que fugiram em direção a Foz.

 

Desorientados, pai e filho também seguiram em direção à cidade e foram resgatados por uma equipe da Polícia Militar. As outras três vítimas foram localizadas pela PRF na balança da concessionária.

 

 

Todos foram encaminhados ao Hospital Municipal, para serem atendidos.

 

Até o momento, os criminosos não foram localizados. (Com Catve)

 

 

Orientação quanto a solicitação de atendimento envolvendo animais

Existem muitas solicitações ao Corpo de Bombeiros para a captura, atendimento e até mesmo destinação de animais das mais variadas espécies, sejam animais domésticos ou até mesmo animais selvagens.

 

Ocorre que, o Corpo de Bombeiros não realiza nenhum tipo de atendimento veterinário, e não atende solicitações envolvendo animais que não sejam ocorrência de crime ambiental ou grave e eminente risco a vida ou á incolumidade física das pessoas.

 

 

A captura, atendimento ou destinação de qualquer animal não é missão institucional do Corpo de Bombeiros nem da Polícia Militar do Paraná, para isso existem órgãos ambientais legalmente competentes e especializados, como por exemplo, o IAP ou órgãos municipais, os quais devem ser procurados para atendimentos de tais solicitações.

 

 

 

 

 

Por Assessoria

 

 

 

Moro determina transferência de Cabral para prisão no Paraná

O juiz Sergio Moro determinou nesta quinta dia 18, a transferência de Sérgio Cabral para o complexo médico penal de Pinhais, no Paraná.

 

A decisão atende o requerimento do Ministério Público Federal por irregularidades no tratamento concedido ao ex-governador em Benfica, no Rio de Janeiro.

 

Na decisão, Moro cita a apuração feita pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, que aponta que Cabral teria recebido alimentação de restaurantes, colchões de padrão superior, eletrodomésticos e equipamentos de ginástica.

 

 

"Há indícios de irregularidades na situação prisional de Sergio de Oliveira Cabral Santos Filho no Rio de Janeiro, com benesses, ainda que de dimensão moderada, a ele concedidas na Cadeia Pública José Frederico Marques", escreve Moro.

 

A transferência é necessária, segundo a decisão, pois "há um risco concreto de que ele [Cabral] possa utilizar essas relações para, continuamente, obter ou tentar obter privilégios no cárcere".

 

Moro ainda observa que há outros presos da Lava Jato em Pinhais e que há "condições adequadas, ainda que não perfeitas, para abrigar com segurança e dignidade quaisquer presos, inclusive condenados por crimes de colarinho branco".

 

A defesa do político vai tentar uma liminar para evitar a saída do ex-governador do Rio.

 

Os procuradores citaram ainda dezenas de visitas recebidas pelo político fora do horário estabelecido, além da instalação de um "home theater" no presídio.

 

O equipamento foi instalado em outubro e retirado em novembro após a divulgação de que pastores assinaram o recibo de doação a pedido de Cabral. Essa seria a única forma de o aparelho entrar no sistema penitenciário.

 

No pedido encaminhado ao Judiciário, os integrantes do Ministério Público afirmam que o ex-governador "continua liderando uma nefasta e poderosa organização criminosa que ainda se encontra ativa e infiltrada na Administração Pública do Estado do Rio de Janeiro e que exerce influência na Secretaria Estadual de Administração Penitenciária".

 

Os procuradores também pediram o afastamento do secretário estadual de Administração Penitenciária, Erir Ribeiro Costa Filho, do subsecretário adjunto de gestão operacional da Secretaria Estadual de Administração Penitenciária, Sauler Antônio Sakalen, e de outros três diretores do órgão em razão da constatação de tratamento diferenciado e regalias permitidas sem respaldo legal a Cabral.

 

Em outubro, o juiz Marcelo Bretas, do Rio, havia autorizado a transferência do ex-governador para Mato Grosso do Sul.

 

Dias depois, o ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), concedeu habeas corpus suspendendo a transferência do político.

 

Na unidade de Campo Grande estão detidos alguns integrantes do Comando Vermelho no Rio.

 

Bretas pediu a transferência de Cabral após se sentir ameaçado pelo ex-governador durante um depoimento.

 

Ele mencionou familiares do magistrado quando prestava depoimento na ação penal em que é acusado de comprar R$ 4,5 milhões na H. Stern para lavar dinheiro de propina.

 

Cabral afirmou que seria "burrice" branquear recursos desta forma porque as peças perdem valor assim que saem das lojas e então mencionou a família do juiz.

 

"Vossa Excelência tem um relativo conhecimento sobre o assunto porque sua família mexe com bijuterias. Se não me engano, é a maior empresa de bijuteria do Estado", afirmou.

 

Cabral foi preso em novembro de 2016. Neste período, ele foi condenado a 87 anos de prisão na Operação Lava Jato.

 

Em dezembro, o ex-governador foi transferido para a sede da Polícia Federal em Curitiba, depois de a Justiça do Rio entender que havia regalias na penitenciária de Bangu -para onde ele foi levado inicialmente.

 

A defesa de Cabral, porém, conseguiu uma decisão judicial para o político voltar ao Rio. (Com Folhapress)

 

 

 

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Polícia desconfia de pé de mandioca 'diferente' e localiza maconha

Um casal foi preso no final da tarde de quarta dia 17, depois que policiais civis e militares encontraram um tablete de quase 1 kg de maconha enterrado no quintal da casa deles, na Avenida Cascavel, quase esquina com a Avenida Tiradentes, na Vila Guaíra, em Goioerê.

 

A ação policial começou depois que o delegado de polícia Thiago Soares recebeu a informação de que nesta residência na Avenida Cascavel estava escondido um foragido da justiça. Foi solicitado o apoio da equipe da Polícia Militar para as diligências.


Ao chegarem à casa indicada, os policiais encontraram um casal - Cleonice Rodrigues da Silva, 46, e Edilson Costa Oliveira, 48, conhecido como Dilso -. O foragido não estava no local.

 

 

Nas buscas os policiais encontraram no local uma máquina fotográfica e um telefone celular sem comprovação de origem.

 

Na continuação das diligências, os policiais desconfiaram de um pé de mandioca recém cortado e um deles pegou uma enxada e começou a revirar as ramas no quintal, quando Dilso começou a ficar nervoso e a perguntar se os policiais tinham mandado.

 

Ao revirar a terra onde o pé de mandioca havia sido cortado, o policial encontrou uma sacola plástica contendo um tablete de maconha prensada, que pesou 871 gramas.

 


Diante da situação, o casal recebeu voz de prisão e foi encaminhado para a Delegacia de Polícia para as providências cabíveis. (Com Goionews)

 

 

 

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